Loucuras de Mãe e filha. Parte 1.



Oi pessoal!

Meu relato é sobre como um único momento de extravaso afetou tudo que conhecia até então. Vamos lá!

Antes de mais nada preciso contextualizar um pouco as coisas para elas fazerem sentido. Meus pais se divorciaram quando eu era pequena então desde sempre fomos eu e minha mãe, ela é minha melhor amiga e vivíamos grudadas fazendo tudo juntas, até trabalhávamos na mesma empresa em certo momento. Miram, minha mãe, foi sempre uma pessoa conservadora e certinha, o que refletiu muita na forma como fui criada. Eu não bebia nem frequentava baladas e garotos eram uma raridade, até meus 23 anos, quando a história de fato começa, eu tinha ficado com uns 3 meninos, apenas beijinhos mesmo. Me tornei uma pessoa super caseira e quase nunca saindo e quando o fazia era sempre acompanhada de minha mãe.

As coisas começaram a tomar outro rumo quando conheci um rapaz e comecei e ficar com ele após um bom tempo. Seu nome era Fernando, na época eu tinha 22 anos e ele 31, um cara agradável e em pouco tempo começamos a namorar e com quem tive minhas primeiras experiências sexuais que foram maravilhosas, por sinal.

Passado algum tempo ele já frequentava minha casa e conhecia toda família, logo de cara todos curtiram ele, era um homem decente e trabalhador e todos viam um bom futuro para nós como casal. Porém conforme as coisas se tornavam mais sérias minha mãe foi ficando apática com Fernando, em sua cabeça estava achando que iria perder o lugar dela para ele, algo natural, haja vista que nós sempre estivemos juntas, só que conforme o tempo passava Miriam implicava mais com nosso relacionamento e brigas passaram a ser constantes entre nós duas e o ponto alto foi quando anunciei que tinha ficado noiva e que iria casar em dois anos, tempo que definimos para organizar nossas finanças, e certamente a notícia caiu como uma bomba, minha mãe chorava e não aceitava a situação e as brigas passaram a ser mais intensas até que fui expulsa de casa e tive que morar com minha madrinha por um tempo.

Apesar dos conflitos e de tudo que aconteceu eu ficava chateada porque sabia que era difícil para ela mas eu tinha direito de viver minha vida e construir uma família com o homem que amava e escolhi. Meses depois tivemos uma conversa sincera e emocional e acabamos nos reconciliando e voltei a morar com ela de novo. Fiquei muito feliz que finalmente as coisas estavam se acertando, eu amava minha mãe, afinal ela era a pessoa mais importante pra mim e faria tudo para vê-la bem.

Em uma de nossas conversas ela acabou se lamentando de estar com 52 anos e não ter vivido intensamente, nunca ter feito nenhuma loucura e que por ser tão rígida comigo eu iria casar e seguir o mesmo caminho dela.

-E quem disse que ainda não dá tempo? falei.

-Estou velha demais pra fazer loucuras e você vai casar, riu minha mãe.

-Para de drama, você está nova e eu ainda não casei.

-E o que quer dizer com isso?

-Sei lá, podemos ir em uma viagem só nós duas e fazer o que quisermos.

-Até que a ideia não é tão ruim assim, disse minha mãe rindo.

-Então vamos, quero fazer essa loucura com você antes de mudar de vida.

Senti que as palavras bateram forte na minha mãe e seus olhos ficaram marejados.

-Mas tem uma condição, temos que fazer a viagem ser inesquecível, uma experiência única pra gente, nada de ficarmos certinhas e conservadoras, falei rindo.

-De acordo, disse minha mãe gargalhando.

