O Acidente e o Começo de Tudo Tudo o que vou relatar aqui é uma história verídica, daquelas que mudam o rumo de uma vida inteira. Para contextualizar, na época eu tinha 20 anos e estava no auge da juventude. Minha mãe, aos 43 anos, era uma mulher extremamente atraente, mas eu nunca tinha olhado para ela com outros olhos. Ela já estava separada do meu pai há algum tempo, e morávamos apenas nós dois em uma pacata cidade no interior de São Paulo. Nossa rotina era normal, até que um imprevisto mudou completamente a nossa dinâmica. Eu estava voltando de uma confraternização da empresa onde fazia estágio. Conduzia o carro tarde da noite quando, de repente, outro veículo me fechou de forma brusca na avenida. Em uma reação reflexa para evitar uma tragédia maior, puxei o volante com força. Perdi o controle da direção e colidi violentamente contra um muro. O impacto foi forte o suficiente para quebrar o meu braço direito. No hospital, o médico engessou o meu braço por completo, do ombro ao pulso. Como sou canhoto para algumas coisas, mas estritamente destro para as tarefas principais, aquela imobilização me deixou praticamente inválido. Fazer qualquer coisa simples virou um desafio monumental. No primeiro dia em casa, a hora do banho foi um desastre. Tentei me virar sozinho, mas com apenas a mão esquerda disponível, mal conseguia me ensaboar. Do lado de fora, minha mãe bateu na porta, percebendo a minha dificuldade, e perguntou se eu precisava de ajuda. A timidez e o orgulho falaram mais alto; afinal, fazia anos que ela não me via sem roupas. Recusei prontamente, insistindo que conseguiria sozinho. Terminei o banho mal lavado e exausto. O Segundo Dia: O Despertar da Tensão No segundo dia, com o corpo doendo e a frustração batendo à porta, percebi que o orgulho não me levaria a lugar nenhum. Quando ela ofereceu ajuda novamente, não hesitei e aceitei. Na minha mente, o foco era puramente higiênico — eu só queria ficar limpo. Para tentar manter o mínimo de privacidade e evitar o constrangimento, decidi entrar no box de cueca. Minha mãe entrou logo em seguida para me ajudar. Ela vestia um short curto e uma camiseta branca de algodão leve. O ambiente do banheiro logo começou a ficar abafado com o vapor da água morna. Ela começou lavando as minhas costas com cuidado. Em seguida, pediu para eu fechar os olhos e começou a passar o shampoo no meu cabelo, massageando o meu couro cabeludo. Foi nesse momento que o cenário mudou. Com o chuveiro respingando para todos os lados, a camiseta branca dela ficou completamente encharcada, tornando-se praticamente transparente. Quando abri os olhos por um segundo, a visão me pegou de surpresa: os seios dela, que eram grandes, firmes e chamativos, estavam perfeitamente visíveis sob o tecido molhado. A reação do meu corpo foi instantânea e incontrolável. Uma ereção violenta começou a se formar. A cueca, já molhada e colada ao corpo, não conseguiu esconder o volume, que começou a apontar nitidamente para o lado. Minha mãe continuou o trabalho, descendo as mãos com sabonete pelo meu peito, depois pelo abdômen, aproximando-se perigosamente da minha virilha antes de descer para as minhas pernas. O clima no banheiro pesou. Eu estava paralisado, tentando desesperadamente pensar em outra coisa para fazer o volume diminuir, mas era impossível. Notei que ela desviou o olhar por um segundo, fixando os olhos na minha intimidade marcada pelo tecido, e tentou disfarçar pigarreando. Ao finalizar o banho, ela desligou o chuveiro, olhou de soslaio e disse com uma voz suave: — Sabe... não precisa usar cueca no banho se não quiser. Ela saiu do banheiro e fechou a porta. Meu coração parecia que ia sair pela boca. A tensão acumulada era tanta que não consegui sair dali imediatamente. Tranquei a porta, apoiei-me na parede com a mão esquerda e comecei a me masturbar furiosamente, pensando no que tinha acabado de acontecer. Gozei intensamente. Quando saí do banheiro, mal conseguia olhar nos olhos dela, e um silêncio carregado de eletricidade se instalou entre nós pelo resto da noite. O Terceiro Dia: O Jogo de Palavras No dia seguinte, a expectativa e o nervosismo tomaram conta de mim o dia todo. Quando chegou a hora do banho, repeti o protocolo: entrei no box de cueca e liguei a água. Minha mãe entrou usando o mesmo estilo de roupa do dia anterior. Ela me olhou, percebeu a minha hesitação e quebrou o gelo com naturalidade: — Pode tirar a cueca, filho. Não precisa ficar com vergonha de mim, eu sou sua mãe. Aquelas palavras, combinadas com a lembrança nítida da imagem dos seios dela molhados no dia anterior, agiram como um combustível. Meu membro ficou ereto no mesmo segundo, latejando de tesão. Com dificuldade, usei a mão esquerda para tirar a cueca. Tentei me curvar um pouco para frente para esconder o tamanho da ereção quando me virasse, mas foi em vão. Quando fiquei de frente, ela pediu para eu fechar os olhos para lavar meu rosto e cabelo novamente. O silêncio no banheiro era absoluto, quebrado apenas pelo som da água caindo. Meu pinto estava duro como uma pedra, apontando para