Ela, aos 54 anos, e meu pai, já com 70, não transavam há tempos. Era comum que, no meio de uma discussão, ela jogasse na cara dele que arrumaria um "homem de verdade". Naquele momento, percebi que minha chance existia, por menor que fosse. O fato de ela ser muito caseira jogava a meu favor. Meu pai focava apenas no trabalho, e a falta de sexo a deixava visivelmente carente de desejo, sem ter como aliviar a própria frustração.
Comecei a notar os sinais rotineiros quando ficávamos sozinhos. Se eu precisava passar por um lugar apertado, ela fazia questão de virar de costas e dar uma leve empinada na minha direção, me observando em silêncio por alguns instantes. Outro sinal claro era quando ela demonstrava uma certa inquietação física, ajeitando a roupa ou tocando a própria coxa de forma provocante; para mim, era o sinal verde de que o flerte estava aberto.
O tempo passou, até que um dia a rotina finalmente se quebrou. Eu estava na sala, com os olhos fixos na TV, quando ela se sentou ao meu lado e pediu, com a voz um pouco mais baixa que o normal, que eu fizesse uma massagem em suas costas. Atendi de imediato. Conforme minhas mãos deslizavam pela pele morna de seus ombros, a respiração dela foi mudando, ficando mais pesada. O silêncio da sala pareceu ficar mais denso.
Foi então que o toque mudou de direção. Senti a mão dela pousar na minha perna com uma suavidade que não deixava dúvidas de sua intenção. O toque subiu devagar, desenhando o caminho até me alcançar por completo, encontrando-me já ereto pela expectativa. Quando nossos olhares se cruzaram, ela mordia os lábios, os olhos escuros brilhando com um desejo que há muito estava represado. Sem precisar de palavras, meu olhar deu a permissão que ela esperava. A hesitação desapareceu; com um movimento decidido, ela puxou minha calça, inclinou a cabeça e se entregou ao momento que nós dois já sabíamos que aconteceria.
Assim que aquele momento inicial se transformou entre nós deixou claro que não havia mais espaço para barreiras. Com gestos decididos, as roupas dela foram deixadas de lado consolidando a entrega total.
Ela tomou a iniciativa subir cima de mim no sofá o controle e o ritmo ficaram sob o comando dela por alguns momentos, aproveitando ao máximo a intensidade, enquanto eu chupava seus peitos enquanto eles balançavam, conduzi o momento para que ficássemos frente a frente, deitando-me suavemente sobre ela e eliminando qualquer distância que ainda restasse entre nós, até que senti suas pernas me prendendo ao seu corpo ali não resisti e começei a gozar dentro da sua buceta enquanto a gente se beijava loucamente, naquele momento eu percebi que eu tinha me tornado o seu parceiro sexual. Logo após ficamo ainda um tempo nos encarando nos beijamos e voltamos a nossa rotina normal com a certeza que fomos feitos um para o outro.


amantedaputaria79