O vendedor de bala novinho e pentelhudo (1/3)

Tinha acordado cedo, por isso já estava morrendo de fome às 11h da manhã. Como estava numa área com bastante comercio e barracas, resolvi aproveitar e procurar uma lanchonete pra comer alguma coisa rápida, talvez um joelho com guaracamp. Encontrei uma chamada Recheio, próxima a estação de trem, e os salgados pareciam muito gostosos. Entrei, pedi um e me direcionei a uma mesa no canto pra comer.
Não deu nem 10 min apareceu um moleque baixinho, devia ter em torno de 1,65 a 1,70 no máximo, e estava vestido apenas com uma bermuda tactel estilo surfista. Ele me pediu um trocado e eu realmente não tinha, quem anda com moeda ou notas hoje em dia? Perguntei se ele queria comer ou beber alguma coisa e ele aceitou. Pedi pra que ele fosse escolher e, de longe, disse ao rapaz do balcão que eu iria pagar pra ele.
Depois de escolher o salgado e pedir o refresco eu fiz um sinal pra que ele viesse e sentasse comigo pra comer...
- Tem certeza? Geralmente as pessoas não querem a gente por perto. Eu queria um trocado pra comprar uma caixinha de bala, eu vendo no sinal. - Disse ele, entre uma mordida e outra.
- Claro, senta aí! Come com calma, eu te pago outro se quiser comer, fica tranquilo. Quantos anos cê tem? - Perguntei tentando puxar assunto e tranquilizar o moleque.
- 19, acabei de fazer.
- E tu faz o que da vida, além das balas? - Eu tentei manter um assunto, mas confesso que não estava prestando muita atenção verdadeira, era mais um passa tempo do que um interesse real em saber do que ele estava falando.
Até esse momento eu não tinha reparado muito nele. Terminamos de comer e eu iria pegar mais um pra mim, ofereci um pra ele, que aceitou prontamente. Disse que iria no banheiro antes, mas pedi ao rapaz do balcão pra trazer mais dois salgados e uma coca 600.
- Caramba! Coquinha é papo de rei, cê é dahora tio! - Disse ele, empolgado e com um sorriso cativante no rosto. E foi aqui que uma chave virou na minha mente.
Ele era muito bonito, além de um gostosinho. Mas o olhar, a simetria no rosto, o sorriso safado, o contorno dos lábios. Ele era realmente muito bonito! Se tivesse um pouco de grana, talvez condições melhores na família, certamente seria modelo, desses alternativos que fazem ensaios pra marcas e empresas do universo da moda urbana. Fui ao banheiro, e pra minha surpresa, enquanto estava mijando no mictório aberto, daqueles de metal, ele chegou do meu lado e disse que precisava aliviar um pouco pra dar conta da coquinha, e soltou um riso. Eu, que a essa altura estava extremamente curioso com o que poderia ver ali, sorri olhando pra ele e disse um simples "sei como é, rs". De maneira disfarçada eu olhei pro pau dele enquanto guardava o meu e pude notar muitas coisas interessantes.
Mesmo mole parecia ser grande, chutaria que não teria menos de 17cm quando duro, e devia ficar grossa. Era do tipo macia e mesmo naquele estado parecia pesada, do tipo que enche a mão. Era uncut e a pele cobria bem a cabeça. E a pentelhada, aah a pentelhada. Quando ele chegou e começou a mijar eu senti mesmo um cheirão bom crescer no ar, cheiro de pica, de macho. Agora entendia o porque.
Estava na pia, lavando a mão - ou fingindo que lavava - enquanto resolvi continuar o assunto da mesa pra justificar uma demora em esperar por ele. Olhava pelo espelho aquela cena linda dele parado, com uma mão na cintura e outra no pau, de costas. Umas costas largas, com alguns músculos aparentes. Eu já estava duro, e o pau chega pulsou quando ele começou a sacudir e, lentamente, se virou de lado com o pau meia bomba, balançando quase me oferecendo, com um sorriso de canto de boca, e em seguida guardando o pau no short. Chegou perto de mim e, sem lavar a mão, repousou ela o meu ombro dizendo "vamo?" e eu, paralisado - com exceção do meu pau que pulsava freneticamente na bermuda - só concordei com a cabeça e segui ele banheiro a fora.
De volta no salão, me adiantei em pegar o salgado no balcão junto com a coca e voltei pra mesa. Sentei e ele quem puxou o assunto dessa vez.
- Desculpa, você parece ter ficado um pouco desconfortável. Eu achei que você estava querendo isso... - Ele disse como se quisesse se justificar, e pareceu realmente arrependido.
