A palavrinha mágica que me transformou de um esquisito qualquer do ensino médio ao corpo mais desejado do campus da universidade. Uma bomba de testosterona ambulante. Um soldado romano em meio à sociedade moderna. Um alfa em meio aos betas.
Os treinos pesados na academia e a dieta rigorosa moldaram meu corpo de uma maneira da qual nem mesmo eu acredito ao me contemplar no enorme espelho que cobria toda a parede do meu quarto ou mesmo comparar com as poucas fotos nas memórias do celular.
De um nerd franzino do qual ninguém sentia desejo, virei um símbolo masculino.
Era o corpo que as garotas desejavam sobre as suas camas, pelo menos por uma noite — o que de fato acontecia. Não dava a nenhuma o privilégio de ter mais do que uma trepada bruta de uma noite. Amo foder suas bocetas com todo carinho que apenas um touro reprodutor no cio tem. As vadias ficam de pernas abertas por dias até que suas bocetas estejam inteiras novamente.
***
O treino da manhã havia sido encerrado, estava banhado de suor. O abdômen estava sujo com o barro e a grama recém aparada do campo, rendendo uma bela foto no perfil de fofoca da universidade.
Já podia imaginar o que estaria escrito “O gostoso Oliver Hunter do Rugby sem camisa e suado depois do treino da manhã. Façam a fila meninas, o vice capitão está precisando de uma ajuda no banho.” Eram sempre assim, insinuando putarias que amaciam meu ego.
No vestiário, a bagunça era geral, cheio de corpos masculinos de jovens suados se engalfinhando para conseguir uma vaga na fileira de 10 chuveiros.
Brad — o capitão do time — se trocava do meu lado no banco, terminando de vestir sua camiseta polo de alguma marca que deveria valer um rim. Era o meu melhor amigo, o único de verdade. Tinha descendência árabe, pele levemente bronzeada, sobrancelhas grossas e íris escuras. O total oposto de mim.
Desde muito novo exibia cabelos dourados lisos, que combinam com o meu tom de pele claro. As íris azuis brilhantes comuns na família ficaram perdidas por muito tempo em um rosto tomado por espinhas no ensino médio. A adolescência de longe foi o meu pior momento para auto estima.
— Vai ter aula agora? — me perguntou após arrumar a gola da sua polo com a jaqueta do time por cima.
-– Tenho, mas não vou assistir. Vou a um encontro com a Layla — arrumei o meu pau na calça sem cueca, imaginando aquela líder de torcida sentando sem parar no meu colo. Iria me esbaldar.
— A japinha de engenharia? – Assenti. — Caralho, tá grandão, mano. Dizem que ela paga um boquete gostoso. O Liam já fodeu ela. Disque faz um berreiro na hora em que a pica entra kkk — caímos na risada com seu comentário, que só me deixou ainda mais empolgado.
Não foi fácil conseguir ludibriar suas desconfianças em relação a mim; meu histórico não era muito favorável, ainda mais com uma puta tão puritana igual ela. Foi quase um mês para fazê-la acreditar que havia mudado e não queria apenas uma noite de sexo.
— Tô esperando mais que um boquete essa tarde — comentei, ainda rindo.
– Relaxa, depois de todo esse papinho que tu mandou na garota, a essa hora do dia ela já deve estar só de calcinha esperando você.
Balancei a cabeça, rindo de sua mente criativa.
— Tô indo.
— Vai lá, tigrão! Não esquece a toca do grandão — zombou.
— Tá na carteira já.
Fui cumprimentando as pessoas conforme ia andando até o meu carro no estacionamento. Estava nitidamente empolgado. Tinha uma oriental gostosa para comer me esperando do outro lado do campus.
A peguei em frente à sua república. Ela estava vestindo uma saia curta que realçava suas curvas, fora a camiseta que deixava à mostra boa parte do abdômen. Ela tinha vindo preparada para o abate mesmo. Sabia que esse papo de santinha era apenas fachada para uma vagabunda louca por rola.
— Para onde a gente vai? — perguntou, após me dar um beijo antes de colocar o cinto.
— Um lugar onde nunca levei ninguém. Você vai adorar, gatinha.
Menti.
Estávamos indo para uma região no topo do parque da cidade de Castelia. Um espaço que Brad e eu descobrimos para fumar maconha às escondidas e também levar garotas para foder.
Assim que entrei em uma parte que dava fim à estrada de chão principal de acesso ao público geral, estacionei o carro quase na beirada do morro, dando para ver a cidade ao longe. Era uma vista incrível.
Mal havia desligado o carro e avancei na gata — Você está tão gostosa — a peguei desprevenida com um beijo lascivo, agarrando sua nuca para intensificar a pegada.
— Hunter… — ela sorriu, tentando escapar dos chupões que agora destinava a seu pescoço.
— Gostosa — levantei-a do banco do passageiro e a trouxe para o meu colo.
— Achei que a gente iria conversar um pouco — me olhou decepcionada pela falta de romantismo, sentindo meu caralho duro no moletom, roçar sua bunda.
— E a gente vai gata — continuei chupando sua pele, indo na direção dos seus peitos, subindo a pequena peça para atacar os dois melões.
— É que você já quer transar…
Apontou frustrada.
— É saudades de você, amor — fiz a maior cara de homem apaixonado.
Aquela última palavrinha foi o que a desarmou, sorrindo enquanto tirava meu pau de dentro da cueca, cuspindo na mão para lambuzar meu caralho e vestir a camisinha antes de sentar.
Depois de perceber que estava bem lubrificado, ela afastou a calcinha para o lado e acomodou meu membro na sua boceta apertada. Layla fez uma careta de dor assim que meu pau começou a deslizar pela sua carne molhada, abrindo-a conforme sentava no meu colo. A cada centímetro percorrido, sentia que tinha valido a pena as diversas mensagens no celular durante as semanas falando sobre bobagens de filmes e séries de romance. Ela realmente acreditava naquelas asneiras de amor eterno e casal fofo, mas abrindo as pernas para um cara igual a mim. Coitada. O chá de pica seria a única coisa que tiraria dessa relação.
A suspensão do carro deu um leve chiado assim que ela começou a cavalgar, balançando os peitões deliciosos próximo ao meu rosto, o que tratei de me enfiar de cara no segundo que ideia passou pela minha cabeça.
— Senta gostoso, vadia! Senta, caralho! — empolguei-me, agarrando seu quadril, fazendo-a acelerar os movimentos.
— Hunter…
Fui rápido em colar meus lábios no seu, calando-a para parar de choramingar e apenas sentar no meu cacete em silêncio.
O clima estava maravilhoso quando o toque do seu celular a fez parar de rebolar no meu caralho, me empurrando contra o banco do carro, atendendo à ligação. Bufei de raiva ao ver aquilo acontecendo. A paciência por um fio.
— Alô, mãe, sim. Estou com um amigo, por quê? — seu rosto assumiu um traço de preocupação. — Estou indo. Me espera em casa.
Assim que encerrou a ligação, ela rolou para o lado, tirando minha piroca dura de dentro da sua boceta. Apressada para buscar as roupas que estavam espalhadas no assoalho do carro.
— Tenho que ir. Desculpa, Hunter! Mas é preciso amor.
— Como assim? A gente nem terminou de trepar — disse, indignado.
— Foi mal mesmo, mas tenho que ver meu pai…
— Que se foda ele! — Elevei o tom, caindo as máscaras finalmente, cansado de mimá-la como se fôssemos um casalzinho de livros de romances.
— O que você disse? — parou o que estava fazendo, olhando-me incrédula.
— Quer saber? Me cansei dessa porra, nenhuma foda vale esse cu doce que tu tá fazendo, garota.
— Você é um babaca escroto, sabia?
— Novidade. Agora vaza do meu carro, caralho!
— Babaca!
A cadela saiu do carro me xingando de todos os palavrões possíveis, caminhando rumo à trilha que dava para o coração do parque. Pouco me importei, estava com a pica dura, louco para receber um buraco quente. Mas aquela garota tinha que apagar meu fogo.
Ainda de pau duro, girei a chave na ignição, cantando pneu na estrada, vazando daquele lugar com a camisinha grudada no cacete e um sonho de foder uma japinha gostosa.
