A CHUVA, A CALCINHA E A AULA DE DESEJO

A tarde caía sobre São Paulo, e uma chuva torrencial desabava, transformando o asfalto em rios e o céu em um cinza pesado. Roberta estava em casa, aproveitando a tranquilidade para ler um livro. Há uma semana sem transar, com Carlos exausto do trabalho, e a última vez que sentira o prazer de um corpo em seu foi com dois homens na obra, uma memória que ainda a fazia vibrar. Para completar, os hormônios que ela tomava para manter o corpo definido a deixavam com a libido nas alturas, subindo pelas paredes.Ao ouvir a campainha, deparou-se com Lucas, o vizinho de 18 anos recém-completados. Ele estava encharcado, os cabelos escuros grudados na testa, a camiseta colada ao corpo, revelando os músculos jovens e firmes.— Roberta, desculpa incomodar. — ele disse, a voz um pouco rouca pelo frio. — Eu estava voltando da natação e a chuva me pegou de surpresa. Minha mãe não está em casa, e eu não tenho a chave.
Roberta sentiu compaixão.
— Meu Deus, Lucas! Entra, você vai se molhar! Sua mãe não está aí.
Ela o puxou para dentro.
— Não, não, Lucas, não tem essa de "tudo bem". Entra, você vai se resfriar.
Quando ele entrou, ela não sentiu nada além de compaixão.
— Lucas, vai tomar um banho. Pode demorar, porque você está muito gelado, tremendo inteiro. Toma um banho demorado e fica tranquilo. Eu vou secar aqui. Você olhou tudo. Eu vou te desculpar, se não for intencionalmente. Eu vou separar uma roupa do Carlos e te levar. Como você está muito gelado, tremendo inteiro, toma um banho demorado e fica tranquilo. Só não tranca a porta, deixa ela meio aberta. Não vou te olhar, eu vou deixar a roupa lá.Lucas assentiu, grato, e seguiu para o banheiro. Roberta foi até o quarto de Carlos, pegou uma camiseta e uma bermuda. Ela já havia secado a casa, e agora levava a roupa e uma toalha limpa.Enquanto se aproximava do banheiro, um som estranho começou a chamar sua atenção. Um "flap, flap, flap, flap" abafado, como se algo estivesse sendo batido ritmicamente. Roberta ficou meio incrédula, curiosa, e se aproximou da porta entreaberta.Ela espiou. A cena que se desenrolou diante de seus olhos a chocou, mas também a acendeu de uma forma que a fez prender a respiração. Lucas estava de pé, em frente ao espelho embaçado, o corpo nu e molhado, a mão em seu membro ereto. E, em sua outra mão, estava a calcinha de renda preta de Roberta, que ela havia deixado pendurada no chuveiro para secar.Ele se masturbava com a calcinha dela, os olhos fechados, a respiração ofegante. E, entre os gemidos, ele xingava. Xingava Roberta, com palavras sujas, cheias de desejo e frustração.
— Ah, Roberta... sua gostosa! Vou te comer toda! Toma, sua gostosa! — ele gemia, a voz rouca, quase um rosnado. — Sua magabunda... essa rola vai te foder...
Ele se masturbava forte, gemendo alto, e Roberta, vendo aquilo, ficou fora de si.Ela sentiu o sangue ferver. Uma mistura de raiva, choque e uma excitação incontrolável. Ela estava sendo desejada, e de uma forma tão crua, tão proibida. A buceta dela, que já estava ignorando o pau de Carlos há uma semana, começou a pulsar. Ela estava toda molhada. Quando pôs a mão na boceta, estava ensopada.Nesse momento, ela começou a se masturbar, sem nem perceber que havia começado. Seus dedos exploravam sua própria intimidade, em sincronia com os movimentos de Lucas. Ela começou a dar uns gemidinhos, abafados, mas que podiam ser ouvidos por cima do barulho do chuveiro.Os gemidos de Lucas se intensificaram. Ele estava chegando ao clímax.
— Eu vou gozar em você, Roberta! Eu vou gozar nas suas bucetas, sua vagabunda! Toma leitinho!
E, naquele exato momento, Roberta gozou junto com ele, se masturbando, um gemido alto e desinibido que a fez corar.Ela achou aquilo incrível, mas também sentiu um peso na consciência. No entanto, a sensação de prazer era tão avassaladora que a culpa durou pouco.
