*esse menino é esperto, passa todo mundo pra tras*
na hora eu nem entendi, só depois que fui perceber que ele tava dizendo que eu botava todo mundo atras de mim pra me comer. então caí na gargalhada, o que deve ter agradado ele, pois ele logo falou:
*gostou né? não to dizendo? esse menino é esperto"
como eu parecia ser o único que não ficava de saco cheio das piadinhas dele, Fernando e eu acabamos ficando amigos. iamos almoçar juntos e tudo. no almoço ele tambem não perdia tempo:
*eu to vendo que você ta me dando uma abertura, então eu fico mais a vontade*
eu ficava só rindo das palhaçadas dele, e quando ele falou pela terceira vez essa história da abertura eu respondi, tambem brincando:
*eu ja senti que voce ta de olho na minha abertura, mas pode tirar o cavalinho da chuva"
*por que? ela ta muito aberta?*
*claro que não!*
*hummm então tá apertadinha?*
*kkkkk safado*
e era sempre assim. ele com aquelas palhaçadas e eu morrendo de rir. as vezes ele vinha contar das aventuras no final de semana, dizia que comeu um cu muito gostoso, que o cacete dele ficou todo inchado, meteu a tarde inteira, que eu precisava ver. eu só ouvia e arregalava os olhos, e chamava ele de tarado.
um dia, depois do almoço, eu tava no banheiro escovando os dentes quando o fernando entrou e foi pro reservado que ficava justamente atrás da pia onde eu estava. me cumprimentou, entrou e logo escutei o barulho do ziper da calça abrindo e ele mijando. ele era tão maluco que mijava cantando.
"se eu fosse dono desse cuuuu", ele cantava.
era um samba qualquer, que ele tava mudando a letra pra deixar pervertido. eu comecei a rir, e chamei ele de maluco. quando ele terminou e saiu do reservado, por coincidencia eu tava todo curvado na pia pra cuspir a pasta de dente. eu só vi pelo espelho a cara que ele fez, olhando a minha bunda. não falou nada, mas deu uma apertada no pau e saiu cantarolando a mesma música.
"se eu fosse dono desse cuuuuu"
nem lavou a mão.
eu tava levando tudo na brincadeira. o fernando era só um safadão brincalhão, tava se divertindo com essas brincadeiras de homem e eu também tava. mas na vez seguinte que nos encontramos no banheiro, por alguma razão eu senti vontade de repetir a posição na pia e esperei ele terminar de mijar então me curvei todo pra ver como reagia.
não deu outra. ele grudou o olho na minha bunda e dessa vez pegou na minha cintura fingindo estar muito sério e falou:
"isso aí, escova os dentes direitinho. 10 escovadas em cada dente. deixa eu ver se esta fazendo direitinho."
ele então chegou mais perto e acabou encostando atras de mim.
"vai, menino, continua escovando. vamo ver se essa boquinha ta limpinha."
ele agora segurava a minha cintura com as duas mãos, e dava pra sentir a coisa dura dele bem no meio da minha bunda. sem conseguir reagir eu continuei escovando os dentes. ja tinha escovado tudo, mas não sei porque recomecei tudo de novo, com ele grudado atras de mim. mas acabou entrando gente e ele me largou, saindo do banheiro.
depois desse dia nós ficamos mais amigos, e o fernando, vivia me procurando. não perdia a oportunidade de, quando estavamos sozinhos, dar um tapinha na minha bunda como os jogadores de volei fazem. e uma vez, quando descemos o elevador juntos, ele aproveitou a multidão pra apertar a minha bunda sem ninguem ver. eu ficava sem graça, mas deixava. achei que era o jeito dele, que para ele aquilo era normal. principalmente porque eu nao achavai ruim. sempre tive a bunda sensivel. mãos bobas e encoxadas no trem eram fatais, eu nunca conseguia resistir e deixava que me abusassem. e nao vou negar que gostava de sentir o volume quente, duro encaixando no meu rego por cima da calça.
até que um dia o fernando me convidou pra ir na casa dele assistir um jogo de futebol. era final de algum campeonato, e ele me chamou. compraria umas cervejas e uns salgadinhos e a gente assistiria juntos. topei, porque não ia fazer nada mesmo e achei que ia ser legal. o jogo era um flamengo x vasco, sendo que ele era vascaíno e eu torço pelo flamengo. claro que ele não ia deixar de aproveitar o momento:
*vamo apostar: se o vasco ganhar você me dá a bunda, se perder eu te como*
*kkkkk tarado! vou assistir o jogo com a bunda virada pra parede!*
*é bom mesmo, senão essa abertura apertadinha vai ficar toda larga! vou meter nela até o sol raiar!*
*kkkkkk voce não vale nada!*
chegou o domingo e fui la pra casa do fernando. toquei a campainha e não é que o safado veio me atender só de cueca?
*que isso rapaz? isso tudo é calor? kkkk*
*ah, em casa eu só fico de cueca mesmo. se quiser, pode tirar a roupa tb!*
*kkkkkk*
acabei ficando só de cueca tb. fernando me serviu uma cerveja e ofereceu salgadinhos enquanto o jogo não começava. então resolveu me mostrar uma coisa legal.
