Fim de tarde de verão em São Paulo. Dia quentíssimo e armando aquela tempestade braba. Eu não podia nem pensar em sair mais cedo porque estava envolvido em um projeto em que precisava terminar uma etapa naquele dia pra validação e pagamento pelo cliente. Ou seja: não podia simplesmente deixar pra lá.
Como era de se esperar, às 17h45 o mundo caiu e parecia que toda a água do mundo estava caindo na cidade naquele momento. Eu, que havia corrido com o trabalho, consegui enviar todos os arquivos para a nuvem e receber o pronto do cliente poucos minutos antes de cair tudo: energia, internet, nobreak. Tudo! Nada parecia que ia funcionar mais naquela noite.
Eu me estiquei no sofá da sala e fiquei lendo um livro com a minha luz de leitura (vantagens de ser meio analógico), esperando a tempestade amainar pra poder ir embora. Quando deu umas 20h30, no entanto, o meu estômago roncando me impeliu a buscar o que eu iria tentar fazer dali pra frente. Podia até tentar dormir ali na sala, mas desgraçadamente não tinha abastecido meu estoque estratégico de guloseimas de escritório, que poderia matar a minha fome em momentos como esse. E além do mais, ninguém devia estar entregando nada com aquele dilúvio.
Munido de coragem e paciência, desci os quase 20 andares e, quando cheguei lá embaixo, o cenário estava bem pior do que podia esperar. A água já tinha baixado, mas havia carros meio amontoados pela enxurrada, árvores caídas, o caos completo! Não havia como sair dali com segurança e talvez nem mesmo pedir nada para entrega. Ia ficar com fome.
Hoje tá complicado, hein doutor Marcos! Ouvi uma voz grossa atrás de mim, enquanto pensava na minha desgraça.
Me virei meio assustado e vi que era o Jorge, segurança do dia, super boa praça, que, aparentemente tava na mesma situação que a minha. Pensando em como ir embora, já que estava sem uniforme e com a mochila nas costas.
Ih, rapaz! Nem tinha te visto aí! Pois é, cara! Hoje eu acho que vou ficar ilhado aqui. Você já sabe como vai embora? Perguntei.
Ah, eu sou sortudo, meu cafofo fica bem perto, dá pra ir à pé. Ele respondeu.
Puxa, isso é muita sorte mesmo, mas cuidado com os fios caídos! Eu vou ver se tem alguém do aplicativo entregando comida aqui, porque eu acho que ainda vou demorar a conseguir sair.
Ah, mas não tem ninguém entregando. não. Já vi uns dez tentando aqui e desistindo. Ele falou. Lá perto do meu prédio tem um barzinho que faz umas pizzas razoáveis. O senhor quer que eu traga uma para o senhor?
Imagina, Jorge. Não posso te pedir isso! Se você me mostrar onde é, eu como lá mesmo. Você tá indo pra lá agora?
Tô sim. Já tô de saída mesmo. É rapidinho.
E lá fomos nós andando naquele cenário pós apocalíptico, tomando cuidado com os destroços espalhados pela ruas. De fato, em menos de 15 minutos chegamos ao bar, que era mesmo bem arrumadinho. Era uma área que eu não frequentava muito, já que circulava ali mais de carro.
Eu acho que vou fazer hora aqui então até conseguir ir pra casa. Você come uma pizza comigo? Ofereci a ele, como agradecimento pela dica.
Imagina, doutor! Se o senhor não se importar, o senhor pode esperar la em casa. A gente pode levar as pizzas e eu tenho umas cervejas na geladeira que vão acompanhar bem!
Olha, com esse clima aqui, eu acho que vou aceitar. Mas não vai incomodar a tua esposa?
Nada! Dessa praga já me livrei! Sou só eu mesmo! Ele falou, rindo.
Hahaha, tá certo então!
Pegamos a pizza e fomos para o prédio, que era uma meia quadra adiante. No caminho, mais destruição. Ia demorar pra chegar em casa naquela noite, pensei comigo.
