Estar diante da buceta de minha esposa é contemplar o início do universo. A buceta de minha esposa é preta, assim como a primeira buceta que deu a luz ao primeiro ser humano que pisou nesse planeta. Como uma deusa antiga apagada pela história, esquecida por civilizações falocentricas, retomo um ritual antigo e tudo o que faço é adorá-la. Adoro com minha língua, com minha boca, com meus dedos. Mas como costumam os deuses pedir um sacrifício, prendi meu pau em um cinto de castidade, controlar o desejo de sentir a quentura de sua vagina. Então ela precisa de paus de outros homens para satisfazê-la, outras oferendas a sua divindade. Se a vagina é o centro do prazer feminino, seria um ultraje renegá-la a conhecer um único membro. Então vejo outros homens adorando-a com seus pau com muita felicidade, preso no cinto a vontade explode, mas que assim seja.
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