Um dia eu conto como comecei a comer essa mulher. O ponto aqui é que a Cristina é uma safada de marca maior, infiel até a alma, e é exatamente isso que me deixa maluco nela. Ela adora pagar de mulher conservadora, dona de lar, mas a verdade é que ela morre de tédio com qualquer otário que resolva assumir um compromisso com ela. Tem alma de piranha, não adianta.
No domingo passado, o circo pegou fogo na casa dela. Ela quebrou o pau com o marido e, adivinha? Veio direto pro meu barraco. Ela não queria conversar, não queria chorar no meu ombro. Ela queria pau.
Quando ela entrou, eu nem dei tempo de papo furado. Aquela pose de mulher culta e santinha cai junto com a calcinha dela. Ali na minha frente ela vira um bicho. Começou a implorar, com aquela voz de puta, pedindo pra eu meter o pau nela de qualquer jeito. É uma hipocrisia do caralho, mas o tesão dela tá justamente aí: ela pira sabendo que tudo aquilo é errado. Pira em saber que tá traindo o marido, que tá dando pro amigo do filho, e principalmente que eu sou o dono dela ali dentro e vou deitar ela na porrada se eu quiser.
Ela chegou achando que eu ia dar corda pra ela desabafar, contar o que o corno fez ou deixar ela chorar as pitangas. Que mané ouvir história... esse papo de DR me dá é tédio. No segundo em que ela fechou a porta, eu já a grudei contra a parede, beijando a boca dela com força e puxando aquele cabelo com vontade. Ela até assustou com o tamanho da minha agressividade, ficou sem ar com a intensidade.
Fui arrancando a roupa dela no rasgão. Meu pau ficou parecendo uma pedra só de ver o estado em que eu deixo aquela mulher: a bicha já tava completamente encharcada, pingando, só por ser tratada por um homem de verdade.
Não perdi tempo. Joguei ela de joelhos no chão e mandei mamar. Que delícia de cena. Aquela boquinha de farmacêutica mal conseguia engolir a cabeça dos meus vinte centímetros, por mais que ela se esforçasse pra descer tudo. E puta casada que trai o marido merece o quê? Tapa na cara pra acordar.
Comecei a descer a mão na cara dela, sem pena, estalando a pele enquanto xingava: "Puta, safada, vagabunda...". Falei bem na cara dela que, já que ela gostava de enganar o otário em casa, ali ela ia ser tratada como a marmita que ela é. Pra fechar cuspi direto na cara dela, e mandei a puta ficar de quatro.
Virei aquela bunda enorme de quatro na cama, segurei os dois braços dela por trás com uma mão só e meti a pressão. O negócio foi violento. Dei tapa na cara dela de verdade, cuspi na boca dela e ela engolindo tudo, pedindo mais. Eu abusei mesmo, fiz de puta, tratei do jeito que ela gosta e que o marido frouxo dela nem imagina que existe.
Enfiei o pau com tudo no rabo dela. A carne batendo estalado, aquele barulho molhado de foda pesada tomando o quarto todo. Conforme eu ia descendo a lenha, ia dando uns tapas violentos naquela bunda branca, até deixar tudo vermelho, com a marca dos meus dedos desenhada na pele dela.
Ela chorava de tesão, revirava os olhos e falava no meu ouvido:
— Pelo amor de Deus... ninguém nunca me comeu desse jeito... morde meu pescoço, me destrói!
Eu pisei na cabeça dela, segurei pelo cabelo e só parei quando descarreguei tudo dentro daquele rabo guloso. No final, ela se vestiu, ajeitou o cabelo e voltou pra vidinha pacata dela, com o meu rabo marcado e o meu cheiro no corpo. Ela precisa daquela vidinha de comercial de margarina só pra ter o gostinho de vir aqui em casa ser minha puta.
Oie. Tudo do jeito que eu amo que façam comigo. Mas, como minha pele parece de algodão, de tão macia e branca, eu sairia toda coberta de marcas roxas, no mínimo. Rrrrss... Parabéns. Que garota de sorte. Bxos.