— Amor, eu tenho uma fantasia… Quero dar para outro na sua frente.
Meu coração acelerou na hora. A ideia de ver outro cara comendo ela me deixou com o pau latejando.
Marcamos com o Rafael, um colega de academia dela. Quando ele chegou em casa, eu já estava com a boca seca. Minha mulher usava um vestido preto curto, sem calcinha — eu sabia porque ela tinha me mostrado antes.
— Você pode só assistir ou quer participar? — ela perguntou, passando a mão na minha calça.
Eu não respondi. Só sentei no canto da cama e vi ela cair de joelhos, abrindo o zíper do Rafael.
Minha esposa engoliu o pau dele com uma facilidade que nunca tinha mostrado comigo. O Rafael soltou um gemido e segurou a cabeça dela, empurrando com força.
— Isso, minha puta, chupa essa rola!
Eu me aproximei, com meu próprio pau durão na mão, e ela me olhou enquanto mamava ele.
Quando ele a empurrou na cama e enfiou na buceta dela, eu quase gozei só de ver. Ela gritou, pedindo mais, e o Rafael começou a meter com força.
— Olha seu marido, puta. Ele adora ver você sendo comida!
E era verdade. Eu estava ali, batendo uma, delirando com o barulho da buceta molhada dela levando pica
O Rafael não aguentou muito. Com um gemido forte, ele tirou o pau e jorrou porra na cara dela.
— Agora é sua vez, corno — ela disse, me puxando pra cima.
E foi assim que, pela primeira vez, eu comi minha mulher depois de outro. E, pela primeira vez, eu finalmente aceitei:
Ser corno é bom demais.



