Na noite seguinte, estávamos todos vendo TV na sala. O Antônio deu boa noite e foi para o seu quarto e o Miguel acabou dormindo ao meu lado no sofá. Estava bastante calor. O Matheus tirou a camisa e tomou o lugar do seu pai na poltrona. Ele se parecia com o Miguel, mas era um pouco mais alto e mais magro. Suas coxas não eram tão grossas, mas o abdômen era trincado. Ele usava o boné para trás e um short de futebol marcando a mala.
Puta que sou, olhava discretamente, admirando o corpo do meu cunhadinho. Percebendo meus olhares furtivos, ele botou a mão atrás da cabeça para exibir o braço malhado, revelando seu sovaco peludo. Era como se ele soubesse que sou tarada por sovaco de macho. Senti minha boceta começar a ficar molhada de tesão. Matheus passou a dar umas ajeitadinhas em seu pau por cima do shorts.
Vendo que eu não conseguia parar de olhar para ele, começou a alisar a rola sobre o tecido, me deixando cada vez mais excitada. O fato de o meu namorado estar dormindo bem do meu lado enquanto seu irmão se exibia para mim aumentava meu tesão.
Eu passei a alisar todo meu corpo, colocando uma das mão dentro do meu short para tocar minha boceta molhada. Matheus então tirou o pau duro para fora e começou uma punheta. Eu levantei minha blusa e mostrei minha tetinhas para ele, que passou a punhetar mais rápido.
Eu fui até a poltrona e abaixei meu short até o joelho, revelando minha calcinha fio dental enfiada no rego. Sentei no colo dele de costas para ele e senti o calor daquela tora dura na minha raba. Comecei a rebolar, esfregando minha bunda na rola dele.
Estava doidinha para dar para o meu cunhadinho ali mesmo na sala onde meu namorado dormia. Puxei minha calcinha pro lado e encaixei a cabeça do pau do Matheus na minha boceta. Foi uma delícia sentir o cacete do irmão do meu namorado entrando em mim. Eu sentava quicando com cuidado para não fazer barulho, pois o Miguel poderia acordar a qualquer momento e pegar a gente no flagra.
Eu virei de frente para ele para poder olhar nos olhos do meu cunhado enquanto ele metia a vara na minha bocetinha. Eu cavalgava sua pica enquanto ele me beijava enfiando a língua na minha boca e chupava meus peitos com vontade.
Em dado momento, ele levou ambas as mãos para trás da sua cabeça e eu chupei seu sovaco. Gozei forte com a pau dele enterrado bem dentro da minha xota e minha cabeça debaixo de seu braço musculoso. Depois, me ajoelhei entre suas pernas e mamei sua rola até ele me dar leitinho quente de tora na boquinha. Engoli até a última gota da minha bebida favorita.
Ao nos recompormos, acordei o Miguel e fomos para o quarto dormir. No domingo, os meninos saíram para devolver o equipamento de pesca. Eu acabei ficando para ir arrumando a casa e deixar tudo pronto para irmos embora. Quando o Antônio acordou, pensou que estava sozinho em casa e foi tomar uma ducha no chuveiro que tinha no quintal. Ele se despiu por completo e eu podia vê-lo totalmente nu da janela da cozinha. Meu coração disparou ao ver aquele homem quarentão tomando banho pelado. Era incrível como seu corpo parecia o do Miguel: o torso parrudo, o peitoral peludo, a bunda e as coxas enormes. Que homem gostoso.
Para minha surpresa, Antônio começou a punhetar seu pau de leve. O homem achava que estava curtindo a natureza sozinho em casa. Mal sabia ele que tinha uma piranha o observando. Safada como sou, ponderei minhas opções. É óbvio que eu queria dar para ele naquele momento, mas ele poderia me rejeitar, contar para o Miguel e acabar com o namoro. Até então, ele não tinha dado nenhum sinal de interesse em mim. Pelo contrário, quase não falou comigo. Mas, eu poderia dizer o mesmo do Matheus e nós trepamos bem na frente do irmão dele.
Se eu sabia uma coisa sobre homens naquela altura da minha vida é que dificilmente iam negar fogo se a gente abrisse uma brecha. Então, resolvi arriscar tudo. Tirei minha roupa, fui para o quintal e disse:
“Quer uma ajudinha, Antônio?”
O homem parou de se masturbar, assustado. Não teve reação. Apenas ficou ali parado enquanto eu me aproximava para reiniciar eu mesma a punheta que ele tinha começado. Eu tocava uma para ele e me punhetava ao mesmo tempo olhando direto nos olhos do meu sogrinho, mordendo os lábios e fazendo cara de safada.
“Você quase me enganou, sua vadiazinha. Fica se fazendo de santa, mas é uma putinha safada.”
“Essa putinha é toda sua, sogrinho.”
Ele me pegou pela cintura e me tascou um beijo. Passava as mãos por todo meu corpo, dando tapas na minha bunda e esfregando meu clitóris. Que pegada gostosa, me deixou molinha. Eu abaixei para mamar a rola dele e percebi que era idêntica à do Miguel. Aliás os três tinham o pau muito parecido.
Ele me virou de costas para ele. Me apoiei na parede com a bunda bem empinada.
“Vem comer sua nora safada, sogrinho”.
“Sua piranha vagabunda, vou te foder todinha.”
Ele batia na minha bunda e pincelava o pau na entradinha.
“Mete logo, Antônio. Enfia esse cacete na minha bocetinha.”
Ele botou por trás de uma vez até o talo me fazendo gritar.
“Agora aguenta essa pica, sua cadela gulosa.”
“Vai, sogrinho, fode minha boceta, vai, mete bem forte.”
Ele aumentou as bombadas e eu gozei gostoso em seu pau.
“Será que os meninos ainda vão demorar? Você me comeu tão gostoso que fiquei com vontade de dar o cuzinho também.”
Ao dizer isso, eu fiquei de quatro no sofá da parte externa, me arreganhando todo para o meu sogro. Ele chupou meu cu, deu uma boa cusparada no pau e meteu no meu buraquinho.
“Entrou facinho…Tá acostumado, né sua puta?”
“Vai sogrinho, fode meu rabo guloso.”
“Vou encher seu cu de porra, sua vadia.”
“Leita meu cuzinho, seu safado”
Antônio urrou enquanto gozava dentro. Foi uma delícia sentir a porra quente do meu sogro no meu buraquinho. Depois da foda, ainda deu tempo de tomar um banho e terminar de arrumar a casa antes de os meninos chegarem para irmos embora.
Depois desse fim de semana, infelizmente nunca mais tive a oportunidade de transar com o Matheus e o Antônio. Sempre quis trepar com os três ao mesmo tempo, pai e filhos, um em cada buraco, mas esse grupal pervertido nunca consegui concretizar.
Eita delícia hein