Na mesma semana já planejamos a aventura de nossas vidas e ficou decidido que passaríamos o final de ano em um resort all inclusive, obviamente um mais acessível para nosso orçamento. Enfim chegou o dia e o lugar era incrivel, ficamos em um chalé super aconchegante e reservado, o resort tinha várias atrações e no primeiro dia já aproveitamos bem, pagamos mico na aula de dança e fizemos diversas atividades. No segundo dia o sol estava delicioso e resolvemos passar o dia na piscina tomando uns drinks, já trocadas olhei para nós no espelho e disse à minha mãe:

-Isso não está certo, estamos com esses maiôs de senhoras, viemos pra causar então vamos radicalizar,

Fomos numa loja dentro do resort e compramos dois biquínis, e pode parecer bobeira mas nunca tínhamos usado antes, sempre usamos maiô comportado com shorts e a sensação de vestir biquíni foi estranha, parecia que estávamos sem nada. Minha mãe pegou um preto e eu um amarelo, o desconforto ao andar pelo lugar era grande, chamávamos atenção pelos biquínis e por sermos relativamente altas, minha mãe tem 1,70 de altura, é morena clara quase branca, cabelo preto na altura dos ombros com alguns fios grisalhos, estava um pouco acima peso mas nada exagerado. O engraçado é que durante o trajeto até as piscinas ela quase voltou para trocar a roupa de banho umas três vezes porque seus seios são grandes e o biquíni estufava eles ainda mais e como ela é bunduda a calcinha entrava como um fio dental. Eu estava orgulhosa dela pois era um grande passo a Dona Miriam estar desfilando em público desse jeito e pela primeira vez pude ver como minha mãe é linda, seu corpo era maravilhoso e aquele sorriso tímido em seu belo rosto vermelho de vergonha foi incrível de se ver.

Já eu, Mariana, sou morena de cabelos pretos longos até o meio das costas, me assemelho muito a uma indígena segundo as pessoas que me conhecem, sou bem alta com 1,80 de altura e nos atributos físicos meus seios são maiores que os da minha mãe e meu bumbum é tão avantajado quanto, fazendo o biquíni sumir todo na parte de trás (como meu noivo dizia eu sou o que chamam de cavala) e outro detalhe é que na parte da frente nós duas exibíamos a popular pata de camelo e os olhares dos homens eram descarados e dava pra sentir no ar a excitação deles.

Ficamos praticamente o dia inteiro na área da piscina pegando um sol e atiçando cada vez mais os homens que dedicavam um bom tempo a ficar nas proximidades para ter o vislumbre de nossos corpos besuntados com bronzeador, e a sensação de sermos o centro das atenções nos deixava poderosas, com a auto estima nas nuvens, ainda mais que mesmo sem costume permitimo-nos tomar algumas bebidas alcoólicas ficando mais confortáveis com o momento.

Já ao entardecer ficamos encostadas no balcão de um dos bares perto da piscina tomando mais alguns drinks e beliscando petiscos quando um homem se aproximou e começou a puxar papo. Ele se apresentou como Ernesto, um homem de meia idade, moreno, tinha cabelo raspado mas dava para notar generosas entradas indicando uma calvície, era magro e da altura da Miriam, não era bonito mas mostrou-se muito galante e engraçado.

Ernesto era taxista e segundo ele estava passando o final de ano com alguns amigos também da mesma profissão, em uma mesa a uma distância considerável quatro homens também de meia idade jogavam baralho. Conforme anoitecia a agitação começava a ficar maior e uma banda de forró começou a tocar e nessa altura nós três já tínhamos nos entrosado e Ernesto me tirou pra dançar, no começo pensei em recusar já que não sou boa dançarina mas lembrei do motivo principal da viagem e aceitei de bom grado.

Obviamente que tanto eu quanto minha mãe sabíamos da intenção dele mas não esperava que fosse tão direto, logo de cara ja senti sua pegada forte ao entrelaçar seu braço em minha cintura e conforme a dança prosseguira ele colava mais seu corpo ao meu, ainda estava de biquíni e ele somente de sunga vermelha, e não tardou comecei e sentir um volume pressionando minha barriga e sua mão deslizando em minha cintura e costas e não sei se devido a bebida ou saudade do contato físico do meu noivo senti um calor absurdo tomando conta de mim e deixei a coisa toda rolar e ao final da música quando ele foi me soltar deixou sua mão deslizar sobre minha bunda. Na sequência ele já puxou minha mãe para dançar e fez a mesma coisa, ficou roçando discretamente e ao fim da música sua mão também escorregou na bunda dela.

-Esse homem ta de pinto duro e ficou se esfregando em mim, disse Miriam enquanto ele pegava algumas bebidas.