"Quer saber?", ela pensou, um sorriso selvagem surgindo em seus lábios. "Como eu gozei gostoso! E faz uma semana que eu não transo. Eu vou colocar um baby doll, uma calcinha vermelha para marcar meus seios. Ele vai me ver e vai ter mais material para se masturbar. Tadinho, é jovem, ele precisa disso."Ela fechou a porta devagar, o coração batendo forte, o corpo tremendo. Ela se encostou na parede, tentando controlar a respiração. Ela sabia que ele tinha ouvido o gemido dela, mas ele não saberia do que se tratava.Roberta foi para o quarto, tirou a roupa e vestiu um baby doll transparente, de seda vermelha, e uma calcinha fio dental da mesma cor. Seus seios, realçados pelo silicone, pareciam saltar do tecido. Ela se olhou no espelho, satisfeita. A Roberta empoderada, dona de si, estava pronta para o jogo.Quando Lucas saiu do banho, ele estava enrolado na toalha, o rosto um pouco corado. Ele parecia meio sem graça ao vê-la.
— Roberta, eu...
— Lucas, quando você entrou, eu estava de roupão. — ela o interrompeu, com um sorriso sedutor. — Eu tirei o roupão porque me deu calor, e eu não estava com vontade. Na minha casa, tudo bem. Vou preparar um lanchinho pra gente.Ela se virou e foi para a cozinha, que era visível da sala. Lucas a seguiu com os olhos, hipnotizado pelo movimento do baby doll transparente, que revelava as curvas de seu corpo.Na cozinha, Roberta começou a se esticar, a pegar as coisas nos armários mais altos. Ela sabia que ele estava olhando.
— Lucas, você é mais alto, me ajuda aqui. — ela pediu, apontando para um pote no alto.
Quando ele se aproximou, ela se esticou novamente, e sua bunda roçou "sem querer" no pau dele, que já estava visivelmente duro sob a toalha. Ela sentiu o volume, a firmeza.Ela se virou, com um sorriso malicioso.
— Nossa, Lucas, que susto! Você está... animado, não é?
Lucas empalideceu, tentando disfarçar.
— Eu... eu...
— Não precisa se envergonhar, meu querido. — ela disse, com uma voz suave e sedutora. — É super normal. Um rapaz tão jovem, com tanto tesão em mim. Eu fico lisonjeada.Ela se aproximou dele, e passou a mão pelo peito dele, sentindo os músculos definidos.
— Nossa, você deve comer muita menina, né? Com esse corpo...
Lucas balançou a cabeça, envergonhado.
— Não, Roberta. Eu... eu sou meio tímido.
— Que pena, né? — ela sussurrou, os olhos fixos nos dele. — Eu estou há uma semana sem transar, já estou subindo pelas paredes. Imagina você, e deu uma risada safada.
Ela o puxou para um beijo, um beijo que era ao mesmo tempo gentil e faminto. Os lábios dela eram macios, a língua explorando a boca dele com uma destreza que o fez gemer. As mãos de Roberta exploraram as costas dele, deslizando para sua cintura, e depois para seu bumbum, apertando-o com firmeza.Lucas se entregou ao beijo, sentindo o corpo dela contra o seu. Ele sentiu o volume dele em sua virilha, e seu próprio corpo respondia com uma urgência que o surpreendia.Roberta o conduziu para o sofá, e eles caíram juntos, os corpos se entrelaçando. Ela rasgou a toalha que o cobria, revelando seu membro ereto, duro e pulsante. Ele sentiu os dedos dela em sua pele, a respiração ofegante dela em seu pescoço.Ela se afastou um pouco, os olhos fixos nos dele.
— Lucas, você já transou alguma vez?
Ele balançou a cabeça, envergonhado.
— Só uma vez, tia Roberta. Não foi nada demais. Foi rápido, sem graça, mas gozei.
Roberta sorriu, um sorriso que prometia o paraíso.
— Então, meu querido, prepare-se para a sua aula. E vai transar de verdade pela primeira vez.

De repente, Roberta se afastou. Ela se levantou do sofá, o baby doll de seda vermelho escorregando suavemente pelo seu corpo, caindo no chão como uma pétala. Seus seios, realçados pelo silicone, estavam agora completamente à mostra, firmes e convidativos. A calcinha fio dental vermelha, mínima, mal cobria o monte de vênus, deixando a mostra a umidade que escorria por suas coxas.Ela o olhou, com uma "carinha manhosa" que o fez prender a respiração.