O prédio era um desses antigos comerciais que tinha sido adaptado pra moradia. Tinha uns espaços meio estranhos, mas era até bem arrumadinho.
Subimos os seis andares de escada, pois a energia ficava indo e voltando. Eu olhava bunda enorme do Jorge subindo à frente e pensava que nunca tinha reparado direito nele. Ele era um cara comum, moreno, grandão, devia ter quase 1,90m. Estava bem acima do peso, talvez uns 110, 120 quilos, mas era do tipo parrudão. Daquele tipo paizão, que tem barriga, mas tem peitão e bundão, então que fica parecendo um armário.
Tá quase chegando, doutor. Não repara não, que o lugar é muito simples, não é o que o senhor tá acostumado. Ele falou quando a gente já saía das escadas e entrava num corredor longo com muitas portas.
Deixa de bobagem, Jorge! Falei de forma suave. Eu não sou igual a aqueles engomadinhos lá do prédio não. Eu sempre tive uma criação muito simples. Eu tenho é que te agradecer por me oferecer pousada num dia assim.
Ele virou pra mim e deu um sorriso. Parecia aliviado. Ele não era bonito, mas tinha um sorriso amplo de dentes grandes e brancos e que disputavam a atenção com seu olhos, bem pretos e que brilhavam quando ele sorria.
Seja bem vindo. Ele falou, abrindo a porta.
Eu tirei os sapatos e entrei numa sala pequena e vi um corredor longo para o fundo do apartamento. Agora eu entendia a planta do lugar. Provavelmente eram antigos consultórios, então a sala era a antiga recepção e o corredor tinha primeiro uma cozinha pequena à esquerda, depois um banheiro, e ao fundo, o quarto era o antigo consultório. Um modo engenhoso de adaptar o espaço.
Se quiser usar o banheiro é a segunda á esquerda. Aliás, quer tomar um banho? Ele ofereceu.
Jorge, eu não quero abusar da tua hospitalidade...
Bobagem! Aproveita enquanto tem água. Porque logo mais deve acabar por conta dessa luz indo e voltando.
Eu fiquei ali bem dividido, mas estava mesmo louco por um banho, suado que estava pela caminhada.
Cara, eu vou aceitar. Eu realmente tô precisando.
Eu coloquei a pizza em cima da pequena bancada da cozinha. Ao mesmo tempo, o Jorge passou pra pegar alguma coisa.
Aí já viu, espaço pequeno... a sarrada aconteceu. Ele não tava duro nem nada, mas como parecia ter muita carne ali, foi o suficiente pra disparar meu coração e eu soltar um suspiro, que eu acho que ele percebeu.
Eu fiquei imóvel, sem saber como ele iria reagir. Não tinha certeza de qual era a dele até então.
Eu vou pegar uma toalha pro senhor. Ele falou.
E passou de novo atrás de mim. Dessa vez mais lento. E eu tive a impressão de sentir um volume maior. O meu suspiro também foi maior, eu acho.
Vai indo lá que eu já levo a toalha pro senhor.
Rapaz, senhor tá no céu. Me chama de Marcos, por favor.
Tá bom, Marcos. Ele falou, enquanto me dava um sorriso.
Eu fui pro banheiro e esperei um pouco pra ver se ele trazia a toalha.
Como ele demorava, eu resolvi começar. Abri a água pra esquentar um pouco e comecei a tirar a roupa. O banheiro parecia ter sido reformado há pouco, era meio moderninho. Tudo era de cimento queimado e o box era de blindex.
Coloquei a minha roupa pendurada num gancho e entrei no box. A água já estava uma delícia, quentinha na medida certa. Eu entrei de cabeça e fechei os olhos, suspirando fundo com a sensação boa da água quente escorrendo pelo corpo, depois daquele sufoco todo de antes. Me lembrei da sensação daquele corpanzil do Jorge passando por trás de mim e me sarrando momentos antes e senti meu pau dar uma encorpada. Soltei um suspiro profundo.
