O empregado

O que vou contar aqui realmente aconteceu. Estou morando sozinho, e isso trouxe uma responsabilidade muito grande, porque preciso arcar sozinho com todas as contas da casa: mercado, conta de luz, água, internet e as compras do mês. Meu salário é apertado para conseguir dar conta de tudo isso, mas eu precisava dar esse passo e acreditar que seria capaz.
Por isso, comecei a procurar outro emprego para ter uma renda complementar. Fui atrás de algumas oportunidades, mas nenhuma realmente chamou minha atenção. E as vagas que eu achava boas, infelizmente, não me chamavam para entrevista. Mesmo assim, não posso dizer que foi totalmente ruim, porque participei de algumas entrevistas e tive algumas oportunidades, mas no fim não tive retorno.
Então chegou o final de semana e, como eu disse, morar sozinho traz muitas responsabilidades. Precisei arrumar a casa, organizar tudo e colocar as coisas em ordem.
Enquanto eu limpava minha casa, fiquei pensando: “Será que existe a profissão de empregado doméstico?”. Então fui pesquisar e descobri que realmente existe. Encontrei até uma página no Facebook que fala bastante sobre o assunto, explicando os direitos e tudo o que é preciso saber sobre essa profissão.
Naquele momento, percebi que talvez eu já soubesse o que fazer para ganhar uma renda extra. Sei que não seria algo fácil, mas ainda assim está ao meu alcance.
Liguei para uma tia minha, que tinha bastante contato de clientes que já contrataram os serviços de faxina dela, e expliquei toda a minha situação. Logo de cara, ela se prontificou a me ajudar. Entrou em contato com alguns desses clientes e, claro, muitos acabaram dizendo que não precisavam no momento. Mas um deles respondeu que sim.
Ela combinou tudo certinho com ele: o dia em que eu deveria ir, os produtos que precisariam ser comprados para a limpeza e todos os detalhes do serviço. Porém, havia um detalhe: ele queria que eu trabalhasse aos finais de semana. Disse que seria melhor porque não teria ninguém em casa e eu poderia limpar tudo com mais tranquilidade, sem preocupações.
Na hora, pensei comigo mesmo: “Vai me ajudar financeiramente, então não tem problema.” Eu precisava daquele dinheiro e estava disposto a fazer o que fosse necessário para conseguir me manter e continuar seguindo em frente.
No final de semana seguinte, lá estava eu, no horário marcado, em pleno sábado, pronto para arrumar a casa de uma pessoa que eu nem conhecia. Já estava tudo combinado: a casa estaria vazia, os produtos de limpeza estavam todos lá conforme haviam pedido, e eu só precisava fazer o meu trabalho.
Comecei pela cozinha. Enquanto limpava, tentava imaginar um pouco sobre a vida do cara que tinha me contratado. Pelo que fui percebendo na casa, aparentava ser viúvo, alguém que passava muito tempo trabalhando em casa e que viajava bastante para congressos e palestras aos finais de semana. Naquele momento pensei: “Esse cara deve ganhar dinheiro pra caramba.”
Continuei limpando cada cômodo da casa. Era uma casa enorme, e o trabalho foi cansativo. Passei pela sala, quartos, banheiros, área externa… e, aos poucos, fui vendo tudo ficando organizado graças ao meu esforço. Quando terminei, estava exausto, mas ao mesmo tempo feliz. Feliz por ter conseguido limpar uma casa tão grande sozinho e, claro, feliz também pelo dinheiro que iria receber.
Naquele momento, senti uma mistura de alívio e orgulho. Talvez não fosse o trabalho que eu imaginava para mim, mas era um começo. E, naquele ponto da minha vida, qualquer oportunidade honesta que me ajudasse a continuar pagando minhas contas já fazia diferença.
Fui embora para casa e, pouco tempo depois, recebi no Pix o valor que havíamos combinado. Confesso que aquilo me deu um certo alívio. Era um dinheiro conquistado com muito esforço, mas que naquele momento fazia toda a diferença para mim.