- Ta tudo bem. Eu não tava pensando muito nisso, e eu realmente fiquei um pouco surpreso.
- Geralmente é assim que acontece. Um homem simpático resolve me ajudar, em troca de alguma outra ajuda. Achei que a ida ao banheiro fosse alguma deixa...
- Não, eu realmente precisava. Como eu falei, não tava pensando nisso até ir ao banheiro. Você é muito lindo, sabia?
- As vezes me falam isso mesmo. Mas eu to largadão agora..
Falamos algumas amenidades, ele me contou algumas coisas pessoais sobre ele, e eu falei um pouco de mim também. Quando eu disse que precisava ir e iria pagar, ele mandou na lata:
- Então, mas sobre aquilo, você gostou, né? Eu vi que 'ele' acordou. - Disse ele, desviando rapidamente o olho na direção do meu pau e voltado a olhar no fundo dos meus olhos.
- De você? Sim! Eu disse, você é muito lindo mesmo.
- Não ta afim de brincar?
Aquilo me animou e eu pedi pra ele esperar. Paguei o lanche e chamei ele. Comprei uma camisa do outro lado da rua, dei pra ele usar e levei ele pra uma casa de pegação que fica próximo da lanchonete, na mesma calçada um pouco mais a frente. É um espaço pra pegação masculina, tem cabines, darkroom, salas de vídeo, fumodromo, e o pessoal todo se pega sem problemas.
Ele nunca tinha ido, na verdade disse que nem sabia que tinha um motel ali.
- Aqui não é um motel, você já vai entender. - E dei uma piscada pra ele.
Assim que atravessamos a porta que sapara o mundo de careta daquela maravilha sexual ele me olhou, e abriu um sorriso.
- Caramba, nunca imaginei que seria tão fácil ter prazer por aqui. Que lugar foda!
- HEHEHE, e ta vazio ainda, daqui a pouco enche mais.
- A gente pode ficar até que horas? Quanto tempo você pegou?
- Aqui não é um motel, eu disse. Com a entrada a gente pode ficar até fechar, e fecha as 21h. Ele acabou de abrir, e eu não tenho nada pra fazer, você tem?
- Não também.
- Então temos até as 21h - disse rindo e dando um tapinha no ombro dele.
Durante esse pouco tempo, havíamos ido até o fumodromo, já com umas cervejas na mão. Fumamos um cigarro e tomamos umas cervejas, e o clima foi ficando mais descontraído entre a gente. O espaço realmente estava muito vazio, então a gente tava mais se enturmando entre nós do que com outras pessoas. Perguntei se ele era hetero - sabendo que não, no mínimo bi, mas sabe como são esses moleque de hoje em dia - e pra minha surpresa ele disse que não, que achava que era bi porque gostava de uma menina, mas que até hoje só tinha feito sexo com homens.
Eu já tava um pouco mais de boa com ele, já estava brincando com aquela rola por cima da bermuda e o safado ainda estava sem cueca. O cheirão de pinto tomando conta do espaço, e eu resolvi que já era hora da gente começar a putaria. Puxei ele pelo pau que já estava latejando e levei até uma cabina com cama.
- A gente vai curtir muito, com muita gente, mas eu quero só você agora. Quero ver o que tu gosta de fazer.
Ele deu uma risada e me jogou contra a parede, me tascou uma beijão e chegando próximo do meu ouvido sussurrou:
- Eu quero muito que tu me domine hoje, mas antes quero te mostrar como eu gosto. - E então afastou um pouco o rosto do meu, segurou meu queixo como quem estava assumindo o controle.
Em seguida me deu um tapinha na cara com força o bastante pra um estalar alto.
- Bora, joelho no chão. Quero que tu cheire minha rola! Curte cheirão de macho?
- Sim - Foi tudo o que pude dizer enquanto me ajoelhava e, de forma rápida, enfiei a cara naquela bermuda marcada com a rola dele.
Eu estava certo, era grande, grossa, e parecia macia. Ele arriou a bermuda e me bateu com o pau na cara, me fez cheirar cada centímetro daquela rola, e enfiou meu nariz na mata de pentelhos que ele tinha.
O pau babava e ele me xingava de tudo que é nome, me mandava chamar ele de senhor, de meu macho, e dizia que ele iria me engravidar hoje.
Depois de deixar meu rosto melado e minha barba impregnada com o cheirão daquele saco e ele enfiou aquela rola na minha boca e começou a foder ela como se fosse uma xota. Um fio grosso de baba já jorrava pelo meu queixo e ele não parava de socar. As vezes tirava tudo e me deixava respirar um pouco, mas em seguida voltou a me foder a garganta com maestria.