Tá bom aí? Ouvi aquela voz grossa bem perto e me assustei, abrindo os olhos rapidamente e percebendo que ele havia entrado no banheiro silenciosamente sem que eu percebesse. Ele segurava uma toalha e um sabonete e tinha mais um detalhe. Ele tava pelado e exibia aquele corpão peludo que eu imaginei que ele tinha.
Uma barriga pronunciada, coberta de pelos, que subiam pelos peitões fortes de quem já malhou um bocado. Pra baixo, os pelos desciam em toda sua glória até seu pau, um colosso grosso e moreno que pendia à sua frente, mas que parecia estar em um processo inexorável de subida. O bicho era grande. Pela minha experiência de puto, aquilo alí ia ficar com uns 20 cm, pelo menos.
Eu trouxe um sabonete que eu ganhei, que é mais cheiroso que esse que tá aí. Ele falou, segurando um sabonete que parecia ser da natura.
Obrigado! Não precisava se preocupar. Você já está sendo tão gentil em me acolher...
Imagina! Vou colocar a toalha aqui no gancho. Ele pendurou a toalha e apagou a luz principal, acendendo uma luz fraquinha perto do armário da pia.
Pega aqui o sabonete. Ele falou, estendendo a mão pra mim.
Eu abri a porta do box e ele se aproximou, colocando o sabonete na minha mão. Eu acho que eu tava tremendo, meu coração disparado. Parecia um adolescente. Só sei que o sabonete escorregou da minha mão e caiu dentro do box. Ele olhou pra mim e deu um sorrisinho.
Eu não ia perder a chance de reproduzir a cena usada em 9 entre 10 filmes eróticos, né?! Tratei de abaixar, ajoelhando no chão e olhando para cima.
Ele chegou mais perto e aquele cheiro de macho quase me nocauteou. Aquelas pernas grossas, fortes, muito peludas, com aquele pedaço de carne protuberante, grosso e começando a babar. Seu pau era um tom mais escuro que ele, o que é normal. O cabeção estava todo exposto e era de um vermelho quase vinho. Ali. Na minha frente. Se oferecendo pra mim. A beleza masculina em toda a sua exuberância.
Agora era comigo. Eu enfiei a cara na sua virilha, sorvendo profundamente aquele cheiro de macho . Sentia meu pau doer de tão duro que estava com aquele cheiro martelando no meu cérebro. Cheiro de macho suado, que tomou banho algumas horas antes. O melhor afrodisíaco que existe.
Lambi suas coxas e sua virilha, passei para o saco, colocando as bolas na boca, desembolando seus pelos com a língua, ouvindo ele começar a gemer com a sensação de ter suas bolas chupadas por um macho que sabe o que está fazendo.
Parei um minuto pra tomar ar e olhei pra cima. Ele estava de olhos fechados. Sentindo a parada, ele abriu os olhos e olhou pra mim, sorrindo. Que delícia. Ele falou, acariciando meus cabelos molhados. Põe ele na boquinha, vai? Por favor.
Ele pegou o pau já quase duro e passou nos meus lábios, lambuzando-os com o seu líquido seminal. Abre a boquinha, chupa ele todinho! Ele implorava.
Eu atendi, mas antes dei uma chupada só na pontinha, colocando a língua no buracão do seu pau, fazendo bastante barulho pra sugar todo aquele melzinho de macho que eu adoro. Na sequência, pra compensar, engatei uma chupeta e senti que suas pernas tremeram. Dei um sorriso pra mim mesmo, pois adorava a minha habilidade em dar prazer aos meus machos.
Fui engolindo aquele pau devagar, aproveitando o momento, indo e voltando e, a cada vez, chegando mais longe, sentindo seu gosto e seu cheiro, que me inebriavam e me arrepiavam por inteiro.
