Depois de um papo perdido com alguns caras, finalmente achei uma foda em potencial, o cara tinha o perfil discreto e sem foto, ele insistiu em não mostrar o rosto e não perguntou sobre o meu, mas depois de conversarmos um pouco enviei minhas fotos de corpo e nudes e ele me mandou as dele, fiquei mais animado, era um paizão forte do peito peludo, rola grossa e cabeçuda.
Sempre fui um cara meio fetichista e que gosta de sair um pouco do óbvio, então perguntei a ele se tinha fetiches, e ele ficou bem empolgado em me dizer que tinha um que queria realizar: deixar a porta aberta, pra me esperar e me fuder estando vendado.
Aquilo me deixou bem excitado, nunca havia feito isso, mas já tinha visto a situação em muitos pornôs e parecia demais, (apesar de geralmente ser o passivo que esperava a rola - o que eu era louco pra tentar também) aquele mistério e o anonimato despertavam um tesão selvagem em mim, então aceitei.
Ele me disse também que tinha um tesão enorme em ter o putinho sentando na cara dele, pra meter bem fundo a língua no cuzinho, e me pediu pra fazer isso também, o que não seria nenhum sacrifício, já que isso deixa qualquer passivo maluco.
Então terminamos de combinar os detalhes e ele me mandou o endereço, prédio e n° do apartamento, e em menos de 15 minutos estava lá, com o coração acelerado e ansioso, ele me liberou na portaria e logo subi.
Chegando no andar dele me dirigi a porta e realmente estava destrancada, entrei e estava tudo silencioso, tranquei a porta e o avisei por mensagem - como ele havia instruído anteriormente - e fui pro quarto dele.
Entrando lá já me deparei com a visão maravilhosa daquele macho relaxado, vendado na cama com a piroca grossa já dura e empinada, implorando por atenção.
Me aproximei sem dizer uma palavra e sem perder mais tempo abocanhei aquele mastro e mandei ver, rancando gemidos altos do meu macho, o que me dava mais tesão ainda, matei minha fome de piroca e mamei até o talo, até a mandíbula doer, engasgando e sem deixar as bolonas dele de fora também, que eram igualmente deliciosas.
Ele não ficou parado e também explorou meu corpo sem timidez, passeando pela meu peito, cabelo, acariciando meu rosto até ir pra mimha bunda, apertando e dando tapas.
Tirei a pica dele da boca e continuei punhetando enquanto aproveitava o resto do corpo daquele paizão também, mordi e chupei o abdômen, o peito forte e peludo e as axilas levemente suadas até chegar na barba curta e grossa, típica de homem maduro, brinquei com a clavícula e a mandíbula dele, roçando suavemente e deixando beijinhos bem suaves pra atiçar ele ao máximo.
Depois de muito provocar ele, finalmente subi em cima dele, encaixei o quadril no pauzão duraço e afundei nos lábios dele, num beijo molhado, lento e intenso.
Ele agarrou minha bunda novamente, forçando contra ele e fazendo um movimento de vai e vem, com o pau roçando na minha entrada, enquanto eu agarrava o rosto dele, puxando pra um beijo mais profundo ainda.
Ele molhou a mão e começou a brincar com meu cuzinho, arrancando um arrepio com a sensação, gemi alto e aí que ele ficou mais animado, foi circulando minha entrada com os dedos grossos e brutos.
Depois me uns minutos ele me afastou e pediu pra chupar meu cuzinho, lembrei do pedido dele e sentei na cara dele, abrindo bem o rabo pra ele mandar ver, e porra, ele realmente mandou ver, linguou meu cu com uma maestria que me fez revirar o olho de tesão. Rebolei bastante na cara dele, e aproveitei pra dar mais uma chupada no caralhão grosso dele, ficamos nesse 69 por mais alguns minutos até que finalmente ele se levantou da cama, ainda vendado e pediu pra eu ficar de 4.
Empinei a bunda na beirinha da cama e ele se agachou, chupou meu cu por mais um breve momento até começar a encaixar o pau na minha entrada, ele pincelou a cabeçona e foi forçando levemente, a pica dele era grossa, então doeu um pouco, mas nada insuportável, meu cuzinho já tava relaxado e bem molhadinho, o que deixou a sensação bem mais gostosa assim que o desconforto passou.
Ele segurou minha cintura e logo começou a bombar bem gostoso, provocando gemidos altos de nós dois, ele agarrava meu cabelo, batia na minha bunda, me dominando completamente feito um macho de verdade, em certo momento, ele me levantou e me segurou pelo meu pescoço, me enforcando e falando as putarias mais sujas e safadas no meu ouvido, fiquei completamente fraco com aquela pegada, e deixei ele me devorar do jeito que quisesse, só queria ficar ali por horas dando prazer pra aquele homem.
Continuamos por um tempo até que pedi pra cavalgar ele, eu tava quase gozando e ele falou pra esporrar no peito dele, nos posicionamos e encaixei aquela tora grossa no meu cuzinho já relaxado e melado, entrou bem gostoso e fácil e logo comecei a rebolar com vontade nele, não demorou muito pra ele começar a se contorcer e gemer mais alto e grosso, dizendo que ia gozar, pisquei o cuzinho e sentei com mais força ainda só pra terminar de provocar ele, e logo ele agarrou minha bunda e socou a rola bem fundo em mim, urrando de prazer, consegui até ver as veias do pescoço marcando.
Logo logo eu também já tava esporrando nele, deixei uns 5 jatões de porra bem grossa no meu macho e desabei ao lado dele, os dois ofegantes e satisfeitos.
Já tava pronto pra sair vazado dali, quando ele me pediu pra deitar ali com ele e descansar um pouco, me aninhei com ele na cama, ainda estávamos suados e melados, mas sentir os brações de homem me apertando e o corpo quente dele contra o meu me deixou completamente desarmado. Trocamos muitos beijos e carinhos, fiquei surpreso até com a delicadeza e o cuidado que ele tinha, apesar da imagem de bruto e rústico.
Ele finalmente retirou a venda e conversamos por um tempo, até cairmos no sono e acordarmos com um leve incômodo da porra já seca no corpo. Tomamos um banho juntos e me despedi dele, totalmente satisfeito com aquela tarde incrível com esse paizão.
Infelizmente nunca mais o vi, mas ainda me rende várias punhetas lembrar desse dia.
De fato, uma situação diferenciada mas bem excitante. E a forma como descreveu deixa ainda mais prazeroso, ótimo conto!