Meu dono já tem o domínio do meu corpo, da minha mente e da minha alma e me entregar inteiramente em suas mãos é uma necessidade vital para mim hoje. Quando entramos no quarto ele não perdeu tempo, me segurou pelo cabelo e ordenou bem perto do meu ouvido:
- Vem aqui minha cachorra safada. Hoje você vai aprender a ser uma cadelinha obediente! Tira sua roupa, fica só de calcinha, agora!
Tirei minha roupa, ficando só de calcinha de frente pra ele. Meu dono me deu um tapa na cara e disse.
- Você é uma cadelinha! Fica de 4!
Rapidamente fiquei de quatro aos pés do meu dono, tal qual a cachorrinha que ele queria que eu fosse. Meu dono colocou minha coleira no meu pescoço, pegou a corrente e me levou até o canto do quarto, prendendo ela na parede e me deixando ajoelhada e sozinha. Meu dono saiu do quarto mas voltou em seguida com outra corrente mais fina nas mãos. Ao ver meu olhar de curiosidade ele foi até mim e logo disse:
- Estava achando que ia ficar só com essa coleira? Hoje você vai usar tudo o que eu quiser.
Eu nunca havia usado os grampos nos seios e confesso que temia a dor deles me apertando,mas quem tem dono sabe que não adianta chorar, tem que obedecer. Meu dono me puxou pela coleira fazendo com que eu ficasse com os seios voltados pra ele, e sem dó prendeu os grampos nos bicos. Uma dor aguda começou a irradiar sobre eles, mas ver a cara de satisfação do meu dono foi transformando toda aquela dor em prazer.
- Agora sim essa cadelinha está pronta!
Meu dono me deixou ali no canto e foi tomar banho. Eu só conseguia imaginar a água escorrendo por aquele corpo delicioso e desejava ardentemente estar lá com ele. Comecei a me sentir molhada já, como uma cadelinha no cio, doida pra ter o seu macho sobre ela.
Ao sair do banho meu dono tirou minha coleira do gancho da parede mas ordenou que eu não saísse de lá até ele me chamar. Mais de 20 minutos se passaram, e tudo o que eu podia fazer era admirar o meu dono de longe, desejando lamber cada pedacinho do seu corpo.
- Tá doidinha pra vir aqui né sua cadela! Vem aqui agora!
Eu fui de 4 até ele já me deleitando por poder estar aos pés do meu dono.
Ele me puxou pela coleira até que eu fiquei na sua altura e puxou de leve os grampos, arrancando gemidos de mim. Meu dono me segurou pelo pescoço e me deu um tapa na cara.
- Voce gosta disso né sua cadela? Mas você está aqui somente para me satisfazer!
Depois de me bater novamente no rosto e nos seios, ele tirou sua cueca e colocou aquele pau delicioso pertinho da minha cara.
- Abre essa boca agora!
Eu abri minha boca e ele colocou aquele pau delicioso dentro dela.
- Vai sua cadelinha! Era isso que você queria o tempo todo quando estava amarrada naquele canto, então mama gostoso nesse pau até ele te dar leitinho!
Meu dono era implacável, segurando meu cabelo bem pertinho da nuca, ele controlava inteiramente os meus movimentos e enfiava seu pau todinho em minha boca,me fazendo engasgar o tempo todo.
- Isso mesmo sua cachorra mama gostoso que vou gozar na sua cara! Vai sua vadia!
Meu dono gozou deliciosamente na minha boca e ordenou que eu não deixasse uma gota sequer de porra nele. Limpei ele todinho, me deliciando com aquele sabor do meu dono.
Minha buceta estava encharcada, pingando, louca de vontade de sentir aquele pau fudendo ela inteirinha. Mas para minha surpresa meu dono tinha outros planos!
-Volte para o seu canto agora!
Eu voltei de 4 para o meu canto,meu corpo pegando fogo de desejo. Chegando no canto meu dono me posicionou sentada no chão, pegou a corrente que está nos grampos e prendeu ela na parede, de forma que qualquer movimento que eu fizesse eu sintiria os grampos puxando meus seios. A minha excitação era tão grande que eu não sentia mais dor, só mais e mais vontade de ser fodida pelo meu dono.
O telefone do meu dono tocou e ele se sentou novamente no sofá. Enquanto ele falava ao telefone não tirou os olhos de mim e percebo que seu pau já está duro novamente. Depois de desligar ele veio até mim, se ajoelhou e começou a me beijar. Ah como eu esperei por esse momento. Ter a boca do meu dono sobre meu corpo é uma das sensações mais deliciosas que tem. Ele começou beijando meu pescoço e foi descendo até os seios. me mordeu e apertou eles com força, o que me levou a um prazer extremo pois ainda estou presa na parede pelos grampos.
- Agora você já sabe o que é?
Como eu demorei a responder ele me deu um tapa na cara.
- Fala sua vadia. O que você é?
- Sua cadelinha safada!
-E o que você quer?
- Que você me fode com força.
-Entao vem cá que eu vou te mostrar como se fode uma cadelinha safada.
Dizendo isso, meu dono soltou a corrente dos grampos do gancho e me colocou de 4 pra ele.
Eu me mostro cada vez mais excitada mas ele ainda quer mais. Amarrou minhas pernas para que eu não conseguisse fechá-las e ficasse totalmente imóvel.
- Tá com pressa né cadela, de ter meu pau todinho na sua buceta, mas você não achou mesmo que iria sair dessa sem umas boas marcas nessa bunda gostosa né?
Meu dono levantou e pegou o seu chicote. Chegando ao meu lado me acariciou com seu chicote, passando pelos meus lábios e deslizando pelo meu corpo. Foi descendo devagarinho, com uma leve carícia e ao chegar na minha bunda desferiu uma chicotada nela que me faz dar um grito de dor e prazer!
-Voce gosta disso né sua cadelinha. Vamos ver se você aguenta 10 hoje. Conta bem alto pra mim!
E começou a me chicotear, a cada chicotada eu contava pra ele, a dor fazendo com que minha bunda formigasse e a cada chicotada meu dono vinha e beijava no exato lugar onde bateu, espalhando ondas de prazer sobre minha pele. Ao chegar na última chicotada eu já estou implorando para que ele me coma, e sacie aquele desejo louco que estou sentindo. Meu dono se posicionou atrás de mim, e com seu pau bem duro começou a esfregar minha buceta. E aí sim se enterrou todinho em mim,me fazendo gritar de prazer. Meu dono meteu com força, e eu amando cada centímetro dele em mim. Gozei como uma verdadeira cadela no cio, deixando ele todo molhado. E para fechar com chave de ouro meu dono gozou dentro de mim, ele sabe que isso me deixa louca de tesão e me presenteou com mais esse banquete. Depois de meter em mim como uma cachorra e me deixar toda marcada pelas suas mordidas e chicotadas ele me desamarrou, mas me deixou ainda na coleira porque cadela que tem dono não anda sem coleira por aí.
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