Estacionei o carro de qualquer jeito na frente de casa, em um bairro do subúrbio, descendo com as roupas amassadas, indo até a porta da varanda. Quando estava para entrar, ouvi um barulho na casa do vizinho. Tim Baker estava agachado recolhendo pedaços de cacos de um dos diversos vasos que sua mãe tinha na varanda. Aquela velha nasceu para viver na fazenda, vai gostar de tanto mato assim no inferno.
Me aproximei do garoto que estava vestindo um pijama apertado azul-bebê. Era bonito, apesar de magrinho.
— Ah, oi…
– Eae.
Cumprimentei secamente, ainda admirando as curvas do seu pequeno corpo, mesmo ele sendo um homem? Difícil dizer. Quando o vi anos atrás era um garoto de traços femininos, mas agora, pouco se tinha homem ali.
— Sua velha vai te matar quando ver que quebrou — apontei para os destroços.
— Ela não vai nem perceber, amanhã vou no centro e compro outro — deu de ombros, colocando a mão dentro do bolso do short, tirando algo já conhecido por mim. — Quer? — estendeu um cigarro de maconha.
— Manda aí. Tô estressado mesmo depois de uma foda interrompida.
— Kkk te negaram sexo? — perguntou, olhando-me da cabeça aos pés. Confirmei, assoprando a fumaça densa para o alto. — Coragem. Quem dera eu tivesse alguém assim na cama.
Fiquei incomodado com sua resposta, franzindo o cenho.
— Sou viado não, porra — tratei de deixar óbvio para ele.
— kkk uma pena.
Falou, dando de ombros enquanto mantinha o cigarro entre o dedo médio e o indicador.
Tive que rir com o descaramento daquele moleque, que até era bonito, com fisionomias delicadas e as roupas claramente femininas.
A gente ficou ali por um tempo, até que o frio começou a incomodar. Deveria ter parado naquele cigarro apenas, mas acabei convidando ele para beber uma cerveja na minha casa. Tim prontamente disse sim e me acompanhou.
Em casa, o deixei na sala de estar e subi para o quarto para trocar de roupa, percebendo que estava com a calça moletom molhada na parte da frente, com um tom mais escuro devido ao pré gozo que escorreu da fenda da glande. A camiseta também estava amassada e do lado do avesso, o que deve ter chamado a atenção dele.
— Tem preferência? — perguntei ao voltar para a sala. Abrindo a geladeira.
— Mada o que tiver, grandão.
Foi impossível não sorrir com o comentário libidinoso, estava com uma barraca enorme marcando no tecido da calça. Não conseguiria me manter racional perto dele.
Com as barreiras iniciais derrubadas, e com o ego massageado pela sua observação, joguei uma garrafa para ele, que pegou no ar.
A conversa transcorreu normalmente. Ele me perguntou o porquê da foda interrompida, o que acabei contando por conta do álcool correndo nas veias. A bebida bateu mais rapidamente do que imaginei que poderia ser possível. Tim não estava tão diferente, sorrindo mais do que o necessário, secando meu corpo assim como as garotas que fodia semanalmente na faculdade.
Normalmente não sentiria nada por outro homem, mas ali, depois de um coito inacabado, meu pau estava entrando em qualquer buraco. Portanto, joguei para o inferno qualquer inferno que fosse sobre relações héterossuais e homossexuais naquele momento.
— Tá afim, moleque? — apertei meu volume majestoso da calça. Seu olhar faminto observou o movimento como se estivesse em câmera lenta.
— Sim.
— Chega mais.
O moleque engatinhou até onde estava, apoiando as mãos no meu joelho e aproximando o rosto até o meu volume. A bebida tornou aquilo terrivelmente sexy. Não aguentei, acertando um tapa forte no seu rosto. O moleque fez uma careta de dor, mas logo se aprumou, sorrindo como uma puta.
— Gosta de sentir dor, vagabunda? — apertei seu queixo, assumindo minha dominância.
— Adoro!
— Então vira esse rabo pro teu macho brincar — ordenei.
Aquela visão não deveria ser tão gostosa. Tim virado para mim de quatro em cima do carpete era um puta tesão.
Os cabelos loiros compridos caíam próximo as covinhas no alto da curva da bunda. As costas definidas e a cintura fina faziam inveja em qualquer garota. Mas o que mais me chamou a atenção mesmo, foi a bunda durinha, arrebitada e lisinha sem um único sinal de pelos exposta ao meu olhar predatório. Era uma linda garota com pau e ovo. Tim nasceu para ser mulher.
Sedento por contato, fiquei em pé, ficando logo atrás dele de cócoras.
Minhas mãos pareciam ter vida própria ao alisar as bochechas da sua bunda, fazendo pressão com os dedos, deixando as marcas na sua pele macia que nem pêssego.
— Tem certeza que quer dar esse rabo, moleque? Não vou ser bonzinho não.
— Achei que o famoso vice capitão sem coração do time de Rugby, fosse mais de ação do que palavras — provocou.
— Quem avisa amigo é, putinha — agarrei sua bunda, abrindo a que nem uma fruta. O reguinho ficou escancarado, dando acesso à visão privilegiada da sua entrada rosa.
O buraquinho pregueado dele era algo de outro mundo. Tinha que sentir esse moleque por dentro, e pensando nisso, chupei meu indicador, rodeando seu botão com suavidade, invadindo no momento em que o senti relaxado.
A cadela soltou um gemido de surpresa, tombando com o torso no carpete. A bunda ficou ainda mais arrebitada.
Abaixando o rosto até o seu rabo, comecei a lamber a entradinha enquanto forçava dois dedos para dentro, cuspindo e lambendo, preparando o terreno para o plantio.
O moleque se contorcia de tesão, a piroquinha minúscula dura que nem pedra.
— Tá sedenta né vagabunda? — parei ao perceber o descontrole do seu corpo.
— Ain… gostoso demais sua língua no meu cu — choramingou.
Mesmo envergonhado pelo papel que estava prestando ao fazer aquilo com aquele moleque, continuei a lamber, chupar e cuspir na sua entrada piscante, que implorava por um pau grosso. Queria deixá-lo fraco de tanto tesão.
Após vários minutos judiando do seu cuzinho, amassei sua bunda de cada lado, abrindo igual massa de pão, observando a minha obra prima. Seu buraco estava brilhando com a quantidade de saliva que despejei no local.
Ele estava pronto para a maior surra de piroca da sua vida, constatei.
— Pronto pra ficar cadeirante moleque? — fiquei de joelhos atrás dele, roçando meu volume na sua bunda exposta.
— S-sim… aaaaa porra, me come! Enfia seu pau no meu cu — Tim implorava com a boca e também com o corpo, se jogando contra minha virilha, rebolando que nem uma acompanhante paga.
Rindo do seu desespero, tirei minhas roupas rapidamente, voltando à posição atrás dele. O contato de nossas peles quentes me tirou um gemido involuntário. Apesar dos tons de pele iguais, eu ainda era um pouco mais escuro.
Ele também parece ter ficado animado ao sentir meu pau roçando sem o tecido da calça e cueca atrapalhando o contato.
— Você nasceu pra agradar aos machos mesmo em vadia.
Acertei um tapa no seu traseiro, o que o fez chiar com a ardência.
— Aí, porra! Sua mão é pesada e… — o moleque engoliu seco assim que se virou para brigar comigo, mas travando ao olhar para baixo e ver o meu mastro duro em completo fascínio e medo.
— E?
Sorri, agarrando o meu pau em uma punheta lenta; um claro exibicionismo do tamanho do meu dote.
— Você é grande demais. Tem certeza que é humano?
Vi a dúvida no seu olhar.
— Vai amarelar agora, putinha?
— Nunca.
— Então empina esse cu, que eu vou te comer com força.
Após a minha ordem, voltou à posição de antes, do jeitinho que gostava de meter. De quatro, com a putinha empinada que nem um felino se espreguiçando.
Duro que nem poste, montei nele como se fosse a minha primeira vez, guiando o pauzão na sua entrada piscante, melando a portinha com meu pré gozo abundante.
Mantive as mãos em cada lado do quadril, enquanto empurrava a cabeça contra as pregas iniciais, que pouco a pouco foram se abrindo. A putinha reclamou da ardência, mas pouco me importei, empurrando para dentro como se fosse a merda de um cuzinho de silicone vibratório.
Tim tentou arquear as costas, mas empurrei seu rosto contra o chão e as costas para baixo também, abafando suas súplicas devido ao aperto na bochecha.
— Aquenta calado, viado — disse irritado, socando madeira dentro daquele cuzinho apertado.
