Sou Marcos, tenho 35 anos. Não posso dizer que sou um homem lindo, super sarado, nem um “megapauzudo” do mundo pornô. Eu diria que sou um homem normal, mas minhas histórias vão provar que sexo não começa só pelo físico; o psicológico também faz parte. Mistério e discrição mexem com o tesão. Trabalho em uma empresa com vários setores e que emprega muita gente. Sou da área de gestão e preparação de pessoal e, ultimamente, estou sendo treinador dos novos colaboradores. Durante o curso, é normal estabelecer laços com os candidatos, mas prezo pela discrição. Trato todos com educação, porém sem intimidades. Em uma das turmas havia uma moça nova. Não falarei nomes, pois não há necessidade. Tinha 18 anos, recém-saída do ensino médio, ali se preparando para o primeiro emprego. Branquinha, magrinha… eu a tratava com cordialidade, igual a todos, mas percebia que seu olhar era diferente: sempre fixado em mim, sorrisos de canto, pretextos para falar comigo e algumas insinuações que eu fingia não perceber, mas o jeito dela me chamou atenção. Continuei observando-a, trocando olhares, mas mantendo o profissionalismo. No final da semana de curso, após o último módulo, quando foi aprovada na seleção, veio alegre me agradecer e disse que iria comemorar o primeiro emprego com uns amigos. Comentou que queria me convidar, mas achava que eu recusaria. De fato, recusei… mas resolvi ousar e, quem sabe, surpreender. Olhei para ela e disse que ela poderia comemorar no meu apartamento depois do expediente. Com um sorriso sugestivo, apertei sua mão e deixei um papelzinho com meu endereço. Virei as costas e saí sem falar mais nada. Naquela noite, fui para casa sem acreditar que meu convite direto daria resultado. Será que ela seria corajosa — ou louca — de aparecer? Eu sabia que a curiosidade mexe com as pessoas, mas não imaginava o quanto. Cheguei em casa, tomei um banho e fiquei bem à vontade, usando apenas um short largo, enquanto bebia um copo de whisky para descarregar o cansaço da semana. De repente, o interfone tocou. Apesar de não apostar nisso, no instante em que ouvi o toque eu soube quem era. A curiosidade dela falou mais alto. Atendi, e era minha convidada, dizendo que havia resolvido aceitar o convite. Mandei que subisse e pensei que a comemoração teria que estar à altura da curiosidade e da ousadia dela. Quando bateu à porta, eu abri… e a vi. Vestia um vestido preto colado, mostrando os ombros e marcando a bunda pequena e redonda, além dos peitos durinhos. Olhei para ela e perguntei: — Sei o que você veio procurar… quer mesmo entrar? Ela me encarou com um sorrisinho safado e, concordando com a cabeça, entrou no apartamento. Assim que fechei a porta, segurei seu quadril por trás e a coloquei contra a parede, ela reagiu um pouco assustada. Acariciei suas costas e, afastando o cabelo de sua orelha, sussurrei: — A partir de agora, você é toda minha… e só vai fazer o que eu mandar. Ela suspirou em consentimento. Ainda de costas, abri o zíper do vestido, que caiu lentamente, deixando suas costas e os peitos à mostra. Acariciei sua pele e senti sua maciez, os bicos duros dos seios e o leve perfume doce que ela usava. Desci a mão até sua cintura, coberta apenas por uma fina calcinha de renda preta, e percebi sua respiração ficar mais ofegante. Peguei uma fita larga de seda preta, que havia deixado propositalmente no bolso do short. Com ela ainda de costas para mim, vendei seus olhos com firmeza e sussurrei em seu ouvido: — De joelhos. Ela obedeceu, ainda receosa. Ajoelhada, seu rosto ficou na altura do meu quadril. Ordenei novamente: — Tire meu short. Ela tateou minhas coxas grossas, segurou a barra do short e o puxou para baixo, libertando meu pau grosso, já latejando, pronto para ser o protagonista daquela comemoração. Ordenei: — Cheire. Afoita, ela levou a mão até mim, mas eu a repreendi com um leve tapa no rosto. Ela soltou um pequeno gemido de surpresa… e abriu um sorriso safado. Repeti, em tom firme: — Cheire. Aproximei-me mais. Ela segurou minhas coxas e aspirou o cheiro do meu pau, da minha virilha e das minhas bolas, como alguém em abstinência diante do próprio vício. Abriu a boca, tentando