Ele sempre teve aquele olhar provocador, como se enxergasse algo em mim que eu mesma não via — algo escondido, preso, esperando para ser despertado.
No começo, eram só palavras no pé do ouvido. Comentários soltos, como quem planta uma sementinha:
— "Imagina se você saísse hoje sem calcinha… ninguém ia saber, só eu."
— "Queria ver aquela sua carinha andando por aí sabendo que está toda molhada… só pra mim."
E eu ria. Fingindo desinteresse. Fingindo que não me deixava molhada também.
Mas a verdade é que, com o tempo, comecei a sentir algo crescer em mim. Não era só tesão… era curiosidade. Era aquele calor nas coxas só de pensar em cruzar as pernas em público sabendo que eu estava como ele queria.
A primeira vez que aceitei sair sem calcinha foi num jantar casual. Usei um vestido leve, nada demais — mas por dentro eu tremia. E quando ele soube, o olhar que ele me deu… nunca vou esquecer. Não era só desejo. Era orgulho. Como se ele tivesse revelado uma versão nova de mim que nem eu sabia que existia.
Depois disso, os joguinhos viraram rotina. Um sussurro enquanto eu me maquiava, um olhar cúmplice no meio dos amigos, uma mão por baixo da mesa do restaurante. Cada desafio, um passo a mais. Eu comecei a sentir o poder da provocação — e me viciei nele.
As provocações viraram rotina. Ele começou a criar "tarefas". Coisas que eu devia fazer ao longo do dia.
Uma delas foi ir ao mercado sem calcinha e mandar uma foto do provador de roupas íntimas. Eu tremia, me sentia exposta, mas ao mesmo tempo, viva.
Outra vez, pediu que eu usasse um vibrador discreto por baixo do vestido em um bar com amigos:
— "Só pra eu saber que você é minha… mesmo quando ninguém mais sabe."
E eu fui. Rindo nervosa, andando com as pernas mais fechadas, sentindo o calor subir só de lembrar o que estava escondido ali dentro. E cada vez que ele ligava aquele vibrador, eu me molhava e tremia.
Mas a brincadeira não era só dele.
Eu comecei a revidar. Aproximava-me dele em público, colava meu corpo no seu e sussurrava:
— "Tô sem nada por baixo. Vai aguentar ficar mais uma hora sem me levar pro banheiro?"
Ou mandava fotos no meio do expediente. Uma delas, sentada no sofá da sala, pernas abertas, só com a legenda:
— "Preparado pro que você criou?"
Ele ria. Mas eu via nos olhos dele o desejo. A fome. Ele estava viciado no poder que tinha sobre mim… mas mal sabia que eu também estava viciada em ceder.
O jogo era nosso. E toda vez que ele sugeria algo mais ousado, eu dizia não com a boca, mas dizia sim com o corpo.
Depois de me ver flertar com esse lado mais exibido, ele lançou um novo desafio:
— "Você só precisa de um empurrãozinho pra ir além."
— "Além do quê?" — perguntei, já sabendo a resposta.
— "Ousar mais."
Meu corpo gelou… e depois queimou.
Na sexta-feira, quando cheguei do trabalho, encontrei um vestido preto estendido sobre a cama. Curtinho, justo, daqueles que não perdoam a curva de nenhum centímetro do corpo. Ao lado dele, um bilhete com a letra inconfundível do meu marido:
"Sem calcinha. Só você e o vestido. Hoje quero te ver jogar."
Sorri. Já conhecia esse jogo. E amava cada vez mais entrar nele.
Me arrumei devagar, curtindo cada etapa como um ritual. O toque do tecido contra minha pele nua, a maquiagem feita com calma, o perfume escolhido a dedo. Quando ele entrou no quarto e me viu pronta, me olhou de cima a baixo. Fez silêncio por alguns segundos — e foi esse silêncio que me deixou molhada.
— "Você não está usando nada por baixo, né?"
Levantei um pouco a barra do vestido como resposta.
Ele se aproximou, colou o corpo no meu e sussurrou:
— "Hoje eu só quero ver. Nada de tocar. Nada de expor. Só provocar."
Assenti, sem conseguir esconder o sorriso.
No carro, o silêncio era carregado de tensão. Ele mantinha a mão no volante, mas os olhos iam e vinham para meu colo, para meu decote, para minha coxa cruzada de propósito.
— "Vai conseguir jogar sinuca assim?" — perguntou.
— "Vou tentar não deixar ninguém perceber."
— "Eu vou perceber. Vou ver tudo."
