Recebi um zap de uma mulher – se identificou como Bel. Disse que a Vera, esposa do Diego, passou meu contato. Queria marcar um café para conversar. Na hora eu já saquei que seria coisa boa. Vera e Diego são frequentadores assíduos da minha cama, e como sempre digo: sou discreto. Só conto aqui, nomes trocados, vocês conhecem o esquema.
No dia marcado, fui ao café e fiquei pasmo com a beleza da Bel. Aparentava uns quarenta anos, muito bem cuidada – com certeza umas duas horas de academia por dia. Decote provocativo, saia curta que mostrava tudo o que eu queria ver.
Tentei quebrar o gelo falando dos amigos em comum, mas ela cortou:
— Não precisa. A Vera me contou tudo. Sei da sua fama de comedor de casais.
Direta. Gostei.
Ela estava ali para armar uma "brincadeira" para o marido. O plano inicial era simples: ela faria um pedido no Ifood, me receberia de lingerie, daria uma mamada para eu fingir que gozava, e o marido assistiria de perto, se acabando na punheta.
Até aí, nada demais.
Mas o que ela realmente queria era bem mais. E seria tudo surpresa para o Pedro (o marido). Bel contou cada detalhe com a calma de quem já tinha ensaiado aquilo na cabeça semanas antes. Quando terminou de falar, discretamente tirou a calcinha e colocou na minha mão.
Ensopada.
Eu guardei no bolso e sorri.
Sábado, o zap chegou. Peguei uma sacola, joguei uma garrafa de vodka e um clubsoda – pra disfarçar. Era perto. Uma casa com portão fechado. Parei a moto, toquei a campainha. O portão abriu.
Bel estava escondida atrás de uma parede, fazendo sinal para eu me aproximar. Fiquei deslumbrado: calcinha minúscula, sutiã branco, sandália alta vermelha. Tudo combinando. Ela me puxou para um lugar mais iluminado – proposital – para o Pedro ter visão perfeita de dentro da casa.
Sem perder tempo, ela pegou na minha piroca. Já estava dura.
— Não goza – sussurrou. – Ainda não.
Ela se abaixou, equilibrada no salto, e começou a mamar. Difícil não gozar. Segurei. Até aquele momento, Pedro achava que eu era um entregador de verdade.
Então ela parou. Ergueu a voz:
— Pedro, vem ver tua mulher fazendo mais um entregador gozar.
Ele apareceu da sombra do carro. Estava nu. Corpo atlético, depilado, mais gostoso que a mulher. E surpreendentemente perto.
Bel fingia que me chupava – mal se esforçava, só passava a língua de leve. E Pedro se acabava na punheta, achando que ela estava me devorando. Combinamos que eu não gozaria ali. Era uma encenação. Mas o tesão era real.
Ela se levantou e começou a chupar ele. Aproveitei para me livrar das roupas. Fiquei lado a lado com Pedro. Ele olhou para minha piroca – enorme – e sua expressão mudou. Vi o medo. Vi a curiosidade. Vi o desejo que ele mesmo não admitia.
Bel sabia da fantasia escondida dele: chupar uma piroca. Mas ele nunca aceitaria fazer por conta própria. Eu estava ali para resolver isso.
Tomei a iniciativa:
— Quer provar?
Ele disse "não". Um não tímido, mole, cheio de hesitação.
Mudei a tática:
— Então se importa se eu chupar você?
Ele hesitou. Depois acenou que sim, quase sem querer.
Bel me puxou rapidamente. Ali, na garagem, portão semiaberto, eu e a esposa dele ajoelhados dividindo a piroca do Pedro. Confesso que me diverti. O tesão cresceu, principalmente vendo a cara de satisfação da Bel – ela estava no controle.
Senti que ele não ia segurar. Os jatos vieram. Foram muitos. Dividi igualmente com a Bel. No final, limpei a piroca já mole e despejei o resto da porra na boca dela. Ela se levantou e beijou o marido – gosto de porra e saliva juntos.
Pedro, ofegante, falou:
— Vai embora. Esquece o que aconteceu.
Mas Bel ainda não tinha gozado. E ela fez questão de lembrar ele:
— Injusto, não acha? Você já gozou duas vezes hoje. Eu? Nenhuma.
