Dei Canseira no Gostosão Dotado do futevôlei

O sol de fim de tarde no Rio de Janeiro parecia saber exatamente onde bater para deixar a areia ainda mais dourada. Eu estava no meu habitat natural: a quadra de futevôlei na Barra da Tijuca. Para quem não me conhece, meu nome é Nívea Barreto, tenho 39 anos, sou morena de pele bronzeada o ano inteiro cortesia dessa rotina praiana com cabelos castanhos escuros que descem até o meio das costas. Tenho 1,74m de altura e 69kg muito bem distribuídos em curvas que esculpi com anos de disciplina ferrenha. Meus olhos são cor de mel, daqueles que, modestia à parte, já fizeram muito aluno perder o ritmo e quase cair da esteira na academia onde dou aulas. Eu amo a dinâmica do futevôlei, o suor, a adrenalina de cravar uma bola no chão do adversário. Mas, naquele sábado, o verdadeiro espetáculo não foi o meu direct point, foi quem entrou na quadra para jogar contra mim.

O nome dele era Rodrigo . Um verdadeiro gostosão sarado, do tipo que parece ter sido desenhado por um artista obsecado por simetria. Ele devia ter pouco mais de 1,80m, uma pele morena clara contrastando com uma barba cerrada perfeitamente aparada e cabelos pretos, curtos e molhados de suor. O abdômen dele era uma verdadeira pista de tráfego pesado: gomos saltados, ombros largos e pernas musculosas de quem passava tanto tempo na areia quanto eu. Quando ele tirou a camisa do treino e sorriu na minha direção, exibindo dentes perfeitamente brancos, confesso que meu coração deu uma acelerada, mas a pose de mulher firme não caiu por um segundo. Eu sabia o poder que tinha, e não ia entregar o jogo de bandeja para um rostinho bonito.

O jogo começou quente, e a provocação dele veio logo no primeiro ponto que ele marcou, passando bem perto da rede.

"Nívea Barreto, você joga muito, mas se focar mais na bola e menos no meu peitoral, talvez consiga me vencer hoje", disse Rodrigo, com um sorriso de canto perversamente charmoso.

Eu apenas dei uma risadinha irônica, ajeitei meu biquíni de esporte e bati a areia das coxas, olhando bem no fundo dos olhos dele.

"Rodrigo Vasconcelos, não viaja. Seu peitoral é só mais um obstáculo na minha rede. Foca no manche, porque na próxima eu vou largar a bola no seu pé", rebati Nívea, mantendo a postura de quem estava no controle absoluto da situação.

Ele adorou a marra. A cada ponto, as investidas dele ficavam mais ousadas e as cantadas mais safadas. Rodrigo não tinha um pingo de vergonha na cara, o que, no fundo, me dava um tesão absurdo, embora eu continuasse me fazendo de difícil. No intervalo para beber água, ele se aproximou, deixando o corpo sarado propositalmente perto do meu, emanando calor.

"Se você tiver a mesma flexibilidade na cama que tem para buscar essa bola no fundo da quadra, Nívea, eu estou perdido. Que tal a gente testar esse seu fôlego em um lugar mais reservado depois daqui?", sussurrou Rodrigo, com a voz grave, me olhando de cima a baixo sem o menor pudor.

Eu tomei um gole longo da minha água, deixando uma gota escorrer pelo meu pescoço devagar, sabendo que ele estava babando, e dei de ombros.

"Você fala demais, Rodrigo. Muito gogó para pouca ação. Vai ter que suar muito mais do que isso se quiser ter o privilégio de descobrir do que eu sou capaz", respondi, dando as costas e voltando para a quadra com um rebolado sutil, deixando o gostosão lá, mordendo o lábio inferior e completamente louco para me desarmar.

O sol já estava encostando no horizonte, pintando o céu da Barra com tons de rosa e laranja, quando decidimos encerrar o jogo. Enquanto caminhávamos até as nossas barracas para pegar as mochilas e as roupas, ele não perdeu tempo. Veio caminhando colado em mim, com aquela lábia de malandro carioca, jogando verde para ver se eu colhia maduro.