-Eu sei, também roçou aquele negócio em mim, falei.

-Ele passou a mão no meu traseiro!

- Eu vi, e ele também passou a mão em mim.

-Que safado! Exclamou minha mãe

Ernesto chegou e perguntou o motivo das nossas gargalhadas.

-Nada demais, disse.

Como não houve reação negativa de nossa parte às suas investidas ele ficou mais confiante e começou a flertar com maior afinco e o papo fluiu por horas e já sabíamos que ele era um ano mais velho que minha mãe e também divorciado, até que o bar do resort anunciou que estava fechando.

-Meninas, se quiserem continuar eu tenho uma garrafa de vinho dos bons no meu chalé, só não chamo vocês para irem lá porque tô dividindo com os outros caras, mas posso levar para o cantinho de vocês.

Eu e minha mãe nos entreolhamos sem saber o que dizer naquele momento e acho que ele percebeu.

-Vou dar um pulo no banheiro e vocês pensam, caso não tiverem afim as acompanho até o chalé .

- E aí, o que acha? Perguntou minha mãe.

-Não sei dizer, mas uma coisa que sei é que ele tá louquinho pra comer a gente.

-Que é isso menina! Exclamou mamãe.

-E não é verdade? Indaguei.

Com a reposta minha mãe riu e eu também cai na risada, estávamos bem alegres após beber além do normal. Não bêbadas de cair, só mais desinibidas que o habitual.

-A questão é a seguinte, se o Ernesto for pro chalé vai querer pegar a gente, falei.

-Acha que ele vai querer comer as duas? Perguntou minha mãe.

-Certeza que vai, mãe.

-E vamos fazer o que, Mariana?

Tínhamos chegado em um momento crucial, dependendo do que fosse decidido ali muita coisa mudaria radicalmente, então as cartas teriam que ser jogadas na mesa.

-Viemos aqui para fazer loucuras e até agora fizemos coisas que jamais faríamos, usamos biquínis chamativos, bebemos como nunca e até paqueramos o mesmo homem, isso por si só já está além do que poderíamos imaginar. Confesso que estou amando essa versão nossa, principalmente ver você assim como nunca vi antes, linda e com brilho no olhar.

-Também estou amando essa experiência toda, jamais imaginei isso, disse Miriam.

-Entâo vamos ser diretas, você quer dar pra ele? Perguntei.

-Acho que sim, mas estou nervosa, faz mais de vinte anos que não transo.

-Isso é o de menos, falei.

-E você vai dar para ele?

-Estou noiva, mãe, não posso.

-E o lance de fazer loucuras?

-Aí já é loucura demais, Dona Miriam.

-Então deixa pra lá, se você vai pular fora eu não vou ficar sozinha com ele no chalé.

-Para com isso, mãe.

-Mas e você, não está com vontade?

-Claro que sim, to subindo pela parede, faz muitos dias que não faço sexo.

-Se tá assim pra você que tem vida sexual ativa imagina como estou agora, disse ela, rindo.

Não teve como não me colocar no lugar dela, há duas décadas sem sentir o toque de um homem e quando finalmente se permite eu posso ser o empecilho por não querer tomar parte. Sabia que se não fosse agora ela nunca mais se daria a chance novamente e além disso eu estava muito excitada e curiosa para ver o que tinha dentro daquela sunga, tão rígido e volumoso.

-Quer saber, vamos em frente! Falei.

-Certeza, filha?

-Certeza, já que é pra fazer loucura vamos fazer uma bem feita, falei.

-Loucura maior que essa não tem como superar, riu Miriam.

-Pois é, vamos dividir o pinto de um desconhecido.

-Esse vai ser realizar, comer mãe e filha ao mesmo tempo, riu minha mãe.

-Sim, e vamos virar história pra ele e os amigos. O bom é que estamos longe de casa e nunca mais vamos vé-lo, falei.

-E outra coisa mãe, nada de passar nenhum contato pra ele.

-Combinado.

Ernesto estava demorando para voltar, o banheiro era bem do lado do bar e eis que ele surge sorrindo, com a garrafa de vinho na mão.