As pernas dele tremiam igual gravetos, sentindo o estrago dentro do rabo.
Após inteiramente dentro daquele buraco extremamente apertado, comecei o banquete, saindo e voltando com uma velocidade mediana, mas que logo foi se intensificando.
Os meus 1,80 de altura e 100 kg de pura massa muscular prendiam seu corpo magro em um casulo de pura luxúria.
Tinha noção de que seu rabo não devia estar acostumado com rolas grandes, mas não conseguia diminuir o ritmo. As entranhas dele sugava meu pau como se implorasse por mais selvageria, e eu, enlouquecido de prazer, enfiava tudo até sentir as bolas cabeludas baterem em sua bunda. Estava no meu máximo. O lado primitivo de macho negando a existência da razão.
O som molhado do meu pau indo e voltando dentro dele:
PLOFT!
PLOFT!
PLOFT!
Ecoavam pelo cômodo feito música aos meus ouvidos, assim como seus gemidos agudos que estavam altos.
Pouco me importei. Não era a primeira vez que fodia alguém naquela casa e fazia barulho exagerado.
— Porra, tô quase gozando, cacete! Mastiga minha rola sua puta — delirava de tesão, jogando a cabeça para trás, enquanto aumentava o ritmo das estocadas já potentes.
— Aaaaai, meu cu!
— Aquenta cadela! Teu prêmio tá chegando — agarrei seu cabelo com força, puxando na minha direção.
Foram mais três estocadas fortes e o meu cacete inchou dentro dele, esporrando no seu buraco com jatos fartos e pegajosos de porra quente.
Desmoronei, com o peito colado nas suas costas como se tivesse cola entre a gente. Ambos suados e derrotados.
Enquanto gozava, meu corpo dava pequenos espasmos devido ao cansaço daquela foda incrível. Um sinal claro de satisfação.
— Seu cuzinho não para de sugar minha rola — disse próximo ao seu ouvido, sentindo os músculos internos dele me apertando.
— Claro, você acabou comigo — sua voz saiu fraca, mas claramente satisfeita.
— Que sorte a minha ter uma vadia como vizinho, né?
— E por que acha que vai me comer outras vezes, em? Tenho muitos outros contatos — provocou.
Ele era abusado, tinha que respeitar essa sua personalidade que devia deixar muito macho apaixonado.
— Deve ter mesmo, mas com certeza não tem ninguém tão gostoso igual a mim — sorri vitorioso com o seu silêncio.
Iria provocar um pouco mais, quando ouvimos seu irmão gritar seu nome. Ficamos tanto tempo fodendo quem nem vimos as horas passarem.
— Tenho que ir, Hunter — comentou tentando empurrar o meu corpo.
— Só se prometer ser meu depósito mais vezes — joguei meu corpo sobre o seu.
— Tá.
Disse com dificuldade.
— Ótimo.
— Me ajuda a levantar — pediu assim que sai de cima, tirando meu caralho de dentro do seu buraco que fez um beiço lindo assim que a glande escorregou para fora.
— Tá com as perninhas bambas, é? — apertei sua bunda depois que o ajudei a ficar de pé.
— Tem até sangue no meu rabo — conferiu ao colocar a mão no reguinho lanhado.
— Cuzinho virgem é assim mesmo.
— Idiota.
Depois de se arrumar na medida do possível devido ao vendaval que causei em seu corpo, Tim saiu da minha casa mancando. Meu pau até vibrou ao ver o estrago que fiz.
Fiquei remoendo aquele sexo no outro dia com um sorriso no rosto. Brad percebeu e quis saber o motivo, achando que era por causa da vagabunda da Layla. Neguei, dizendo que havia achado coisa melhor para foder. Me arrependi no momento que a curiosidade ficou estampada no seu rosto, mas desviei da maneira que pude.
Estava tão no mundo da lua que nem percebi Lucian, meu vizinho, irmão mais velho de Tim me observando furioso. Já não tínhamos uma relação boa por causa da traição da namorada que após uma discussão entre eles, acabou na minha cama toda arregaçada. O lance poderia ter morrido ali, mas devido o uso de algumas substâncias, acabei filmando uma parte do sexo e postando na minha conta do antigo twitter.
Foi o maior falatório no dia seguinte. A garota estava deitada sobre o meu peito quando acordei com o barulho incessante de notificações no celular. Ficando espantado com a proporção com quem o vídeo tomou, apaguei a publicação rapidamente, mas o mal já estava feito.
Deu uma merda colossal depois disso, quase fui expulso da universidade, mas que graças ao treinador, tive apenas que fazer um curso de postagens indevidas em redes sociais e outras coisas chatas relacionadas a exposição de garotas e blá blá blá…
— O Lucian está te olhando com raiva. Não me diz que está pegando alguma ficante dele — Brad usou seu status de capitão. Braços cruzados evidenciando os bíceps e o olhar acusador. Era seu trabalho apaziguar os ânimos. Querendo ou não, desafeto no time era algo ruim para o desempenho coletivo.
— Lógico que não. Aquela merda ainda me assombra até hoje. Não consigo mais nem ouvir palestras de início de semestre que já fico enjoado — me arrepiei só de lembrar.
— Bom mesmo, o campus tá cheio de boceta pra comer, não vem meter chifre em companheiro de time — falou firme.
— Olha quem fala — resmunguei.
— Eu ouvi.
O sujo falando do mal lavado. Brad não era nem um santo. Sabia dos seus rolos com algumas namoradas de parceiros de time, mas ao contrário de mim, ele sabia manter na encolha. Fora outros lances que curtia as escondidas.
Após aquela estranheza com o Lucian, o dia seguiu normalmente.
O sábado veio com os ventos frios do outono. Não estava com ânimo para sair de casa para curtir a noite. Tinha malhado peito e tríceps na parte da tarde, e não queria mais saber de rua. Normalmente curtiria uma boa cerveja com minha mãe, mas infelizmente ela não estava em casa, seu turno havia dobrado devido a falta de outra funcionária.
Estava dando o dia como encerrado quando ouvi batida na porta.
— Oi.
Era o Tim.
Sua voz saiu baixa, olhando-me como se me temesse ou algo parecido.
— Tá sozinho em casa? — Tim perguntou com as mãos dentro do bolso do casaco.
— Eae. Tô sim, chega mais moleque, tá um gelo aqui fora — dei passagem, olhando para fora e percebendo que o carro do seu irmão não estava na garagem.
Moleque esperto. Aproveitando a ausência do mais velho.
— Que filme você tava assistindo? — cruzei os braços, observando-o de longe encostado no batente do portal que dava acesso a sala. Tim estava ali no meio do cômodo, parado como se fosse uma fadinha com suas roupas nada masculinas.
O moleque rodeou o espaço perguntando coisas sem sentido, enrolando como se estivesse nervoso com alguma coisa. Vi suas mãos deslizarem em uma estante velha pregada à parede onde ficavam meus troféus desde os tempos da escola. Não me passou despercebido a maneira como ficou surpreso com as fotos antigas da adolescência que minha mãe tanto insistia em deixar exposto no meio da casa.
— T-a afim de fazer alguma coisa? — perguntou após analisar todo o comodo.
Travei a mandíbula, cansado daquela enrolação toda. A paciência nunca foi a maior das minhas virtudes.
O moleque se assustou quando marchei até ele em poucos passos, apertando seu pescoço com a força da minha mão de passe.
— Toda essa enrolação pra pedir que eu te coma, moleque? — quase cuspi as palavras próximo ao seu rosto. — Devia ter tirado essa roupa na hora que entrou por aquela porta.
— Seu bruto — resmungou.
— E você gosta né vagabunda? Agora tira essa roupa e vem sentar no meu pau — soltei seu pescoco, caminhando até a poltrona de couro no canto da sala.
Antes de me acomodar, tirei minhas roupas, sentando com as pernas abertas à espera do meu putinho que se atrapalhava todo para tirar a calça grossa. Era um rei no meu trono à espera do súdito fiel.
— Nossa — ele ficou paralisado na minha frente, observando meu punho trabalhar na piroca já dura de tesão.
— O que foi?
Sorri abaixando a pele da glande, expondo a cabeça rosa e babona.
— Não me lembrava de ser grande assim. Você enfiou tudo isso em mim? — engoliu seco.
— Até às bolas. Por que?
— É por isso então….
Falou baixinho, mas eu ouvi. Deixando-me curioso para saber.
— É por isso o que?