— Você gosta, Lucas?
Lucas tentou se levantar, os olhos fixos nos seios dela, no brilho molhado entre suas pernas.
— Sim, Roberta... eu...
— Não, não, não. — ela disse, com um tom de voz suave, mas firme, e o empurrou gentilmente de volta para o sofá. — Eu vou te ensinar. Fica deitado.Ela se ajoelhou na frente dele, e com um movimento lento e deliberado, puxou a cueca box de Lucas para baixo, libertando seu membro ereto e pulsante. Ele estava completamente duro, vermelho, e parecia implorar por alívio.Roberta o olhou nos olhos, um brilho de poder e experiência em seu olhar.
— A segurança em primeiro lugar, meu querido.
Ela pegou uma camisinha que estava em sua bolsa, e com a boca, a abriu. Com a língua, ela desenrolou a camisinha no membro de Lucas, um movimento lento e sensual que o fez gemer, a boca dela roçando na ponta de seu pau, enviando arrepios por todo o seu corpo.
— Assim, meu querido. Com a boca. É muito mais gostoso.Ela o beijou, um beijo molhado e sensual, enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dele. Ela o puxou para cima, e o guiou para o quarto, onde a cama king size parecia convidá-los.
Ela o beijou, um beijo molhado e sensual, enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dele. Ela o puxou para cima, e o guiou para o quarto, onde a cama king size parecia convidá-los.No quarto, Roberta se deitou na cama, as pernas abertas, convidativas. Lucas, com os olhos arregalados de desejo, se posicionou entre suas pernas. Ele estava trêmulo, a excitação quase insuportável.— Vai, meu querido. — ela sussurrou, a voz rouca. — Me mostra o que você aprendeu.
Lucas hesitou por um instante, mas o olhar de Roberta, cheio de desejo e encorajamento, o impulsionou. Ele a penetrou, devagar no início, sentindo a umidade e o calor dela o envolvendo.Roberta gemeu, um gemido profundo e gutural que fez Lucas arrepiar.
— Ah, Lucas... isso... isso é tão bom...
Ela o puxou para mais perto, as pernas envolvendo sua cintura, as mãos em seus cabelos, puxando-o para um beijo intenso.Lucas começou a estocar, devagar no início, depois com mais força, mais ritmo. Roberta gemia a cada estocada, as unhas arranhando as costas dele, os seios balançando com o movimento.
— Mais, Lucas... mais forte... — ela pedia, a voz embargada pelo prazer. — Me fode, meu querido... me fode com força...Ele obedeceu, as estocadas se tornando mais profundas, mais rápidas. Roberta sentia o pau dele batendo em seu útero, o prazer se espalhando por todo o seu corpo. Ela era uma mulher, e estava mostrando a ele como se fazia.— Tia... tia Roberta... eu vou gozar... — Lucas gemeu, a voz rouca.
— Pode gozar, meu querido! — ela respondeu, a voz cheia de excitação. — Você é jovem, você vai aguentar ficar mais! Goza em mim! Goza tudo!Lucas gozou, um grito abafado, o corpo tremendo em um espasmo final. Ele sentiu o sêmen quente preenchendo a camisinha, o prazer o consumindo.Roberta sentiu o gozo dele, e o prazer a invadiu com uma força avassaladora. Ela gozou também, um grito alto e desinibido, o corpo se contorcendo em um orgasmo intenso.
Eles ficaram ali, ofegantes, suados, os corpos colados, o cheiro de sexo preenchendo o quarto. Mas Roberta não queria que parasse. Ela sentia o pau de Lucas ainda duro dentro dela, e a sua própria buceta pulsando por mais.— Viu, meu querido? — ela sussurrou, a voz rouca. — Eu disse que você aguentava.
Ela começou a se mover novamente, rebolando sobre ele, sentindo o pau dele se reerguer dentro dela.
— Vamos de novo, meu aluno. — ela disse, com um sorriso malicioso. — A aula ainda não acabou.