Na segunda-feira, minha tia me ligou perguntando se eu poderia voltar à casa daquele cliente no sábado seguinte. Respondi que sim, sem problema algum. Ficou tudo combinado praticamente da mesma forma da primeira vez: a casa estaria vazia, eu poderia fazer a limpeza no meu tempo, do jeito que achasse melhor, sem ninguém para me apressar ou ficar supervisionando.
Durante aquela semana, comecei a pensar bastante sobre como seria aquele cara. Será que ele era gente boa? Mais fechado? Talvez um pouco rude? Ou simplesmente alguém mais reservado? Minha curiosidade foi crescendo aos poucos. Enquanto imaginava tudo isso, também ficava determinado a descobrir um pouco mais sobre ele durante a limpeza da casa — nada por malícia, apenas curiosidade mesmo.
Afinal, é estranho entrar na casa de alguém sem nunca ter visto a pessoa. Aos poucos, pelos detalhes espalhados pelos cômodos, pelas fotos, pelos objetos e pela rotina que a casa parecia carregar, eu tentava montar na minha cabeça quem era aquele homem que, de certa forma, estava confiando em mim para cuidar do lugar onde vivia.
Chegou o sábado e lá fui eu, no horário marcado, como das outras vezes. Até então, tudo parecia exatamente igual à primeira limpeza. A casa silenciosa, os produtos no lugar e eu começando novamente pela cozinha. Ainda não tinha começado minhas “investigações” sobre o dono da casa — pelo menos não naquele dia.
Enquanto organizava algumas coisas na pia, escutei o barulho de alguém descendo as escadas. Na hora, meu coração até acelerou um pouco, porque, pelo combinado, não teria ninguém em casa. Fiquei surpreso, sem entender direito o que estava acontecendo, até que finalmente vi quem era.
Era Marcos, o tal cliente que tinha me contratado.
Ele tinha um porte físico médio, nem muito forte e nem gordo, devia ter por volta de 1,80 de altura e aparentava uns 55 anos. Estava usando um shorts de jogar futebol e uma camisa branca simples, com aquela aparência de quem tinha acabado de acordar ou estava resolvendo as coisas às pressas dentro de casa. Parecia procurar alguma coisa com certa urgência.
Assim que me viu, falou normalmente:
— Marcos
Bom dia!
Logo respondi:
— Bom dia!
Ele continuou olhando pelos móveis e perguntou:
— Marcos
Você viu uma pasta preta escrito “Utilidade”?
Respondi tentando ajudar:
— Não vi não, mas posso procurar para o senhor.
Ele deu uma leve respirada e respondeu:
— Marcos
Não precisa não, vou ver se deixei lá em cima. A propósito… muito prazer, Marcos.
Então respondi:
— Prazer, Lúcio.
Naquele momento, percebi que ele parecia muito mais tranquilo do que eu imaginava durante a semana. Não tinha cara de alguém arrogante ou grosseiro. Pelo contrário, aparentava ser um homem educado, só um pouco distraído e talvez acostumado a viver sozinho.
Mesmo assim, fiquei um pouco desconfortável por ele estar em casa daquela vez. Não porque tivesse feito algo de errado, mas porque eu já tinha criado na cabeça a ideia de trabalhar sozinho, sem ninguém por perto. Além disso, ele não havia avisado que estaria ali naquele sábado. Isso me deixou um pouco sem jeito, como se eu estivesse invadindo um espaço ainda mais pessoal do que antes.
Depois de alguns minutos, ele subiu novamente as escadas, e eu continuei limpando a cozinha, mas agora com a mente totalmente diferente. A curiosidade que eu já tinha sobre ele só aumentou ainda mais depois daquele primeiro encontro.
Limpei toda a cozinha e depois fui para a sala continuar a faxina. Enquanto organizava algumas coisas e tirava a poeira dos móveis, acabei encontrando a tal pasta que Marcos estava procurando mais cedo. Estava meio escondida entre alguns papéis e revistas.
Sem mexer em nada e sem abrir a pasta, percebi que realmente havia uma marcação escrita “Utilidade”. Na hora pensei: “Então era essa mesmo.”
Peguei a pasta e subi para entregar a ele. Mesmo sendo apenas um detalhe simples, senti que talvez aquilo pudesse mostrar que eu estava realmente prestando atenção nas coisas da casa e tentando ajudar além do meu trabalho.