— Nada.
— Desembucha, porra!
Fiquei irritado.
— Fiquei dias com o cuzinho doendo, tá legal — revirou os olhos, sendo corajoso em me enfrentar de igual.
Tim devia ter uns 70 kg e tinha no máximo 1,65, chutando alto. Não precisaria mais do que um soco para desfalecer ele no chão.
Geralmente não tenho paciência com quem retruca comigo, mas ali, diante daquela coisinha afeminada prestes a virar brinquedinho nas minhas mãos, não consegui segurar a risada, parando com o movimento e esticando para segurar seu pescoço na intenção de guiá-lo até o paraíso.
— Vem putinha, senta no pau do seu macho de uma vez por todas.
Com as pernas abertas ele ficou com a bunda próxima a ponta do meu cacete que o esperava ansioso.
Ainda apertando seu pescoço com a mão direita, usei a outra mão para pincelar meu pau na sua entrada.
Por conta própria, ele foi firmando o corpo no meu colo, colocando as mãos nas minhas coxas grossas as utilizando como mediador de intensidade. Depois usou a gravidade para enfiar meu membro dentro de si, que mesmo após algumas escapulidas escorregando de lado, a cabeça conectou ao seu cu com uma ajudinha minha. O moleque gemeu, se afundando ainda mais. Seu rostinho de anjo ficou vermelho e uma lágrima solitária escorreu pela bochecha.
— Tá quase lá, vadia, só falta mais um pouco — encorajei, assistindo a mágica deliciosa do meu cacete sumindo no seu buraco.
Só depois de ter meu caralho todo dentro dele, que percebi que o putinho se segurava no meu braço que prendia seu pescoço. Tim alisava meu antebraço contornando as veias delicadamente com as digitais, seguindo o rumo de cada uma delas como se fosse um mapa.
— Gosta de veias saltadas na pele? — perguntei, soltando seu pescoço para flexionar os músculos para deixar ainda mais em evidência o antebraço vascularizado.
— Sim, amo — ele voltou a tocar, admirando com extrema cobiça.
— Tenho um músculo grosso e com bastante veias pulsando no seu rabo, sabia? — Não perdi a chance de provocar.
— Eu sei, posso sentir ele aqui — levou a mão até o baixo ventre, cutucando o lugar onde dizia que meu pauzão estava acomodado.
— Depois que a gente acabar, eu te deixo tocar no meu corpo com calma, vai sentir todas as veias que tenho pela pele, tá bom? — Prometi. — Agora rebola esse rabo no meu cacete — segurei seu quadril, o encorajando.
Intenso.
Selvagem.
Surreal.
Suas quicadas no meu pau eram tudo isso e mais um pouco.
A naturalidade com ele se adaptava ao meu destempero durante o sexo era seu maior triunfo. Não havia frescura. Era entrega total, crua e sem reservas.
Podia botar no seu cuzinho a noite inteira que ele ainda arranjaria forças para me saciar.
— Tá fun… d-ooo — sua voz saiu quebrada conforme nos encontrávamos.
Tim subia e descia com bravura, assim como eu movia o quadril para cima de encontro a sua bunda gostosa.
— Aí, Hunter…
Arfou, olhando para mim com prazer e dor. Que putinho lindo!
— Que foi? Tá doendo, tá? — segurei seu quadril, forçando meu dedos na sua pele como se fossem garras de águia.
— Hmm.
Gemeu.
Estava tão hipnotizado na maneira como ele acomodava meu mastro todo dentro de si, que nem reparei no pau babando no meu abdômen. Era tão mixuruca comparado ao meu.
— Vou te fazer lamber meu abdômen depois dessa sujeira toda aqui — apontei na direção que escorria seu líquido pegajoso.
Tim sorriu ladino, gostando da ideia de lamber minha pele suada.
— E isso era para ser castigo, grandão? — ele se apoiou nos meus ombros, aproximando o rosto do meu. A ponta do nariz resvalando.
— Não pra uma vagabunda depravada igual você — provoquei, movendo o quadril, estocando forte na direção da sua bunda.
O moleque se contorceu que nem minhoca, entalado com minha piroca até o talo.
— PORRA, te odeio, sabia? — apertou os olhos, movendo a mão direita até o baixo ventre.
— Essa foi por me desafiar — afrouxei a pegada, deslizando minhas mãos pela suas costas suadas com carinho. A sua pele arrepiou devido ao raspar dos meus calos na palma adquiridos dos treinos incessantes que o treinador nos obrigava ter.
— Mentiroso — me olhou intensamente, alternando o olhar entre meus lábios e os meus olhos. Ele queria me beijar, era claro como água. Mas não, não conseguia passar desse ponto.
No momento que ele tentou colar seus lábios nos meus, fui rápido e segurei a sua cabeça pela nuca e a outra mão levei até sua bunda por baixo, levantando do sofá com ele no colo sem desconectar nossos corpos por dentro. Tim soltou o gritinho por causa do susto inicial.
Caminhei até o sofá velho de dois lugares, sem olhar a minha frente, confiando na memória de anos morando na casa.
Fui para cima dele assim que o deitei, ficando com a perna direita fora do sofá, servindo de apoio para que tivesse força e equilíbrio para iniciar as estocadas.
— Que cuzinho gostoso de meter, porra — agarrei o braço do móvel, metendo com desleixo no rabo do moleque que gemia sob mim.
Seu corpo havia sumido debaixo dos meus músculos, propositalmente, não queria ficar com o rosto próximo ao seu.
Ele devia estar em uma posição desconfortável, pois podia sentir o calor da sua respiração na altura do meu peitoral suado.
As pernas estavam abertas em V, expondo o buraco que eu massacrava despudoradamente. Não havia um pingo de zelo da minha parte. Nunca fui de chamegos no sexo, mas aquilo, porra…. Não tinha resposta do porque estar fazendo aquilo. Eu estava fugindo do seu olhar? Da sua boca? Eu seria mais gay se deixasse ele me beijar? Lógico que não! Eu estava comendo seu rabo. Eu sou macho….
Fiquei divagando enquanto meu quadril trabalhava nos movimentos.
Tim gemia próximo ao meu peito, lambendo meu mamilo vez ou outra. Aumentando o meu tesão já no limite.
— Ah, caralho — urrei ao sair rapidamente do seu cuzinho, indo na direção do seu rosto suado e descabelado. — Abre a boca, porra!
Não precisei mandar duas vezes, Tim prontamente atendeu, sabendo qual fetiche queria atender naquele momento.
Foi questão de segundos até minha pica engrossar ao redor dos meus dedos, e sem controle, disparar jatos quentes de leite no rosto dele. Não havia mira, acertando os cabelos, a boca, as bochechas e até mesmo as pálpebras dos olhos.
Fui tomado de espasmos que nem da última vez, com o adendo de sentir os músculos rígidos e a mandíbula travada enquanto descarregava semanas de esperma guardado nas bolas.
A cumplicidade daquela foda se tornou algo que nunca tive com ninguém antes. Tim sabia exatamente como me agradar. Era submisso e ao mesmo tempo rebelde. Ele tinha um jeito de contornar meus ataques de fúria amaciando meu ego com comentários libidinosos. Era um puto inteligente, gostoso e apertado.
— Tô viciado em você — comentei ao me afastar do sofá, dando espaço para que ele pudesse recuperar as forças.
Tim lentamente sentou de frente para mim, esticando os braços dormentes, as costas dobradas e o pescoço duro.
Ele moveu as articulações como se tivesse sido dobrado ao meio.
— Você tá todo melado com minha porra — me aproximei, passando as costas dos dedos carinhosamente pela sua bochecha melecada com meu néctar viril e protéico.
— Realizou a vontade de gozar na cara de alguma foda?
Foi certeiro.
— Como sabe? — Fiquei surpreso.
— Vocês machões amam esses vídeos pornográficos cheios de fetiches, e sonham em fazer com alguma garota — disse, lambendo os lábios melados com minha porra. — Já tinha gozado na cara de uma garota antes?
— Não. Elas não gostam por causa da maquiagem e cabelo.
— Viu! É por isso que tanto casados procuram trans e gays para saciar as vontades mais obscuras frutos de muita pornográfia — deu um sorrisinho convencido.
— Eu encontrei o meu, e nem sou casado — brinquei.
— Hum. E qual os outros fetiches você teria, grandão? — mordeu o lábio, fazendo uma carinha tentadora.
