Naquela época eu tinha 15 anos e cursava ensino médio em outra cidade. Fazia o ensino médio junto com um curso técnico em período integral, por isso morava no alojamento da escola. Voltava para minha cidade natal nos fins de semana e retornava para o colégio no início da semana. Ainda era a época do MSN. Entrei em um site de bate-papo (Uol)e logo percebi que a maioria dos usuários do chat da região eram homens procurando outros homens. Eu já havia beijado e pegado algumas garotas, mas nunca tinha passado disso. Ainda era completamente virgem e nunca havia visto ninguém pelado na vida real. Um homem começou a conversar comigo. Ele foi direto: deu em cima de mim e propôs me pagar para sair com ele. Como eu não trabalhava e minha família não passava por uma boa fase financeira, a ideia de ganhar uma grana me atraiu. Passei meu MSN para ele e continuamos a conversa. Ele me contou que tinha 39 anos, era empresário e curtia muito rapazes novinhos. Disse que me pagaria bem, pois gostava de encontrar alguém de vez em quando e sempre compensava. Prometeu que seria só aquele encontro e que não ficaria me procurando depois. Eu estava receoso, mas acabei topando. Deixei bem claro que não iria beijar na boca, porque não me atraía por homens, mas que o sexo eu faria. Ele concordou. Ele morava na cidade seguinte à da faculdade e se ofereceu para me buscar no ponto de baldeação dos ônibus, me levar até a casa dele e depois me deixar na residência universitária. Aceitei. Combinamos tudo para a manhã de segunda. Descrevi a roupa que estaria usando. Quando o carro dele parou, entrei. No começo eu estava extremamente tenso, mas ele foi conversando sobre assuntos normais durante o caminho e fui relaxando aos poucos. Chegamos na casa dele, uma casa grande, bem arrumada e com cara de gente de dinheiro. Ele abriu a garagem automaticamente, entramos e me mandou sentar no sofá. Me ofereceu água e disse que ia ajeitar umas coisas rápidas. Enquanto esperava, fiquei bastante nervoso, mas ficava repetindo pra mim mesmo: “É só deixar acontecer”. Quando ele voltou, sentou do meu lado e perguntou: — Vamos começar? Eu disse que sim, mas confessei que não sabia muito bem o que fazer. Ele sorriu e falou para eu relaxar, que iria me guiando. Me pediu para ficar em pé na frente dele. Começou a passar a mão por cima da minha bermuda, apertando meu pau por cima da roupa. Mandou eu tirar a camisa, depois a bermuda. Fiquei só de cueca. Ele se levantou, tirou a própria roupa e ficou só de cueca também. Me puxou pela cintura, colou o corpo no meu e começou a se esfregar, pau com pau por cima da cueca. Pegou minhas mãos e colocou na bunda dele. Eu estava muito nervoso. Sentia o pau dele endurecendo contra mim, mas o meu ainda permanecia mole. Ele então enfiou a mão dentro da minha cueca, segurou meu pau e colocou minha mão no dele. O pau dele era médio, um pouco mais fino que o meu. Depois de alguns segundos ele tirou a cueca e pediu para eu tirar a minha também. Ficamos pelados. Ele duro, eu ainda mole. Falei que não estava conseguindo ficar excitado. Ele me acalmou, dizendo que era normal no começo. Sentou novamente no sofá, me puxou para perto e começou a me punhetar. Logo em seguida colocou meu pau na boca e começou a chupar com vontade, segurando minha bunda e passando as mãos pelo meu corpo todo. Aos poucos meu pau foi endurecendo na boca quente dele. Ele mamou gostoso por um bom tempo, bem guloso. Depois me chamou para o quarto. Me jogou na cama e continuou me chupando. Até aquele momento eu achava que seria eu quem iria comer ele. Mas quando estávamos na cama, ele me pediu para chupar ele também. Hesitei. Confesso que não queria. Era a primeira vez que via um homem pelado, com o pau duro bem na minha frente. Meu lance sempre foram garotas. Mas pensei: “Ninguém nunca vai saber mesmo”. Respirei fundo e decidi experimentar. Não resisti e caí de boca no pau dele. Comecei a chupar, passando a língua pela cabeça lisinha enquanto sentia ele pulsar na minha boca. Ele estava bem tesudo e logo começou a soltar uma babinha transparente que eu engolia. Pouco depois fomos para o 69. Ficamos chupando um ao outro com vontade. Ele não só mamava meu pau, como chupava minhas bolas e desceu até meu cuzinho. Quando senti a língua quente e molhada dele rodeando meu cu, gemi alto. Era uma sensação deliciosa. De repente ele se levantou, me pegou com força, me deitou na cama e levantou minhas pernas. Era forte, bonito, quase coroa. Sem enrolação, encostou o pau na minha entrada e enfiou tudo de uma vez. Na hora gelei, sem reação. Esperei a dor, mas ela não veio. Eu estava tão relaxado e excitado que ele entrou inteiro sem dificuldade. Ele começou a socar com força e tesão. Segurava minhas coxas com firmeza, batendo fundo. Eu sentia suas bolas pesadas batendo na minha bunda e o peso dele me pressionando contra a cama. E, pra minha surpresa, eu estava adorando. Meu pau estava duro pra caralho. Ele começou a me punhetar enquanto metia sem parar, gemendo sacanagens: “Porra, você é muito gostoso… que bundinha apertada…” Não aguentei. Gozei forte, jorrando tudo na minha barriga. No momento em que gozei, meu cu apertou o pau dele com força, e isso o fez perder o controle. Ele gozou logo em seguida, bem fundo dentro de mim. Senti o pau pulsando forte, enchendo meu cu de porra quente. Ele ficou alguns segundos dentro de mim antes de tirar. Foi pro banheiro se limpar. Eu fiquei deitado na cama, todo lambuzado — minha porra na barriga e a dele escorrendo devagar do meu cu. Quando ele voltou, me jogou uma toalha e mandou eu me lavar também. Depois que saí do banheiro ele já estava vestido. Me levou de volta para a faculdade, me entregou o dinheiro combinado, se despediu e foi embora. E assim foi minha primeira vez.
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