Quando subi para entregar a pasta, acabei levando um susto. Marcos estava no andar de cima e, para minha surpresa, completamente nu. Na hora, desviei o olhar imediatamente, totalmente sem jeito com a situação. Acho que ele também não esperava me ver ali naquele momento.
O clima ficou extremamente constrangedor por alguns segundos. Segurei a pasta meio sem saber o que fazer e apenas falei, tentando agir com naturalidade:
— Encontrei a pasta que o senhor estava procurando.
Marcos rapidamente pegou uma toalha que estava próxima e, claramente envergonhado, respondeu:
— Meu Deus, me desculpa… achei que você ainda estivesse lá embaixo.
Eu apenas disse que não tinha problema e entreguei a pasta sem encarar muito. Depois disso, desci as escadas tentando voltar ao trabalho como se nada tivesse acontecido, mas minha cabeça ficou pensando naquela situação inesperada pelo resto da limpeza.
Como eu avia contato em um outro relato peguei fascínio por 50tao e gostei muito do que tinha visto do Marcos peito cabeludo, pau dele apesar de mole dava para perceber que ela médio e grosso e oque mais me chamou atenção foi que parecia que ele não depilava ao bom tempo me homem das cavernas mesmo
Como eu já havia contado em outro relato, sempre tive um fascínio por 50tão, e gostei muito do que tinha visto no Marcos. Peito cabeludo, o pau dele, apesar de mole, dava pra perceber que era médio e grosso. E o que mais me chamou atenção foi que parecia que ele não se depilava há muito tempo, bem homem das cavernas mesmo.
Logo em seguida, Marcos desceu e me pediu desculpas pela situação.
— Marcos:
— Cara, foi mal por agora. Eu estava saindo do banho e já estou atrasado para uma reunião. Foi mal mesmo.
Logo respondi:
— Fica tranquilo, você está na sua casa, tá no seu direito.
Então Marcos saiu apressado para sua tal reunião.
Tentei não pensar besteira, mas era inevitável. Marcos não saía da minha mente. O corpo dele, o jeito despreocupado, e principalmente aquele volume marcado na toalha tinham me deixado completamente sem foco. Só de imaginar como seria tocar Marcos, sentir aquele corpo de perto… já me deixava quente e inquieto.
— Volta pra limpeza, Lúcio… — falei comigo mesmo. — Dinheiro, contas, aluguel… volta pra realidade.
Terminei a sala e fui para o quarto de hóspedes. A essa altura já eram quase 20h e faltava pouca coisa para encerrar a limpeza.
Foi então que escutei a porta da entrada abrir. Pelo barulho, percebi que Marcos tinha voltado.
Logo depois ouvi os passos dele pela casa e, antes mesmo de subir a escada, ele gritou lá de baixo:
— Marcos:
— Lúcio, tô pelado, hein! Tô subindo!
Alguns segundos depois, ele gritou novamente, dessa vez rindo:
— Brincadeira!
Balancei a cabeça sozinho e pensei comigo:
— Esse cara gosta de brincar…
Uma pergunta inusitada partiu de Marcos enquanto eu terminava de organizar o quarto.
— Marcos:
— Mas me fala uma coisa… por que limpeza, Lúcio? Tem tanta coisa pra fazer. Por que você escolheu isso?
De início estranhei a pergunta, mas respondi numa boa. Expliquei minha situação, as contas, o fato de morar sozinho, a necessidade de aceitar o que aparecesse para conseguir me manter. Enquanto eu arrumava o restante das coisas, nós fomos conversando naturalmente.
Marcos parecia realmente interessado no que eu dizia. Diferente da imagem brincalhona que ele passava, naquele momento ele me ouviu com atenção.
— É… não deve ser fácil carregar tudo sozinho — ele comentou, apoiado na porta.
— Não é mesmo. Mas a gente vai dando um jeito.
Ele concordou com a cabeça e ficou alguns segundos em silêncio, me observando terminar a arrumação.
Eu sempre achei que homem fosse direto no que quer, ainda mais quando o assunto é desejo. Homem geralmente não enrola muito. E por mais que eu soubesse disso, as palavras diretas de Marcos me pegaram de surpresa.
— Posso te falar uma coisa sem
Parei o que estava fazendo e olhei para ele.