abocanhar meu membro, mas recebeu outro tapa leve no rosto. Dessa vez, o gemido saiu mais alto. Não era susto. Era tesão. Sua respiração cada vez mais pesada entregava isso. Eu disse: — Você só faz o que eu mando. Mandei que abrisse a boca e colocasse a língua para fora. Então encaixei meu pau quente, grosso e já babando sob sua língua, deixando o líquido transparente escorrer lentamente em sua garganta. Em seguida, ordenei: — Chupa. Ela fechou os lábios devagar e começou a sugar a cabeça do meu pau como quem degustava um doce proibido. A repreendi com outro tapa, um pouco mais forte. Foi pega de surpresa, mas o sorriso safado novamente tomou conta do seu rosto. — Chupa tudo. Ela abriu a boca, passou a língua na cabeça molhada do meu pau e, segurando firme minhas coxas, mamou minha rola. Por duas vezes tentou engolir tudo, mas a inexperiência a fez falhar. Na terceira tentativa, peguei-a de surpresa segurando sua nuca e avançando levemente o quadril. Senti o início de sua garganta, mas uma forte ânsia a fez empurrar minhas pernas e recuar. Por um instante, pensei que ela iria embora. Aquilo era loucura. Mal havíamos conversado direito. Ela estava ali apenas pelas trocas de olhares, pelas insinuações e pelo convite misterioso que aceitei fazer. Será que era realmente aquilo que ela queria? Resolvi apostar. Fingindo que nada havia acontecido, disse calmamente: — Quando eu mandar, faça direito. Ela secou os lábios com os dedos e respondeu: — Sim, senhor. Naquele momento, entendi que ela era realmente minha. Disse: — Levanta… e tira a calcinha. Ela se levantou lentamente e baixou a calcinha até os joelhos, deixando-a cair pelos pés. Olhei para aquele corpo liso e macio. Sua buceta pequena e rosada escorria mel pelas coxas magras. Ordenei: — De quatro. Rapidamente, ela se virou e empinou a bunda, deixando a buceta molhada e o cuzinho pequeno completamente expostos. Sem pensar muito, encaixei a cabeça do meu pau em sua buceta. Ela reagiu surpresa, estremecendo o corpo e tentando evitar a penetração. Falei em tom firme: — Quieta. Você não tem vontade aqui. Ao ouvir aquilo, vi seu corpo se arrepiar. Fui penetrando devagar. A buceta dela era pequena e apertada, mas estava tão molhada de tesão que praticamente não ofereceu resistência ao meu cacete. Deixei que sentisse lentamente cada centímetro entrando, observando seu corpo arrepiado e sua respiração pesada. Então segurei firme sua cintura e enfiei tudo de uma vez. Sua bunda pequena bateu contra mim. Ela soltou um gemido alto, começou a tremer e empinou ainda mais o corpo. Logo senti sua buceta pulsar no meu pau. Ela gozou. Parecia o primeiro orgasmo da vida dela. Sentir aquilo apertando meu pau foi o ápice da tensão que eu vinha construindo desde o curso. Com uma das mãos, segurei seus cabelos e puxei sua cabeça para trás. Perguntei: — Quem deixou você gozar? Antes que tentasse responder, comecei a meter com estocadas curtas e fortes. Ela gemeu baixinho. Aumentei o ritmo. Os gemidos dela aumentaram junto. Continuei naquele vai e vem por um tempo, dizendo que ela era minha, que não tinha vontade própria, que era apenas um objeto sendo usado… e que eu estava aproveitando sua comemoração. Então comecei a tirar meu pau quase todo e enfiar tudo de uma vez, repetidamente. Os gemidos dela ficaram mais altos. Seu corpo voltou a tremer. Sua buceta pulsava novamente no meu pau. Naquele momento, o tesão tomou conta de mim. Tirei o pau dela, fiquei de pé e gozei em sua bunda e em suas costas. Ainda em tom firme, disse: — A comemoração acabou. Já pode ir embora. Ela se levantou devagar, puxou a calcinha e, ainda com os seios à mostra, me deu um beijo longo e molhado. Depois, tirando a venda olhou para mim com o olhar mais safado que eu já tinha visto, respondeu: — Sim, senhor. Vestiu o vestido e pediu que eu fechasse o zíper. Antes de sair pela porta, virou o rosto e disse: — Quando quiser, me chame de novo… como você disse: agora eu sou sua. Então saiu, fechando a porta atrás de si. Vesti meu short, completei o copo de uísque e fiquei pensando que teria de descobrir para qual setor da empresa ela iria.
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