DURANTE A PANDEMIA, FUDENDO NAS DUNAS DE GENIPABU

O mundo lá fora havia parado, mas o sangue nas veias de Cláudio ainda obedecia ao ritmo das marés. Em meio ao isolamento forçado da pandemia, as dunas de Genipabu estendiam-se como um corpo monumental, virgem de turistas, vasto e cúmplice. O vento soprava um sal grosso que parecia purificar a atmosfera antes da profanação.

Ela se ajoelhou com uma submissão insolente. O contraste da pele bronzeada contra a brancura ofuscante da duna era uma provocação que o silêncio do mundo só fazia amplificar. Cláudio libertou o seu cacete, latejante e autoritário, sentindo o choque do vento salgado. Ela o envolveu com a boca, uma caverna úmida e faminta que trabalhava com a técnica de quem quer extrair a alma pelo membro. A sucção era profunda, rítmica, acompanhada pelo olhar dela que buscava o dele, desafiando qualquer rastro de moralidade que ainda restasse no horizonte vazio. O risco de um turista ou de um pescador errante surgir no topo da duna era o tempero metálico, o gosto de sangue que a adrenalina traz à boca.
O ato de chupar ali, sob a luz implacável do sol potiguar e a iminência de um flagrante impossível, transformou o silêncio do mundo em uma vibração gutural.

Ato contínuo, o cenário mudou para a crueza de um tronco de cajueiro, uma madeira seca e retorcida que parecia um osso exposto da terra. Cláudio sentou-se na aspereza do tronco e, com um movimento violento, rasgou a simetria do biquíni dela para o lado. Ela montou-o com um impacto seco. Luci cavalgava com uma fúria animal, quicando e rebolando no cacete, os peitos balançando livres enquanto ela rebolava e quicava sobre o cacete dele, enterrando-o até a raiz. O som da carne batendo contra a carne se misturava ao estalo da madeira velha.

— Me fode como se o mundo estivesse acabando hoje — ela sibilou no seu ouvido, a voz rouca de desejo e salitre.

Ele a virou de frente, colando os peitos dela contra o seu peito suado. A penetração anal foi descartada pela urgência da buceta que o sugava como um vácuo. Ele a penetrou com estocadas brutas, sentindo as paredes dela se contraírem em espasmos de puro prazer. Era uma foda técnica e desesperada, uma luta de peles onde a areia grudada nos corpos servia como um esfoliante natural, aumentando a sensibilidade ao nível da dor. Cláudio a possuía de frente, sentindo a buceta engolir cada centímetro do seu membro com uma pressão que desafiava a anatomia. O prazer não era apenas carnal; era a afirmação da vida contra a sombra da morte que rondava as cidades. No ápice, ele a inundou com a sua porra quente, sentindo o calor da ejaculação se perder na umidade absoluta dela.

No clímax, o tempo parou. Cláudio sentiu a buceta dela pulsar em um abraço desesperado enquanto ele a inundava com jatos de uma porra quente e espessa, um transbordamento que parecia selar o pacto de sobrevivência deles. Ela desabou em seus braços, o coração batendo como um pássaro encurralado, enquanto o sêmen escorria pelas coxas dela, misturando-se à areia de Genipabu.

Minutos depois, ainda trêmulos, eles tiveram tempo de se recompor e desceram em direção ao oceano ainda marcados pelo cheiro do sexo. O mergulho no mar não foi apenas um banho; foi uma purificação necessária para quem acabara de profanar o deserto com a verdade mais absoluta da carne.

FIM

CURTAM E COMENTEM.

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Comentários


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sresrafetiche Comentou em 04/06/2026

Muito obrigado pelo comentário e voto.

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lucasemarcia Comentou em 04/06/2026

Simplesmente SENSACIONAL! Transar em um lugar paradisíaco, com um tesão explodindo, não tem preço! Parabéns. Bjos, Ma & Lu




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Ficha do conto

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Nome do conto:
DURANTE A PANDEMIA, FUDENDO NAS DUNAS DE GENIPABU

Codigo do conto:
263682

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/06/2026

Quant.de Votos:
5

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2