Meu nome é Lucas, tenho 32 anos e trabalho como engenheiro de segurança em uma empresa de construção aqui na cidade. Sempre fui o tipo de cara que curte desafios, tanto no trabalho quanto na vida pessoal, mas nada me preparou para ela.Foi durante um treinamento de combate a incêndio que nossa empresa contratou para a equipe. O quartel enviou uma equipe para nos capacitar, e quando a porta do ônibus abriu, o primeiro rosto que vi foi o dela: Aline. Bombeira, 29 anos, e simplesmente a mulher mais impressionante que já pus os olhos. Alta, uns 1,78m de pura presença. O uniforme justo não escondia nada. ombros largos e definidos, braços que pareciam esculpidos em pedra, com veias marcadas de quem treina pesado todos os dias. A barriga era tanquinho puro, visível mesmo por baixo da blusa tática, e as pernas... coxas grossas, duras, de quem carrega mangueiras e pessoas escada acima sem piscar. Cabelo castanho escuro preso em um rabo de cavalo apertado, olhos verdes penetrantes e uma boca carnuda que quase nunca sorria fácil.Ela era gostosa pra caralho. O tipo de mulher que faz o tempo parar. Malhada de um jeito que não é só academia de vaidade era funcional, forte, construída para aguentar o tranco. Dura na queda. Todo mundo no treinamento notou. Os caras tentavam puxar papo, fazer piada, elogiar o shape dela. Aline respondia com educação, mas curta. Um olhar firme, um meio-sorriso seco e já mudava de assunto para o protocolo de evacuação ou o manuseio correto do extintor. Difícil. Muito difícil. Ela não dava mole, não caía em cantada barata, não se derretia com elogios. Parecia que conquistar a atenção dela era mais desafiador que apagar um incêndio de grande porte.Durante o primeiro dia, fomos divididos em duplas para simulações práticas. Adivinha quem caiu comigo? Enquanto arrastávamos uma mangueira pesada juntos, senti o calor do corpo dela perto do meu. O suor escorrendo pelo pescoço forte, o cheiro de esforço misturado com o sabonete neutro que usava. Em um momento, ela me corrigiu com firmeza na pegada:
— Não é assim, Lucas. Braço mais firme. Se fosse um incêndio real, você já teria perdido o controle.A voz dela era rouca, confiante. Olhei para o rosto dela e, por um segundo, nossos olhos se prenderam. Senti um frio na espinha. Ela sustentou o olhar sem desviar, como se me avaliasse. Não sorriu. Só assentiu e continuou o exercício.No final do dia, enquanto todo mundo ia embora, eu fiquei para trás arrumando o equipamento. Ela estava lá também, guardando o material com aquela eficiência militar. Tomei coragem e me aproximei.
— Ei, Aline... bom trabalho hoje. Você é realmente impressionante no que faz.Ela virou o corpo para mim, cruzando os braços por baixo dos seios que o uniforme mal continha. Os bíceps saltaram.— Obrigada. Você se saiu razoável. Mas ainda precisa melhorar a resistência — respondeu, direta, sem flerte nenhum na voz.Eu sorri, insistindo um pouco:— Talvez eu precise de um treino extra. Quem sabe você poderia me dar umas dicas particulares...Aline ergueu uma sobrancelha, me mediu de cima a baixo devagar, e soltou um riso baixo, quase debochado.
— Muitos tentam, Lucas. Poucos aguentam o ritmo. Ela pegou a mochila, jogou nas costas como se não pesasse nada e começou a andar em direção à saída. Antes de sair, ainda olhou para trás uma última vez. Quem sabe um dia... se você provar que merece.Fiquei ali parado, coração acelerado, a safada era marrenta.
depois daquele primeiro treinamento eu não conseguia tirar a Aline da cabeça. Todo mundo conhece aquele ditado velho: “não existe mulher difícil, só mal cantada”. Eu mesmo já repeti isso várias vezes na vida, achando que era só questão de insistir do jeito certo. Com ela, porém, o ditado não colava. Aline era diferente. Não era questão de cantada melhor ou pior
Ela simplesmente tinha um escudo que não rachava fácil.Nos dias seguintes, o treinamento continuou e eu aproveitei cada brecha. No intervalo do segundo dia, enquanto ela bebia água encostada na parede, o uniforme colado no corpo marcado pelo esforço, me aproximei com dois copos de café.
Trouxe um pra você. Imagino que depois de carregar gente no colo o dia todo, um café caia bem.Ela aceitou o copo, encostou os lábios carnudos na borda e tomou um gole. Seus olhos verdes me avaliaram com calma.
— Obrigada. Mas eu prefiro água depois do treino. Cafeína desidrata.
— Sorriu de canto, sem maldade, e mudou o rumo:
— Você viu onde colocaram o novo kit de primeiros socorros? Queria revisar o material antes da próxima simulação.Redirecionou na hora. Conversamos sobre procedimentos de emergência por uns bons minutos. Ela falava com conhecimento, voz firme e rouca, explicando detalhes que eu nem tinha prestado atenção. Era boa de papo, inteligente pra caralho, e isso só aumentava a vontade de chegar mais perto.No terceiro dia, durante o almoço, sentei na frente dela na mesa do refeitório. Os braços dela estavam expostos, veias marcadas, tríceps definidos brilhando sob a luz. Tentei ser mais direto.