Eles meteram muito, muito. Roberta o ensinava cada movimento, cada posição, cada gemido. Ela mostrava a ele como uma mulher gosta de ser fodida, como ela gosta de rola. Ela o guiava, o provocava, o levava ao limite, e depois o trazia de volta, para mais prazer.Ela o virou de bruços, e o cavalgou, sentindo o pau dele entrando e saindo de sua buceta com uma intensidade selvagem. Ela o beijava no pescoço, sussurrando palavras sujas, cheias de desejo.
— Você é tão gostoso, Lucas... sua rola é tão boa...Lucas estava em êxtase, completamente entregue ao prazer que Roberta lhe proporcionava. Ele nunca havia imaginado que o sexo pudesse ser tão intenso, tão avassalador. Ele era o aluno, e ela, a professora mais experiente e sensual que ele poderia desejar.Eles continuaram, os corpos se chocando, os gemidos preenchendo o quarto, o suor escorrendo por seus corpos. Roberta sentia o pau dele dentro dela, e a sua própria buceta pulsando por mais. Ela era uma mulher, e estava mostrando a ele como se fazia.
les estavam metendo freneticamente, os corpos suados e colados, quando Roberta, com a voz rouca de prazer, sussurrou em seu ouvido:
— Me xinga, Lucas... me xinga igual você me xingou no banheiro... eu ouvi... eu ouvi você me chamando de puta... me xinga agora!
Lucas, no auge da excitação, obedeceu.
— Sua puta! Sua vagabunda! Eu vou te foder até você implorar!
Roberta gemeu, um gemido alto e selvagem.
— Isso! Me xinga mais! Eu gosto!De repente, o som da campainha ecoou pela casa. Não era a chave, era a campainha. A mãe de Lucas não tinha a chave da casa de Roberta.Uma voz feminina gritou do lado de fora:
— Roberta! Cheguei! Pede para o Lucas descer! Preciso ir para casa fazer as coisas!Roberta e Lucas se entreolharam, os olhos arregalados. O pânico invadiu seus corpos, mas a excitação ainda era palpável.
— Lucas, vamos gozar! — Roberta sussurrou, a voz urgente. — Vamos gozar mais uma vez para você ir embora! Sua mãe chegou!
Lucas, com o pau ainda duro dentro dela, assentiu freneticamente.
— Agora! Vamos finalizar!Roberta se virou, ficando de quatro na cama, a bunda empinada, convidativa.
— Me arregaça, Lucas! Bate e me xinga!
Ele obedeceu, dando um tapa estalado na bunda dela, e começou a dar estocadas bem fortes.
— Sua puta! Sua vagabunda! — ele gritava, enquanto a penetrava com força.
Roberta gemia, a voz embargada pelo prazer e pela urgência.
— Me xinga! Eu quero rola! Me xinga! Acaba comigo, seu filho da puta!Ele a xingava, batia em sua bunda, e os dois gozaram gostoso, um grito abafado de prazer que se misturou com o som da campainha tocando incessantemente.Roberta, ofegante, gritou:
— Já estou indo, amiga!
Ela se virou para Lucas, os olhos brilhando.
— Lucas, você vai no quarto da empregada. Não tem ninguém lá. Finge que está dormindo. Eu vou colocar o roupão e vou falar que estava ouvindo música e fazendo treino. Vai agora!Lucas, ainda ofegante, se vestiu apressadamente e correu para o quarto da empregada. Roberta colocou o roupão, ajeitou os cabelos e foi atender a porta.A mãe de Lucas estava na porta, com uma expressão preocupada.
— Roberta, desculpa incomodar. O Lucas está aqui?
Roberta sorriu, um sorriso cansado, mas convincente.
— Ah, amiga! Que bom que você chegou! Ele está sim. Tomou um banho, comeu alguma coisa e foi dormir no quarto da empregada. Eu estava ouvindo música e fazendo meu treino, nem vi o tempo passar.
A mãe de Lucas suspirou aliviada.
— Ai, que bom! Pensei que ele tinha se perdido na chuva. Muito obrigada, Roberta. Não deu trabalho, né?
— Não, que isso! Nenhum trabalho. Ele é um amor.A mãe de Lucas se despediu, e Roberta fechou a porta, encostando-se nela, o corpo ainda tremendo de prazer e adrenalina. Ela sorriu, um sorriso vitorioso. A aula havia sido um sucesso.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A CHUVA, A CALCINHA E A AULA DE DESEJO

Codigo do conto:
264203

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/06/2026

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