Ela pediu com jeito. Depois daquela gozada, Pedro concordaria com qualquer coisa.
Ela exigiu que fosse no quarto. Na cama deles.
Fecharam o portão. Fomos direto para o quarto.
Meu pau explodia de tesão. Pedro sentou numa poltrona para assistir. Eu não perdi tempo: coloquei a calcinha dela de lado e fui direto no cuzinho – era nosso combinado.
Pedro esboçou um "ai, não...", mas já era tarde.
Amigos, imaginem um cu apertado. Acredito que eles não praticavam. Não demorou quase nada para ela dar a primeira gozada – um orgasmo curto, intenso, que fez o corpo todo dela tremer.
Pedro se empolgou. Ficou em pé, tentando fazer a rola endurecer de novo – mas ele já tinha gozado antes da minha chegada, e depois com a mamada que dividimos. Difícil. Mas dava pra ver: ele estava maluco de tesão vendo a mulher gozar dando o cu para o "entregador".
Ele me olhou:
— Enche o cu dela de leite.
Nessa hora, a piroca dele já estava ficando dura novamente.
Mandei ele dar de mamar para a Bel. Ela mamava ele e se masturbava ao mesmo tempo. Eu intensifiquei as socadas no cu dela. Dois minutos de bombadas fortes e meus jatos começaram a invadir o cu dela. A safada gozou mais uma vez, bem na hora.
Pedro estava fora de si:
— Continua metendo! Não para!
A Bel pedia para eu parar, mas eu não queria decepcionar o Pedro. A porra começou a vazar de dentro do cu dela com a força das bombadas. Minha piroca não amoleceu. O tesão do Pedro estava me deixando louco.
Mas eu tinha um combinado com a Bel.
Tirei do cu dela. Dava pra ver o estrago: uns vinte a trinta minutos de pura bombada naquele cu que antes era apertado. Agora estava escancarado, babado, pingando.
Eu e Pedro com as rolas duras – embora a dele já desse sinais de que ia começar a amolecer de novo. Bel, mesmo toda suada e acabada, tratou de mudar o rumo das coisas. Pediu "carinhosamente" para o maridinho limpar minha rola.
— Afinal, ele me fez gozar tantas vezes...
Pedro, já além do êxtase, começou a lamber minha pica. Não foi bem uma mamada no início – língua tímida, beijinhos de canto. Mas foi o suficiente para a rola dele ficar super dura de novo.
Bel, esposa safada, foi dando um jeito de deixar ele de quatro. Enquanto ele me chupava, ela se posicionou atrás dele e começou um beijo grego de tirar o fôlego. Percebi: o safado deixava. E gostava.
Tanto que começou a engolir minha pica de verdade. Se entregou.
Ela chegou no ouvido dele:
— Amor, quero ver ele colocar na portinha do teu cu. Só um pouco. J.J. não vai aguentar muito... se acabou comendo o meu cu... deixa?
Pedro não falou nada. Apenas engoliu ainda mais fundo.
Para quem nunca tinha mamado, ele estava indo muito bem.
A Bel segurou minha piroca e manteve ele de quatro. O rego, o cu, até a bunda – tudo babado. Ela não tinha dado só um beijo grego; preparou o território inteiro para mim.
Fui com calma. Era verdade: Pedro nunca tinha dado aquele cuzinho. Ela beijava e segurava a rola dele ao mesmo tempo. Comecei a pincelar a entrada. Ele se soltou mais, deu até uma arrebitadinha na bunda.
Foi minha oportunidade.
Posicionei na entrada da rosca – ainda cabaço – e dei uma forçadinha. Bem de leve. Puxei. Pincelei de novo, mais saliva. Fiz isso umas cinco vezes. Quando ele se distraiu, empurrei de uma vez.
Gente, eu nunca tinha quebrado um cabaço de cu desse jeito. Quase arrebentei minha piroca no meio. Nunca ouvi um berro de dor igual ao dele.
Mas ele não recuou.
Ficou parado. Eu também. Puxei pra fora até a metade e depois fui empurrando bem devagar até o fim. Quando ele sentiu minhas coxas encostando nas dele, soltou um gemido – dessa vez foi de prazer. Sem dor. Sinal verde!
