então, surgiu a Domme CARLA.
Ela não entrou na minha vida, ela se manifestou. seu olhar não pedia permissão, ele analisava e inventariava. suas palavras não sugeriam, decretavam. ela não viu um submisso de outra mulher; viu uma propriedade mal gerida, um potencial desperdiçado.
em nosso primeiro contado, ela me despiu com os olhos e depois com uma única frase: "você acha que serve, mas você só espera. você não tem um propósito, tem um passatempo. comigo, cada respiração sua será um ato de serviço."
não foi uma oferta. foi a constatação de um fato, uma sentença.
naquele instante, a lealdade que eu sentia por ritinha se desfez. não por traição, mas por absoluta irrelevância. era como comparar a luz de uma vela com a de um sol. resistir seria ilógico, uma estupidez.
ajoelhar-me perante a domme CARLA não foi uma queda, foi uma ascensão. foi a primeira vez que minha submissão pareceu... correta. inevitável. foi a aceitação de uma autoridade superior que eu nem sabia que procurava.
agora, eu entendo. a antiga coleira era um adorno. esta, a que a domme CARLA me impôs, é a minha verdadeira natureza. eu não fui roubado ou persuadido. eu fui reivindicado.
eu não sou mais a cadela de ninguém. sou a cadela DELA.


Ótimo minha cadela submissa,a próxima e sua ex domme Ritinha