O coração batia no ritmo da antecipação. Essa era a parte mais deliciosa: saber que eu estava me expondo só pra ele, mesmo rodeada de estranhos. Como se eu estivesse nua em público, mas sob uma camada invisível de proteção… dele.
O bar não era grande, mas tinha um charme. Luzes baixas, clima descontraído, uma ou duas mesas de sinuca no canto, música baixa. Ele me guiou direto até uma delas. Me senti o centro das atenções, mesmo que ninguém estivesse olhando.
Enquanto ele ia pegar as bebidas, eu me encostei na mesa, ajeitei o vestido com cuidado e posicionei o taco. A primeira tacada foi difícil — não pela mira, mas porque a cada movimento o tecido subia milímetros. E eu sabia disso. Sabia que ele também sabia. E me derretia por dentro.
Quando ele voltou com os copos, se aproximou por trás e clicou o celular discretamente.
— "Primeira foto."
— "Tá abusando…"
— "Você que provocou."
Jogamos mais algumas rodadas, entre olhares, ângulos estratégicos e meu corpo reagindo ao toque do pano contra a pele exposta. Em determinado momento, ele puxou o celular de novo e sussurrou:
— "Fica assim… de ladinho… levanta só um pouquinho."
— "Aqui mesmo?"
— "Ninguém vai ver. Só eu."
Levantei. Pouco. O suficiente para deixar o quadril mais à mostra. Ele fotografou. Rápido. Discreto. Mas o flash interno do meu corpo já tinha disparado.
Fingia estar distraída, mas sabia exatamente o que estava fazendo. A cada rodada, eu me encostava na mesa de propósito. Fingia arrumar o vestido, curvava o corpo mais do que o necessário, deixava o decote trabalhar por mim. Sentia os olhares — ele tentando parecer contido, não ser tão óbvio. Mas eu via. E eu sentia.
O calor entre minhas pernas já era pulsante, o pano leve do vestido dançava sobre minha pele como um lembrete do quão exposta eu estava.
Ele tirou mais uma foto enquanto eu fingia mirar o taco. Eu ri. Mordi o lábio.
— "Você vai se arrepender de me provocar tanto assim…" — murmurei no ouvido dele.
Ele arqueou a sobrancelha, rindo.
— "Acho que você está começando a gostar de provocar mais do que eu."
E era verdade.
Bebi mais um gole. A coragem líquida começou a se misturar com o fogo que subia do meu ventre. Foi quando me aproximei dele, com um sorrisinho atrevido, e deixei a bomba cair:
— "E se a gente fizesse uma aposta de verdade agora?"
Ele franziu a testa.
— "Como assim?"
— "Uma aposta valendo alguma coisa real."
Fingi pensar, colocando o dedo no queixo, corpo levemente inclinado.
— "Se você ganhar… pode escolher um prêmio. Uma pequena recompensa."
Ele me encarou, tentando entender se eu estava brincando. A tensão no ar ficou denso. O tipo de silêncio carregado, como se todos estivéssemos prestes a cruzar uma linha invisível.
— "E se eu perder?" — perguntou, com a voz mais baixa.
— "Aí eu escolho um prêmio para mim" — respondi, casual, como se não estivesse em chamas por dentro.
Ele sorriu, olhando para mim como se eu fosse um enigma.
— "E o prêmio… tem limites?"
— "Acho que depende do quanto você ganhar."
E foi ali que o jogo começou. Mas agora, eu era a peça no centro da mesa.
Enquanto ele se acomodava para a próxima rodada, me aproximei com um sorriso maroto e o olhar faiscando. Inclinei-me bem perto do ouvido dele, deixando minha voz baixa e quente como um segredo.
— "Sabe, se você perder…" — sussurrei, sentindo o calor da respiração dele — "o prêmio não é só uma rodada de drinks."
Ele congelou por um instante, a respiração ficando mais pesada. Deixei um silêncio antes de continuar, com aquela pitada que eu sabia que ia mexer com ele.
— "Você não me provocou, dizendo que eu não teria coragem de ser ousada?"
Ele engoliu seco, a mistura de surpresa, tesão e ciúmes brilhando em seus olhos.
— "E o que seria esse prêmio?" — murmurou, tentando manter a voz firme, mas claramente dominado pela tensão.
Me afastei um pouco, ainda sorrindo, e olhei direto nos olhos dele.
— "Eu vou realizar uma fantasia minha."