Comecei a bombar. No início lento, macio. Depois aumentei a velocidade. Os gemidos dele ficaram cada vez mais altos. A Bel ficou o tempo todo abraçada no pescoço dele, lambendo o rosto, beijando os lábios, falando putarias no ouvido.
Ouvi ela sussurrar:
— Agora você sabe como é dar o cu.
E mais alto:
— Vai, meu maridinho viadinho. Geme. Geme mais.
De vez em quando ela olhava para mim e sussurrava:
— Soca mais forte.
Ele estava no ápice do prazer, mas longe de gozar, já tinha esvaziado. Eu estava no controle – podia gozar quando a Bel quisesse. Mas ela queria ver ele ir à exaustão. Mandava eu ir mais rápido. Ele tentava parar, mas ela mudava o tom:
— Agüenta.
E dava uns tapas na cara dele.
— Geme mais alto.
Ele gemia. Dor e prazer ao mesmo tempo.
Até que Bel segurou o cabelo dele, puxou a nuca para trás. Dava pra ver o rosto vermelho, suado, gemendo sem parar, olhos fechados a cada socada.
Ela falou bem alto:
— O J.J. só vai parar quando eu mandar. E eu só vou mandar ele parar depois que você gozar!
Parecia que ele não tinha mais nenhum pingo de porra no saco, mas a piroca estava dura. Adoro meter no marido quando ele fica com a pica dura – as esposas adoram essa cena.
Bel veio até mim, me beijou. Entre um beijo e outro, dizia bem alto:
— Come, J.J. Come meu maridinho viadinho. Só para quando ele gozar. Quero ver meu puto gozar pelo cu.
Eu mesmo estava começando a cansar, mas ela estava louca, queria judiar. Mandei ela punhetar o Pedro, senão aquilo não teria fim. Ela fez, mas apertava demais a piroca e as bolas dele – dor e prazer ao mesmo tempo.
Foram longos dez minutos só nessa cena.
Até que senti o cu dele piscando. O sinal: estava jorrando porra. Pouca porra, que caiu no lençol. Imediatamente Bel passou a mão recolhendo, esfregou na cara dele, xingando:
— Puto. Viadinho.
Ela olhou para mim:
— Goza no cu dele. Não para de bombar. Você vai fazer igual ele mandou você fazer comigo.
Confesso: Bel estava tão louca que dava até medo. Eu apenas obedeci.
Bombei mais forte, mais rápido. Dava para sentir a pica mole dele balançando, batendo no meu saco de vez em quando. Ele implorava para parar, mas não saía da posição – estava sem forças. Ela abraçada comigo, me beijando:
— Mete. Mete com gosto. Mete com força.
Meus jatos vieram com uma fúria que nem eu esperava. A ordem dela foi clara: não parar. Continuar bombando com a porra dentro até minha piroca amolecer. A porra começou a sair, suja, misturada com um pouco de fezes. O cheiro forte.
Eu estava exausto. Minha piroca amoleceu. Então ela me puxou com força – o movimento fez o Pedro se cagar. Uma mistura de porra e fezes sujou o lençol. Ela pegou uma camiseta dele, me deu para limpar minha piroca meia-bomba e suja.
Olhou para o Pedro desabado na cama e disse:
— Então, o machão que gosta de ver a esposa mamar entregador... acabou dando o cu para ele até se cagar.
Pedro ficou em silêncio. Derrotado. Ou liberto – nunca soube dizer.
Bel colocou apenas a sandália alta e me levou até a cozinha. Abrimos a vodka, um pouco de clubsoda, brindamos. Nos beijamos. Ela me levou até a porta.
Na despedida, ainda falou:
— Posso te recomendar para umas amigas que também querem dar uma liçãozinha nos maridos?
Eu sorri.
— Pode e deve.





Nooooosssaaaaaa Comeu até ele se cagar!!!! O que será que ele fez de tão sacana para Bel ter tanto ódio???
Conheço vários homens que precisam de uma lição como essa...
Pqp !!!! Essa esposa é um anjo !!!!!!!
Votado ! Queria ter sido o Marido !