Eu não tinha nem tirado o pau pra fora das cauças, mas podia sentir ele pulsar e já estava doendo, mas eu estava entregue àquele macho novinho que sabia muito bem o que estava fazendo. Nem parecia o moleque educado e quieto que eu vi poucas horas antes. Ali ele era um macho, poderoso e dominador.
Ele me mandou tirar toda a roupa e ficar de quatro na cama. Eu fiquei um pouco apreensivo dele sair metendo de qualquer jeito e me machucar, mas o tesão tomando conta da situação me deixou sem condições de falar nada, apenas me posicionei e aguardei o que viria em seguida.
Pra minha surpresa ele deu um tapão na minha bunda e disse:
- Que delícia! Um macho que tem cu de macho, peludão. - E já caiu de boca.
Eu devia ter morrido e entrado no paraíso, ou de repente eu estava numa maré de muita boa sorte, não sei, até me perguntei se aquilo era um sonho. Que moleque safado, gostoso e dominador era esse. Ele chupou meu rabo como nunca haviam chupado antes, e eu estava completamente relaxado. Não sabia nem dizer quantos dedos ele estava usando pra brincar com meu cu, mas eu só sentia prazer. Ele então subiu na cama e se posicionou pra me enterrar aquele maravilha de rola. E como se não pudesse ficar melhor, ele pisou na minha cara com um pé lindo, me fazendo lembrar que ali eu não era nada além de propriedade daquele macho.
Naquela tarde ele me fodeu em todas as posições que você consegue imaginar, e talvez algumas que nem lhe passem pela cabeça. No fim ele me pôs de frango na cama, entrou no meio das minhas pernas enfiando aquela rola e se curvou, olhando nos meus olhos ele disse
- Agora eu vou te engravidar, e mais tarde tu ainda vai tomar meu leite na boca, minha putinha tem que ficar marcada pra lembrar que o macho dela sou eu.
- Sim Senho, meu macho, me dá teu leitinho no meu rabo, me faz teu viadinho, tua putinha particular.
- Isso, pede mesmo! Abre a boca! - Disse ele, e em seguida me deu uma cuspida na boca.
Eu estava no paraíso! Definitivamente eu tinha sido arrebatado e aquele ali era o anjo do prazer. Eu estava completamente entregue enquanto sentia as estocadas fundas e ritmadas que ele dava, ouvir seu saco batendo na minha pele me fazia entrar num transe difícil de descrever.
Ele se curvou sobre mim, cravando fundo a pica no meu rabo e me tascou um beijo, profundo e forte. O pau pulsava dentro de mim, e o meu próprio pau dava sinais de que iria gozar a qualquer momento. O peso e a fricção da barriga dele contra a minha prendendo meu pau foi o suficiente pra ele explodir em porra, molhando nós dois inteiros na região da barrida e do peito.
Ele me olhava, agora com o mesmo olhar de antes, de moleque safado e arteiro, mas doce e alegre. Riu e disse:
- Parece que você gostou bastante.
Mas eu não tinha palavras, eu tava em êxtase completo com ele em cima de mim, e aos poucos senti sua rola escapar de mim. Chamei ele para o banheiro, a gente precisava se limpar.
No caminho vimos que o espaço já havia enchido bastante. Encontrei alguns conhecidos já do espaço, e pude ver que ele estava maravilhado com a putaria generalizada daquele lugar.
Depois da gente tomar banho, saímos e eu levei ele até a sala de vídeo, mostrei o darkroom no final do corredor e disse:
- Vou fumar um cigarro, pegar uma cerveja, e vou deixar uma paga no numero da sua pulseira, depois cê pega se quiser. Vai curtir o espaço, se divertir. Mas lembra que você é meu, e eu ainda vou querer te mostrar como eu faço as coisas também.
Ele me olhou nos olhos e se aproximou de mim. Me deu um selinho e disse "Sim senhor, meu pai".
Filho da puta! Ele sabia mesmo me deixar de pau duro. Eu fui fazer o que havia dito e deixei ele curtir um pouco.
O que aconteceu depois eu conto outra hora pra não demorar muito aqui, mas ainda brincamos muito, final, até as 21h o paraíso ficaria aberto.

(Foto o mais próximo de como ele era. Só um pouco mais magro, e menor em estatura. Obviamente não tava com a prancha tb, mas acho que não precisava dizer isso, né?)

Foto 1 do Conto erotico: O vendedor de bala novinho e pentelhudo (1/3)


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Nome do conto:
O vendedor de bala novinho e pentelhudo (1/3)

Codigo do conto:
263596

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/06/2026

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