Capítulo 8: O Retorno à Escola
Asilo São Lucas, Ribeirão Preto
O relógio na parede marca 3:50 PM, o sol de junho começando a se pôr, lançando um brilho alaranjado pelas janelas do quarto. Thiago se ajeita na cadeira, os olhos ainda carregados de choque, enquanto Carla, a enfermeira de pele morena, anota freneticamente no caderno, o lápis quase quebrando. Ao lado, Roberto, o enfermeiro de barba grisalha, balança a cabeça, incrédulo, e uma auxiliar nova, Jéssica, de uns 28 anos, cabelo curto e castanho, se junta ao grupo, puxando uma cadeira com um sorriso curioso. “Seu Alexandre, o que Otávio exigiu depois de pegar você com Helena?” Thiago pergunta, a voz trêmula. Carla murmura, “Isso tá virando um livro.” Roberto ri, “Velho, você não para!” Jéssica arqueia uma sobrancelha. “Quero ouvir essa!” Eu dou um riso rouco, a voz arranhada pelo tempo. “Calma, rapazes. O dom me levou de volta pra escola, e aí a coisa esquentou. Volta comigo pra 73.”
1973, Ribeirão Preto
Depois do rolo com Helena na Fazenda Santa Cruz, Otávio me deu um ultimato: “Você vai me entreter, Páris, ou te boto pra fora.” O trampo era bom, o sol escaldava a pele enquanto cortava cana, o suor escorria pelo peito largo, a camisa rasgada colando no corpo, mas a pressão dele me sufocava. Uma semana depois, ele me mandou buscar suprimentos na cidade, e passei pela escola municipal onde tinha encontrado Teresa. O dom pulsava, uma chama que não apagava, e decidi parar. Era meio-dia, o pátio vazio, o cheiro de giz e madeira velha pairando no ar. Entrei, o coração batendo forte, e lá estava ela, Teresa, organizando livros na sala, o vestido azul simples marcando a cintura fina, os seios pequenos apontando contra o tecido.
Quando me viu, ela congelou, os olhos castanhos arregalados, o rosto ainda carregando a lembrança do último encontro. O dom explodiu, forçando-a a se render, o peito subindo rápido, os lábios tremendo. “Você… de novo?” ela sussurrou, a voz fraca. “Me ajuda com algo?” Eu tranquei a porta, o clique ecoando, e avancei. “Você me quer, né?” rosnei, agarrando o cabelo dela, puxando com força. Ela gemeu, o som doce cortando o ar, e eu dei um tapa leve no rosto, a bochecha corando. “Então me dá tudo,” ordenei, rasgando o vestido, expondo os seios firmes, os mamilos rosados e duros, a barriga lisa, e a buceta, os lábios inchados e rosados, já úmida.
Ela caiu de joelhos, as mãos trêmulas desabotoando minha calça, o pau duro saltando pra fora. “Chupa,” rosnei, puxando o cabelo e guiando-a. A boca dela, quente e úmida, envolveu a ponta, a língua lambendo devagar, provando-me com uma fome desesperada. Eu gemi, as mãos apertando o cabelo, forçando-a a me engolir inteiro. A garganta apertou, quente e molhada, e ela engasgou, os olhos lacrimejando, mas cheios de desejo. “Isso, engole tudo,” eu disse, metendo na boca, o som molhado ecoando na sala, misturado aos gemidos abafados. A língua dela dançava nas veias, subindo e descendo, as mãos agarrando minhas coxas, as unhas cravando na pele.
Puxei o cabelo com mais força, fazendo-a engasgar enquanto metia, o pau batendo na garganta. “Você é boa nisso,” rosnei, sentindo o prazer subir, bruto e selvagem. Ela olhou pra mim, as lágrimas escorrendo, e acelerou, a boca tremendo, o som da saliva enchendo o ar. O primeiro orgasmo dela veio sem aviso, o corpo tremendo, as mãos agarrando minhas pernas enquanto ela gozava só de me chupar, a buceta encharcando as coxas, o líquido pingando no chão. “Ai, Páris!” ela gritou, a voz rouca, os olhos revirando.