"O treino acabou, mas meu foco agora é totalmente outro. Essa marra toda esconde uma mulher que sabe exatamente o que quer, e eu sei que você me quer tanto quanto eu quero você", disparou Rodrigo, com o olhar fixo nas minhas curvas.

"Você é bem confiante, né? Mas esquece. Sou personal trainer, Rodrigo, lido com homem de shape bonito o dia inteiro. Não é qualquer papinho furado de praia que me faz descer do salto."

"Não é papinho, é constatação. Você tá me dando um baile desde que pisou nessa areia, mas seus olhos cor de mel não mentem. Eles estão me devorando."

Eu dei uma risada lateral, fingindo desdém, mas a verdade é que o magnetismo dele estava me vencendo pelo cansaço. Quando paramos perto do quiosque para pegar minhas coisas, ele deu um passo estratégico, me encurralando suavemente contra a mureta. O calor do corpo dele era absurdo. Rodrigo colou o peito sarado nas minhas costas, puxando meu cabelo castanho com delicadeza para o lado e sussurrando no meu ouvido, com uma pegada firme na minha cintura. Ali, o xaveco virou pura eletricidade. O clima ficou picante demais, a respiração dele falhou perto do meu pescoço, e aquela postura de difícil derreteu. Eu me virei de frente, segurei a nuca dele e cedi. Nosso primeiro beijo foi uma explosão de areia, suor e desejo contido. A boca dele era quente, a língua ávida, e a urgência com que ele me puxou contra o abdômen trincado dele me deu a certeza de que a noite seria longa.

Decidimos sair dali direto para o motel. No caminho dentro do carro, o clima já estava insuportável de tão quente, com as mãos dele subindo pela minha coxa bronzeada. Eu, apesar de manter minha modéstia em público, sabia muito bem o avião que eu era. Com 1,74m e um preparo físico invejável de quem vive de alta performance, eu pensava comigo mesma que seria muito difícil aquele homem me cansar no sexo. Meu fôlego parecia infinito.

Assim que entramos na suíte, a porta mal bateu e as roupas começaram a voar. Quando o Rodrigo se livrou da bermuda e da cueca, meus olhos cor de mel quase saltaram da órbita. O bicho era absurdamente bem dotado. Um pau de uns 22 centímetros, grosso, imponente e completamente venoso, pulsando na minha direção.

"Caramba, Rodrigo... Que monumento. Você não veio para brincadeira, né?"

"Gostou, Nívea? Ele é todo seu, mas só se você aguentar o tranco."

Eu não respondi com palavras. Ajoelhei-me imediatamente na frente dele, segurando aquela obra-prima com as duas mãos. Comecei a mamar devagar, sentindo a textura, mas logo o ritmo acelerou. O tesão dele estava tão alto que ele segurou a minha cabeça com firmeza, ditando o compasso, empurrando o pau fundo na minha boca, tentando me fazer engasgar na pura audácia do momento. Só que ele esqueceu que pegou uma atleta. Sustentei o olhar fixo no dele, engolindo quase tudo, mostrando que não me intimidava fácil.

O mais louco é que o macho parecia uma máquina; por mais que eu caprichasse no boquete, ele não gozava de jeito nenhum, segurando a onda com um controle impressionante. O desejo estava no limite do suportável. Ele me puxou para cima pela cintura com uma força bruta, me jogando de costas na cama redonda. Rodrigo subiu no meio das minhas pernas, posicionando a cabeça daquele membro colossal bem na minha intimidade já completamente molhada, pronto para dar início ao verdadeiro massacre.
O contato inicial daquela cabeça enorme contra a minha intimidade me fez arquear as costas na cama, mas quando Rodrigo empurrou de uma vez, preenchendo cada centímetro meu com aqueles 22 centímetros de puro músculo, eu soltei um gemido agudo que ecoou pelo quarto todo. O impacto foi forte, mas o meu corpo, esculpido e flexível, moldou-se perfeitamente ao dele. Ele começou com uma estocada forte, compassada, e a cada batida o quadril dele batia com força contra o meu.