— Iria gostar muito de mijar nessa tua cara de puta, sabia? — balancei a benga, ele observou atento o movimento do pau agora flácido.
— Ah, é? O que mais? — encorajou, cruzando as pernas e apoiando o queixo na mão para me analisar.
— Garganta profunda seria legal — soltei, manipulando meu pau. — Te comer em algum banheiro público. Mas o que mais me daria tesão realmente seria te foder depois de um treino pesado, com meu corpo fedendo e banhado de suor nojento de horas.
— Essa última até eu queria — se animou, levantando do sofá e vindo na minha direção. — Um homem grande desse todo suado e exalando testosterona me comendo duro no vestiário.
O desgraçado falou baixinho, apertando meu cacete com sua mão habilidosa. Tim sabia tocar na virilidade de um macho. As unhas pintadas de verde neon se destacavam ao redor do meu mastro.
— Na quarta tenho treino até às 10:00, aparece por lá depois que todos saírem do vestiário. Vou ficar te esperando.
— Fechado.
— Fechado.
Tim foi embora um tempo depois com a promessa de dar para mim depois do treino intenso da quarta, o dia que o treinador mais cobrava nas explosões e arremessos.
Às vezes nem mesmo os colegas de time aguentavam o fedor um do outro, imagina alguém tão delicado e afeminado que nem o Tim. Já podia imaginar sua carinha de nojo.
Porra!
Só de imaginar sua carinha de fresco enquanto bato minha rola dura e suada na sua cara, me deixa duro que nem aço.
— Se controla garotão, quarta feira você se esbalda naquele cuzinho apertado — falei para com meu pau, percebendo que ainda estava nu no meio da sala. Esse moleque estava me deixando louco mesmo. Era bruxaria, certeza.
O cerco com o irmão de Tim veio forte na segunda-feira.
O cara estava agressivo e lançando olhares fulminantes na minha direção. Brad percebeu, é claro que ele viu. Ele não seria um capitão se não fosse bom em analisar o próprio time e o adversário. O treinador Trevor não o escolheria se não fosse bom.
— Oliver! Vem aqui — chamou, utilizando meu nome, não o apelido de jogador.
— Errei o passe, capitão? — tentei soar profissional, o que Brad não comprou. Ele sabia que eu sabia que ele sabia que algo estava acontecendo.
— Que merda você fez, porra? O Lucian está quase te perfurando com o olhar — disse em um tom baixo, mas ainda sim intimidador.
— Não sei, já falei — desviei o olhar, não conseguindo sustentar a mentira.
— Desembucha, Oliver!
— Caralho…
Resmunguei entre dentes.
— Eu tô fodendo o viado do irmão dele, tá bom, melhor agora? — Soltei como se estivesse confessando um crime. — Mas não era para ele saber. Eu comi o moleque na minha casa quando ele não estava por perto.
— Cacete, Hunter — ele riu, não conseguindo manter a seriedade — O irmão bicha dele? Logo dele? Que merda em.
— Eu sei, mas porra, o moleque é bom demais, Brad. Nunca encontrei uma mina que aguentou a minha pegada sem limites. Sempre me controlei, mas com ele é selvageria — só de lembrar me deixava duro.
— De alguma forma ele sabe, ou desconfia já que são vizinhos e o irmão some sem avisar. Porra, cara, só você pra arranjar essas merdas. O pior que nem sabia que curtia comer viado — balançou a cabeça rindo.
— Nem eu, porra! Mas aconteceu e foi do caralho — falei sem medo, sabendo do histórico de Brad. O cara trepava até com uma árvore se a achasse boa para meter o cacete.
— Volta a treinar, depois eu falo com o treinador que vocês estão assim por causa de alguma garota que ambos estão afim — assim mais suave, voltei a treinar.
Na quarta.
Nesse dia a perseguição de Lucian redobrou. Ele chegava duro, batendo com intenção de causar alguma lesão. Aquilo lhe custou ficar no banco pelo resto do treino.
Depois disso as coisas voltaram ao normal, treinei pesado, corri mais rápido que meu tempo de costume e acertando passes difíceis que em toda minha vida no esporte não conseguia.
Como esperado, estava suado da cabeça aos pés assim que o apito do treinador ressoou, e as três horas de esforço físico cessaram. A cueca boxer antes de um azul claro, estava num tom azul marinho, bem mais escura e pesada. Quase cinza mesmo.
Demorei para me retirar do campo, sendo assediado pelas garotas que ficavam nas arquibancadas acenando. Até jóquei meu calção para uma delas que cheirou a peça com devoção. Uma piranha mesmo.
Se não tivesse um lanchinho diferenciado me esperando em algum canto da ala dos vestiários, comeria aquela gostosa.
— Você demorou — puxei o moleque assim que ele entrou no vestiário.
— Estava esperando um cara do seu time sair do corredor.
— Beleza. Me segue, tem um espaço para deficiente lá naquele canto perto do toalheiro — disse, assumindo a dianteira.
— Tá bom.
Ele me seguiu em silêncio. Dei passagem para que entrasse e depois fiz o mesmo, trancando a porta na chave.
— Você está ensopado — tocou meu abdômen nu assim que me virei. — E só de cueca? — levantou uma sombrancelha.
— Do jeitinho que você pediu, putinha — sorri, levando minhas mãos até seu quadril.
— Do jeitinho que eu pedi? — ele se abaixou na altura da minha virilha, esticando a língua para lamber até a altura do meu pescoço. Degustando o sabor da minha pele. — Então eu mando nesse homem musculoso?
— Não, mas tem liberdade para satisfazer como bem quiser — segurei seu queixo, o forçando a abrir a boca. Havia me esquecido desse outro detalhe no dia que segredei meus fetiches a ele, mas não me importei, cuspindo na sua língua esticada para fora ao notar minha intenção. — Gosta de ser feito de cadela, né moleque?
— Você não faz ideia — engoliu sem fazer caretas, mandando uma piscadela.
Ajoelhado aos meus pés, naturalmente submisso, Tim segurou minhas coxas suadas, aproximando o rosto na direção das minhas bolas peludas. Sua língua astuta percorreu as duas como se fossem um doce viciante.
— Chupa elas viado! — delirei de tesão ao sentir seus lábios sugando minha bola esquerda, depois indo até a direita fazendo o mesmo processo de sucção.
Enquanto as minhas bolas recebiam a atenção da sua boca habilidosa, meu membro duro estava apoiado no seu rostinho vermelho. A visão era quente que nem o inferno, com minha extensão cobrindo toda sua face.
— Tá salgadinho as bolas? Cheiro de macho alfa né putinho — agarrei seus cabelos, prendendo em uma rabo de cavalo devido ao comprimento.
— Deliciosas!
— Sabia que iria gostar — sorri. — Agora dê uma atenção para seu brinquedo principal.
Esfreguei a piroca no seu rosto, melando a testa com meu pré gozo.
Tim deixou os lábios entre abertos, criando um bico tentador por onde comecei a pincelar a cabeça babona, melando os lábios com meu gloss natural.
— Tá prontinho pra se engasgar na rola? — puxei o rabo de cavalo para trás, forçando-o a me olhar.
— Sempre, grandão.
O moleque parecia mais afoito que eu, pois agarrou minha pica pela base, abocanhando toda a glande onde sugou e lambeu com devoção. Até afrouxei a pegada no seu cabelo com o tesão de sentir aquela boquinha quente.
Tim chupava uma metade enquanto com as duas mãos masturbava o resto que não cabia na boca, me levando ao limite.
— Aaah, porra! — Urrei de tesão ao sentir meu corpo estremecendo enquanto explodia na sua boquinha quente. Enchendo sua barriga com meu leite protéico.
Ele ainda continuou mamando a chapeleta se certificando de deixar tudo limpo.
O moleque parecia insaciável, pois após a limpeza no membro, subiu pela minha pélvis, indo na linha em V da cintura, lambendo até o meio do abdômen trincado. Mas não parou por aí…
— Hum, gostoso — gemeu manhoso, lambendo e esfregando o rosto no meu peitoral suado.
A cada centímetro percorrido pelos meus músculos, Tim me surpreendia ainda mais, sugando meu mamilo esquerdo, arrepiando me todo. Mas ainda não contente, enfiou o rosto na minha axila peluda, cheirando sem ressalvas.
— Hunter, é você? — meu corpo travou ao ouvir a voz de Brad.
— Merda…
Resmunguei baixo.
