Segunda Parte – A Virada em Búzios Chegamos em Búzios no dia 30, o carro do gerente (que se chama Roberto) estava cheio de expectativa. Eu fui no banco da frente, de short jeans bem curto e uma blusinha fina sem sutiã, só pra ir provocando desde o trajeto. Meu marido, o futuro corno oficial, ia atrás com mais dois amigos do Roberto: o Júnior, um moreno alto e musculoso que trabalha na segurança, e o Léo, mais novo, uns 28 anos, cara de quem malha todo dia. Durante a viagem inteira o Roberto não tirava a mão da minha coxa. Toda vez que meu marido olhava pelo retrovisor, eu abria um pouco mais as pernas e sorria inocente. Meu marido ficava quieto, mas eu via o volume na calça dele crescendo. Quando paramos num posto, eu fui ao banheiro e voltei com a calcinha na mão, enfiando discretamente no bolso dele. — Guarda pra mim, amor... tá molhada demais pra usar agora — sussurrei no ouvido dele. Ele quase gozou ali mesmo. Chegamos na casa alugada, uma mansão de frente pro mar com piscina enorme. Tinha mais gente: duas amigas do Roberto (uma bem safada chamada Carla) e mais dois caras. Assim que descemos as malas, Roberto me puxou pela cintura na frente de todo mundo e falou: — Galera, essa é a Ana, a mulher mais gostosa da empresa. E esse é o marido dela, que topou vir junto. Todo mundo deu aquele sorrisinho cúmplice. Meu marido ficou vermelho, mas apertou a mão de todo mundo. Eu adorei ver ele assim. A tarde foi de praia. Eu coloquei um biquíni minúsculo branco que quase não cobria nada. Roberto e o Júnior não desgrudavam de mim. Entramos no mar juntos e logo senti duas mãos diferentes me apertando: uma do Roberto na minha bunda, outra do Júnior subindo pela minha coxa. Meu marido estava na areia, fingindo que olhava o celular, mas eu sabia que ele não perdia nenhum movimento. À noite fizemos um churrasco. Bebemos bastante, a música alta, o clima ficando cada vez mais quente. Eu sentei no colo do Roberto na frente do meu marido enquanto ele assava a carne. Roberto passava a mão por dentro da minha blusa, apertando meus mamilos na frente dele. Meu marido só olhava, respirando pesado. — Tá gostando do que vê, amor? — perguntei alto, pra todo mundo escutar. Ele só balançou a cabeça, sem conseguir falar. Perto da meia-noite, o pessoal começou a ir pra piscina. Eu tirei o short e a blusa e entrei só de biquíni. Roberto veio atrás de mim, me prensou contra a borda da piscina e me deu um beijo quente na frente de todos. Meu marido estava sentado na espreguiçadeira a poucos metros, olhando fixamente. Senti a rola dura do Roberto roçando em mim dentro da água. Ele sussurrou no meu ouvido: — Seu marido tá louco pra ver você tomando pau de verdade, né? Eu ri, olhei pro meu marido e respondi alto: — Tá sim... e eu tô louca pra dar pra você hoje. Foi o sinal que faltava. O Roberto me tirou da piscina, me pegou pela mão e me levou pra dentro de casa, direto pro quarto principal. Meu marido veio atrás, junto com o Júnior e o Léo. Os outros ficaram na piscina, mas dava pra ouvir as risadas. No quarto, Roberto me jogou na cama e tirou meu biquíni. Eu estava encharcada. Ele abriu minhas pernas e começou a me chupar com fome, enfiando a língua fundo enquanto eu gemia alto. Meu marido sentou na poltrona do canto, já com o pau pra fora, batendo devagar. — Vem cá, corno — Roberto chamou ele. — Segura a perna da sua mulher pra mim. Meu marido obedeceu, tremendo. Segurou minhas coxas abertas enquanto o gerente metia dois dedos em mim, depois três. Eu estava gemendo feito puta. — Por favor... me fode logo — implorei. Roberto não esperou. Tirou o pau pra fora (grande, grosso, bem maior que o do meu marido) e meteu tudo de uma vez. Eu gritei de prazer. Ele começou a estocar forte, segurando meus cabelos, me chamando de putinha do marido. Meu marido olhava hipnotizado, batendo punheta cada vez mais rápido. — Olha pra ele — Roberto mandou. — Mostra pro seu corno como você gosta de levar pau de verdade. Eu olhei nos olhos do meu marido enquanto tomava rola: — Tá vendo, amor? Tá vendo como ele me fode gostoso? Eu sou dele hoje... O Roberto me virou de quatro, de frente pro meu marido, e meteu ainda mais fundo. Cada estocada fazia meus peitos balançarem. O Júnior se aproximou e enfiou o pau na minha boca. Eu chupei gostoso, babando, enquanto levava no cu e na boca ao mesmo tempo. Meu marido não aguentou. Gozou primeiro, jorrando no chão sem nem encostar em mim. Roberto gozou logo depois, enchendo minha buceta de porra quente. Quando ele tirou, eu abri as pernas pro meu marido: — Vem limpar, amorzinho. Come a porra que ele deixou em mim. Ele hesitou só dois segundos. Depois se ajoelhou e enfiou a língua na minha buceta melada, lambendo tudo enquanto eu gemia e gozava de novo. O Júnior não perdeu tempo. Assim que meu marido terminou de limpar, ele me virou e meteu no meu cu, sem dó. Eu gritava de prazer, completamente cheia. O Léo enfiou na minha boca. Fui comida pelos três a noite inteira. Na virada da meia-noite, enquanto os fogos estouravam lá fora, eu estava de quatro na varanda do quarto, tomando rola do Roberto de novo, gemendo alto pra todo mundo ouvir: — Feliz ano novo, meu corno! Eu sou a puta de vocês agora... Meu marido, sentado ao lado, só assistia e sorria, com o pau duro de novo. A viagem mal tinha começado e eu já sabia: 2026 ia ser o ano em que meu maridinho viraria corno completo. E o melhor... ele estava amando cada segundo.
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