Eu olhava para meu reflexo tentando entender como aquelas poucas peças conseguiam tornar tudo ainda pior. Não existia qualquer sensação de estar vestida. Pelo contrário. Parecia que os acessórios só destacavam ainda mais o fato de eu estar completamente pelada.
O ar do corredor tocava minhas tetas, minha barriga, minhas pernas. Meus bicos já estavam endurecidos antes mesmo de eu abrir a porta. Eu sentia minha bunda totalmente exposta atrás de mim. Minha buceta quente e toda molhada só pela antecipação.
Mesmo assim, abri a porta.
Os primeiros passos no corredor já me deixaram zonza de consciência corporal. O som do tênis no chão parecia incompatível com o resto do meu corpo completamente sem roupa. Cada passo fazia minhas tetas balançarem levemente. E o pior era sentir isso conscientemente o tempo inteiro.
Quando saí na rua, o mundo continuou funcionando normalmente.
Carros passaram.
Pessoas conversavam.
Alguém ria ao celular.
Ninguém interrompeu nada por minha causa. Ninguém me socorreu, ninguém reagiu, ninguém me salvou.
E isso me deixava ainda mais vulnerável.
No shopping, a iluminação forte parecia me despir ainda mais. O piso brilhante refletia minhas pernas. O ar-condicionado deixava meus bicos rígidos o tempo inteiro. Eu tentava agir normalmente, mas sentia minhas tetas balançando a cada passo, minha bunda totalmente descoberta, balançando e sentindo o vento o tempo todo, minha buceta ficando cada vez mais molhada simplesmente por existir daquele jeito no meio de tanta gente vestida.
Na fila da cafeteria, um homem parou ao meu lado.
Olhou rapidamente para meu peito e comentou:
“Essa parte da sua roupa está enrugada… porque será?”
Meu corpo inteiro travou.
Ele encostou de leve em um dos meus bicos endurecidos como se estivesse analisando tecido.
“Vou tentar alisar aqui.”
Eu quase perdi o ar.
O pior não era o toque. Era o tom absolutamente neutro. Como se aquilo fosse só manutenção banal de roupa.
Após ser tocada e gemer por uns dez minutos, continuei andando pelo shopping tentando recuperar a respiração, mas meu corpo já parecia fora do meu controle.
Perto das escadas rolantes, ouvi dois homens comentando enquanto eu passava.
“A calça dessa mulher tem uma abertura, mas o zíper não aparece”
Um deles perguntou: “Moça, posso ver como funciona esse zíper?” Molhou um dedo com sua própria saliva e enfiou em minha buceta.
“A vedação dessa peça claramente não funciona, quanto mais tento secar mais a roupa fica molhada...” Fazendo um movimento descarado de vai e vem com o dedo dentro de minha buceta, descaradamente e na frente de todos que passavam e olhavam.
“Não mesmo. Quanto mais tento secar, mais a roupa fica molhada.” Disse o outro que revezava o vai e vem da penetração do dedo...
Senti minhas pernas falharem por um instante.
Eles falavam como se discutissem um defeito técnico qualquer.
Sem rir.
Sem me encarar diretamente.
Como se fosse completamente normal comentar aquilo sobre mim.
Enquanto isso, dois homens atrás de mim observavam minha bunda.
“Essa parte de trás da calça parece estar pulsando.”
“Sim. É porque estão mexendo na parte da frente.”
Meu rosto queimava. E eu não aguentei segurar e gemi, e ri, dei gargalhadas, e fiquei ofegante.
Voltar pra casa começava a parecer impossível.
Quanto mais vergonha eu sentia, mais meu corpo parecia preso naquele estado absurdo de sensibilidade total.
Em uma área mais aberta do shopping, quatro homens acabaram próximos de mim.
Ao mesmo tempo que já estava sendo tocada eu outras partes, um deles segurou uma das minhas tetas e deu um pequeno balanço técnico.
“Que roupa mais diferente, olha como fica bonita quando balança.”