*q coisa, cara?*
*vem ver, vem ver, vc vai se amarrar*
ele foi na frente e me levou até o banheiro. não sem antes dar um tapinha safado na minha bunda e dizer que eu tinha um rabo bom. num dos cantos do banheiro havia um basculante que dava pros fundos do predio e pra um outro predio que tinha atras do dele. ele saiu da frente e me fez olhar pela abertura do basculante, se posicionando atras de mim.
*olha la... ta vendo esse predio aí da frente?*
*to cara... o q tem ele?*
*naquela janela ali tem uma mulher gostosa pra caralho... tem dias q ela sai do banho e fica peladinha ali*
*serio? mentira*
*juro por deus... muito tesuda... tem uma bundinha muito gostosa... assim, tipo a sua*
*safado*
*eu fico olhando pra bunda dela com o pau duraço... doido pra socar naquele cu*
*nossa...*
ele ia falando bem perto do meu ouvido... então senti que não tava só falando...
*chego a por pra fora... a cabeça fica toda inchada... eu tenho um pirocão... grosso... cabeçudo... aí eu boto ele pra fora e fico imaginando aquela bundinha na minha frente assim...*
*que isso, cara... hmmm...*
*eu encaixo a cabeçona bem no meio do reguinho... fico roçando assim na calcinha dela... porra meu pau ta todo babado..*
*hmmmm... tá? ...*
*muito... e tá duro... parece ate q tem um osso dentro dele...*
*aaaiiiinnnn...*
*aí eu afasto a calcinha dela pro lado... e vou ajeitando o pirocão no rego dela... tá sentindo...*
*to... ta quente... como é grande ele...*
*deixa eu botar cuspe nele... ja q essa abertura ta apertadinha...*
*rsss safado... aaaiii... devagar...*
*olhaaa... não é q esse cu é apertadinho mesmo...*
*é teu pau q é muito grande... tarado... ta me arreganhando... aaaaiiiiinnnnnn... vai devagar... vc ta metendo ele todoooo.... aaaiiinnnnn... devagar, fernando...*
*relaxa o cuzinho... relaxa, deixa relaxado... a cabeça já foi, agora é tranquilo... teu cu já é meu... empina mais a bunda... quero esse rabo todo oferecido*
*aaaiinnnn... pirocão...*
*porra... q cu gostoso... vou foder muito esse rabo... vou deixar tua bunda viciada no meu cacete, viadinho gostoso... toma...*
*aaaaiiiinnnn.... aaaaiiinnnn.... devagar, fernando... aaaiiinnnn...."
"hummmmm... esse cu é muito bom... eu sabia q ia te enrabar... no primeiro dia eu já sabia q esse cuzinho quente ia ser meu... toma, viado, toma!*
*aiaiaiaiAIAI FERNANDO, DEVAGAR!*
*PORRA Q CU GOSTOSOOOO*
*AAAAIIIINNNN... AAAIIIINNN... AAAIIINNN...*
*AGUENTA QUE EU SEI QUE VOCE GOSTA PUTINHA*
*AAAAHHHH AAAAHHHH AAAAHHHHH*
fernando ficou socando forte no meu cu. tava cheio de tesão, muito tarado, querendo me foder. e conseguiu. me fodeu, me enrabou, comeu o meu cu com aquele pauzão... naquele dia ele meteu até não querer mais, e quando gozou no meu cu ele me apertou com força e mordeu minha nuca, e ficou soltando porra no meu reto, parecia uma torneira esguichando leite quente. quando tirou, a porra ficou escorrendo pelas minhas coxas... eu tava com as pernas bambas.
depois ele não sossegou mais. passou a exigir q eu fosse todo fim de semana na casa dele, e q eu dormisse lá, com ele. me fodia como se eu fosse mulherzinha, judiava de mim, me enrabava com vontade. ficou tarado na minha bunda... e a minha bunda ficou viciada no pausão dele.
foi o fernando que veio com esse papo de me fazer usar calcinha. eu nunca tinha botado uma, achava que calcinha não combinava com bunda peluda. mas teve um dia no trabalho que ele veio dizer que era pra eu vir de calcinha por baixo da calça. falei que eu não tinha calcinha, e o que o cara fez? no dia seguinte me trouxe uma calcinha de presente, vermelha. ele mandou eu ir no banheiro e vestir. queria que eu ficasse o dia todo de calcinha, e voltasse pra casa no metrô assim.
nossa, foi uma experiencia deliciosa... parecia que todo mundo podia ver que tinha uma calcinha vermelha por baixo do jeans, e eu fiquei num tesão enlouquecida... dentro do metro eu ficava olhando pra tras pra ver se algum tarado vinha me encoxar, a bunda bem empinada pedindo rola, um fogo que não acabava mais... acabei me masturbando em casa sem tirar a calcinha, e enfiando dois dedos dentro do cu até gozar... bom demais... no dia seguinte, falei pro fernando no trabalho que precisava dar a bunda, não estava aguentando mais... ele riu aquele risinho sacana dele, e disse que já sabia...



"Água mole em pedra dura tanto bate até que fura"... o antigo ditado combina safadamente com essa estória. Bom demais ser atiçado assim até se fartar no prazer. Gostoso conto.