-Me antecipei e já busquei o vinho, agora vai ser uma desfeita se vocês não me convidarem.

-Espertinho você né, mas ja que é assim vamos, disse minha mãe.

-Você entende de vinhos? Perguntei.

-Não muito, mas sei que é uma bebida que quanto mais velha mais gostosa fica, disse olhando fixamente para Miriam.

Minha mãe corou na hora com a indireta direta.


-Mas tem umas mais novas que são deliciosas também, principalmente se for da mesma safra, disse com malícia.

-Ah é? Já provou antes as de mesma safra? Perguntei entrando no jogo dele.

-Ainda não, mas estou louco para saborear, o quanto antes..

-E você aguenta? Não é muita coisa pra uma pessoa só? desafiei.

-Ah se aguento, acabo com as duas garrafas, retrucou.

O tesão estava no ar e acredito que Ernesto já tinha certeza que rolaria uma safadeza e imaginar que comeria mãe e filha o deixou eufórico. Durante o percurso até o chalé ele me deu a garrafa de vinho e se pôs entre nós duas colocando a mão no meu ombro e foi descendo até a cintura e por fim até minha bunda e como não reagi ele agarrou e ficou apertando e apalpando o caminho todo enquanto conversava normalmente. Ao dar uma olhada para o lado vi que ele fazia o mesmo com a minha mãe, estava tirando uma casquinha dela também, mas diferente de mim percebi que minha mãe estava calada e um pouco ofegante e ao olhar mais atentamente notei que Ernesto tinha puxado o biquíni da minha mãe um pouco para o lado e seus dedos se perdiam em sua bunda. Na cabeça dele minha mãe era o alvo mais fácil pois ouviu atentamente como ela nunca teve namorado depois da separação e comigo ele era mais cauteloso, cuidadoso ao tentar fazer as coisas, por isso não tentou colocar o dedo em mim. Quando chegamos na porta do chalé ele tirou a mão da minha bunda e colocou na boca o dedo que estava na minha mãe a fazendo ficar sem jeito.

Precisava de um tempo a sós com minha mãe e pedi para ele esperar um pouco na rede em frente do nosso chalé com a desculpa de dar uma organizada no lugar.

-E aí, que rolou? A mão dele estava dentro do seu biquíni, perguntei.

-Menina, ele começou acariciando minha bunda e quando fui ver a mão dele já estava lá.

-Eita, mas ele fez o que?

-Só ficou passando o dedo, acariciando o clitóris.

-E a sensação? Perguntei rindo.

-Tive que fazer força pra não desmaiar de tão bom que estava, me molhei toda e o safado chupou o dedo todo melado, você viu?

-Vi sim, ele estava brincando com a minha traseira o tempo todo, mas nada de dedo.

Contei pra minha mãe que Ernesto estava nos bolinando de forma separada, não estava arriscando mexer abertamente conosco e estava crente que não tínhamos percebido sua estratégia. Ele estava certo que transaria com Miriam, até porque já tinha acariciado a intimidade dela, e comigo tentaria aproveitar o máximo que conseguisse mas sem garantia de sucesso. Com isso em mente combinei com minha mãe que entrariamos no jogo dele fingindo não saber suas intenções, mas sempre atentas para aproveitar a situação.

O chalé até que era aconchegante, logo na entrada tinha um grande espaço com a cama de casal, TV, um sofá, poltrona e uma bancada, mais a frente tinha uma porta que levava ao banheiro que era amplo com box privativo com vaso sanitário, outro ao lado com chuveiro e mais ao centro uma pia enorme com espelhos e uma banheira convidativa.

-Vou na banheiro e já volto, disse, já que precisava de uma desculpa para deixá-los a sós um pouquinho.

Fiquei espionando pela brecha da porta e vi Ernesto abraçando minha mãe por trás enquanto ela colocava uma música na TV, ele a encoxava com vontade beijando seu pescoço e apertando os seios por cima do biquíni até girá-la para frente e trocarem beijos calorosos, eles estavam se pegando com vontade, nosso amigo desceu beijando o pescoço de Miriam, puxou seu biquíni para o lado e abocanhou seu seio com vontade e não se contendo ela gemeu forte como se estivesse preso por muito tempo, era um gemido libertador e Ernesto chupava deliciosamente aqueles seios grandes de mamilos marrom clarinhos super excitados que poderiam rasgar uma camisa.