— O que a gente faz? — o moleque me olhou como se eu tivesse ideia do que fazer naquela situação.
— Qual é cara, eu sei que está fodendo o moleque aí dentro! Eu vi ele esperando escondido lá no corredor — sua voz voltou a ecoar em tom de zombaria.
— Tô saindo.
Lentamente subi a cueca, analisando a situação do meu garotão ainda duro. Aquilo iria servir. O problema mesmo era Tim à minha frente, que até mesmo um cego veria que havia acabado de trepar. Tudo nele gritava sexo.
Com a cara deslavada, girei a chave e abri a porta dando de cara com Brad de braços cruzados e sorrindo ladino na minha direção.
— Trazendo seus segredinhos para o vestiário do time, Hunter?
— A gente já terminou — assumi a minha máscara habitual de indiferença e orgulho masculino.
— Mas já? Queria participar dessa festinha — o seu comentário me deixou surpreso.
Tim ainda continuou em silêncio, escondido atrás do meu corpo como se esperasse meu comando para se mover ou falar.
— Como assim? — franzi o rosto.
— Somos macho, irmão. E uma fêmea dessa aí atrás de você atiça o pau — deu de ombros. — Fora que nunca tive a experiência de comer o rabo de outro homem.
— Não sei se é uma boa ideia — o olhei meio ressabiado, depois espiei atrás de mim na direção do garoto que me olhava envergonhado.
— Tá apaixonado pelo viado, Hunter? — sua pergunta me irritou.
— Lógico que não, porra! Eu sou homem — aquilo saiu rápido como um mantra.
— Então relaxa, vamos nos divertir com o moleque aí — apontou para Tim que estava tímido além da conta.
Nunca o havia visto daquela forma. Ele era um frango, mas ainda sim era rebelde.
— Tá tranquilo para você, Tim? — olhei no fundo dos seus olhos procurando algo que nem eu mesmo sabia o que de fato.
— Não sei… se você quiser? — sua resposta em forma de pergunta me abalou além da conta.
— Eae, Hunter? Igual antigamente mano — a voz de Brad me irritou profundamente. Meu desejo era dar um soco nele naquele momento.
— Tá, bora!
Tim ficou em silêncio, abraçando o próprio corpo como se estivesse com frio. Brad pulou contente.
— A camisinha, Brad? — perguntei assim que o vi tirando a roupa.
Alguma coisa primitiva dentro do meu ser não queria que outro sêmen estivesse no interior de Tim. Ele era meu! Eu o tinha achado. Não me sentia bem em dividir algo tão delicioso.
— Não tenho, mas acho que ele não vai ligar, né Tim? — perguntou ao meu garoto que continuava tímido.
— Ele liga sim! Tenho na minha mochila, vou pegar pra você — respondi secamente, tentando a todo custo esconder minha irritação.
— Tá bom, cara. Relaxa. Vamos esperar — levantou as mãos em sinal de paz.
Fui até o meu armário ainda com aquilo maturando na minha cabeça. Tim não era virgem, já havia dado para outros caras antes de mim. Eu também não era nenhum santo. Mas por que não queria outro cara tocando seu corpo? Brad era meu amigo, porra! Já havíamos fodido tantas garotas juntos antes de Tim aparecer? Merda…. Não queria ficar pensando naquilo.
Após pegar a camisinha na carteira da mochila, me lembrei da porta principal do vestiário, outra pessoa poderia aparecer igual Brad, então me certificaria de a deixá-la fechada.
— Ótimo!
Após tudo certificado, fui na direção do quartinho mais ao longe, estranhando ao ouvir gemidos abafados enquanto o som característico de carne molhada se chocando ficava mais alto assim que chegava mais perto.
— Brad, porra — cerrei os punhos ao ver Brad montado em Tim que estava deitado no chão frio.
O moleque se debatia procurando fugir dos braços de Brad.
Seus gritos de socorro saiam abafados enquanto Brad metia com força no seu rabo. Aquilo foi a gota d'água.
Não pensei duas vezes, marchando até eles, empurrando Brad para trás com tanta força que ele bateu a nuca na parede. Percebi que ficou surpreso com a minha reação, não conseguindo se defender do soco que dei assim que passei pelo corpo trêmulo de Tim.
— Hunter… porra, meu nariz… — resmungou com as mãos no meio do rosto.
— Que merda é essa, Brad? — Apontei para Tim chorando encolhido no chão.
— Como assim, porra! O moleque não aguentou esperar você voltar e mandou meter nele — esbravejou.
— É verdade isso, Tim? — Olhei para o garoto ainda choroso.
Não obtive nenhuma resposta, o que me enfureceu ainda mais.
— Eu…
— Lógico que é, cacete — Brad se enfureceu com meu questionamento. — Essa puta ama levar pau no rabo. Por que essa desconfiança toda, irmão? A gente se conhece a um tempo já.
Fiquei no meio dos dois, com Brad de um lado de braços cruzados na sua pose de capitão e o garoto sentado no chão trêmulo.
— Fala alguma coisa Tim? O que aconteceu depois que eu saí?
O garoto me olhou intensamente, e depois observou Brad um pouco atrás.
— Eu pedi pra ele me comer — abraçou o próprio corpo magro.
— Viu! Essa puta ama levar pau com força — Brad apertou meu ombro, esbanjando um sorriso vitorioso no rosto. — Que tal você meter nele enquanto eu encho a boca dele de porra, em? — deu a ideia, mostrando o pau ainda duro.
— Você aguenta moleque? — ignorei meu amigo, observando Tim se levantar pelado.
Apesar de Brad ter um pau avantajado, não era nem metade da monstruosidade que eu tinha no meio das pernas. O meu maior orgulho. Tinha até medo de quando envelhecesse e tivesse que dar adeus a essa virilidade toda.
— O seu dói, mas é gostoso — aquela frase fez meu pau inchar na bermuda.
— Que bonitinho! O viado tá apaixonado por você, Hunter — Brad zombou ao meu lado.
O ignorei, dando alguns passos até o meu garoto que já estava em pé todo pelado.
— Fica de costas para mim — mandei, segurando seu quadril, o guiando da maneira como queria que ficasse.
Por ele ser mais baixo, tive que me agachar um pouco nas suas costas, guiando o pau duro de lado na cueca até sua entrada piscante.
A penetração foi difícil, meu pau grosso invadia sua carne sem piedade, forçando o moleque além do que seu cuzinho era acostumado.
— Hunter…
Gemeu meu nome, o que só me deixou ainda mais sedento por espaço dentro dele.
— Abaixa e chupa meu pau, moleque — Brad puxou sua cabeça na direção do pau, forçando na garganta de Tim.
Apesar de não gostar da presença de Brad naquela foda, dei o meu melhor no rabo do moleque, que mal conseguia ficar com o pau de Brad dentro da boca de tanto que judiava do seu rabinho apertado.
Enchemos o moleque de porra quase que juntos, com Brad vindo primeiro em um arfar pesado, e depois eu com uma estocada que fez o moleque se tremer todo nos meus braços.
— Consegue andar? — abracei ele por trás, ainda conectado ao seu ânus.
— Acho que não.
Fez charminho.
— Sinal que arregacei bem seu cu — pisquei, orgulhoso dos meus atributos.
— Idiota!
Brad se despediu após se arrumar, deixando um tapinha no meu ombro. Não me importei muito com ele devido a presença de Tim ali nos meus braços, e com o rabo apertando meu caralhão.
— Você vai me contar o que aconteceu aqui na minha ausência?
Fiz um carinho na sua barriga magra, sentindo como era delicado e frágil ao meu toque.
— Eu… — bufou. — Ele já quis me comer muitas vezes, sabia? O Brad tem uma rixa antiga com meu irmão, assim como você. Fora o lance da fraternidade que todo começo de semestre faz a iniciação dos calouros. Eu era um deles, mas acabei desistindo, isso deixou ele bravo comigo.
— Mas por que ele ficaria bravo com você? — Tentei entender onde queria chegar.
— Calouros igual a mim são vistos como buraco por vocês. O primeiro teste da iniciação é servir aos veteranos, ou seja, chupar o pau de cada um deles na frente de todo mundo. Depois vem o pior, que você já deve imaginar.
— Eu não sabia…
— Meu irmão havia me dito que você nunca participava por não gostar dessas palhaçadas — comentou.
— Sim. Brad gosta dessas coisas. Mas você chegou a fazer algo?