cima. Ela começou a ensaboar meu pescoço, desceu pelo peito e, quando as mãos dela tocaram o meu abdômen, raspando levemente na base do meu membro, ela parou por um instante e disse em tom de brincadeira, mas com os olhos fixos ali: — Você está com muita vontade de fazer xixi, não está? Esse pinto está muito duro. Gaguejei, completamente sem ar: — E-estou... estou sim. — Pois bem, quando eu sair você faz o seu xixi então — ela respondeu, continuando a deslizar as mãos ensaboadas pelas minhas coxas. Antes de sair do box, ela me olhou de cima a baixo, fixou os olhos na minha ereção e disparou: — Esse pinto é muito grande. Deve estar mesmo com muita vontade de fazer xixi... Assim que a porta se fechou, a cena se repetiu, mas com ainda mais intensidade. Me acabei na masturbação ali mesmo. O tesão era tão absurdo que acabei gemendo alto no ápice, um urro que com certeza ecoou pela casa. Eu sabia que ela tinha ouvido. O Quarto Dia: A Entrega No quarto dia, a barreira da timidez já tinha sido completamente destruída. Entrei no banheiro e tirei toda a roupa antes mesmo de ela entrar. Eu já estava excitado só de antecipar o momento. Quando ela entrou no box, o clima já era puramente sexual, embora nenhum de nós tivesse verbalizado ainda. Ela começou lavando as minhas costas, massageando com uma lentidão que me dava arrepios. Quando me virei de frente, não havia mais como disfarçar. Ela olhou diretamente para o meu membro ereto e, com um sorriso enigmático nos lábios, falou: — É muito grande mesmo... Isso tudo é mesmo vontade de fazer xixi, ou você está necessitado? Na sua idade, os hormônios estão à flor da pele e talvez você só esteja querendo relaxar um pouco. Olhei bem nos olhos dela, o coração batendo na garganta, e confessei: — É vontade de relaxar mesmo... Mas com a mão esquerda é muito ruim, não consiga fazer direito. Ela se aproximou um pouco mais, o hálito quente batendo no meu peito, e sussurrou: — Eu posso te ajudar com isso... mas tem que ser um segredo só nosso. Para sempre. Naquele exato milésimo de segundo, qualquer barreira moral sumiu. Eu já não via mais a mulher à minha frente como minha mãe, mas sim como uma mulher desejável, madura e extremamente sensual. — Eu quero. Me ajuda — respondi. Quando os dedos dela, macios e ensaboadas, envolveram o meu pinto pela primeira vez, a sensação foi indescritível. Eu já tinha tido outras experiências sexuais na vida, mas nada se comparava àquela intensidade. Ela começou a fazer um movimento de vaivém bem lento, analisando cada detalhe do meu membro. — É muito maior e mais grosso do que o do seu pai... — ela comentou, maravilhada, aumentando o ritmo da masturbação. — Não vá gozar ainda, hein? Ela se agachou no chão do box, ignorando a água que caía sobre sua cabeça. Olhou bem de perto para a glande e disse: — Que cabeça grande... Ela deu um beijo úmido e quente na ponta, fazendo-me soltar um suspiro alto. Em seguida, começou a passar a língua ao redor, subindo e descendo, até que abocanhou o meu pinto inteiro. Ela começou a fazer um boquete profundo, a ponto de engasgar, usando a própria saliva e a água do chuveiro para lubrificar tudo perfeitamente. Eu segurava no ombro dela com a mão esquerda, completamente entregue ao prazer, sentindo que ia desmaiar de tanto tesão. De repente, ela interrompeu o boquete e ficou em pé. Com movimentos rápidos e decididos, ela tirou o short e a calcinha, deixando-os de lado. Ela se virou de costas para mim, apoiou as mãos na parede do box e empinou o bumbum, revelando sua intimidade completamente molhada e exposta. — Agora eu quero sentir ele dentro da minha buceta — ela ordenou, com a voz alterada pelo desejo. Com o braço direito quebrado e engessado, a logística era difícil. Tentei me posicionar, mas estava desajeitado. Percebendo a minha dificuldade, ela curvou a coluna ainda mais para frente, esticou a mão para trás, segurou o meu pinto e o guiou diretamente até a entrada dela. Senti a cabeça do meu membro tocar os lábios da sua vagina, que já transbordava lubrificação. Em um impulso forte, empurrei o quadril e penetrei tudo de uma vez só. Ela soltou um gemido alto e agudo que ecoou pelas paredes do banheiro. Comecei um movimento de vai e vem, inicialmente devagar por causa do equilíbrio, mas logo o ritmo ficou frenético. Eu dava estocadas profundas, e a cada impacto ela gemia mais alto, implorando: — Vai, bota com força... me fode, se joga dentro de mim! O prazer era avassalador. Quando eu estava prestes a atingir o limite, senti as paredes da vagina dela contraírem violentamente, apertando o meu membro que preenchia toda sua vagina encharcada de prazer. Ela deu um grito abafado, anunciando que estava gozando, inundando meu penis com o calor do seu orgasmo. Aquela contração foi o meu gatilho. Dei as últimas estocadas de forma desesperada e descarreguei uma quantidade absurda de esperma bem fundo dentro dela, preenchendo-a por completo. Ficamos ali parados por alguns segundos, ofegantes, sentindo o pulsar do prazer diminuir sob a água do chuveiro...
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