O silêncio que se seguiu foi quase palpável. Ele engoliu seco, os olhos brilhando com aquela mistura que eu conhecia bem: tesão, ciúmes, medo, desejo. Vi nele um instante de dúvida, como se quisesse tanto perder para me ter ali, ao mesmo tempo que desejava sair correndo para fugir do próprio fogo.
Ele já havia entendido tudo. Não precisava que eu falasse uma palavra. Por isso, não se intrometeu, não questionou, só sorriu inquieto, sem saber se o jogo estava a seu favor.
Voltei para meu lugar, deixando-o lutando contra aquela tempestade interna. A aposta estava feita. E eu mal podia esperar para ver onde ela nos levaria.
A partida continuou, mas logo percebi que não éramos só nós jogando sinuca. Havia outra competição rolando ali. Os olhares eram carregados — não só de desafio, mas de desejo. Notei o jeito que os músculos dele se contraíam, o aperto involuntário nas calças. Ambos estávamos claramente excitados, tentando esconder o quanto aquele jogo já tinha ultrapassado a mera brincadeira.
Ele não passava despercebido — a tensão em seu corpo era quase palpável, e eu sabia que ele sentia tudo aquilo, tanto a provocação quanto o ciúme.
E então, o inevitável aconteceu: ele errou a tacada. A bola escapou do buraco. Satisfeita, sorri — sem arrogância, mas ciente da vitória.
Ele me olhou, olhos brilhando, pesados de desejo e de um misto de derrota e entrega. Naquele momento, soube: teria meu prêmio.
Com um sorriso cheio de segundas intenções, olhei para ele e falei firme, mas com aquela doçura que só eu sabia usar:
— "Vai pro carro. Eu vou resolver a conta aqui no bar."
Ele gelou, tentando entender minha intenção, mas obedeceu. Afinal, aposta é aposta. Afastou-se sem dizer uma palavra.
Então me virei e fui em direção ao caixa com um caminhar bem sexy, mas sem ser vulgar. Queria apenas me exibir um pouco sem ele por perto, me sentir solta por uns segundos, atrair olhares e desejos. No fundo, era apenas curtir uns segundos o meu poder sobre os homens mesmo depois de tanto tempo casada. Sei que consigo ser uma _femme fatale._
Paguei a conta e aproveitei para me inclinar um pouco no balcão, controlada, apenas para revelar um pouco a poupa da bunda, mas sem mostrar demais. Era meu golpe fatal em quem estivesse olhando. ??
Saí de forma bem segura e fui para o carro.
Meu marido perguntou quanto ficou a conta, e eu, para provocar, disse que consegui um bom desconto com o dono do bar. Ele, enciumado mas sem esconder o tesão, me perguntou:
— "Como assim? Conseguiu desconto?"
— "Você não queria que eu fosse mais ousada? Sei usar meus atributos. E se eu não estivesse com pressa de receber meu prêmio, tenho certeza que conseguiria que ele fizesse de graça…" — dei uma risada maliciosa — "…se bem que não é bem de graça."
Notei ele vermelho de ciúmes e um pouco sem graça. Quem mandou me provocar? Agora aguenta o que criou.
Fomos para casa e, ao entrar na garagem, já falei para ele esperar no carro e abrir o porta-malas. Dei a volta, peguei um pacote e entreguei a ele. Ele estranhou e perguntou o que era. Mandei abrir e vestir. Era uma roupa de bombeiro.
Ele perguntou como eu tinha colocado aquilo no carro e como eu sabia que ia ganhar a aposta.
Eu disse que sabia exatamente como desconcentrá-lo e, por isso, tinha certeza de que ganharia. Mas, na verdade, por coincidência, tinha comprado aquela fantasia no início da semana — pois também queria realizar um fetiche meu. Já que ele vive pedindo para eu me soltar e dizer o que eu quero realizar de fantasia, e não apenas as dele.
Na sequência, expliquei meus termos. Como moramos em um sobrado, ele teria que pegar a escada no quintal e entrar pela varanda do quarto, todo preparado para socorrer uma dona de casa que estava em apuros devido a um fogo que ele teria que apagar. ??
Subi, coloquei a menor calcinha que eu tinha e um salto alto apenas, passei um perfume daqueles bem de puta e esperei na minha cama.
Ouço o barulho dele subindo. Vejo-o lindo: de calça de bombeiro, coturno e camisa vermelha bem apertada, marcando seus belos braços. Já fico toda molhada.
Ele entra e pergunta se era ali no quarto o incêndio. Respondo que sim, que tinha um fogo enorme para ele apagar, e emendo:
— "Meu marido viajou e eu acabei ficando em apuros. Por isso chamei o bombeiro, pois não conseguiria apagar o fogo sozinha." ??