— Não. Lucian não deixou ninguém me tocar, ficando só o David, um outro calouro afeminado de artes cênicas.
— Você estava chorando quando cheguei, o Brad tinha feito algo, né? Pode falar pra mim — intensifiquei o abraço, colando meu peito nas suas costas.
— Ele é seu amigo…
— Não importa, Tim, eu quero saber de tudo que aconteceu nesses minutos fora — fui firme.
— Tá bom — suspirou resignado. — No começo ele só pediu para bater punheta para ele, dizendo que queria se preparar. Depois ele pediu para mim virar de costas para que pudesse pincelar o pau na minha entrada… — fungou. — Foi nessa hora que ele tampou minha boca e meteu em mim com força, derrubando nós dois no chão. Eu não queria, mas ele me deu medo Hunter. Vocês jogadores podem tudo nesse lugar, fiquei com medo de você não ficar do meu lado.
— Ei, posso ser um babaca, mas não sou abusador. Só fodo se a pessoa quiser — o deixei a par, sabendo das maluquices que Brad se envolvia na cidade.
— Agora eu sei, obrigado! A minha sorte que ele não tem um pau igual o seu — voltou a massagear meu ego, rebolando no meu pau ainda dentro dele e melado com porra.
— Depois não reclama que eu te deixo sangrando as pregas, moleque — estoquei fundo nele, que devido a pressão começou a se mijar.
— M-mais…
O moleque, mesmo sem forças e com o rabo pegando fogo, pediu.
Era mesmo um projetinho de ninfomaníaco. Teria que ser a parte racional daquela amizade com benefícios, pois o moleque não tinha controle do próprio corpo, agindo por impulso.
Com muito custo, mas muito esforço mental mesmo, tirei a pica de dentro dele. Uma possa de esperma se formou no chão assim que claterra anal dele expurgou o montante para fora.
— Tá na hora de ir, moleque. Tenho aula ainda e você está com o rabo sangrando — disse tudo a contragosto.
— Meu rabo tá doendo tanto — choramingou ao analisar o buraco.
— Vamos tomar um banho.
— Juntos?
— Tá sem as mãos, porra? Lógico que separados moleque.
— Babaca!
— Fala outra novidade, moleque — rolei os olhos, empurrando ele até o primeiro chuveiro.
O moleque se queixou de dor anal enquanto se emsaboava.
O deixei na porta da sua casa antes de voltar para a minha aula. Por ser do time, nenhum professor tentava impedir a entrada, mesmo fazendo aquelas caras de poucos amigos.
Depois desse dia os encontros com Tim foram se intensificando.
O garoto era o submisso perfeito. Não havia nada que ele não fizesse, como: posições sexuais e fetiches agressivos.
Ele claramente sofria para me receber nas semanas de jogos quando a euforia, ansiedade e nervosismo me deixavam ainda mais irritado. Nesses dias eu descarregava com força minha fúria no seu cuzinho. Terapia para que se existe sexo? Fora que meu psicólogo, Tim, aguenta minha gigantesca lamúria de vida como um putinha treinada.
O desafio maior foi despistar Lucian, o irmão mais velho de Tim, que de desconfiado, passou a ter certeza depois que o danadinho do moleque pegou a minha jaqueta antiga do ensino médio que já não cabiam nos meus bíceps e costas, mas que ficava folgado em seu corpo, saindo da minha casa sem que nenhum de nós dois cansados do pós foda, pensasse no problemão que aquilo iria dar.
Dito e feito, Lucian não precisava de mais nada para constatar as travessuras do caçula.
Foi numa sexta à noite, depois que fomos até um drive thru, e como dois coelhos, não conseguimos assistir um episódio de uma série policial da Netflix sem tocar um no outro. Em segundos o moleque estava no meu colo rebolando que nem uma vadia.
O som do motor do inconfundível jipe velho do Lucian roncou no quintal da sua casa.
Após muito se esforçar na sentada para me fazer gozar, Tim teve que ceder, saindo de cima e indo para o chão, ficando de quatro da maneira que gostava de maltratá-lo.
— Seu irmão chegou em casa — inclinei-me sobre suas costas, colando meu peito já suado à sua pele igualmente molhada.
— Ele vai me procurar. Tenho que ir, cara, me solta. — Ele me olhou após eu afrouxar o aperto na sua cintura.
— Relaxa, depois que eu descarregar minhas bolas no seu rabo, tu tá liberado.
— Tem que ser rápido. E vai devagar, por favor! — pediu com charminho.
— Desse jeito…
Me afastei até ficar somente a cabeça dentro do seu cu, voltando com força total para dentro.
Tim berrou que nem uma gazela sob mim. Me xingando de filho da puta e arrombado. A ironia não podia ser outra. Tendo uma mãe que ganhava a vida dançando para velhos ricos e ele tendo o cuzinho arregaçado na minha sala de estar. As duas ofensas não serviam para mim. O único enigma daquela família era o Lucian, que vivia como se não errasse nunca.
— Isso, porra! Geme alto para o teu irmão ouvir você sendo feito de cadela — acertei um tapa no seu rosto por trás, seguido de uma outra estocada bruta, com direito a perninhas tremendo.
— Babaca do caralho. Vai se foder! — esbravejou em meio aos gemidos.
— Prefiro te foder, vagabunda. Quer carinho, é? — perguntei, e ele balançou a cabeça, afirmando. Tive que rir. — Meu carinho pra você tem 24 centímetros e é grosso que nem salame.
Continuei afundando no rabo do moleque, que se retorcia todo, mas não arregou. Esbaldando-se na piroca como se seu cuzinho não estivesse ardendo. Em determinado momento, já louco com a proximidade do orgasmo, puxei o moleque pelo quadril e o joguei de peito aberto no carpete, caindo sobre o seu corpo. Enfiei a piroca novamente e voltei a meter naquela posição de achar petróleo no buraco alheio. O moleque não tinha nem mais força para gemer, só arfando a cada investida, suado e derrotado, com o álcool que havíamos bebido durante a procura da série evaporando do corpo junto.
O som seco de socos na porta de madeira ressoou como um presságio do que viria a acontecer. — ABRE ESSA MERDA DE PORTA, HUNTER! EU SEI QUE VOCÊ TÁ EM CASA, FILHO DA PUTA! SE ESTIVER COM MEU IRMÃO, EU TE MATO!
A ameaça dele não surtiu efeito em mim. Tim ficou estático; senti sua rigidez ao apertar meu pau com o cuzinho. Aquilo me deu mais fome.
— Seu irmão vai arrombar a porta da minha casa igual eu tô arrombando seu rabo — me inclinei sobre seu corpo magro.
O moleque não teve nem tempo de dizer nada porque eu continuei a meter.
Lucian começou a chutar a porta, fazendo a trinca retorcer; era questão de segundos até que a porta velha cedesse. Tive que acelerar as estocadas como um animal ensandecido. Meu quadril subia e descia como se desse um tapa na bunda dele. O som da porta se quebrando foi no mesmo instante em que meu pau inchou e começou a jorrar leite dentro do rabo de Tim, que estava acabado, com os cabelos bagunçados, rosto suado e vermelho de tapas. O rabo também apresentava a mesma coloração.
— FILHO DA PUTA, VOCÊ ESTÁ COMENDO MEU IRMÃO — Lucian me empurrou de cima do mais novo, fazendo com que meu pau escapasse em uma puxada abrupta, estilingando na entrada e esguichando um último jato nos braços do idiota do irmão mais velho salvador. — OLHA O QUE VOCÊ FEZ COM ELE.
Berrou, observando o braço gozado e depois o irmão que se levantava com dificuldade no chão. Apoiando-se no próprio joelho, flexionando a bunda, que deixou escapar minha porra pela parte interna da coxa. Que visão! Maravilhado com a minha obra, não tive tempo de desviar de um soco direto no olho.
— Porra!
— NUNCA MAIS TOCA NO MEU IRMÃO, SEU FILHO DA PUTA! — apontou o dedo na minha cara. — Olha o que você fez com ele. Tá tudo bem, Tim? — diminuiu o tom de voz, ajudando o irmão a se sentar no sofá. — Quer ir à polícia? Esse desgraçado te estuprou?
— Tá achando que consigo trepada só assim, cuzão. A puta do seu irmão que quis ser tratado que nem uma vagabunda — sorri, sentindo o olho ardendo com a pancada.
— Cala a boca, Hunter! Não me provoca ou eu te mato — se irritou.
