De repente, Roberta se afastou. Ela se levantou do sofá, o baby doll de seda vermelho escorregando suavemente pelo seu corpo, caindo no chão como uma pétala. Seus seios, realçados pelo silicone, estavam agora completamente à mostra, firmes e convidativos. A calcinha fio dental vermelha, mínima, mal cobria o monte de vênus, deixando a mostra a umidade que escorria por suas coxas.Ela o olhou, com uma "carinha manhosa" que o fez prender a respiração.
— Você gosta, Lucas?
Lucas tentou se levantar, os olhos fixos nos seios dela, no brilho molhado entre suas pernas.
— Sim, Roberta... eu...
— Não, não, não. — ela disse, com um tom de voz suave, mas firme, e o empurrou gentilmente de volta para o sofá. — Eu vou te ensinar. Fica deitado.Ela se ajoelhou na frente dele, e com um movimento lento e deliberado, puxou a cueca box de Lucas para baixo, libertando seu membro ereto e pulsante. Ele estava completamente duro, vermelho, e parecia implorar por alívio.Roberta o olhou nos olhos, um brilho de poder e experiência em seu olhar.
— A segurança em primeiro lugar, meu querido.
Ela pegou uma camisinha que estava em sua bolsa, e com a boca, a abriu. Com a língua, ela desenrolou a camisinha no membro de Lucas, um movimento lento e sensual que o fez gemer, a boca dela roçando na ponta de seu pau, enviando arrepios por todo o seu corpo.
— Assim, meu querido. Com a boca. É muito mais gostoso.Ela o beijou, um beijo molhado e sensual, enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dele. Ela o puxou para cima, e o guiou para o quarto, onde a cama king size parecia convidá-los.
Ela o beijou, um beijo molhado e sensual, enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dele. Ela o puxou para cima, e o guiou para o quarto, onde a cama king size parecia convidá-los.No quarto, Roberta se deitou na cama, as pernas abertas, convidativas. Lucas, com os olhos arregalados de desejo, se posicionou entre suas pernas. Ele estava trêmulo, a excitação quase insuportável.— Vai, meu querido. — ela sussurrou, a voz rouca. — Me mostra o que você aprendeu.
Lucas hesitou por um instante, mas o olhar de Roberta, cheio de desejo e encorajamento, o impulsionou. Ele a penetrou, devagar no início, sentindo a umidade e o calor dela o envolvendo.Roberta gemeu, um gemido profundo e gutural que fez Lucas arrepiar.
— Ah, Lucas... isso... isso é tão bom...
Ela o puxou para mais perto, as pernas envolvendo sua cintura, as mãos em seus cabelos, puxando-o para um beijo intenso.Lucas começou a estocar, devagar no início, depois com mais força, mais ritmo. Roberta gemia a cada estocada, as unhas arranhando as costas dele, os seios balançando com o movimento.
— Mais, Lucas... mais forte... — ela pedia, a voz embargada pelo prazer. — Me fode, meu querido... me fode com força...Ele obedeceu, as estocadas se tornando mais profundas, mais rápidas. Roberta sentia o pau dele batendo em seu útero, o prazer se espalhando por todo o seu corpo. Ela era uma mulher, e estava mostrando a ele como se fazia.— Tia... tia Roberta... eu vou gozar... — Lucas gemeu, a voz rouca.
— Pode gozar, meu querido! — ela respondeu, a voz cheia de excitação. — Você é jovem, você vai aguentar ficar mais! Goza em mim! Goza tudo!Lucas gozou, um grito abafado, o corpo tremendo em um espasmo final. Ele sentiu o sêmen quente preenchendo a camisinha, o prazer o consumindo.Roberta sentiu o gozo dele, e o prazer a invadiu com uma força avassaladora. Ela gozou também, um grito alto e desinibido, o corpo se contorcendo em um orgasmo intenso.
Eles ficaram ali, ofegantes, suados, os corpos colados, o cheiro de sexo preenchendo o quarto. Mas Roberta não queria que parasse. Ela sentia o pau de Lucas ainda duro dentro dela, e a sua própria buceta pulsando por mais.— Viu, meu querido? — ela sussurrou, a voz rouca. — Eu disse que você aguentava.
Ela começou a se mover novamente, rebolando sobre ele, sentindo o pau dele se reerguer dentro dela.
— Vamos de novo, meu aluno. — ela disse, com um sorriso malicioso. — A aula ainda não acabou.
