Casal carioca 1 - No primeiro dia já começamos a armação do plano

A viagem para o nordeste foi a melhor ideia que meu maridinho Dirceu já teve. O sol quente, a areia branca e aquele marzão já tinham feito eu transar com ele como uma louca todas as noites, mas a gente não imaginava o que estava por vir.

Foi na piscina do hotel que a gente conheceu o casal do Rio. Ele, um morenão chamado Rafa, com um sorriso de mau que já me deu um tesão, e ela, a Juliana, uma loirinha de corpo escultural, com uns peitos que pareciam gritar por uma boa chupada. A gente ficou logo amigo, fez tudo junto durante o dia, e à noite, a bebida rolou solta.

Já era de madrugada quando o Rafa, com aquele jeitão de malandro, falou:
- E aí, gente? Que tal a gente esticar um pouco mais a noite? Conheço uma balada aqui perto que é... bem diferente.

A Juliana completou, piscando o olho para mim:
- É um lugar liberal. Muitos casais, muita putaria rolando solta. Vocês se animam?

Eu e o Dirceu nos olhamos e já sabíamos a resposta. Meu corninho adora uma aventura. Lá fomos nós.

O lugar era uma loucura. Luzes fracas, música eletrônica batendo, e em todos os cantos, casais se pegando, transando, chupando, uma putaria geral. Meu corpo já pegou fogo. A Juliana não tirava os olhos de mim. Em pouco tempo, ela veio por trás, passou a mão na minha cintura e sussurrou no meu ouvido:
- Sua boca é linda demais. Posso provar?

Não precisei responder. Ela virou meu rosto e me beijou. Uma boca quente, molhada, uma língua que sabia o que queria. Foi um beijo de deixar qualquer mulher molhada. Eu retribuí com a mesma vontade, já sentindo minha calcinha encharcando. Em pouco tempo, ela pegou na minha mão e falou:
- Vem. Tenho um lugar mais privado pra gente.

Ela me levou para uma cabine, um espécie de cubículo com uma cama e cortinas semi-transparentes. Assim que a cortina fechou, ela me jogou na cama e ficou por cima de mim. Começou a me beijar de novo, enquanto as mãos dela subiam pela minha blusa e desabotoavam o sutiã. Meus peitos estavam duros, os bicos eram pedras. Ela não perdeu tempo e já começou a chupar um, enquanto com a mão beliscava o outro.

- Que peitos gostosos, sua safada - ela falava, com a boca cheia do meu peito.

Eu só gemia, já perdida no prazer. Abri as pernas e ela entendeu o recado. A mão dela desceu pela minha saia, passou por cima da minha calcinha e começou a esfregar minha xoxota. Eu estava alagada. Ela tirou minha calcinha com um movimento rápido e não deu tempo pra eu pensar. Já estava com a cabeça entre minhas pernas.

- Que buceta linda, sua gostosa - ela disse, antes de enfiar a língua em mim.

Aquela língua era divina. Ela sabia exatamente onde tocar, como sugar, como morder meu clitóris. Eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvia. Segurei na cabeça dela e empurrei mais contra minha buceta. Ela me chupava como se estivesse comendo o melhor sorvete da vida. Eu rebolava, me esfregava nela, sentindo o orgasmo se aproximando.

- Não para, Juliana, não para! - eu gritei, quando o prazer explodiu em meu corpo.

Eu gozei como nunca, enchendo a boca dela com meu caldo. Ela lambeu tudo, sugou cada gota, e depois subiu para me beijar, me fazendo provar o meu próprio sabor. Foi delicioso.

Enquanto eu recuperava o fôlego, ela deitou ao meu lado e começou a se masturbar. Eu não podia deixar aquela gostosinha sozinha. Fui por cima dela e comecei a retribuir cada carícia. Chupava seus peitos, mordia seus bicos, enquanto minha mão explorava aquela buceta já molhada. Ela gemia, pedia mais, até que eu também a levei ao orgasmo.

Ficamos ali por um tempo, nos beijando, nos acariciando, até que ela falou:
- Nossos maridos devem estar nos esperando.

A gente se arrumou e voltou para a área principal. Lá estavam eles, o Dirceu e o Rafa, sentados numa mesa, bebendo e assistindo a um show erótico no palco. Eles não pareciam nem ter notado nossa ausência.

Quando a gente se sentou, eu cheguei perto da Juliana e falei no ouvido dela:
- Isso foi incrível. Mas sabe o que me daria um tesão ainda maior? Ver nossos maridos transando entre eles.

Ela me olhou com surpresa:
- Nossa, que ideia! Mas o Rafa nunca fez isso. Acho que ele não topa.

Eu sorri, já tramando um plano:
- Toda gente tem um primeiro dia, amiga. A gente só precisa do incentivo certo. Que tal a gente armar algo para isso?

Os olhos da Juliana brilharam. Ela sorriu de volta e assentiu. A gente tinha um plano para traçar.

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Comentários


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alinnne Comentou em 13/06/2026

vocês duas se pegando me fez molhar e pelo final do conto vem coisa mais gostosa ainda




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Casal carioca 1 - No primeiro dia já começamos a armação do plano

Codigo do conto:
264346

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
13/06/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
3