**O Corno Feliz de Brusque**

**O Corno Feliz de Brusque**

Cláudio era um paulista de 38 anos que cansou da correria de São Paulo. Vendou tudo que tinha e se mudou para Brusque, Santa Catarina, atrás de uma vida mais calma e barata. Alugou uma casa simples no bairro São Luiz e, na primeira semana, já descobriu onde os homens da cidade iam descarregar a tensão: uma casa discreta nos fundos de um bar, onde as meninas trabalhavam.

Foi lá que ele conheceu **Jéssica**.

Alta, pele morena, cabelo preto liso até a cintura, corpo cheio de curvas generosas, bundão redondo e peitos grandes que pareciam querer saltar do decote. Jéssica era a puta mais procurada do lugar. Atendia com sorriso safado, boca carnuda e uma fome no olhar que deixava qualquer homem viciado. Na primeira vez que Cláudio pagou por ela, a mulher o fodeu com tanta vontade que ele gozou em menos de dez minutos. Ela riu, limpou o pau dele com a língua e disse baixinho:

— Relaxa, amor... da próxima vez eu te ensino direitinho.

Cláudio voltou. Toda semana. Depois virou quase todo dia. Pagava, comia, e ficava cada vez mais obcecado por ela. Jéssica contava sem vergonha sobre os outros clientes: o caminhoneiro que gostava de gozar na cara, o casado que pagava extra pra chupar os pés dela, o jovem rico que a fodia sem camisinha e enchia de porra.

Quanto mais ela contava, mais duro Cláudio ficava.

Um dia, enquanto ela cavalgava devagar no pau dele, rebolando gostoso, ele confessou gemendo:

— Eu gosto... gosto de imaginar você com os outros...

Jéssica parou o movimento, sorriu maliciosa e apertou a buceta em volta do pau dele.

— Ah é? Então você é corno mesmo, né safado?

A partir daquele dia, o jogo mudou.

Eles se casaram três meses depois. Uma cerimônia simples no cartório. Jéssica continuou trabalhando. Cláudio não só permitiu como incentivava. Pagava pra ela sair com clientes especiais, instalou câmeras no quarto de motel que alugaram e assistia tudo ao vivo, punhetando desesperado enquanto via a esposa sendo arrombada por outros homens.

Toda noite, quando Jéssica voltava pra casa com a buceta inchada, marcas de chupão no pescoço e a calcinha encharcada de porra alheia, Cláudio a recebia de joelhos.

— Me conta tudo, amor... — pedia ele, já com o pau latejando.

Jéssica sentava na cara dele, ainda melada, e narrava com detalhes enquanto ele lambia tudo:

— Hoje foram dois... um me fodeu de quatro enquanto o outro enfiava na minha boca. Gozaram os dois dentro, Cláudio. Tá sentindo o gosto deles?

Ele gemia, lambendo mais fundo, chupando a mistura de porra e mel da esposa. Depois ela montava no pau dele, ainda cheia dos outros, e cavalgava contando como cada um meteu nela.

— Você é a melhor puta da minha vida — ele sussurrava gozando.

Jéssica sorria, apertava os peitos e respondia:

— E você é o corno perfeito, marido. Nunca para de me dar pra outro.

E assim viviam felizes em Brusque. Cláudio trabalhando durante o dia, e à noite virando o corno babão que assistia e limpava a esposa depois de cada foda alheia. O casamento mais safado e sincero da cidade.


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264284 - **O Corno Feliz de Brusque - Parte 2** - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1

Ficha do conto

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Nome do conto:
**O Corno Feliz de Brusque**

Codigo do conto:
264283

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
12/06/2026

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