Caseiro amante

Meu nome é Érick, 21 anos e moro numa cidade de porte médio no interior de Santa Catarina, sou filho unico modéstia à parte sou bonito, loiro, olhos verdes, traços suaves quase femininos e puxei minha mãe em todos os aspectos. Meu pai é dono de uma transportadora, um homem rústico e vive me cobrando masculinidade, eu tento ser o que ele quer que eu seja mas eu não consigo, à noite no silêncio do meu quarto tranco a porta fico pelado me admirando de fronte ao espelho, tenho tesão pela minha própria bunda que é vermelha e arrebitada, bato punheta com um salame envolvido em 2 camisinhas enfiado no cu, gozo horrores e sonho algum dia presentear meu rabo a um macho roludo de verdade. Aconteceu! Há dois meses quando meu pai me disse:- Érick você vai pro sítio passar um tempo com o seu Tião, vai te fazer bem, vai aprender consertar cercas e lidar com os animais. Eu sempre submisso concordei sob os protestos de minha mãe que disse:- filho me ligue todos os dias, se não gostar eu resolvo com seu pai. Arrumei minhas coisas joguei na pickup e peguei a estrada, cheguei no começo da tarde. Seu Tião estava alimentando as galinhas, homem por volta dos 50 anos, viúvo, atarracado forte como um touro, negro, rústico e antes de cumprimenta lo senti arrepios ao ver aquele macho peludo, suado e sem camisa exalando o cheiro característico de homem bruto me deixou com as pernas enfraquecidas, quando apertou minha mão fina com aquela mão calosa pelo trabalho árduo senti uma onda de excitamento me envolver e ele disse:- patrãozinho seu pai disse pra que eu não desse moleza pra você que era pra eu ensinar algumas coisas pra você! Eu já mais à vontade respondi:- sabe seu Tião eu não quero fazer nada só quero que você me ensine a montar e quando ele ligar você diga que eu estou aprendendo, tá bom?- você quer que eu perca meu emprego?- não só quero que você me ajude, não nasci pra isso. Ele assentiu e sorriu. - vou trocar de roupa e tomar um banho de cachoeira! Tá bom, mas você não pode ir sozinho, sou responsável por você!- Nossa! Já não chega meu pai? Disse sorrindo. Fui me trocar e voltei todo solto vestindo um short de Lycra expondo minha bunda empinada só para provocar e sentir a reação do Tião. Descemos a estreita trilha que levava a cachoeira e ao chegar tirei o short deixando minha bunda à amostra, nunca me senti tão livre, pelo canto dos olhos percebi que Tião não tirava os olhos de mim, mergulhei no poço não muito profundo e fingi dificuldades, Tião veio em meu auxílio e me pegou por trás com suas mãos fortes, senti o volume encostado na minha bunda nua. Ele num gesto paternal disse:- você vai me dar muito trabalho, vamos pra casa, vou preparar algo pra você comer e descansar tenho algumas coisas pra fazer, amanhã vou encilhar um °
manso pra ensinar você a montar, pode deixar que não vou contar nada pro seu pai. Sabia que a cumplicidade já havia começado. Acordei ao cair da noite ouvindo os grilos e o cocar dos sapos quando ouvi passos em direção ao quarto, sabia que era ele, fingi dormir, estava peladinho expondo toda minha intimidade e ele aproximou se e perguntou:- patrão patrãozinho acorda, fiz um caldinho pra você. Eu fingindo disse:- num quero, fica um pouquinho aqui não estou acostumado com esses barulhos, segura minha mão, tenho medo vamos conversar até eu dormir. Ele já afoito disse:- conversar o quê:- como você você vive sem mulher num lugar desse?- vivendo menino a vida é assim. Apertei sua mão e arrisquei dizendo:- você faria amor com um menino como eu?- perdeu o juízo rapaz?- não, você sabe seu que você me quer, tira a roupa e deita aqui. - estou suado! É assim que te quero suado cheirando a macho. Com os olhos semi cerrados ouvi ele tirando a roupa freneticamente, eu sabia que ele me desejava senti suas mãos calejadas e trêmulas me acariciando, pedi a ele pra deitar de costas e sentei me em suas coxas grossas com a imensa rola em riste, grudei minhas mãos delicadas em seus cabelos grisalhos e crespos e comecei a beija-lo, nossas línguas se entrelaçaram,sentia sua pica melada roçando minha barriga, fui descendo lambendo seu corpo e suor, ele me chamava de "minha menina" eu sorvia o suor e lambia o corpo carente por sexo, peguei sua pica que mal cabia na minha boca e comecei a chupar, ele urrava, grunhia e apertava minhas nádegas, o tesão aumentava quando ele anunciou que ia gozar, abri minha boca e recebi a esporrada farta na minha boquinha sedenta por leite macho, ele gozou profusamente e eu saboreei até a última gota, ele arfava e me chamava de menina, o contraste de nossa pele me excitava aínda mais. Em um gesto louco eu pedi pra ele me comer, fiquei de quatro mordendo a fronha esperando sua pica invadir minhas entranhas, senti suas mãos fortes e grossas segurando minhas ancas e a cabeça melada pincelado a portinha de trás com carinho, nunca havia sido penetrado por um macho, o prazer foi indescritível, a rola foi entrando devagarinho e minha buceta aceitando até eu sentir suas bolas cabeludas roçando minha bundinha. Ele arfando dizia:- QUE BUNDA MARAVILHOSA VOCÊ É UM TESÃO MEU AMOR,BUNDA LINDA OU ESPÓRRAR DENTRO DELA, VOCÊ É MINHA MENINA VÔ GOZAAAAA TÔ GOZANDOOOOOO MINHA PUTINHA!!! Eu gozei sem tocar no pinto. Metemos a noite inteira, foda em cima de foda. Tião se tornou meu amante. Fiquei 2 meses no sítio e volto lá todas as semanas pra aprender lidar com os animais, o animal que eu mais gosto é o Tião, ele me enche de rola e prazer e meu pai acha que eu tomei gosto pela vida rural, realmente tomei,??

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Comentários


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henri_cuzasso Comentou em 06/06/2026

Amei! Macho assim que eu gosto... aprendi a gostar de pau com um caseiro, feito o Tião. Saudade...




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vagabundo2

Nome do conto:
Caseiro amante

Codigo do conto:
263821

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/06/2026

Quant.de Votos:
3

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0