Ai, caralho! Ele falou baixinho quando meu nariz afundou nos seus pentelhos e a cabeça do seu pau bateu na minha garganta. Eu liberei as mãos dele e ele fez o que 110% dos homens fazem nessa hora, segurou firme a minha cabeça e fudeu a minha boca com gosto.
Ai, caralho!!! Ele falou mais alto, ja grunindo, e eu percebi que ele tava gozando. Eu tava a fim de dar prazer àquele macho, deixei correr solto e ele despejou uns quatro ou cinco jatos antes de me soltar a cabeça.
Eu olhei pra ele com os olhos vermelhos que a chupada causa. Ele ainda estava com os olhos semicerrados de prazer e punheteva o pau devagar, derramando o final da gozada na minha cara e peito. O grosso da gozada (sem trocadilho) tinha sido despejado direto na minha boca e garganta e já devidamente engolido. Não gosto particularmente de beber esperma, mas numa situação altamente erótica como aquela, era bastante bom.
Ele abriu os olhos e sorriu pra mim. Que sonho ver você assim! Ele falou. Já toquei punheta muitas vezes pensando em ter você desse jeito. Ele completou, já me ajudando a me levantar.
A subida rápida me deixou zonzo e ele percebeu, me abraçando pra me amparar.
Calma, rapaz. Sobe devagar. Você fez muito esforço! Disse ele sorrindo e dando uma lambidinha na minha bochecha.
Ele me beijou em seguida, devagar, mas profundamente, me abraçando. Ele tinha um jeito de abraçar, me envolvendo em seus braços, que me fazia me sentir protegido, aconchegado, totalmente entregue.
Para minha surpresa, pouco depois ele começou a me beijar o pescoço, o peito e começou a descer, se ajoelhando em frente a mim. Segurou firme o meu pau, me punhetando lentamente, ele olhou pra mim e sorriu, aparentemente satisfeito com o que tinha em mãos.
Eu, que não sabia até aquele momento qual era a dele, se ele bancaria o ativão, estava mais satisfeito ainda, com a atenção ao meu pau. Minhas bolas começavam a doer da excitação prolongada.
Na sequência, ele abocanhou meu pau com uma fome que parecia que ele não chupava há tempos. Engoliu tudo de uma bocada só, me assustando um pouco, me fazendo chegar um pouco pra trás, com medo de uma mordida.
Ele me segurou firme pela bunda, me segurando no lugar e mantendo a chupada na intensidade máxima. Depois de um minuto assim, eu acho, comecei a sentir que não iria durar muito naquele ritmo, já que estava excitado há muito tempo.
Pensava nisso, enquanto aproveitava a delícia daquela chupada, sentindo sua língua dando voltas em torno do meu pau, quando ele deu o golpe de misericórdia. Seu dedo médio roçou rapidamente a entrada do meu cuzinho e logo achou seu caminho, me penetrando fundo.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, gemi alto, enquanto soltava jato após jato de esperma em sua boca. Só então percebi que segurava sua cabeça pelas orelhas enquanto empurrava fundo meu pau no fundo de sua garganta. Ação quase instintiva, mas que poderia soar meio grosseira.
Desculpa, falei largando sua cabeça quando consegui articular as palavras depois daquele orgasmo.
Ele nem falou nada, só me olhou sorrindo, enquanto punhetava lentamente o meu pau, apertando levemente desde a base, ordenhando as minhas últimas gotas de esperma, que ele lambia imediatamente quando irrompiam na cabeça do meu pau. Quando viu que havia acabado, ele se levantou e me beijou de novo. Abriu o chuveiro e me puxou pra baixo da água quentinha.
Uhhh, que gostoso. Sussurei com a sensação de relaxamento da água quente escorrendo pelo corpo logo após uma gozada gostosa. A partir dali foi aquela sequência de banho de fato, com muita espuma, intercalado com beijos e abraços e mãos passeando por todo os nossos corpos. Tudo isso naquele ambiente à meia luz, com o vapor pairando, me sentindo envolvido pelos brações daquele homão. Dava vontade de que não acabasse nunca. Como ele não demonstrou barreiras, me aproveitei bastante, passando a mão nele todo.
