Vou contar mais um acontecimento da semana passada. Primeiro, vou me apresentar: sou moreno, tenho 27 anos, 1,80 m de altura, corpo normal(tentando definir) e um jeito bem masculino. Sou um cara libertino, embora trabalhe tanto que quase nunca tenho tempo para sair. Na sexta-feira, o expediente já estava chegando ao fim. Eram por volta das 18h e eu estava inquieto, tomado por aquela vontade de encontrar alguém interessante. Abri o Grindr e comecei a olhar quem estava online na região. Trabalho na área de controladoria de uma grande rede de supermercados, ocupando um cargo mais sênior. Como estou sempre circulando entre diferentes unidades, passo pouco tempo na sede, geralmente fico cada dia em uma unidade. Enquanto navegava pelo aplicativo, comecei a conversar com um homem mais velho. Casado, discreto e, segundo ele, bastante reservado. Sempre tive uma atração especial por esse perfil: homens maduros, confiantes e com aquele ar de quem está procurando um momento para escapar da rotina. A conversa fluiu rapidamente. Em pouco tempo, combinamos de nos encontrar na casa dele. Ele disse que estaria sozinho e que poderia me receber sem preocupações. Assim que saí do trabalho, segui para o endereço. A casa ficava bem perto da unidade onde eu estava naquele dia. Quando cheguei, permaneci dentro do carro aguardando. Gosto de agir com discrição e observar o ambiente antes de entrar. Não demorou muito para que ele aparecesse no portão. Assim que nossos olhares se encontraram, ele abriu um sorriso cheio de segundas intenções e disse, em tom provocante: — Hoje vou me aproveitar de você. A confiança com que falou aquilo fez meu coração acelerar. Ele se aproximou devagar, diminuindo a distância entre nós. O clima já estava carregado de expectativa. Entre os olhares, uma química parecia surgir naturalmente, seguimos para os fundos da casa, onde havia um sofá nos esperando. Ele tinha uma pegada boa, entre os beijos ele foi tirando a roupa, e eu o acompanhei, em poucos segundos, ambos estávamos pelados e de pau duro. Ele se sentou no sofá, e me pediu para mamar, me abaixei e cai de boca naquele pau, era uma pika grossa, de tamanho mediano e bem babão. Mamei muito aquela rola, eu estava louco para dar, porém ele tinha muito tesão em se chupando. Depois de alguns minutos mamando, ele se levanta, e me puxa para cima, em sua direção, e volta a me beijar com mais tesão ainda. Então fala que quer me comer, pergunta se eu trouxe preservativo. Digo que não tenho, o que é verdade, mas não digo que porque eu sou puto, e sim porque tinha saído do trabalho. Ele diz não ter também por ser casado e não gostar de provas. Eu o pergunto, - “ e agora?”, ele apenas responde, - “ainda bem que viado não engravida” diz isso voltando a me beijar. Logo, ele me vira, e pede para que fique de quatro naquele sofá, enquanto me viro, ele vai cuspindo na pika, e se masturbando de leve para espalhar o cuspe na rola. Quando se aproxima de mim, para a minha surpresa ele começa a lamber o meu cuzinho, o que me leva a loucura, me deixa completamente desconcertado e louco de tesão. Em seguida ele se levanta, e encaixa a cabeça da pika, no meu cuzinho, e empurra bem devagar para dentro, e começa a meter direto, sem me dar tempo para me acostumar. Sinto uma dor tremenda, misturada ao tesão, e tão intensa que quase me sinto fora de mim. Ainda nesse transe de tanto tesão levo a mão para trás, para tentar desacelerar as metidas, porém levo um tapa. Ele segue metendo freneticamente em mim, começo a gemer, mesmo sem querer, por causa da força da medida. Eu começo a me masturbar, de leve e vou aumentando a velocidade, quando ouço os gemidos dele ficando mais fortes, eu sei bem como isso deixa os machos doidos. Em poucos segundos, sinto o peso do corpo dele cair sobre o meu, as medidas diminuem o ritmo até então frenético, dando espaço para uma respiração mais pesada. O pau dele ainda dentro de mim, está pulsando, posso sentir os jatos de leite no meu rabo. O pau dele começa a amolecer, e ele puxa para fora, a pika sai toda melada. Eu não cheguei a gozar, mas por hora já estava um tanto quanto satisfeito. Quando se levanta, e a respiração vai voltando ao normal, ele me pergunta se quero banhar, digo que não, só me visto rapidamente. Ele me acompanha até o portão, abre primeiro, olhando a rua se não tem nenhum vizinho, diz está ok. Me despeço dele, e me dirijo ao meu carro, que deixei parado a duas casas de distância para não dar brecha de suspeita, pro casado sigiloso.
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