-To chegando! Alguém quer vinho?

Anunciei minha chegada para os pombinhos se recomporem.

Ernesto estava com cara de paisagem e minha mãe com um sorriso sapeca.

-Acho que vou tomar um banho rápido, pra tirar o suor do corpo, disse minha mãe.

-Pode ir que fico aqui com nosso convidado.

Ela foi ao banheiro fechando a porta e instantes depois abriu saindo totalmente nua desfilando estonteante.

-Mãe! me fingi surpreendida.

-Esqueci a toalha. E ele ja viu mulher pelada antes!

-Gostosa assim, não. Disse ele.

Ela voltou ao banheiro rebolando bem faceira para atiçar.

-Desculpa, ela deve estar empolgada por causa da bebida, disse rindo.

-Já que é assim vamos beber mais vinho, quem sabe você não se empolga também.

-Tá querendo me ver nua ?

-Não me incomodaria ver, riu.

-Homens só querem ver mulher pelada, independente de quem for, falei.

-Nem todas são perfeitas igual você.

-Não é pra tanto, não sou tudo isso, fiz manha.

-Como não, olha isso, que mulherão. Disse enquanto pegava minha mão e girava meu corpo.

-Que bunda gostosa você tem, falou enquanto fixava seu olhos nela.

-Obrigada, disse.

-E do jeito que gosto, como pude provar.

-E como é essa bunda ideal?

-A bunda ideal é a sua, firme e bem macia.

Até fiquei sem palavras ao ouvir essa e ele percebeu que me desconcertou.

-Obrigada mais uma vez, ri.

A sunga dele estava quase rasgando, o volume parecia ser considerável e resolvi provocar.

-Acho que vou jogar uma água no corpo, me ajuda a soltar a parte de cima do biquíni?

Pedi já de costas jogando os cabelos para frente e com ele em pé encostado na bancada dei um passo para trás me permitindo ser encoxada. Sentia seu membro muito duro pressionando minha bunda, eu empinava e ele forçava mais seu negócio, era a primeira vez que sentia outro homem se esfregando em mim, acredito que toda a situação de estar fazendo algo proibido com alguém que mal conhecia estava deixando tudo mais gostoso.

-Claro, minha linda.

Ainda de costas cobri os seios com o braço e joguei o biquíni na bancada fazendo charme.

-Vira pra mim, deixa eu ver eles.

Atendendo seu pedido me virei jogando o cabelo para trás dando total visão do meus seios desnudos, que como disse anteriormente são bem grandes, e no auge dos meus 23 anos eram firmes e levantados. Ernesto perdeu todo controle que teve ate então e num ímpeto caiu de boca nos meus seios numa fome voraz, chupava com vontade e lambia os mamilos, ele grunhia me mamando enquanto eu gemia sentindo o calor de sua boca úmida e sua língua brincando com meus bicos, e confesso que nunca fiquei excitada assim antes e olha que ele só tinha brincado com meus peitos.

-Já que está aí já me ajuda a tirar o resto, disse virando de costas novamente.

O safado abaixou-se na altura da minha cintura e bem devagar foi tirando a calcinha do biquíni até me deixar peladinha. Sem perder tempo ele atacou minha bunda, beijava, lambia e chupava alternando entre as nádegas me deixando doidinha.

- Que rabão gostoso, linda.

Com as mãos ele abriu as nádegas e passou a língua na minha vagina me fazendo ver estrelas pois não estava esperando e soltei um gemido alto. De imediato não tive força pra reagir e num movimento rápido me levou ate a cama e botou de quatro toda exposta e passou a chupar pra valer. A boca do Ernesto era fantástica, meu noivo que me perdoe, mas nunca tinha levado uma chupada nesse nível, o clitóris estava inchado, a vagina ensopada, até o ânus levou linguada, e como era gostoso.

-Chega, deixa eu ir tomar banho!

Tive que me concentrar para interromper ele pois estava quase tendo um orgasmo.

-Que buceta delíciosa, deixa eu ir com você, quero te comer no chuveiro.

