Clube secreto da punheta

Eram meados dos anos 90, época em que vivia a minha juventude, corpo magro, hormônios borbulhando, me masturbava todos os dias, e como todo jovem naquela época, conseguir um material erótico, era difícil, fosse video HS, fotos, revistas e etc. meu amigo Anderson tinha uns primos mais velhos e ele sempre “roubava” as revistas e quadrinhos eróticos deles e foi em um desses momentos que iniciamos o clube da punheta.
Sempre nos encontrávamos na casa de Anderson, porque era filho único e seus pais sempre estavam no trabalho. Em um dia ele me chamou para assistirmos uma fita de video que ele encontrou nas coisas do primo dele. Eram várias cenas de filmes pornô, uma especie de compilados. O ritual era assim: trancávamos a porta da sala de tv, fichávamos a janela e o quarto ficava a meia luz, era possível vermos um ao outro. Colocamos o filme e logo fomos ficando de pau duro. A cena era de um casal que iria receber o chefe do marido em casa para um jantar, o objetivo era ele conseguir uma promoção, a mulher, uma loira, com os seios grandes, muito bonita e o marido um homem peludo de pau grande e forte, o que ja me deixou excitado e com tesão, sempre fiquei prestando atenção nas rolas dos machos e me deliciava na punheta. O filem ia desenrolando ate que o cara oferece a mulher dele para o chefe que fode ela enquanto o marido assiste e fica se tocando. Nessa hora Anderson diz - “ que otario, com essa rola gigante eu comeria essa gostosa e esse chefe babaca”. Senti um arrepio na coluna e uma vontade louca de ser o chefe ali, a possibilidade de chupar uma buceta, o que faço com maestria e ao mesmo tempo ser penetrado por outro macho me deixa louco de tesão, e ai brinquei com Anderson -“ Seu pau não aguenta, nem tamanho ele tem” eu já sabia que ele tem uma rola enorme, seu pau deve ter uns 18 cm a 20. Um belo pau que sempre ficava apontando pra cima, muito rígido, ele sempre gostava de pixar o pau pra baixo e deixar ele bater na barriga, fazendo um estalo, e foi ai que ele sacou a rola pra fora, ja pulsando e começou a balançar ela dizendo, “quem não aguenta meu pau é seu cuzinho” levantou e balançou o pau perto do meu rosto, meu coração parecia que ia explodir e sair pela boca, fiquei com um misto de vergonha e desejo, vontade de chupar aquela rola linda e punhetar ele, mas como éramos amigos e eu nunca tinha tido vontade antes, fiquei quieto, trocávamos a punheta, cada um no seu pau, a essa hora ja estávamos nus, sem roupa. Anderson abriu bem as pernas chegando a encostar a lateral do seu joelho em minha coxa. Sempre tive o bumbum mais avantajado e as coxas mais grossas que meus amigos. Olhava para o meu lado e aquela rola enorme apontada para o teto, e ele se tocando, isso me deixou com muito tesao e meu pau tb ficava mais duro. As cenas iam acontecendo ate que entra uma cena de filme gay. Um homem branco com uma bunda linda, lisinha de quatro e um outro pauzudo enrabando ele, assistimos aos filmes, gozamos umas três vezes. A sala fechada com aquele cheiro de porra e hormônio era uma delicia. Fui ao banheiro me limpar e quando volto Anderson está em pé com o pau ainda duro, com a cena do cara de quatro no sofá com o rabo empinado, eu olhei e falei “ gostou da bundinha dele” e ele respondeu “ preciso comer um cu, ficar ao na punheta não ta dando certo” eu ri e desejei na hora ser a sua putinha de quatro ali. Fiquei com a boca seca, coração acelerado e com muito tesao na hora e disse “bem que podíamos entrar na cena ne” e ele disse “ podíamos fazer a cena agora, fica só entre nos dois, nos ajudamos na punheta e nos esfregamos gostoso o que acha?” Eu sorri e assenti com a cabeça, meu pau que tava mole ja ficou duro e senti um calor tomar conta de mim. Colocou a cena e eu ja arranquei minhas roupas e disse, senta ai, ele se sentou no sofá e eu fiquei de costas pra ele enquanto ele se tocava apertou a minha bunda e passou os dedos melados de cuspe no meu cuzinho, senti um tesão absurdo e soltei um gemido, ele pegou minha cintura e me pixou para seu colo, senti aquela rola enorme apertar meu cuzinho e comecei a rebolar fazendo um vai e vem com minha bunda no pau, ele dizia, que bundinha mais gostosa, e segurando minha cintura sarrava seu pau na minha portinha ate que senti a rola dele pulsar e um liquido que te escorrer pela minha bunda, ele gozou em mim sarrando minha bunda, virei de frente e ainda estava de pau duro, Anderson pegou meu pau e disse, vou retribuir, e começou a me masturbar ate que colocou meu pau na sua boca e me mamou por alguns segundos, não controlei e gozei demais. Ficamos um tempo jogados no sofá, colocamos as roupas, arrumamos a sala, e fomos ate o quintal de sua casa sem falar nada. Como uma especie de clube secreto, combinamos que não iriamos contar a ninguém e não iriamos inserir mais ninguém em nossas brincadeiras. Nossas punhetas sempre ficaram no sarro e oral, e até hoje sinto falta daquela rola no meu cuzinho, hoje não o vejo mais e vou morrer com o desejo de ser possuído por Anderson. Nunca esqueci aquela rola.
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adlg Comentou em 14/06/2026

Tesao




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264383 - A curiosidade me libertou - Categoria: Gays - Votos: 1

Ficha do conto

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Nome do conto:
Clube secreto da punheta

Codigo do conto:
264394

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
14/06/2026

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