Fodi a garganta da minha namorada e depois destruí o cu dela- Minha transformaçã




Aos 19 anos eu era um merdinha tímido. 1,63m, 80kg, pau grosso mas sem coragem nenhuma. Até conhecer Juliana.

Ela tinha 29 anos, solteira, baixinha (1,55m), magrinha, pele clara, bundinha pequena e empinada, peitinhos miúdos com bicos rosados que endureciam fácil. Nos conhecemos num curso de inglês e começamos a namorar. A primeira foda foi uma merda — baunilha, sem graça. Ela ficou claramente insatisfeita.

Na segunda vez, no apartamento dela, Juliana decidiu tomar as rédeas de uma vez.

Depois de tirar a roupa, ela me olhou nos olhos e falou sem enrolação:

— Rodrigo, você fode como um menino. Eu não gozo assim. Eu gosto de apanhar pra caralho. Quero que você bata forte na minha bunda, me sufoque, enfie esse pau grosso até o fundo da minha garganta e me trate como uma puta barata. Entendeu?

Meu pau latejou. Ela se colocou de quatro na cama, bundinha pra cima.

— Começa, porra.

Dei o primeiro tapa. Fraco. Ela virou o rosto com raiva:

— Tá de brincadeira? Bate de verdade, seu filho da puta! Quero sentir sua mão ardendo na minha bunda!

Dei o segundo com força. O estalo foi alto. A bundinha branquinha ficou vermelha na hora. Ela gemeu alto e empinou mais.

— Isso! Mais forte! Marca essa porra!

Enquanto eu metia na bucetinha apertada dela, batia sem parar. Cada tapa fazia a pele clara dela ficar roxa. Puxei o cabelo curto com força, arqueando as costas dela, e meti mais fundo.

— Isso, me fode como uma vadia! — gritava ela.

Depois ela se ajoelhou no chão, olhos cheios de tesão:

— Agora fode minha garganta. Quero engasgar de verdade.

Segurei a cabeça dela com as duas mãos e enfiei tudo de uma vez. Meu pau grosso invadiu até o fundo. Juliana engasgou forte, o corpo magrinho tremeu, lágrimas escorreram, baba grossa pingou nos peitinhos. Eu não tirei. Fodi a boca dela com violência, batendo as bolas no queixo, sufocando ela sem piedade.

— Engole esse caralho, sua puta! Isso… engasga no meu pau, cachorra!

Ela segurava minhas coxas, puxando pra frente, querendo mais. O nariz dela encostava na minha barriga. Quando eu tirava, ela tossia, cuspia baba e pedia com voz rouca:

— Mais! Me destrói!

Virei ela de quatro novamente e meti na buceta com força bruta. Batia na bunda com raiva, deixava marcas vermelhas. Depois cuspi no cuzinho apertado e forcei a entrada sem aviso. Juliana gritou, mas empinou mais.

— Isso! Rasga meu cu, seu desgraçado! Me usa!

Fodi o cu dela com estocadas violentas, puxando a cabeça dela pra trás pelos cabelos, dando tapas no rosto e apertando o pescoço com força. Ela gozou pela primeira vez assim — tremendo feito louca, buceta jorrando, gritando palavrões.

Eu não parei. Continuei destruindo o cu dela até sentir que ia gozar. Tirei o pau, joguei ela de costas na cama, segurei o queixo com força e gozei muito na cara e dentro da boca aberta.

— Engole tudo, sua puta nojenta.

Juliana engoliu, tossindo, com o rosto melado de porra, bunda e pescoço marcados.

Deitada ali, destruída e ofegante, ela sorriu fraco e falou:

— Amanhã vamos piorar. Quero que você me quebre de verdade.

A partir daquela noite, Juliana virou minha puta particular. Prendia, sufocava, batia, xingava e usava todos os buracos dela sem piedade. Quanto mais violento eu ficava, mais ela gozava. Foi com ela que o Mestre Rodrigo nasceu.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico mestre-victor

Nome do conto:
Fodi a garganta da minha namorada e depois destruí o cu dela- Minha transformaçã

Codigo do conto:
264743

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
18/06/2026

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