-Não, fica aqui pra fazer companhia pra minha mãe que já vai sair.

-Poxa gata, vai me deixar na mão?

-Relaxa que hoje tudo pode acontecer!

Ao dizer isso lhe dei um beijão na boca e sai rebolando nua para o banheiro.

-Eita que a coisa esquentou lá hein, disse minha mãe enrolada na toalha.

-Você viu?

-Primeiro ouvi um gemido, depois te vi na cama e o Ernesto com a boca na botija, riu.

-Se prepara que ele tá aceso, vai vir pra cima com tudo, falei.

Foi o tempo de molhar rapidamente o corpo e retornar para ver os dois se pegando, minha mãe nua deitada na beira da cama sendo chupada com os olhos revirando.

-Estão se divertindo ai? Brinquei.

Ernesto levantou minha mãe da cama, gesticulou me chamando para junto deles, e com os dedos entrelaçados nos meus cabelos da nuca me puxou em sua direção e beijou intensamente, depois fez o mesmo com a minha mãe. Era estranho estar ali quase colada a minha progenitora vendo Ernesto enfiar a língua em sua boca e logo depois na minha, continuamos por um tempinho trocando beijos e ele começou a alisar meu clitóris, não só o meu, como de Miriam também, ao mesmo tempo, e seu dedos começaram a entrar e sair ritmadamente. A cena era surreal, os três em pé, minha mãe do meu lado e ele de frente para nós penetrando seus dedos, de início só se ouvia aquele barulho adorável da pressão de seus movimentos em nossas bucetas (finalmente consegui usar essa palavra) totalmente encharcadas, porém, logo nossos gemidos tomaram conta do lugar. As duas sem vergonha de serem ouvidas e peladinhas com os mamilos super duros de tesão deixaram o homem empolgado aumentando a intensidade das dedadas e consequentemente nossa excitação e no ápice do tesão vendo que minha mãe estava para gozar comecei a mexer o quadril para irmos ao mesmo tempo e foi certeiro, gozamos juntas de mãos dadas, o melhor orgasmo que tivemos na vida até então, eu estava ofegante e de pernas bambas e minha mãe estava sem fôlego nenhum e teve que sentar na cama para não cair de tão intenso que foi, haja vista que foi a primeira gozada em tanto tempo.

-Depois de vinte anos, finalmente um orgasmo hein Dona Miriam! Disse ofegante.

-Vinte anos nada, nunca gozei antes, revelou minha mãe.

-Sério isso? Me surpreendi.

-Tão sério que não to conseguindo levantar, riu.

-Agora é a vez de vocês cuidarem de mim, disse Ernesto.

Ele tirou a sunga e surgiu um baita de um pau, o maior que já tínhamos visto, haja vista que meu noivo tinha por volta de 16 centímetros e esse em torno de dezenove, grosso e estava super duro apontando em nossa direção. Eu e Miriam trocamos olhares, o frio na barriga e arrepio na espinha acometia ambas, enfim chegamos no ponto que não teria volta, Ernesto iria ter nós duas, mãe e filha seriam possuídas e logo menos aquele pintão que pulsava compulsivamente estaria dentro de nós.

-Quero a boquinha de vocês no meu pau.

-Nunca chupei um pinto antes, disse mamãe apreensiva.

-Sem problemas, sua filha vai mostrar como se chupa um pau bem gostosinho, disse ele.

Guiada por ele me ajoelhei no chão próximo a minha mãe e fiquei de cara com o monstro imponente cheio de veias que saltavam, todo melado do líquido que saia da cabeça que brilhava de tão inchada.

Quando botei na boca Ernesto gemeu e suas pernas tremeram, o pau dele tinha um sabor forte diferente de tudo que já provara e aquele cheiro de macho alfa entrando em minhas narinas me deixou maluca e comecei a mamar ele com toda dedicação, estava faminta e passei a saborear cada centímetro daquele colosso. O tesão é uma coisa espetacular, eu ajoelhada sob os olhares atentos de minha mãe que me via colocar o pauzão dele inteiro na boca, coisa que nunca consegui fazer com meu amado noivo que era menor.

