Segunda vez da minha namorada com o cão da minha irmã
Relatei aqui, num outro conto, que minha namorada deu pro cão de minha irmã, quando fomos cuidar da casa dela na região metropolitana de Curitiba. O cão era um labrador. Tudo correu bem durante a nossa estadia na casa da minha irmã. Ela tinha viajado e pediu pra gente cuidar da casa. A finalidade era cuidar do cão, dar comida, trocar água, essas coisas Como relatei no conto anterior, eu e minha namorada transamos na sala e quando abri a porta que dá no quintal, ele entrou. Ele se deliciou com minha namorada, como narrei no conto anterior. Pois bem, depois disso tudo, a experiencia ficou marcada em nós. Conversamos bastante e dizemos, o que foi aquilo??? A gente transou com o cão da minha irmã. Ela disse, gostaria de repetir. Eu falei: Sério? Então, começamos a montar um plano pra trazer o cão para o nosso apartamento, já que minha irmã estaria em casa e lá não seria possível. Liguei pra minha irmã e disse que a gente se apegou ao cão, que gostaríamos que ele passasse um final de semana com a gente. Ela concordou. Combinei pra pegar no sábado. Meu pau já ficou latejando de tesão, na expectativa de buscar o rapaz. No sábado de manhã, eu peguei ele e trouxe pro apartamento. Quando ele entrou e viu minha namorada, não parava de balançar o rabo. Ele sabia o que ia rolar. Ele foi de encontro dela e ela disse: Seu safado, eu tava com saudade de vc!. O rabo dele parecia um ventilador de tão balançar! O cão não perdeu tempo, já foi lambendo a buceta dela, mesmo ela em pé. Ela tirou o short, a calcinha e ele voltou a lamber. Ela se virou e ele lambeu o rabinho dela. Nessa altura, meu pau estava super duro, olhando aquela cena. Ela ficou de quatro no sofá e ele lambeu atrás, revezando no rabo e na bucetinha. Ela abriu bem as pernas e bunda, de forma que deixou tudo exposto. O cão não perdeu tempo, passava aquela língua áspera por todos os orifícios. Ele agarrou a cintura dela e começou a entocar. Eu, mais uma vez, como bom namorado, peguei no pau dele e coloquei na entrada da buceta. Até então ele dava entocadas tímidas, mas quando sentiu o pau na entrada, começou dar umas entocadas fortes, um verdadeiro fodedor. Ela ficou quietinha só recebendo o pau dele e gemendo baixinho. Ele foi enfiando e o pau crescendo. De repente, entrou o nó e ficou lá dentro. Ela virou uma verdadeira cadela nesse momento. Dei meu pau pra ela chupar, enquanto o pau do dog estava enterrado dentro dela, engatado. Ficamos ali por uns 5 minutos. Ela disse: não deixa ele tirar o pau. Eu fiquei cuidando pro pau ficar enterrado nela. Até que ele resolveu sair, puxou o pau pra fora e foi pro lado. Fez um barulho e a porra começou a escorrer pelas pernas dela. Não perdi tempo, disse pra ele ficar de quatro, na mesma posição. Fui por trás e chupei tudo, a buceta, o cuzinho. Lambi toda a porra do dog e deixei tudo sequinho. Ela olhou pra trás e perguntou se eu já tinha terminado. Falei que precisa lamber mais um pouco pra não deixar nenhuma gota. Enfiei a língua lá dentro e fui lambendo tudo. Nossa, que sensação maravilhosa, era uma verdadeira putaria no ambiente. O gosto dela e da porra do cão deixou uma mistura maravilhosa!!! O dog ficou olhando pra gente com o pau balançado e de vez em quando dava uma lambida nele. À noite repetimos tudo de novo. No domingo, no final da tarde, também. Pena que tive que devolver o dog na minha irmã. Ela nem imagina o que rolou entre nós três. Por isso que transar com um dog é bom. Eles são insaciáveis e, o melhor, não contam pra ninguém!!!
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