Nos beijávamos profundamente e senti suas mãos descendo pelas minhas costas. Sua mão esquerda escorregou pelo meu rego com a ajuda da espuma abundante. Seu indicador tateou até encontrar meu cuzinho, com o qual passou a brincar.
Hummmmmmmm, gemi e dei um suspiro profundo, no meio do beijo. Abri os olhos e ele me mirava, sorridno, sem parar de beijar. Empinei a bunda pra trás, automaticamente, num movimento quase instintivo.
Pensei que ele ia me penetrar, mas ele ficou só ali em volta, brincando, ameaçando, só colocando a pontinha do dedo o tirando. Nossos paus, já totalmente duros, se imprensavam um contra o outro, naquela luta de espadas gostosa que só quem já fez sabe. Ele começou a descer pelo meu pescoço e beijou as minhas orelhas, suas mãos,fizeram movimentos leves na minha cintura, indicando o que ele queria.
Fui me virando lentamente e ele me abraçou forte por trás, me apertando contra ele, sua boca me mordendo as orelhas e seu pau encaixadinho no meu rego.
Aiiiiiiiiiiiii. Gemi dengoso com a sensação de ser tomado por um macho que te envolve totalmente. A água ainda caía, mas agora começava a incomodar. Desliguei o registro. Sentia suas mãos subindo pelos corpo, pelas coxas, pegando no meu pau, barriga, até chegar nos meus peitos, nos quais ele encheu a mão e massageou e apertou, enquanto sarrava minha bunda seu parar.
Sentia seu pau indo e voltando, passando pela portinha do meu cu e descendo por baixo do meu saco. Eu empinava a bunda contra ele, indo à loucura com a sensação.
Me come, meu macho, me come. Comecei a implorar.
Ele deu um risinho. Vai dar esse cuzinho pra mim hoje, vai? Ele falou enquanto mordia e beijava a minha orelha.
Me fode, vai. Por favor. Eu não aguento mais.
De repente, ele me largou e abriu a porta do box. Foi quase um anticlimax a lufada de ar frio de fora. Eu me virei pra ver o que estava acontecendo, mas em segundos ele já estava de volta, tendo pegado alguma coisa da gaveta ao lado da pia.
Que frio. Falei baixinho, como que me queixando, fazendo doce.
Desculpa, gatão. Eu vou te esquentar. Ele falou, enquanto me abraçava de novo por trás, retomando a sarrada, mas dessa vez apontando o pau bem no centro do meu cuzinho e fazendo uma pressãozinha.
Aiiiiiii, me fode Jorge! Mete essa pica, vai.
Ele parou por um momento e me veio o cheiro: vaselina! O bom e velho salvador dos sodomitas! Meu pau deu um pulo com as boas lembranças que aquele cheiro provocava.
Mas não havia tempo para memórias, o presente estava ali. Logo, ele já estava grudada em mim de novo e apontava o pau bem no meio do meu cuzinho. Eu apoiei as mãos na parede, me empinando todo. Seu pau resvalou.
Abre a bundinha, ele pediu no pé do ouvido.
Eu apoiei a testa na parede e, com uma mão em cada nádega, cumpri o ritual de todos os passivos que desejam levar pau: abri a bundinha, liberando todo o acesso pro meu ativo tomar posse do meu cu.
Senti que ele encaixava e dei aquela reboladinha safada, como se ele ainda precisasse de estímulo.
Puto safado! Ele exclamou num tom quase gutural e deu uma empurrada pra frente, vencendo o meu esfíncter e agasalhando o cabeção do seu pau.
Ai, caralho. Cê tá me arrombando! Falei, meio choroso, com a dor inevitável daquele momento.
Calma, gatão. Vai passar. Ele sussurrou baixinho no meu ouvido. Quer que tire?
Não. Só fica parado um pouco pra eu me acostumar.
