Quando fui buscar Telma na casa de sua mãe, gelei ouvindo Vera falando para a filha tomar cuidado porque o velho podia infartar, rindo quando a filha falou que ficava louca quando ele a chupava, apertabdo as pernas com a mão na boceta, revirando os olhos ao falar: "Que boca gostosa, você devia experimentar, mãe", encarando a Vera riu respondendo: "Eu não sei"? kkk. Sai dali ao ouvir alguém chegando me dando conta que não sentia nada, além da certeza que tudo estava acabado entre nós e que ia me vingar disso. Dias depois com tudo documentado que Telma estava dando para Osvaldo, empresário aposentado que ensinava piano para ela com as provas em mãos esperava a melhor oportunidade de desmascarar ela e mãe que davam para o mesmo homem. Numa tarde invadi o estudio de Osvaldo escondendo drogas e uma arma roubada em seu armário quando Telma chegou de mãos dadas com Osvaldo me matando ao abraçar o senhor sessentão com um beijo bem melhor e mais intenso dos que me dava indo em direção a cama se jogando nela ao tirar a roupa deitando nua chamando ele para cima dela. Cada gritinhos e gemidos com Clara elogiando a boca do velho grudada em sua boceta, quando gozou mais uma vez morri de raiva, ódio e ciúmes me perguntando porque nunca chupei ela assim. Despertei secando as lágrimas com Telma de pernas abertas não me vendo porque não quis porque olhava descaradamente para ela que gemendo revirar os olhos deixando ver que delirava de prazer, mais ainda quando o velho ergueu suas pernas indo mais para dentro dela que grudava cada vez mais nele até estremecer anunciando orgasmos intermináveis me surpreendendo ao chamar meu nome. Quando Osvaldo gozou dentro dela, dava para ver que não estava bem, mesmo assim Clara empurrou ele novamente na cama para mamar como louca aquela pica imensa se engasgando quando ele gozou em sua gargantaa aumentando as chupadas com sugadas fortes naquela picona achando que o grito de osvaldo era de prazer. Clara não falava coisa com coisa deitada com uma das pernas encima de Osvaldo enquanto brincava com sua pica mole até adormecer. Depois de fotografar eles, sai as pressas ao notar que Osvaldo estava aparentemente morto. Estava no telhado quando ouvi o grito de Clara que saiu gritando desesperada nua para a rua, pedindo que alguém ligasse para a polícia porque tinha matado o velho, sendo socorrida por uma senhora que a envolveu no paletó do marido com a polícia chegando a seguir levando a para o hospital onde passou a noite em observação tendo que ser sedada. Dias depois Vera me chamou com seu advogado quando soube de minha intenção de divórcio, na tarde daquele mesmo dia entregou os documentos devidamente assinados por Telma abrindo mão até de suas roupas e pertencem pessoais que com ajuda de minha mãe vendemos tudo com ela sumindo do mapa e nunca mais soube dela.
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