Eles meteram muito, muito. Roberta o ensinava cada movimento, cada posição, cada gemido. Ela mostrava a ele como uma mulher gosta de ser fodida, como ela gosta de rola. Ela o guiava, o provocava, o levava ao limite, e depois o trazia de volta, para mais prazer.Ela o virou de bruços, e o cavalgou, sentindo o pau dele entrando e saindo de sua buceta com uma intensidade selvagem. Ela o beijava no pescoço, sussurrando palavras sujas, cheias de desejo.
— Você é tão gostoso, Lucas... sua rola é tão boa...Lucas estava em êxtase, completamente entregue ao prazer que Roberta lhe proporcionava. Ele nunca havia imaginado que o sexo pudesse ser tão intenso, tão avassalador. Ele era o aluno, e ela, a professora mais experiente e sensual que ele poderia desejar.Eles continuaram, os corpos se chocando, os gemidos preenchendo o quarto, o suor escorrendo por seus corpos. Roberta sentia o pau dele dentro dela, e a sua própria buceta pulsando por mais. Ela era uma mulher, e estava mostrando a ele como se fazia.
les estavam metendo freneticamente, os corpos suados e colados, quando Roberta, com a voz rouca de prazer, sussurrou em seu ouvido:
— Me xinga, Lucas... me xinga igual você me xingou no banheiro... eu ouvi... eu ouvi você me chamando de puta... me xinga agora!
Lucas, no auge da excitação, obedeceu.
— Sua puta! Sua vagabunda! Eu vou te foder até você implorar!
Roberta gemeu, um gemido alto e selvagem.
— Isso! Me xinga mais! Eu gosto!De repente, o som da campainha ecoou pela casa. Não era a chave, era a campainha. A mãe de Lucas não tinha a chave da casa de Roberta.Uma voz feminina gritou do lado de fora:
— Roberta! Cheguei! Pede para o Lucas descer! Preciso ir para casa fazer as coisas!Roberta e Lucas se entreolharam, os olhos arregalados. O pânico invadiu seus corpos, mas a excitação ainda era palpável.
— Lucas, vamos gozar! — Roberta sussurrou, a voz urgente. — Vamos gozar mais uma vez para você ir embora! Sua mãe chegou!
Lucas, com o pau ainda duro dentro dela, assentiu freneticamente.
— Agora! Vamos finalizar!Roberta se virou, ficando de quatro na cama, a bunda empinada, convidativa.
— Me arregaça, Lucas! Bate e me xinga!
Ele obedeceu, dando um tapa estalado na bunda dela, e começou a dar estocadas bem fortes.
— Sua puta! Sua vagabunda! — ele gritava, enquanto a penetrava com força.
Roberta gemia, a voz embargada pelo prazer e pela urgência.
— Me xinga! Eu quero rola! Me xinga! Acaba comigo, seu filho da puta!Ele a xingava, batia em sua bunda, e os dois gozaram gostoso, um grito abafado de prazer que se misturou com o som da campainha tocando incessantemente.Roberta, ofegante, gritou:
— Já estou indo, amiga!
Ela se virou para Lucas, os olhos brilhando.
— Lucas, você vai no quarto da empregada. Não tem ninguém lá. Finge que está dormindo. Eu vou colocar o roupão e vou falar que estava ouvindo música e fazendo treino. Vai agora!Lucas, ainda ofegante, se vestiu apressadamente e correu para o quarto da empregada. Roberta colocou o roupão, ajeitou os cabelos e foi atender a porta.A mãe de Lucas estava na porta, com uma expressão preocupada.
— Roberta, desculpa incomodar. O Lucas está aqui?
Roberta sorriu, um sorriso cansado, mas convincente.
— Ah, amiga! Que bom que você chegou! Ele está sim. Tomou um banho, comeu alguma coisa e foi dormir no quarto da empregada. Eu estava ouvindo música e fazendo meu treino, nem vi o tempo passar.
A mãe de Lucas suspirou aliviada.
— Ai, que bom! Pensei que ele tinha se perdido na chuva. Muito obrigada, Roberta. Não deu trabalho, né?
— Não, que isso! Nenhum trabalho. Ele é um amor.A mãe de Lucas se despediu, e Roberta fechou a porta, encostando-se nela, o corpo ainda tremendo de prazer e adrenalina. Ela sorriu, um sorriso vitorioso. A aula havia sido um sucesso.