O Caio ia me chupar como sempre, a gente tava tomando uma chuveirada antes, mas eu tinha tempo que ficava reparado na bunda dele. O Caio é branquinho, magro, mas tem uma bunda que se destaca, e eu via tomando banho com aquela bunda redondinha e eu sentia aquele cuzinho piscando pra mim. Se ele encarava me chupar, será que ia aceitar dar o cu? A gente conversava que era tudo brincadeira entre homens hétero, que ele também chupava outros amigos dele, mas nunca falou nada de dar o cu.
A gente seguiu o de sempre, e quando ele tava me chupando, uma hora que ele tirou a boca do pau e ficou acariciando eu falei "você gosta dessa rola né?" e ele respondeu "gosto..."
Na coragem eu só joguei "Você devia ver o que ela consegue fazer....
Ele "ah é?"
"Eu queria botar ela dentro da sua bunda pra ver se você aguenta"
Ele deu aquele sorriso safado que eu já tava acostumado. Aí ele se levantou e me puxou pra perto dele, começou a beijar meu ombro, subiu e deu um beijo na minha boca. A gente tinha feito aquelas sacanagens mas até agora não tinha tido beijo na boca. A sensação foi muito boa, é engraçado pensar que alguém já te fez gozar tantas vezes mas o beijo ainda tem algo especial, sentir aquela boca, tocando a minha, aquela língua que já fez milagres no meu pau também fazendo carícias na minha boca.
Ele se virou e falou "vou pegar camisinha e ky pra gente tentar". Novamente eu me surpreendi com ele, que se mostrava muito mais preparado pras coisas do que eu pensava. Ele supostamente era hétero, já até conheci uma namorada dele, já saí e vi ele pegando quatro mulheres numa noite, era um novinho ousado mas que sabia do que gostava. Essa galera jovem é mais liberal e safada, eu pensei.
Então eu massageava meu pai enquanto via ele passar o ky no cu, e me dar a camisinha. Eu coloquei e ele foi se posicionando apoiado na banco, com a bunda pra cima. De repente eu até me questionei se eu tava mesmo pronto pra isso. Fui encaixando devagar a rola mas não parecia tá muito aberto, eu dei uma afastada e meti um dedo, ele já deu um gemido. Meti um outro dedo também. Lembrei da primeira vez que eu comi a minha namorada, ela não gostou muito, não deu muito certo. Fiquei nervoso que poderia não ser legal de novo.
Ele foi me guiando, falou pra eu ir com calma. Até que ele deu um gemido longo, e eu senti a bunda dele encostando no meu saco. Eu tava todo dentro dele. Comecei o vai e vem devagar, e fui intensificando, ele foi pedindo mais. "Mete no seu macho, vai". Era uma sensação muito maluca, eu tava comendo um macho, de repente, e tava gostando muito. O cuzinho dele apertava o meu pau de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. E ele movia a bunda com uma habilidade incrível. A gente ficou assim um tempão, até que ele pediu pra deitar de costas, pra eu comer ele de frente. Eu não sabia nem como ia funcionar, mas foi uma delícia. Olhando pra cara dele, aquele sorriso safado mesmo com a dor e o prazer que ele mostrava. Peguei no pau dele pela primeira vez, que tava duro e todo babado, mostrando o quando ele tava gostando. Me recostei por cima dele e dei um beijo na boca dele, com vontade.
Depois ele ficou de costas de novo e eu continuei comendo ele, apoiado na parede. Eu metia, beijava a nuca dele, até que ele gozou de repente, sem nem encostar no pau. Eu tirei o pau, ele se ajoelhou e pediu leite, eu gozei na cara dele, gozei um litro, fazia muito tempo que eu não via tanta porra sair de mim. Foi uma delícia.
A gente deitou no chão do vestiário, exaustos. Aí que a história muda um pouco de rumo: a gente ouviu um barulho, nos levantamos correndo, e apareceu o Júlio, outro cara que jogava a pelada com a gente. O Júlio tinha esquecido a chave de casa no armário. Ele chegou falando "porra, vocês ainda tão aí?" E a gente pelado, suado, ofegante. Dissemos que íamos entrar no banho ainda, que tínhamos ainda dado uma corrida antes. Isso já era quase 1 da manhã, e o cheiro de sexo no ar devia ser impossível de ignorar. Naquele momento a gente achou que tinha enganado o Júlio, mas na semana seguinte ficaria claro que ele tinha sacado tudo. Mas isso é uma história pra outro dia.
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