Eu a levantei, empurrando-a contra a mesa, o tampo rangendo. Levantei o vestido, expondo a buceta pulsante, e alinhei-me, metendo de uma vez. O calor úmido me engoliu, e ela gritou, as mãos cravando na madeira. “Porra!” ela arfou, o corpo se arqueando, e eu comecei a foder, os quadris batendo contra a bunda firme, o som molhado ecoando. Puxei o cabelo de novo, forçando a cabeça pra trás, e dei um tapa na bunda, a pele branqueando e vermelhando. “Aguenta,” rosnei, metendo mais fundo, a buceta pulsando em volta do meu pau.
O segundo orgasmo explodiu, o corpo dela convulsionando, um gemido alto escapando enquanto a buceta se contraía, o líquido quente escorrendo pelas coxas. “Meu Deus!” ela gritou, as pernas fraquejando, os olhos vidrados. Eu não parei, fodendo com mais força, o terceiro orgasmo se aproximando. Ela agarrou a mesa, as unhas arranhando a madeira, e gozou de novo, o corpo tremendo, o suco jorrando e molhando minhas pernas, o gemido rouco ecoando.
“Mais!” ela implorou, a voz quebrada, e eu a virei de lado, uma perna levantada, metendo mais fundo. O quarto orgasmo veio rápido, o corpo se arqueando, os seios balançando, o líquido jorrando e pingando no chão. “Páris, eu… ai!” ela gritou, o prazer a fazendo desmaiar por um instante. Mas eu queria mais. Cuspi na mão, lubrificando, e alinhei-me contra o cu dela, o ânus apertado e quente me chamando. Ela gemeu de dor e prazer quando empurrei, devagar no início, sentindo a resistência ceder. “Porra, Páris…” ela arfou, as mãos cravando na mesa, e eu puxei o cabelo de novo, dando um tapa na bunda, deixando marcas vermelhas.
O ritmo acelerou, o som dos meus quadris batendo contra a carne ecoando, e ela gozou de novo, o quinto orgasmo a fazendo tremer, o cu pulsando em volta do meu pau, o líquido da buceta misturando-se ao suor. “Mais, por favor!” ela implorou, e eu obedeci, metendo com brutalidade, o sexto orgasmo explodindo, o corpo dela colapsando contra a mesa, o prazer a fazendo gritar, o suco escorrendo em riachos.
O gozo me pegou, um rugido escapando enquanto eu puxava o pau pra fora e gozava na cara dela, o esperma quente jorrando, escorrendo pelo rosto, pingando no queixo e nos seios expostos. Ela arfou, o rosto marcado, os olhos fechados em êxtase, o corpo ainda tremendo. “Você é minha,” eu disse, o dom me enchendo de uma satisfação cruel, o peito subindo e descendo rápido.
Mas então ouvi a porta. O diretor da escola entrou, os olhos arregalados, a boca aberta. “Seu desgraçado!” ele gritou, e eu soube que o inferno ia começar de novo. Levantei a calça, o coração disparado, enquanto ele corria pra chamar a polícia.
*2025, Asilo São Lucas*
Thiago, Carla, Roberto e Jéssica trocaram olhares, o silêncio pesado no ar. Thiago engoliu em seco, o rosto vermelho. “Seu Alexandre, isso… é insano.” Carla largou o lápis, atônita. “Você não tinha medo?” Roberto balançou a cabeça. “Velho, você era um tornado!” Jéssica riu, nervosa. “O que rolou com o diretor?” Eu ri, a voz fraca, os olhos perdidos na janela. “Medo? O dom não me deixava sentir, rapazes. Quer saber o que a polícia fez?” Eles assentiram, hesitantes, e eu sorri. “Amanhã te conto, se eu aguentar.”