Ele vem, me pega no colo e diz:
— "Pode deixar, madame. Estou aqui para servir e vou fazer de tudo para apagar esse fogo que está enorme. Se precisar, tenho uma equipe de prontidão lá fora para ajudar." — e sorriu maliciosamente, entrando na minha brincadeira e no personagem.
Aquelas palavras aumentaram meu tesão. Eu já quase gozei no colo dele ainda. Essa brincadeira de me sentir desejada a noite toda, mas esse complemento com a minha fantasia, me deixou realmente em chamas. Não me aguentando mais, beijei-o cheia de desejo e pedi:
— "Vem, meu bombeiro. Apaga esse fogo em mim que está me queimando toda."
Ele me jogou na cama e foi beijando cada parte do meu corpo, passando aquelas mãos enormes em mim, me arrepiando toda, e dizendo:
— "Nunca vi um fogo tão quente assim. Mas sou especialista em apagar incêndios e salvar mulheres em apuros. Vou me esforçar ao máximo."
Abriu minhas pernas, colocou minha calcinha de lado e caiu de boca na minha bocetinha, que estava encharcada como nunca. Ele estava sedento, louco de desejo, e me chupou de uma maneira que eu nunca tinha sentido. Gozei enormemente ainda na boca dele. Foi uma loucura.
Ele se levantou, tirou a camisa, e estava lindo, forte e suado. Foi tirar as botas e a calça, mas eu não deixei. Falei que queria que ele me comesse daquele jeito. Apenas abri a calça dele, coloquei aquele pau grosso — que estava extremamente duro — para fora, e retribuí fazendo um boquete maravilhoso. Bem molhado, engolindo o máximo que podia. Caprichei de verdade. Queria sentir a mangueira daquele bombeiro jorrando na minha boca.
Não demorou. Ele começou a se contorcer, anunciando que ia gozar. Eu abri a boca, olhei no olho dele e disse:
— "Vem. Despeja sua mangueira em mim. Apaga meu fogo, meu bombeiro. Goza nessa casadinha safada que está em chamas."
Ele gozou muito. Em meus seios, rosto e minha boca. Engoli cada gota como há muito tempo não fazia. O tesão no ar me fez amar aquele gosto dele. Ainda caí de boca no pau dele e fiquei sugando até a última gota. Eu não conseguia parar de chupá-lo. Tanto que ele nem amoleceu. Logo já estava cheio de tesão de novo e veio para cima de mim como um louco. Agora, acho que quem estava em chamas era meu bombeiro ??
Ele me virou de quatro e me comeu muito forte. Estava muito excitado. Transamos enlouquecidamente em todas as posições possíveis. Gozei de novo — eu nunca tinha gozado duas vezes seguidas. Aquele clima de safadeza, cumplicidade e entrega me levaram a outro nível e reacenderam nossa paixão.
Depois de gozar de novo, eu ainda estava louca — e ele também. Abri o criado, peguei um vibrador que ele tinha comprado e que quase nunca usávamos, e um gel. E falei, ainda dentro dos personagens:
— "Ainda tem fogo para você apagar., agora aqui atrás ."
Virei de costas e deixei ele lambuzar bem o pau. Ele foi enfiando devagar na minha bundinha para eu me acostumar. Fui sentindo cada centímetro da mangueira do meu bombeiro, e o tesão me enlouquecia. Rapidamente, me acostumei com a sensação de tê-lo todo enterrado na minha bunda e comecei um vai e vem delicioso.
O tesão era tanto que peguei o vibrador e fui colocando na minha bocetinha devagar, até estar completamente preenchida. Que sensação maravilhosa quando terminei de enfiar ele todo em mim. Aquela sensação de ter dois paus em mim me deixou em êxtase. Eu me contorcia como louca. Ele estava ensandecido de tesão e gemia alto. Eu também. Nos movimentávamos juntos numa dança sensual até que gozamos juntos, de forma intensa.
Foi o melhor orgasmo da minha vida.
Caímos de lado, e ele ficou ainda acariciando minhas costas e bunda até que dormimos exaustos.
No outro dia, acordei com café na cama e ele extremamente feliz e radiante. Passou a semana inteira me mimando.
Ganhei a aposta. Realizei uma fantasia minha melhor do que o esperado. E ainda fui tratada como rainha por um bom tempo.
Tenho que usar mais esse meu poder com ele. ????