"Você é muito gostosa, Nívea... Olha o tamanho dessa raba, que racha perfeita!", ele xingava baixinho, com a voz completamente rouca de tesão, enquanto me segurava pelas coxas.

"Cala a boca e mete, Rodrigo! Mostra que você aguenta o tranco!"

Ele aceitou o desafio na hora. Mudamos de posição rapidamente. Eu virei de costas, ficando de quatro na cama redonda, empinando bem o bumbum bronzeado. O visual para ele devia estar covarde. Rodrigo não perdeu tempo: segurou a minha cintura com as duas mãos, cravando os dedos na minha pele, e entrou com tudo por trás. A penetração nessa posição ficou ainda mais profunda, alcançando lugares que me faziam perder o fôlego. A cada estocada violenta que ele dava, a mão dele subia e estalava um tapa firme na minha bunda, deixando a pele marcada e quente. Os xavecos da praia tinham sumido; agora o diálogo era puro dirty talk.

"Aguenta, sua puta gostosa... Você não disse que era difícil de cansar? Toma!", ele soltava, alternando as metidas violentas com puxões no meu cabelo castanho, trazendo minha cabeça para trás.

"Isso... Mais forte, me racha no meio!", eu pedia, completamente entregue ao ritmo frenético daquele bombardeio. O preparo físico de personal trainer foi o meu trunfo, porque eu conseguia empinar ainda mais, travando o abdômen e jogando o quadril de volta contra o dele, aumentando o impacto. O atrito era tão intenso que o calor entre as nossas pernas parecia pegar fogo. Não demorou muito para a primeira onda de prazer me atingir. Meu corpo inteiro estremeceu, os músculos da minha foda se contraíram fortemente ao redor do pau dele, e eu desabei de peito no colchão, soltando um grito abafado enquanto gozava o primeiro orgasmo da noite, uma onda líquida e intensa que inundou tudo.

Mas o Rodrigo era uma máquina e não parou. Sentindo a minha contração, ele me puxou para cima de novo, sentando-se na cama e me puxando para ficar por cima dele. Eu montei naquele monumento, prendendo minhas pernas ao redor do tronco dele. Com as mãos apoiadas no peitoral sarado dele, comecei a ditar o ritmo, cavalgando com força. Eu subia quase até a ponta e descia de uma vez, engolindo aqueles 22 centímetros inteiros. Olhar para baixo e ver o membro dele sumindo dentro de mim, enquanto o abdômen trincado dele contraía a cada impacto, era a visão do paraíso.

"Caralho, Nívea, você vai me fazer virar do avesso desse jeito... Que rítmo é esse, mulher?", ele gemia, jogando a cabeça para trás, com as veias do pescoço saltadas.

"Eu te avisei que o meu fôlego era infinito, Rodrigo! Aguenta!"

Aproveitando a minha própria força nas pernas, acelerei ainda mais os movimentos, jogando o quadril em círculos enquanto quicava com violência. O prazer acumulou tão rápido que, em poucos minutos, meus olhos cor de mel se fecharam, minhas pernas tremeram e eu fui arrebatada pelo segundo orgasmo, ainda mais violento que o primeiro. Eu gemia alto, sem nenhuma timidez, sentindo meu corpo pulsar inteiro sobre o dele, enquanto ele continuava firme, segurando o próprio orgasmo como um verdadeiro campeão, prolongando aquela loucura ao máximo.
Depois daquela cavalgada insana por cima, eu achei que ele fosse pedir uma trégua, mas o Rodrigo me surpreendeu. Ele me segurou pela cintura com uma força impressionante, inverteu as posições num movimento rápido e me deitou de lado, puxando uma das minhas pernas para o alto, quase no meu ombro. Nessa posição de lado, o pau dele entrava num ângulo perfeito, raspando em tudo lá dentro. Ele metia com os olhos fixos nos meus, uma transa firme, olho no olho, que me dava arrepios.

"Você é uma máquina, Nívea... Nunca vi uma mulher com uma rresistência dessas!", ele gemia, enquanto o suor do peito dele pingava no meu abdômen.