Ele obedeceu e manteve o pau na posição, mas voltou a me acariciar as coxas, os peitos e voltou a me punhetar o pau, que tinha amolecido com aquele assalto ao meu cuzinho.
Gostoso! Todo gostoso! Que vontade que eu tinha de meter nesse bundão! Ele falou baixinho meu ouvido.
Todo dia passando por mim naquela calça social com a cueca marcando esse bundão. E eu doido ali na portaria. As vezes eu tenho que ir pro banheiro pra tocar uma punheta pensando nessa bunda. Pensando em ter você, assim, de quatro, cavalgando no meu pau.
Ele era um safado mesmo. Ali, com o cabeção do pau enfiado no meu cu, me cobrindo de elogios, me fazendo derreter todo. E tava conseguindo.
Me sentindo mais relaxado, comecei a rebolar e a empurrar a bunda pra trás, sinalizando pra ele que o caminho estava livre. Na sequência, ele passou os braços por baixo dos meus e me deu uma carcada, metendo o pau muito fundo.
Ai, caralho! Quase gritei, mas não foi de dor dessa vez. Senti meu pau responder e achei que estava gozando, mas era só uma cuspida grande de baba, provocada pelo estímulo daquele pau enorme me massageando por dentro.
Aiiiiiiii, seu puto! Você tá me arrombando! Huuuuummmmmmmm! Mete! Mete mais!
Puto safado! Toma pirocada, seu putão! Quer pirocada nesse cu, quer!? Toma pirocada, seu puto!
Seu corpo estava todo colado ao meu, sentia nossos corpos suados deslizando um sobre o outro. Ele me mantinha no lugar que queria com os braços sob os meus e aproveitava pra massagear meus peitos, enquanto mordia minha nuca e minhas orelhas e falava putaria no meu ouvido.
Ele dava metidas longas e profundas, quase me levantando a cada metida e fazendo meu pau cuspir baba. Depois de algum tempo disso, senti o calor subindo e comecei a a punhetar meu pau, querendo gozar.
Sentindo isso, ele afastou a minha mão e começou a me punhetar.
Goza, meu putão! Goza com o pau do teu macho atochado no teu cu! Goza! Goza, meu puto!
AHHHHHHHHHHHHH, AHHHHHHHHHHHHH! Gritava, conforme sentia meu pau cuspindo o gozo. No espasmo involuntário, mordi forte seu pau com o cu.
Ele, ao sentir meus movimentos de gozo, me deu uma carcada forte, praticamennte me levantando do chão, enquanto metia seu pau profundamente no me cu, urrando no meu ouvido. Há muito tempo não me sentia tão frágil, tão à mercê de um macho forte o suficiente pra me levantar do chão. Estava no céu!
Eu, mesmo me tremendo todo, podia inferir quantas jatadas de porra ele metia no meu cu pelos seus espasmos. Meu pau, largado nesse frenesi, cuspia os últimos jatos de esperma na parede em frente.
Completamente drenados, mas ainda engatados, fomos descendo juntos, sentando no chão do box.
Fui voltando à realidade lentamente. So com ele me fazendo um carinho leve no cabelo. Estava aninhado no colo dele, sentia seus braços me envolvendo e minha cabeça estava apoiada em seu peito, que agora subia e descia mais suavemente, no ritmo de sua respiração que se acalmava. Só então percebi que continuávamos engatados, com seu pau ainda me empalando, aquela sensação gostosa de estar preenchido pelo teu macho.
Rapaz, assim você me acostuma mal... falei dengosinho em seu ouvido, enquanto dava uma reboladinha em seu pau.
E quem disse que não é exatamente essa a minha intenção? Ele respondeu baixinho, enquanto me dava beijinhos no pescoço.



Sempre uma narrativa excitante... excelente conto!
Solidariedade sedutora assim faz com que qualquer tempestade seja motivo de sonhos eróticos. Que conto delicioso!!
Que delícia de conto e de foda!! Adoraria conhecer um homem como o Jorge segurança!!