1999. O ano em que tudo mudou. Estávamos programando férias para o litoral. As aulas de meus irmãos haviam se encerrado, mas eu ainda tinha uma última prova. Pra ir preparando a casa, minha família resolveu que eu ficaria na casa da minha madrinha enquanto eles já iriam descendo para o litoral.
No dia seguinte chega a notícia de que se desgovernará o carro do meu pai e que não haviam sobreviventes. Foi um choque. Eu tão jovem e órfão.
2001. Ainda me recuperando do choque. Eu tentava seguir minha vida, mas não era fácil. Havia engordado e cheguei a bater a marca dos 99 quilos. Morando com minha madrinha, seu marido, Jorge, um homem muito sorridente, engraçado e que carregava seus 170 quilos. Ele havia se tornado um pai pra mim. Sempre positivo, me confortava também referente a meu ganho de peso. Sempre brincava que as garotas adoravam uma barriga.
2010. Já formado e morando sozinho em São Paulo, minha rotina era trabalhar e comer. Basicamente eu havia me tornado um rapaz com seus 140 quilos. Eu não me preocupava muito pois minha intenção nunca foi procurar outra pessoa. Eu me sentia bem. Eu trabalha por hobby, eu era bom no que fazia, mas minha fonte de renda principal era toda a fortuna investida que havia sido deixava por minha família.
Eu gostava muito de assistir vídeos pornôs. Achava excitante ver uma mulher ser comida por um homem, este, sempre eu procurava algum gordo. Achava interessante que um corpo grande e um pequeno pudessem fazer amor.
2018. Eu batia os 180 quilos. Havia ultrapassado o peso do meu padrinho. Eu estava realmente interessado no que eu poderia me tornar. Comecei a frequentar sites de Feederismo (alimentadores) e encontrei Ruth. Uma garota bem miúda que gostava de caras grandes. Ela havia se mudado pra São Paulo há poucos meses. Começamos a conversar e eu a convidei para sair. No encontro, era impactante o olhar de dela para meu corpo. Era vibrante, cristalino. Começamos a nos relacionar de verdade e ela sempre deixara claro que amava homem muito grande. Foi então que falei sobre eu querer ser um cara muito grande. Era o encontro de duas alma e gêmeas. Ruth então se mudou para meu apartamento o começamos a trabalhar na minha meta
2024. Casados, vivendo em uma casa construída com vãos bastante amplos, banheiros adaptados, cama de alvenaria. Sim, eu havia decidido que queria ser o homem mais gordo do Brasil. Ruth se esforçava bastante para isso. Decidimos viver afastado e dividindo em fóruns fetichistas a nossa rotina. Nessa fase eu já estava com 290 quilos. Era intenso, era excitante. Eu andava com alguma dificuldade. Minha genitália já era oculta há algum tempo. Uma massa de gordura cobria tudo. Meu café da manhã eram 10 pães recheados de embutidos dos mais variados. Pães doces, achocolatados.. em um cálculo básico, eu me alimentava com 12 ou 15 mil calorias diárias.
Iniciamos uma criação de conteúdo nossa página começou a bombar a nível mundial.
2026. Atingi os 370 quilos. Admito que a minha vida não era fácil, mas eu me sentia importante. Minha vida era inteiramente filmada. Meus conteúdos eram mostrando a minha dieta sendo o ponto alto, o tudo de alimentação onde eu engolia oor meio deste um “Milk shake” ultra calórico de 7 mil calorias. Uma vez por semana Ruth me masturbava para as câmeras. Eu, já 95% do dia acamado e com a ajuda de respirador, tinha as minhas penas levantadas e apoiadas em um suporte com ajuda de faixas, minha barriga era erguida. Minha virilha hoje em dia tinha uma massa gigantesca de gordura, assim como minhas pernas contavam com gigantescas sacolas de banha. Ruth, dedilhava o orifício de onde era o meu penis para tentar acessá-lo. Com a ponta dos dedos ela tinha algum acesso a minha ereção e com movimentos de masturbação, ela conseguia me fazer gozar. Era excitante que um homem de quase quatrocentos quilos ainda conseguisse ter uma atividade sexual.
Eu quero atingir meia tonelada de peso. Eu espero que consiga!
belisco