Milena é uma loira de 42 anos, casada e tem dois filhos. Olhos castanhos, seios médios, uma bunda pequena, uma boca fina e deve ter aproximadamente 1,70m.
Era uma sexta-feira a tarde quando aconteceu de ela passar na nossa casa para apresentar o projeto de arquitetura dos cômodos e depois de tudo acertado ela disse que precisava ir na obra para tirar algumas medidas e perguntou se teria alguém lá ou se a gente poderia ir junto. Como os pedreiros só trabalhavam até sexta-feira de manhã, falei que poderia ir junto, mas minha esposa não poderia, pois tinha que terminar um trabalho e ficou em casa.
Fomos cada um com seu carro até a obra, não era muito longe da nossa atual residência e lá chegando realmente a obra estava toda fechada, não tinha ninguém. Abri o cadeado que prendia uma corrente que segurava dois tapumes como se fossem uma porta e logo ela já foi tirar as medidas que precisava.
Começamos a conversar sobre o projeto, ela ia anotando algumas coisas, fomos falando sobre outras coisas e fui reparando cada vez mais no seu corpo. Ela estava muito linda com um vestido verde, com tênis branco, unhas vermelhas e um batom rosa bem claro quase da cor da pele. O seu cabelo estava amarrado estilo rabo de cavalo e dava pra ver a marca da calcinha no vestido.
Fui ficando cada vez mais excitado e aos poucos fui chegando mais perto dela até que quando estávamos no que seria a cozinha não me aguentei e falei que ela estava muito linda e que gostava muito do trabalho que ela vinha fazendo. Ela ficou vermelha e só agradeceu dando uma risadinha. Mais um pouco de conversa fora sobre a obra, casamento e tal, e ela começa a falar então que as coisas com seu marido não estavam lá muito bem. Que ele reclamava que ela trabalhava muito, não tinham mais tempo junto, quando estavam em casa ele só quer jogar no computador e como é cansativo ser mãe mesmo os filhos já sendo mais velhos. Deixei ela falar por um bom tempo sem dizer nada até que ela parou e ficou de costas para mim.
– Desculpa, não sei porque falei tudo isto – disse ela.
– Tudo bem, acho que você só queria colocar pra fora mesmo – eu disse, me aproximando dela, ficando quase colado.
Então coloquei uma mão em seu ombro e a outra na sua barriga. Ela não fez resistência alguma e segurou minha mão que estava na barriga e virou para mim. Nos olhamos e nem foi preciso dizer nada, nos beijamos com gosto, um beijo de língua bem demorado. Ficamos algum tempo assim, passando as mãos uns nos outros. Somente apertos na barriga, nos braços, um pouco de mão no cabelo e rosto.
– Isso é errado – ela disse quando finalmente paramos de nos beijar.
– Sim.
E voltamos a nos beijar, mas agora as mãos já estavam mais soltas. Eu já pegava na bunda dela, ela passava a mão pelo meu pau duro e minha bunda. Me puxava mais pra perto, mordia meus lábios e foi soltando meu cinto, fazendo que minha calça jeans ficasse no chão. Antes mesmo que pudesse me arrumar, ela se ajoelhou na minha frente, baixou minha cueca e começou a me chupar. Chupava com vontade, às vezes olhando pra mim e às vezes com os olhos fechados. Segurei sua cabeça pelo rabo de cavalo e dei uma forçada pra ir mais fundo. Ela deu uma tossida mas acabou botando mais na boca.
– Chupa vadia, passa bem a língua no meu pau vai, deixa ele bem babado pra eu te foder.
Ela aumentou o ritmo depois que falei isso, mas não queria gozar assim, então tirei meu pau da boca dela e fiz sinal pra ela ficar de pé. Nos beijamos de novo e abri o zíper do seu vestido, deixando ele cair nos pés dela também. Ela estava com sutiã e calcinha preta. Tirou os tênis chutando eles pro lado e aproveitei pra fazer o mesmo e já tirei a camisa. Agora estava totalmente pelado e ela de sutiã e calcinha.
– Fica pelada pra mim – falei dando dois passos pra trás.
Ela tirou o sutiã bem devagar e jogou no chão ficando só de calcinha.
– A calcinha também. Quero ver essa buceta antes de meter nela.
Me provocando ela ficou de costas e foi tirando bem devagar, então levantou um pé, depois o outro e jogou a calcinha nos meus pés e ficou de costas.
Colei nela, com meu pau roçando sua bunda e botei minhas mãos nos seus seios beijando seu pescoço. Ela soltou um gemido baixinho, pedindo pra eu continuar. Então levei uma das mãos na sua buceta e comecei a tocar uma pra ela, bem devagar. A buceta dela tava encharcada, já bem aberta e foi bem fácil achar o clitóris. Fiquei passando os dedos ali por um tempo e ela foi gemendo e se contorcendo. Ainda não tinha enfiado meu pau nela, tava ainda roçando a bunda, mas já tava soltando muita baba, não tava mais me aguentando.
Botei ela de costas em uma parede rebocada ficando de frente pra mim e enfiei meu pau em sua buceta de uma só vez. Como sou mais alto, ela ficou na ponta dos pés, mas fomos nos arrumando e logo já estava dando umas boas estocadas nelas. Ela gemendo gostoso, intercalando alguns beijos e olhada nos olhos.
Alguns minutos assim e ela disse que estava cansando muito ela.
– Vamos lá naquele colchão – disse ela.
Em um dos quartos tinha um colchão de solteiro jogado no chão, provavelmente algum pedreiro usava pra dormir depois do almoço. Fomos pra lá e ela nem se importou com a sujeira, deitou de barriga pra cima abrindo bem as pernas, deixando sua buceta lisinha bem a vista e me puxou. Caí em cima dela já penetrando de novo.
– Agora sim, bem melhor. Me fode agora, me come gostoso, enfia esse pau bem fundo em mim. Ahhhh, isso, assim…
Nós dois estávamos com muito tesão, o cheiro de sexo tava bem forte, além dos nossos corpos suados juntos. Chupava os seios dela sentindo o suor dela, metendo sem parar. Ela gostava de pegar no meu peito e no meu cabelo.
Não estava aguentando mais e fui aumentando o ritmo. Tava muito bom, mas precisava gozar. Ela percebeu e pediu pra não gozar dentro, porque tinha receio de engravidar.
– Quer onde então?
– Na cara.
Achei que ela fosse mais certinha, mas saber que ela queria minha porra na cara dela me excitou mais ainda. Dei mais umas bombadas, tirei meu pau da sua buceta e apontei ele pra cara dela, soltando os jatos de porra quente. Ela lambeu o que conseguiu e dei um beijinho nela ainda e com o dedo empurrei o resto pra sua boca.
– Nossa como eu tava precisando disso, disse ela.
– Eu também, falei abraçando ela.
Ficamos abraçados uns 5 minutos e nos levantamos pra se arrumar e ir embora.
educontador