Marcio disse que eu reservasse um quarto de hotel, deixasse minha esposinha no quarto e saísse com as duas chaves do quarto para entregar a ele no estacionamento completando:
“A gente vai cuidar bem dela.”
Vilma, minha esposa branquinha e ainda meio inocente, concordou dizendo sim com a cabeça.
Na tarde marcada fizemos o checkin no hotel - um hotel genérico e grande de BH - e fomos para o quarto. Vilma ficou tomando banho e eu saí para o estacionamento com as duas chaves.
Encontrei o Marcio no carro dele e não vi outra pessoa. Pensei, meio aliviado e meio decepcionado, que o Arnaldo não iria participar.
Dei as chaves para ele e fui para casa esperar - de pau duro e curioso.
Quatro horas depois Vilma chegou lá em casa, de Uber, e contou o seguinte:
Vilma contando:
“Amor, hoje eu virei uma puta completa!”
“Amor, o Marcio é muito safado! Imagina que chegou, mandou eu ficar nua, se deitou na cama e eu fiquei nua mamando no pau dele de bunda para cima. Nisso ouvi a porta abrir e alguém entrou…o cara deve ter visto minha bundinha ali, eu chupando o Marcio e pegou pelas costas, metendo sem pena na minha xoxota! Foi muito excitante ser comida por um homem que ainda nem sabia quem era! Ele comia minha xana e colocava o dedo, grosso!, no meu anus…”
“Depois de gozar na minha boca o Márcio deixou que eu e Arnaldo nos conhecêssemos melhor. Ele é muito grande, um cara meio feio e grosso, mas simpático. Ficamos nos beijos e abraços depois que ele gozou. Eles pediram um jantar com cerveja e eu tive que ir buscar na porta, nua!”
“Depois de uma hora de ficas e beijos os dois estavam preparados para a segunda vez! Foi muito bom…enquanto o Arnaldo que eh maior que o Marcio comia minha xota de novo, o Marcio me enrabou! Foi muito estranho sentir dois paus em mim ao mesmo tempo, mas foi muito bom!”
Depois de ouvir isso eu gozei na boquinha dela, a xota ja nao aguentava mais pica.
Epílogo:
No dia seguinte eu estava no trabalho, sou gerente de compras de uma rede de supermercados em Minas, quando um gerente me chamou dizendo que um fornecedor de verduras queria falar comigo. Em geral eu não lido diretamente com fornecedores mas o cara estava insistindo.
“Seu Fred…meu nome é Arnaldo!”
Ele me olhou nos olhos e imediatamente compreendi a mensagem.
Olhei para aquele homem, um cara alto, forte, mãos poderosas de quem trabalha na roça e imaginei aquele cara comendo minha esposa tão branquinha e quase inocente.
O sacana do Márcio tinha entregue minha esposa para um fornecedor da nossa firma, que agora teria influência sobre mim! Filho da puta estava começando a me sacanear…mas corno tem que aprender!
