Um dos primeiros episódios que despertou em mim o desejo de exibir a esposa aconteceu por causa de uma simples confraternização de fim de ano. Nessa ocasião, a empresa em que ela trabalha aluga um clube, contrata uma atração musical e faz uma festa bem grande, com bebida liberada. Embora as atribulações do trabalho ocupem muito a nossa mente, sinto que ela consegue de algum modo relaxar nesse período, com as colegas mais próximas.
Nesse dia, em especial, ela vestiu uma calça social creme, muito bonita, que realçava bastante a bunda e uma blusinha vinho, muito elegante. A blusa não era um cropped, mas era ligeiramente mais curtinha, ou seja, quando ela levantava os braços dava pra ver pelo menos uns dois dedos da barriguinha branca dela. A cinturinha fina era sempre uma atração.
Dependendo do ano, ela se anima um pouco mais nesses eventos e, nesse ano, ela pareceu ter curtido bastante a festa. Chegou em casa animada, visivelmente altinha, me contando como foi, quem foram os colegas que estavam lá, o que tinha pra comer, pra beber, o que tocou, etc. Antes disso, ela me deu um beijo muito gostoso, com gosto de vodka, e me abraçou forte. Nessas situações, meu pau subia na hora, ainda mais ao vê-la animadinha , arrumada e perfumada voltando da festa.
Logo depois, ela sentou no sofá pra tirar o sapato e continuar contando como foi a festa. Foi aí que percebi algo que me deixou louco. Ela levantou os braços pra se alongar um pouco e notei que a alcinha da lateral da calcinha dela estava bem pra fora da calça, bem do lado para o qual ela estava virada pra mim. Ela nem percebeu. Era uma calcinha fio dental, preta, que contrastava lindamente com a pele branquinha dela. Logo depois, quando ela abaixou os braços, a calcinha ficou escondida novamente embaixo da blusa.
Mil pensamentos se passaram pela minha cabeça, especialmente porque ela disse que dançou na festa, inclusive funk. Fiquei pensando em quantas pessoas podem ter visto a calcinha da minha mulher, ainda mais porque dava pra perceber que era uma calcinha bem pequena. Será que numa das idas ao banheiro, ela puxou demais a calcinha pra cima? Mas preferi não comentar nada. Fiquei ainda ouvindo as histórias da festa e, depois, ela se levantou pra tomar banho. Como nessa época morávamos numa casa, ela tinha que subir as escadas e eu fui atrás dela.
Nessa hora, percebi que com o movimento de subir os degraus, ela também pagava calcinha atrás da calça, ainda que discretamente. Como a blusinha subia um pouco, dava pra ver nitidamente aquela parte superior do fiozinho se escondendo na calça e saindo, conforme ela subia, num movimento de repetição que me enlouquecia. Nitidamente, dava pra notar que era uma calcinha fio muito pequena. Nesse momento, explodi de tesão. Fiquei imaginando ela na festa, distraída, pagando calcinha fio pros colegas, fiquei pensando nos comentários, nela dançando com o drink na mão e nos olhares mais atentos que viram a calcinha fio exposta contrastando com a pele branquinha dela.
Assim que ela chegou na porta do banheiro, eu a abracei por trás e comecei a roçar meu pau duro na bunda dela. Ela retribuiu automaticamente e começou a rebolar, como se estivesse dançando comigo na festa. Ficamos uns bons minutos assim, até que comecei a tirar a blusa dela e chamei ela pro quarto.
Ela foi imediatamente, tirou a calça, ficou só de calcinha enquanto nos beijávamos e logo a tirou e montou em cima de mim. Estava visivelmente muito excitada, mais do que o normal. Assim que ela começou a rebolar, aproveitando-se do fato de que estava bem soltinha, o que não era tão comum, falei que notei que ela estava pagando calcinha quando chegou em casa.
Pra minha surpresa, ela provocou de volta e falou: “será que alguém viu? Devo ter feito muito sucesso...” com uma risada muito gostosa e safada. E ainda emendou: “gostou de ver a esposinha pagando calcinha, safado?” Fui à loucura e gozamos rapidamente, gozei muito e ela também.
Nesse dia, teve a certeza de que queria exibi-la mais e mais.
r-carioca