O meu tio, bravo, não podia nem sonhar. E esse foi o ingrediente final que me acendeu: decidi que ia dar pro Carlos, seu amigo, na cama dele. Foi só esperar a hora certa. Retribuindo as gentilezas do meu galanteador com toda minha meiguice, percebia seus suspiros, de tão mexido que ficava. E quando sentava ao seu lado, com minhas pernas brancas e delicadas, hipnotizando-o com o balançar do meu pé, ele se agitava e eu notava o volume no short.
No sábado, os homens saíram de carro e as mulheres foram catar milho. Tive tempo de segurá-lo e puxá-lo pra dentro. Entramos no quarto do meu tio, tranquei a porta, arranquei minha saia, pulei na cama, abri as pernas e disse "vem, rápido".
Em segundos ele estava em cima de mim, com o pau à mostra e expressão incrédula. Que delícia, quando entrou desabando sobre mim, indo direto pro fundo. Alucinado, Carlos sovava minha carne como uma fera voraz, paf, paf, paf, cada estocada um golpe seco, ardente, brutal.
Aquilo me arrebatou. Explodi em êxtase, mordendo e arranhando-o, enquanto sentia cada martelada profunda, em ritmo frenético. Testando meus poderes, falei no ouvido dele que queria que gozasse também, dando leitinho na minha boca. Erupção instantânea. Tratei de abocanhá-lo, sugando seu membro com força até sentir sua torrente ardente esguichando em minha boca. Engoli tudo, pra não sujar nada.
Terminamos pouco antes das tias voltarem. Carlos tinha corrido pro banheiro e eu estava na varanda, triunfante. Corri dar um beijo na titia, que nem sonhava que eu tinha dado na cama dela e que estava com um sorriso cheio de segredos quentes. Carlos não desgrudou mais de mim. Até hoje ele me manda mensagem, querendo repetir.
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Delícia de relato
Mmmmm que deliciosa vocação pra ser putinha e safada ...amei.