Hoje o assunto não é minha esposa, mas sim minha irmã mais nova, Marina, 19 anos

Aquele silêncio na casa dos meus pais sempre me deixava tenso. Hoje, o silêncio era quase ensurdecedor, e a minha primeira reação foi achar que não havia ninguém em casa. Subi as escadas sem nem mesmo chamar, o eco dos meus passos no assoalho de madeira era o único som, até que começou. Gemidos abafados, sussurros roucos, e um ritmo acelerado que me fez parar. A cada degrau que eu subia, os sons ficavam mais nítidos, mais urgentes. "Geme sua cadelinha", "Você é minha, sua safadinha". Tapas ecoavam, um som que, misturado aos gemidos, criava uma sinfonia perturbadora e, confesso, excitante.

A porta do quarto da Marina estava entreaberta. A curiosidade, ou talvez algo mais primitivo, me impeliu a espiar. E a cena que se desenrolou diante dos meus olhos… era avassaladora. Marina, minha irmãzinha de 19 anos, a mesma que eu via como uma criança, estava de quatro. Seu corpo, que eu nunca tinha realmente notado em sua plenitude, agora se revelava em toda a sua glória. A bunda empinada, a pele alva, a curva perfeita das costas… tudo parecia um convite. E ela estava sendo tomada com uma ferocidade que contrastava com a sua meiguice habitual.

O homem que a dominava era um colosso. Mais de trinta anos, musculoso, com a pele marcada pelo suor. Eu o reconheci vagamente: era o personal trainer da academia que nós dois frequentávamos. A cada estocada, o corpo dele parecia afundar no dela, com uma força brutal que me deixava sem fôlego. A voz meiga de Marina, que eu conhecia tão bem, agora se transformava em gemidos roucos, pedidos abafados por mais, por mais pica. "Ah, sim, mais forte", ela sussurrava, e cada palavra parecia incendiar algo dentro de mim.

Eu me escondi no corredor, a respiração presa na garganta. Ver minha irmã assim, tão entregue, tão… gostosa, era algo que eu jamais imaginei. Nunca a vi como mulher, sempre a tratei como a irmãzinha que eu precisava proteger. Mas ali, naquele momento, ela era um espetáculo de pura sensualidade. O jeito que ela arqueava as costas, o suor escorrendo pela sua pele, a forma como ela abraçava o corpo do homem… era hipnotizante.

Ele a virava, a expondo completamente. E eu via a profundidade com que ele a penetrava, como se quisesse arrombá-la, possuí-la por inteiro. Marina gemia, e a cada gemido, eu sentia uma onda de calor percorrer meu corpo. A voz dela, a voz que eu ouvia em casa, agora soava como um chamado inconfundível de prazer. "Eu quero você", ela sussurrava, e eu sabia que ela falava para o homem, mas uma parte de mim se sentia incluída naquele desejo.

A cena se estendia, cada movimento, cada gemido, cada tapa registrado na minha memória. Eu não conseguia desviar o olhar. A imagem dela, de quatro, com a bunda deliciosa em exibição, cedendo ao prazer com aquele homem mais velho, se gravava na minha mente. Era um conflito interno, uma mistura de choque, culpa e uma excitação crua e incontrolável. Eu a via se contorcer, o corpo dela entregue ao ritmo dele, e não conseguia parar de pensar em como ela era gostosa. A delicadeza que eu via nela agora se transformava em uma sensualidade animal, selvagem.

Os gritos de prazer dela se intensificavam, e eu sentia meu próprio corpo reagir. Aquele gemido meigo, que pedia por pica, agora ecoava em minha mente como um mantra. Eu nunca imaginei que minha irmã pudesse ser tão desejável, tão… disponível. A visão dela sendo foda com aquele personal trainer, com tanta intensidade, me fez enxergá-la de uma maneira completamente nova. E essa nova visão, confesso, me perturbava e me atraía de uma forma perigosa. Aquele momento, aquele segredo que eu guardava, mudou tudo. A imagem da minha irmã, empinada e entregue, seria algo que eu nunca mais conseguiria apagar da minha mente.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Hoje o assunto não é minha esposa, mas sim minha irmã mais nova, Marina, 19 anos

Codigo do conto:
262781

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
23/05/2026

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