"Você não viu nada, Rodrigo... Continua, não para!"

E ele não parou. Dali, ele me puxou da cama e me levou direto para a parede. Ele me prensou contra o espelho do quarto, me levantou pelas coxas e eu entrelacei minhas pernas na cintura dele, ficando totalmente suspensa. Em pé, com o peso do meu corpo jogado contra o dele, cada estocada parecia atingir o fundo da minha alma. Eu apoiava as mãos na parede, jogando a cabeça para trás, vendo pelo reflexo o contraste da minha pele bronzeada com o corpo moreno claro dele. Ele dava estocadas violentas, de baixo para cima, fazendo um barulho estalado a cada impacto do quadril dele na minha bunda. O prazer subiu como uma corrente elétrica e, segurando o pescoço dele com força, eu entrei no meu terceiro orgasmo da noite, gritando alto no ouvido dele enquanto minha intimidade esmagava o pau dele.

Sentindo as minhas contrações desesperadas, o Rodrigo finalmente chegou no limite da primeira gozada dele. Ele soltou um rosnado grave, enterrou os 22 centímetros até a raiz dentro de mim e descarregou um jato quente e absurdamente volumoso lá no fundo. As pernas dele chegaram a tremer, e nós dois fomos escorregando pela parede até sentarmos no chão, os dois ofegantes, rindo de puro êxtase.

Mas quem disse que parou por aí? Um homem com aquele shape e um pau daqueles não ia se dar por satisfeito com uma rodada só. Depois de uns dez minutos bebendo água e trocando carícias quentes, o bicho já estava duro de novo, pronto para o segundo round.

Eu quis assumir o controle de novo para usar todo o meu preparo físico. Fiquei de joelhos por cima dele, que estava deitado de costas, e comecei uma galopada de costas para o rosto dele. Eu quicava com violência, olhando para as minhas próprias pernas e para a força com que eu engolia aquele membro gigante. O Rodrigo esticou os braços e começou a apertar os meus peitos com força, me xingando de todas as formas gostosas possíveis, completamente hipnotizado pelo movimento da minha raba subindo e descendo.

"Você vai me matar desse jeito, Nívea... Puta que pariu, que racha gostosa!", ele falava, dando tapinhas na lateral das minhas coxas.

"Gosta, Rodrigo? Então aguenta!"

Mudei a direção, ficando de frente para ele, e continuei sentando sem dó, numa velocidade digna de atleta. O atrito daquela segunda rodada estava ainda mais sensível. Eu sentia cada centímetro dele me preenchendo. O prazer veio num galope tão violento que eu travei o quadril lá embaixo, engolindo ele todo, enquanto meu quarto orgasmo me dopava por completo. Logo em seguida, ele me virou de quatro mais uma vez, subiu o tom da agressividade e começou a meter com uma força bruta, implacável. A resistência dele era absurda, mas o meu corpo aguentava cada golpe de quadril. Ele foi acelerando, o barulho da foda ecoando na suíte, até que ele desferiu os últimos três tapas certeiros na minha bunda e jorrou a segunda gozada da noite, inundando tudo de novo enquanto caía exausto por cima das minhas costas.

Ficamos ali, os dois colados, o suor misturado, os corações parecendo que iam sair pelo peito. O silêncio do cansaço tomou conta do quarto por alguns minutos, até que ele rolou para o lado, olhando para o teto com o peito subindo e descendo freneticamente.

"Chega, Nívea... Eu peço arrego. Você é um perigo para a saúde de qualquer homem. Estou completamente esgotado", confessou Rodrigo, rindo, sem forças nem para levantar o braço.

"Eu te avisei na praia, Rodrigo. Para me acompanhar, tem que ter muito mais do que só gogó. Mas confesso... Você deu conta do recado direitinho", completei, sorrindo de canto, vitoriosa por ter cansado o gostosão da Barra da Tijuca..


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dei Canseira no Gostosão Dotado do futevôlei

Codigo do conto:
264408

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/06/2026

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