Eu estudava à noite e muitas vezes saía do estágio por volta de meio dia. Costumava ficar andando pelo centro do RJ ou ia direto pra faculdade pra estudar, mas nesse dia era uma quarta feira e, no final de semana anterior, eu tinha lido na internet sobre um sexy shop que tinha uma área rservada para clientes se divertirem que estava dando o que falar e, óbvio, fiquei super curioso e nesse dia resolvi ir lá pra conferir. O local fica numa rua um tanto movimentada, principalmente no centro do Rio na hora do almoço, mas a entrada é bem simples e rápida, então, dá pra ser discreto. Entrando você tinha um sexyshop normal mas al lado do balcão tinha uma cortina de pano e uma viso com uma taxa pra entrar (lembro que era bem barato). Paguei e fui me aventurar. Confesso que não lembro muito de detalhes da organização espacial, eu acho que tinham dois andares, mas posso estar enganado, mas lebro muito bem das saletas em si (e como lembro).
O local era escuro, mas não completamente. Comecei a andar, estava com muito movimento de pessoas, poderia até dizer que tava meio lotado, e ir cada vez mais pra dentro. Tinha gente de todos os tipo, desde jovens motoboys até coroas engravatados, um ambiente bem diversificado. Percebi que haviam saletas, umas fechadas, outras abertas, a amioria com glory hole. Escolhi uma com barulho e olhei dentro e vi dois caras se pegando forte, já fiquei excitado. Continuei meu tour até que encontrei um dark room. Lá dentro era relamente muito escuro, de fora não via nada, só ouvia gemidos e estocadas. Percebi que tinham algumas pessoas paradas bem na entrada onde ainda se via algo, algumas delas já com o pau pra fora e outras apenas passando a mão por fora da calça. Resolvi parar ali também pra ver o que acontecia. Logo que parei, os olhares daqueles caras se voltaram pra mim e percebi que estavem querendo alguém para satisfazê-los, era minha chance. Olhei todos de cima abaixo de repente senti alguem do meu lado, quase encostando em mim, era alto, moreno escuro, com o pau pra fora, um pau grande e não muito grosso. Ele me olhava e olhava pro seu pau, na hora entendi, peguei na sua piroca e acariciei, ela já estava dura como uma rocha e comecei a punhetar, ele passou a mão na minha bunda e falou "vamos entrar?" e eu, claro, respondi "vem". Lá dentro era relamente escuro, achei que fosse só impressão por eu estar num local mais iluminado, mas não, era muito escuro, não se via nada. Andando e procurando uma parede, esbarramos em várias pessoas, até que ele parou, encostou numa parede me puxou pra bem perto, e eu desci até sua piroca. Era gostosa e lisa. Mamei e sem muita demora ele anunciou que ia goza e eu meti tudo na boca pra não desperdiçar nada. Primeira leitada. Me levantei e fomos juntos em direção à saída da sala com ele indo na minha frente.
Ali na saída do darkroom, tinha um cara, um pouco mais baixo que eu, meio coroa, bem atarracado, aquelas pessoas meio gordinhas mas bem largas de tronco e braços e pernas curtas, que me olhou e perguntou "já vai embora?". Eu parei, olhei pra ele e disse "depende", ele percebeu e botou seu pau pra fora, não parecia muito grande, mas mole já era bem grosso e me interessou. Fui em sua direção e peguei na rola que foi ficando dura mas não muito ainda. Ele me pegou pela cintura e me conduziu até lá dentro onde estava tudo escuro novamente. Logo que entramos na parte mais escura, ele me segurou e disse pra ficarmos ali, eu respondi dizendo que era passagem, ele disse que assim que era bom (depois eu ia entender o porquê). Ele encostou numa parede me puxou pra perto e disse que ia ser meu dono e que eu era o viadinho dele, eu já estava meio acostumado com caras assim e não me importei, mesmo eu não sendo nem um pouco afeminado até gosto dessas perversões, só que aquele ponto da parede tinha uma luz de fora que vinha sempre que abriam alguma porta lá fora que fazia com que conseguíssemos nos enxergar e ver ali dentro por breves momentos e isso ia fazer toda a diferença. E ele começou dizendo "me chupa", obedeci, me abaixei e comecei a chupar. A rola dele foi crescendo e mesmo não sendo muito grande, era muito grossa, acho que uma das pirocas mais grossas que eu já vi na vida, bom... sorte minha. Ele falava pra eu lamber, pra abocanhar, tirava e batia com ela na minha cara, até aí nada demais, até pensei "mais um dono que faz o mesmo que qualquer um", mas continuei ali que estava bom. Certo moemnto, ele me levantou de frente pra ele e disse vira de costas, obedeci e virei, ele abriu minha calça