Ele me confessou coisa e logo depois me fez uma proposta.
— Lúcio, eu sou viúvo já faz algum tempo… nessa correria da vida, trabalho pra lá e pra cá, acabei me acostumando com a solidão. Mas eu gosto de uma aventura e tenho uma proposta para te fazer.
Como eu havia dito, Marcos era direto. Não enrolava, não ficava fazendo joguinho e aquilo me chamava atenção.
— Seja o meu empregado.
Quando ele falou aquilo não existiu nenhuma confusão nas palavras dele. Marcos sabia exatamente o que queria e também sabia que tudo o que eu tinha visto nele mexeu comigo de alguma forma.
Respirei fundo antes de responder.
— Marcos, quero deixar bem claro que eu não sou gay… mas também gosto dessa mesma aventura. E eu topo sim. O que eu tenho que fazer?

— Marcos
Como eu falei… você vai ser meu empregado. E acredito que aqui em cima já esteja limpo o suficiente. Agora desce. No quarto do Quinto, na primeira gaveta do armário, tem algo pra você.
Passei por ele devagar. Marcos não desviava o olhar nem por um segundo. Os olhos dele me acompanhavam de um jeito intenso, como se estivesse esperando minha reação antes mesmo de eu descobrir o que tinha naquela gaveta.
— Marcos
Vai tomar um banho e dorme bem porque amanhã seu trabalho vai ser bem cansativo.
Eu só balancei a cabeça e fui.
Entrei no banho pensando “cara… como eu fui parar numa confusão dessa?” kkkkk
A água caindo e eu lembrando de tudo que aconteceu no dia, o jeito que o Marcos olhava para mim, mandando em tudo como se eu realmente fosse empregado dele. Quanto mais eu pensava mais eu dava risada sozinho.
Ninguém acreditaria numa história dessa kkkkk
Doideira de mais.
Ao mesmo tempo eu tava ansioso. Fazia um tempo que eu não ficava com ninguém e as poucas vezes que tive relação mesmo foram poucas. Aí fiquei pensando comigo mesmo:
“Melhor eu já colocar o plug agora porque amanhã pelo menos eu já vou estar preparado.”
Quando saí do banho fiquei olhando para a roupa de empregado em cima da cama e comecei a rir sozinho de novo.
Peguei no sono de tão nervoso que estava, como dormi com o plug na banda só precisei colocar a roupa de empregada. Quando cheguei a parta do quarto do marcos bati ele logo disse entra quando eu entrei marcos estava pelado deitado na cama
Peguei no sono de tão nervoso que eu tava.
Quando acordei no outro dia, ainda senti o plug e na hora lembrei de tudo que tinha acontecido. Meu coração já acelerou de novo.
Como eu já tinha dormido com ele, só precisei vestir a roupa de empregado que o Marcos tinha deixado pra mim.
Fiquei me olhando alguns segundos no espelho pensando:
— Lúcio
Cara… eu realmente tô fazendo isso kkkkk
Respirei fundo e fui até o quarto dele.
Quando cheguei na porta bati devagar.
— Marcos
Entra.
A voz dele saiu firme na mesma hora.
Abri a porta lentamente e quando entrei dei de cara com Marcos deitado na cama, completamente pelado, como se já estivesse esperando por mim fazia tempo.
Na hora eu congelei por alguns segundos. Ele me olhou de cima a baixo sem pressa nenhuma, observando cada detalhe da roupa em mim e pediu de uma rodadinha, então assim fiz ele então viu o plug socado na minha bunda e me
chamou para perto.
Marcos me virou e tirou primeiro a roupa de empregada. Vendo que eu já estava de pau duro, me mamou gostoso. Marcos colocou meu pau inteiro na boca, até a garganta. Aquilo me fez delirar. Ele fazia um vai e vem com a boca que me deixou mole, mole. Eu gemia bem baixinho. Quando ele parou, senti falta da sua boca no meu pau. Então ele me abraçou e me deu um beijo caloroso e cheio de vontade. Eu retribuí. Ficamos assim por uns 30 segundos.
O calor naquele quarto foi aumentando. Então Marcos olhou para mim e disse: — Vem me mamar, vem.
Sem pensar duas vezes, ajoelhei com ele deitado na cama e comecei a chupar aquele pau que agora estava duro que nem pedra, reto como uma lança. Eu salivava tanto nele, com tanto desejo, que Marcos não conseguia se conter. Gemia forte, e o silêncio da casa foi tomado pelos seus gemidos.
Então Marcos gozou sem ao menos avisar. O primeiro gozo a gente nunca esquece. Foi direto na minha garganta. E o mais gostoso foi que Marcos me levantou e me deu um beijo forte, querendo sentir o gosto da própria porra.
Ainda de pau duro, ele me colocou de quatro e tirou o plug de mim. Confesso que doeu, mas o vazio logo foi preenchido pelo pau de Marcos. Meu Deus… eu estava totalmente entregue.
Dessa vez não aguentei e gritei: — Lúcio… que delícia! Fode meu cozinho, fode, Marcos!
Não precisei falar de novo. Marcos começou a bombar gostoso e, ao mesmo tempo, apertava meus quadris. Aquilo me levou à loucura. Gozei sem nem pegar no meu pau, e Marcos percebeu. Mesmo assim, continuou me fodendo de quatro
Marcos falava no meu ouvido: — Meu empregado sujou a cama… depois vai ter que lavar, viu?
E continuava me fodendo sem parar. Eu já estava cansado, muito fraco, e ali entendi o quanto aquilo podia ser intenso. Ele não parava de bombar o pau em mim. Do nada, tirou o pau do meu cozinho, já todo aberto, e começou a me chupar novamente.
Se eu já estava destruído antes, naquele momento eu desmoronei. Nunca tinha ficado tanto tempo sentindo tanto tesão assim. Não aguentei e pedi para Marcos fazermos uma pausa. Mas ele apenas sorriu e respondeu: — Não vai ter pausa enquanto eu não encher seu cuzinho de porra.
Então eu gritei novamente: — Lúcio… então me fodeee!
Foi quando ele me colocou de frango assado, olhou fundo nos meus olhos e começou a me foder outra vez. Mas dessa vez era diferente. Parecia que ele adorava olhar para o meu rosto e ver o desejo que eu sentia por ele, o prazer que estava proporcionando.
Marcos gozou dentro do meu cuzinho e, no mesmo instante, ria enquanto continuava me fodendo devagar, só para que eu sentisse cada estocada misturada com a porra dele dentro de mim.


Continua...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O empregado

Codigo do conto:
263076

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/05/2026

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