-Agora vem você, linda.

Ernesto botou Miriam de joelho ao meu lado e encostou a cabeça do pau em seus lábios e timidamente ela começou a chupá-lo, meio sem jeito de início mas logo já fazia um boquete de responsa. A imagem dela com a boca cheia encarando Ernesto, que apreciava cada segundo daquela mamada enquanto acariciava seu rosto e cabelos era estonteante e me deixava feliz.

-Tá na hora de revezar.

Dito isso, ele tirou o pau da boca da minha mãe e enfiou na minha depois botou ela pra mamar de novo e ficamos nessa um bom tempo.

-As duas juntas agora.

O safado estava se esbaldando e foi ao delírio quando dividimos seu pau, nossas línguas percorriam toda sua extensão enquanto uma cuidava da cabeça a outra se dedicava as bolas e ficamos alternando para retribuir o prazer que aquele homem nos proporcionava.

-É hora de levar pau, meninas!

O comportamento do nosso amante dava sinais de alteração, estava ficando mais cafajeste, deixando as sutilezas de lado e sendo bruto e direto.

--Quem vai levar rola primeiro? Perguntou.

Finalmente o momento do abate tinha chegado, o nervosismo e excitação nos travou, e diante de nosso silêncio ele tomou a iniciativa, mandou minha mãe deitar de pernas abertas na cama e foi por cima.

-Fica aqui do lado pra ver sua mãe ser fodida de pertinho que depois eu vou arrebentar você também.

Eu, assim como minha mãe estávamos totalmente obedientes e o jeito grosseiro com qual nos tratava era novidade, nenhum homem falou conosco assim antes e essa submissão só aumentava nossa vontade de sermos usadas.

Após umas pinceladas que faziam Miriam ter pequenos espasmos, a cabeça foi entrando abrindo minha mãe e aos poucos aquela tora pulsante foi dominando a buceta de Miriam que gritava de dor, afinal, pelo tempo ela era praticamente uma virgem. De repente a dor cessou e o prazer veio arrebatador fazendo-a gemer como nunca, Ernesto dava altas estocadas revirando os olhos da minha mãe que balbuciava palavras desconexas, por um momento pensei que ela teria troço.

-Que vagabunda da buceta gostosa do caralho!

Presenciava de camarote um sujeito que conhecemos há poucas horas comendo minha mãe e falando ofensas que ela jamais permitiria ouvir de macho. Ernesto aumentou o ritmo freneticamente e gemendo cada vez mais minha mãe teve outro belo orgasmo, talvez maior que o primeiro, porque estava berrando e parecia que morreria levando pau. Com ela sem forças o safado continuou metendo em sua buceta super sensível após o orgasmo, e como não conseguia reagir e nem falar, achei que minha mãe desmaiaria, porque ele tinha consciência da situação e queria acabar com ela na rola e eu precisava intervir.

-Me come.

Ernesto me pegou e colocou deitada com a cabeça encostada na barriga da minha mãe, abriu minhas pernas e veio por cima.

-De você eu não vou ter dó, vadiazinha.

Dito isso ele enfiou o pauzão todo de uma vez sem cerimônias me fazendo ver estrelas, me rasgando e entrando cada vez mais fundo, alargando e indo fundo em lugares nunca antes explorados. O sacana não dava trégua, me comia com força sem parar, seu cacetão duro entrando e saindo me fazia delirar.

-Na hora que dançamos lá no bar eu sabia que iria te comer gostoso. Você e a safada da sua mãe.

Eu gemia enlouquecidamente e as ofensas me deixavam apertadinha .

-Vou arrombar vocês, suas vadias.

-Goza no meu pau, ordenou.

-Chupa meus peitos, sussurrei.

Com ele bombando forte e mamando meus seios eu gozei pra valer, meu primeiro orgasmo por penetraçâo, fiquei atordoada porque era outro nível de prazer bem diferente do oral e da masturbação.

Analisando agora, é frustrante meu noivo nunca ter me proporcionado tamanho prazer e sim outro homem, que estava me usando e tratando como puta.

Ernesto saiu de dentro de mim e me sentou na beirada da cama grudada à minha mãe e começou a esfregar e bater o pau no meu rosto.