e começo a esfregar o pau na minha bunda mandando eu rebolar e assim fiz, até que ele apontou a cabeça bem no meu cuzinho, e começou a forçar a entrada. Começou a doer e ele disse "é grossa, né?" e continuou forçando, tentei ajudar, mas tava doendo bastante e acho que até pra ele não estava confortável. Me virou de frente pra ele de novo e disse "me chupa mais, só que não levanta a calça. Fica com a bunda de fora, me chupa e dixa ela no alto que eu quero ver e assim fiz, baxei a cabeça até seu pau, só que como ele era mais baixo do que eu, minha bunda ficou bastante empinada e como ali era passagem, não demourou muito para as pessoas começarem a esbarar em mim, ou melhor, na minha bunda. Alguns só esbarravam e continuavam, outros sentiam o que era e passavam a mão, alguns iam com o dedo lá no cuzinho, e ele via isso sempre que a porta de fora abria e a luz entrava e ele dizia "assim que eu gosto". Aquelo foi me dando maior tesão, algo diferente de tudo que eu já havia sentido. Comecei a perceber que pessaos passavam esfregando seu paus na minha bunda, arrastando de propósito e eu mamando auele mastro já completamente duro, lambendo, garganta profunda e nada dele gozar, minha boca já tava doendo mas eu não ia desistir daquela porra. Eis que em certo momento, com a entrada da luz, vi alguém vindo pela minha direita com a calça aberta e o pau mole em direção à saída, até que passou esfregando em mim e senti bem melado, pensei "é porra" mas ele parou atrás de mim e começou a roçar o pau mole no meu cu enquanto alisava minha bunda. Senti o pau do cara ficando duro até que ele apontou no meu cu e começou a forçar. Meu tesão foi nas alturas e comecei a empurrar meu cu pra trás mas não tava entrando, até que começou a escorregar e entrou, nesse momento eu estava com o pau do coroa na minha boca e o pau do outro que eu nem sabia quem era dentro do meu cu. od ois começaram a me fora e o coroa disse "agora sim você tá uma puta" . eu não sei bem qunato tempo eu fiquei ali, mas não foi pouco, meu cu já ardia quando o cara segurou minha contura, enfiou tudo e largu o leite todo lá. depois ele tirou o pau e sumiu. Segunda leitada do dia. e o coroa nada de gozar na minha boca. Depois de um certo tempo ali, eu já quase pedindo pra parar, ele segurou minha cabeça e começou a bombar mais forte até que ele me pegou pelo cabelo, distanciou seu pau e começou a gozar na minha cara. Ele gozou muito, sujou meu rosto todo. Eram jatos fortes e longos, um volume de porra fora do normal. me levantei e me dirigi a saída, todo mundo me olhando com a cara toda gozada, camisa suja. Nessa hora pensei "a cara toda suja, o cu cheio de porra, não me falta mais nada". Engano meu.
Logo na saída do darkroom, o coroa me parou e disse assim "calma aí, você ainda tem que me obedecer, vamos ali na salinha" e eu fui. No caminho ele me confessou que tomava um remédio que dificultava muito ele gozar, por isso nem sempre ele gozava e acumulava muito por isso aquela dificuldade toda. Chegando na salinha, tinha um cara na porta, eles se cumprimentaram, era um cara com menos idade, com o corpo mais normal, tipo o meu. Entramos os três na salinha que era minúscula e, detalhe, ele não deixou eu me limpar e minha cara ainda estava toda suja de porra. Tinha uma cadeira apenas e um glory hole. o coroa ficou em pé e seu amigo abaixou as calças botando um pau de uns 16cm pra fora, e o coroa que começou a mandar, agora você vai chupar ele assim, agora de outro jeito, e eu sempre obedecendo. A porra da minha cara já estava ficando menos densa e começou a escorrer pela minha camisa e ele ainda mandava o amigo pegar o pau e esfregar na minha cara pra sujar ainda mais. Daí ele pediu pra eu virar de frente pro glory hole e virar a bunda pro amigo meter. Assim fiz, o amigo metia cada vez mais forte e o coroa disse que cada pau que aparecesse eu ia ter que chupar. Obediente que sou, cada pau que entrava eu chupava, eles botavam eu chupava e eles logo saíam, mas teve um que ficou até o final e gozou na minha boca, a quarta leitada do dia e logo em seguida o amigo encheu meu cu de porra.
Os dois se despediram sem falar nada e foram embora, eu catei um banheiro, me limpei o máximo que deu, mas ainda bem que estava calor porque tive que jogar minha camisa fora na saída e comprar outra. Nesse dia nem fui pra faculdade, fui direto pra casa porque estava exausto e queria curtir aquela sensação deliciosa ao máximo.
Esse foi mais um conto real, pessoal. espero que tenham gostado. Depois volto com mais.
danicorrente