Outro respondeu:
“Fica muito sexy quando balança.”
Ao ouvir meus gemidos e risadas descontroladas, o outro disse:
“Melhor conferir direito. Parece importante pra ela que o exame seja completo.”
E outro completou calmamente:
“Sem correria, ela está acompanhando a inspeção.”
Aquilo me atravessou inteira.
Eu senti minhas pernas enfraquecerem de verdade dessa vez.
Minha respiração ficou irregular. Meu corpo inteiro parecia quente e leve ao mesmo tempo. Eu tinha consciência absoluta de cada centímetro da minha pele, das minhas tetas balançando com minha respiração, dos meus bicos rígidos, da minha buceta molhada.
E o mais enlouquecedor era a naturalidade deles.
Ninguém fazia escândalo.
Ninguém parecia excitado demais.
Eles apenas falavam de mim como se eu fosse um objeto de análise pública.
Foi ali, no meio daquela mistura de vergonha, exposição e impotência, que meu corpo simplesmente cedeu.
Meu orgasmo veio como uma descarga violenta de tensão acumulada. Minhas pernas quase dobraram. Meu abdômen contraiu involuntariamente. Eu precisei parar por alguns segundos porque senti meu corpo inteiro pulsando de prazer e vergonha ao mesmo tempo.
E ninguém ao redor interrompeu a própria normalidade.
Alguém passou carregando sacolas.
Fui cercada por diversos homens totalmente vestidos, que assistiam a tudo com grande curiosidade.
Os homens continuaram conversando em tom baixo como se nada extraordinário tivesse acontecido.
Isso tornava tudo ainda mais forte.
Depois, eu fiquei ali parada tentando recuperar o fôlego, sentindo o pós-orgasmo espalhado pelo meu corpo inteiro.
Minhas pernas estavam fracas.
Minhas tetas extremamente sensíveis ao menor movimento.
Minha pele parecia elétrica.
Minha buceta pulsava quente e molhada, escorrendo entre as pernas.
E naquele momento, meus instintos me mandavam desesperadamente ir para casa, e me cobrir, me vestir, mas a vergonha me fazia muito mais consciente de estar pelada, e isso me gerava um tesão diferente, que não vinha mais de minha buceta, que no momento estava saturada por ter acabado de gozar.
Meus instintos imploravam para eu fugir dali, mas lutei bravamente contra a vergonha e insisti em permanecer pelada e sem me cobrir.
Atravessar aquele limite tinha me deixado ainda mais entregue à sensação de exposição contínua.
Então continuei andando.
Mais longe.
Muito mais longe.
Saí do shopping e caminhei pelas ruas ainda completamente pelada exceto pelas poucas peças. O vento da rua batia nas minhas tetas e fazia meus bicos endurecerem outra vez. Cada passo fazia minha bunda balançar livremente. Eu ainda sentia ecos físicos do orgasmo enquanto atravessava lugares públicos cada vez mais distantes de casa.
E isso criava uma sensação de irreversibilidade, de impossibilidade de me vestir rapidamente por estar cada vez mais longe de casa (cheguei a andar cerca de 10 km para mais longe ainda).
Como se meu corpo tivesse entendido que não existia mais retorno confortável possível.
Nas horas seguintes eu sabia exatamente o que aconteceria comigo.
Eu reviveria obsessivamente cada frase.
Cada olhar.
Cada comentário dito em tom funcional demais.
“Essa parte do tecido enrugou… porque será?”
“Quanto mais tento secar, mais a roupa fica molhada.”
“Sem correria, ela está acompanhando a inspeção.”
E principalmente a sensação de ter continuado andando depois do orgasmo.
Não para fugir. Mas porque eu já estava profundamente entregue à própria vergonha.
Vocês nunca saberão quanto tempo demorei para voltar para casa, nem quantos orgasmos tive nesse dia. Mesmo se eu contar, vocês nunca irão acreditar. Tenho certeza.
que delicia de conto pqp ver uma safada pelada na rua assim eh mto tesaooo