— Eu… eu quis — o moleque falou após ver o ódio estampado do irmão.
— O quê?
— Eu quis ser feito de puta — desviou dos olhos chocados do irmão.
Lucian ficou em choque. Devia achar que o caçula era um santinho, igual eu achava.
— Mas por quê? E com ele? Esse filho da puta trata mal todas as garotas com quem transa — apontou para mim.
O moleque suspirou.
— Ele é gostoso e fazia um tempo que não trepava desde que me separei.
Aproveitando a distração dos irmãos, levantei-me triunfante, balançando a benga ainda semidura e espumosa. Um fio de sangue manchava a glande em formato de cogumelo.
— Esse cara é um babaca, Tim.
— Eu tô bem aqui.
Fui ignorado.
— Eu sei. Mas comigo é diferente, a gente já está fazendo sexo a semanas.
O moleque veio até mim, se colocando a minha frente como se fosse me proteger.
— A conversa tá boa, mas quero que saia da minha casa agora, Lucian. Vaza! A não ser que queira ficar para ver seu maninho em ação — olhei para o mais velho, que se irritou, mostrando o dedo do meio para mim. Tive que rir.
— Isso não vai ficar assim. Você me ouviu né Hunter?
— Faça seu melhor — zombei, puxando o moleque pelo quadril, colando sua bunda na minha virilha onde ele nunca deveria ter saído.
O mais velho bufou contrariado, saindo porta afora sem rumo.
— Vou conversar com ele — Tim tentou se afastar, mas o mantive no lugar. — Hunter, me solta. Tenho que conversar com Lucian antes que ele conte para todo mundo.
— Tá com medo do que, moleque? Não quer que todos saibam que seu rabo tem dono agora? — falei próximo do seu pescoço, dando um chupão que deixou marca.
— Mas e a sua reputação?
— Que reputação, moleque?
— Tipo, você era hétero. Agora todo mundo vai saber da gente.
— Mas você é minha garota — pincelei meu pau duro no seu reguinho. — Você já anda de vestidinho, calcinha enfiada no rabo e tem peitos. Ninguém sonharia que você é homem.
Era verdade, apesar de parecer um pensamento idiota. Tim não tinha mais as características masculinas, o processo de transição era quase perfeito, nem mesmo sua voz tinha traços masculinos mais. Apenas o pequenino e inútil penis e as bolas eram provas de seu verdadeiro gênero.
— Hunter, eu tô dolorido — arfou ao sentir a cabeçona da pica romper a entradinha lanhada.
— Mas é tão quentinho aqui — mordi o lóbulo da sua orelha.
— A porta está aberta — apontou.
— Eu vou fechar.
Beijei sua nuca que se arrepiou.
— Mas está quebrada…
Arfou novamente.
— Vou encostar apenas, fica tranquilo — escorreguei mais alguns centímetros nele.
— Porra… por que é tão grande e grosso? — reclamou como se fosse a primeira vez.
— Para combinar com o dono do pau — sorri com o ego nas alturas.
— Encosta aquela porta e depois eu penso se deixo você me comer — disse como se tivesse vontade própria.
— Vamos fazer melhor, putinha — sai de dentro dele que gemeu manhoso. Depois girei seu corpo para ficar de frente para mim — Vou contar até 10 e depois encostar aquela porta e logo em seguida vou atrás de você pela casa. Se conseguir se esconder e eu não te achar. Faço o que quiser, mas seu eu achar — fiz um arzinho de mistério — vou meter em você naquela posição que te faz berrar que nem uma garotinha virgem.
— Não, não, não… eu quase caguei em você aquela vez — apontou sorrindo.
— Vou correr o risco. Um, dois…
Comecei a contar, dando tempo dele correr pelo corredor.
Fui até a porta que estava com o trinco quebrado e a encostei de qualquer maneira. Assim que me virei, o instinto gritou mais alto. Iria ter minha foda de um jeito ou de outro.
— Estou indo!
Por ser pequeno, Tim conseguia se esconder em vários lugares da casa.
Fiquei alguns segundos procurando por ele. Nada dele. Percebendo que não seria fácil, apelei para algo da qual já tinha em mente a um tempo.
— Cadê você, Tim? Estava guardando um beijo para você desde a hora que seu irmão entrou e atrapalhou nossa foda — comentei sabendo que aquilo serviria de isca. Mas era verdade, depois de um tempo comecei a ficar livre de alguns pensamentos homofóbicos. Um deles era parar de ter nojo de beijar Tim por ser uma garota trans.
— Eu quero meu beijo! — Tim pulou nas minhas costas, me pegando de surpresa.
Lacei sua cintura na mesma hora, sorrindo e selando nossos lábios com uma fome bestial.
— Te achei.
— Não, eu que saí do esconderijo — cruzou os braços.
— E fazendo isso eu te achei — apertei seu quadril com força.
— Não vale, Hunter!
— Eu faço as regras, bebe — fui sacana, o pegando nos braços e caminhando até o meu quarto, jogando-o na cama.
— Eu vou cagar no seu pau, Hunter — voltou a ameaçar.
— Então se esforce para não — sorri maldosamente, subindo na cama.
Tim rapidamente se deitou de barriga para cima, levantando as pernas.
— Boa menina.
Alisei suas coxas antes de empurrá-las em direção aos seus ombros, o moleque ficou com o abdômen espremido, enquanto as costas esticaram elevando no colchão, parecendo um C.
Tim prontamente abraçou as partes internas dos joelhos, deixando o cuzinho exposto para cima. Era quase um frango assado, só que elevado a um nível bem mais hardcore e extremo. Ali não havia nenhuma escapatória.
— Amo que você tenha feito balé quando mais novo — Alisei sua entrada com a ponta dos dedos.
— Isso vai te render dias sem sexo, sabe disso? — me olhou por cima dos braços que estavam envolta das pernas.
— Um preço justo por essa posição — pisquei, apontando a cabeça na sua entrada piscante e lanhada.
Me afundei profundamente dentro do seu cuzinho que me recebeu por inteiro.
O moleque parecia um bolinho de carne embaixo de mim, quase um bichinho que se encolheu todo com medo de um predador.
— Hunter, tá muito fundo — senti seu pé forçando meu peito para me afastar.
— Quer parar?
— Porra, não…
— Então me beija e deixa seu macho brincar com esse rabinho apertado — avancei nos seus lábios enquanto arregaçava seu cuzinho.
Apesar das grandes mudanças de meses anteriores, ainda tinha uma personalidade de babaca, então não podia deixar de golpear seu rabo com força. O desmanche da amarração do braço envolta das pernas ocorreu na terceira estocada, mas não deixei que escapasse, abraçando seu corpo pequeno para continuar naquela bolinha perfeita que deixava tudo tão vulnerável.
— Hunter!
— Hum?
Arfava pesado.
Sons de peido ecoavam pelo quarto conforme o vai e vem fazia da rola criava uma fricção interna lancinante.
Era vulgar.
Cru.
Impróprio.
Desmedido.
Selvagem.
E também, muito gostoso.
— Tá doendo, cachorra? — perguntei próximo a sua boca.
— Uhum.
— Quer parar?
— Não sei…
— Não sabe, é?
Estocava sem parar.
— Hunter, não vou conseguir segurar por muito tempo — confidenciou.
Por ser uma posição da qual Tim não tinha muito controle do próprio corpo, tirei a pica antes de uma sujeira catastrófica.
Fiquei de pé enquanto me masturbava do alto, me sentindo o próprio ‘Homelander’ de ‘the boys’ nas alturas gozando no resto dos mortais.
— Caralho! — Fiquei ainda mais ensandecido assim que Tim se ajoelhou e abocanhou minha piroca.
A putinha engoliu tudo como se meu leite fosse água no deserto.
Não sei que pé daria aquela relação. Mas tinha uma única certeza, éramos dois depravados. Aquela história que casais ficam juntos devido a cumplicidade emocional e não carnal não se aplicava a nós dois. A nossa ligação era feita através de porra. De leite enfiado fundo nas entranhas que nem o banho mais demorado podia tirar de dentro dele.
Éramos coelhos.
Tim era o meu buraco e eu sou seu vibrador de 24 centímetros. Arrogante, egoísta, babaca, impiedoso, maníaco e gostoso.
Iriamos aproveitar o presente da maneira mais deliciosa possível. Trepando e gozando até cansar.
Fim.

luhnilo