-Olha sua filha tomando pau na cara.

Depois botou ele na minha boca e começou a fazer o movimento de vai e vem segurando meus cabelos com força.

-To fodendo a boquinha da putinha da sua filha, olha como ela engole tudo.

Com minha mãe não foi diferente, lá estava ela do meu lado toda entregue com um pau gigante batendo em seu rosto e fodendo sua boca. Reparei que com ela o safado era um pouquinho mais gentil, talvez por minha mãe estar muito tempo sem sexo, mas eu não tinha moleza, ele queria acabar comigo.

Tomada pelo tesão resolvi aflorar meu lado safadinha e cochichei no ouvido da minha mãe que prontamente ficou de quatro na beirada da cama junto comigo para deleite de um Ernesto diante de duas rabas totalmente empinadas a sua mercê.

-Come a gente de quatro, falei.

Seus olhos brilharam e um sorriso sacana brotava em sua cara, primeiro meteu na Miriam enquanto me masturbava fazendo o ambiente ser tomado novamente por gemidos, depois cravou o pau em mim bombando forte e entrando ainda mais fundo já que a posição me deixava mais arreganhada.

-Que tamanho de rabo essas vagabundas tem, duas putas sem vergonha.

Ernesto macetava a gente com disposição, ficava nessa brincadeira de tirar o pau de uma e por na outra, puxava nossos cabelos e dava tapas fortes na nossas bundas, seu pau ficava cada vez mais duro e grosso indicando que ele já eatava chegando no limite.

-Vou gozar, quero jogar leite na cara das minhas duas cadelas, de joelho no chão, ordenou.

Me peguei em mais uma reflexão da cena surreal que estava vivendo: nua, arrombada por um cara que me usou como quis na frente da minha adorada mãe que também foi possuída, ajoelhada com o rosto coladinho ao dela e nosso dono naquele momento em pé todo altivo prestes a soltar seu leite.

-Toma porra na cara suas vagabundas!

Ernesto urrou despejando seu esperma quente e grosso em nossos rostos.

Ele passou o cacete ainda rígido no rosto de minha mãe acumulando porra na cabeça e mandou eu chupar, era minha primeira vez provando leite de macho, o gosto era diferente mas bebi tudinho, na sequência lambuzou o pênis com a porra em meu rosto e botou na boca de Miriam que fez cara feia ao sentir o sabor mas não deixou cair uma gota sequer.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


256844 - Relatos Cotidianos de um Marido 6. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 3
254982 - Relatos Cotidianos de um marido 5 - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
205591 - Contos Ficcionais: Isolados 2. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
205405 - Contos Ficcionais: Isolados - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
201070 - Carnaval 3. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
201012 - Carnaval 2. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 14
200945 - Carnaval - Categoria: Exibicionismo - Votos: 13
196968 - O Ônibus. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 3
193866 - Relatos Cotidiano de um Marido 4 - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6
192881 - A Aposta. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 14
192273 - Relatos Cotidianos de um Marido 3. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 7
189836 - Sogro. - Categoria: Gays - Votos: 19
189829 - Sogro. Final. - Categoria: Gays - Votos: 14
189411 - Relatos Cotidianos de um Marido 2. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 11
189177 - A Viagem. Final. - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
189135 - A Viagem. Parte 3. - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
188911 - A Viagem. Parte 2. - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
188882 - A viagem. - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
188468 - Relatos Cotidianos de um Marido. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 14
187812 - Pintando a casa. Final. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 13
187811 - Pintando a casa. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
185588 - A armadilha. Final. - Categoria: Incesto - Votos: 8
185520 - A armadilha. - Categoria: Incesto - Votos: 13
185207 - Semeando Final. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 16
185165 - Semeando 2. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 15
185062 - Semeando. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19
184753 - Princesinha. Final. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 11
184728 - Princesinha. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 7
184621 - Amor Proibido. Final. - Categoria: Incesto - Votos: 9
184568 - Amor Proibido 3. - Categoria: Incesto - Votos: 10

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico odinoque

Nome do conto:
Loucuras de Mãe e filha. Parte 1.

Codigo do conto:
264767

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/06/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0