— Sabe, Aline, tô achando difícil me concentrar no treinamento com você por perto. Essa forma que você tem… distrai até o mais profissional.Ela deu uma risadinha baixa, balançou a cabeça e espetou outro pedaço de frango grelhado.
— Então é bom você treinar mais o foco. Num incêndio real, distração mata. Aliás, me conta: qual foi o maior susto que você já teve num canteiro de obras? Aqueles que quase viram tragédia?De novo. Desviou o flerte com maestria e me fez falar sobre minha vida. Acabei contando histórias do trabalho, e ela ouvia atentamente, fazia perguntas boas, ria nos momentos certos. A conversa fluía, mas sempre no terreno dela. Eu tentava voltar pro terreno pessoal, elogiar o shape, o jeito determinado, e ela gentilmente colocava a bola de volta no meio do campo.Uma tarde, depois de uma simulação pesada onde trabalhamos juntos de novo, estávamos suados, respirando fundo. A blusa dela grudada no abdômen tanquinho, marcando cada gomo. Limpei o suor do rosto e arrisquei:
— Aline, você topa tomar uma cerveja depois do expediente? Só pra relaxar, sem uniforme, sem mangueira… conhecer você melhor.Ela terminou de enrolar a mangueira com aqueles braços potentes, endireitou a postura e me olhou firme, mas com um brilho divertido no olhar.
— Hoje não dá. Tenho treino de crossfit marcado. Mas foi boa a simulação hoje, você melhorou bastante na pegada da mangueira. Continua assim.E lá foi ela, mochila nas costas, caminhando com aquela postura ereta e segura que fazia todo mundo virar a cabeça. Não fechou a porta na minha cara. Apenas não abriu ainda.Eu continuava tentando, dia após dia. Uma mensagem aqui, um convite ali, um elogio sincero durante o treinamento. Ela respondia. Às vezes demorava, mas respondia. Conversas boas, risadas, opiniões fortes sobre tudo. Mas sempre que eu tentava puxar pro lado romântico ou físico, ela redirecionava com naturalidade falava de um livro que estava lendo, de uma corrida que tinha feito no fim de semana, de como era gratificante salvar vidas. Dura na queda, sem ser grossa. sabia enrolar pra caralho o cabra na conversa.
Em uma certa tarde, depois do treinamento, eu a encontrei sozinha no corredor estreito do prédio administrativo. Ela estava vestida com a calça tática preta colada nas coxas grossas e malhadas, botas pesadas e uma camiseta justa do corpo de bombeiros que marcava cada curva dos peitos firmes e o tanquinho definido. O suor ainda brilhava no colo dela. Parei na frente, bloqueando um pouco a passagem, e soltei uma cantada mais safada, olhando direto nos olhos verdes:— Sabe o que eu tô pensando agora, Aline? Que eu trocaria todos os extintores desse quartel só pra apagar o fogo que você tá causando aqui dentro de mim.Ela parou, me olhou de cima a baixo e, pela primeira vez, abriu um sorriso malicioso, daqueles de canto de boca, quase debochado, mas com um brilho diferente no olhar. Não falou nada na hora, só balançou a cabeça devagar como quem diz “esse aí não desiste”. Passou por mim roçando o ombro forte no meu. Eu não perdi a chance: entrei no elevador logo atrás dela. Afinal eu tinha que levar aquela gostosa com autocontrole absurdo a tentação.
Quando as portas fecharam, o espaço ficou pequeno demais. Segurei pela cintura com firmeza, puxei ela de leve contra mim e dei um beijo quente no pescoço dela, sentindo o gosto salgado da pele e o cheiro de mulher que treinou o dia todo.Aline tensionou o corpo todo, aqueles músculos duros ficando ainda mais evidentes, mas não me empurrou. Só virou o rosto de lado e falou baixinho, voz rouca:
— Calma, Lucas… você tá acelerado demais. Incêndio fora de controle não apaga fácil.O elevador abriu e ela saiu como se nada tivesse acontecido, mas o sorriso malicioso ainda estava lá quando olhou pra trás.Alguns dias depois veio a chuva forte. Eu estava saindo e vi ela na porta do quartel, esperando o ônibus, toda molhada. A roupa civil dela era simples, mas ficava absurda no corpo: legging preta que parecia pintada nas coxas grossas e na bunda empinada, top esportivo por baixo de uma jaqueta fina que não fechava direito, cabelo solto e molhado caindo nos ombros. Estava absurdamente gostosa, parecia uma deusa molhada saída da academia.
— Vem, eu te dou carona. Tá chovendo pra caralho, você vai demorar uma eternidade.Ela inventou desculpas: que não queria dar trabalho, que o ônibus já estava vindo, que tinha treino em casa. Insisti firmemente, quase puxando ela pro carro. Acabou aceitando.No caminho, eu desviei do percurso normal e entrei numa rua escura e pouco movimentada, parei o carro. Virei pra ela, segurei seu rosto com as duas mãos e tentei beijar várias vezes. Ela virava o rosto, mas não brigava. Desci a mão pela coxa grossa, apertei. Tirei minha camisa ali mesmo, mostrando o abdômen trincado e o peito definido do tanto que eu malhava pra tentar acompanhar o nível dela. Puxei ela pra mais perto, beijando o pescoço de novo, a orelha, tentando chegar na boca carnuda com pegada.Aline deu uma risada baixa, colocou a mão no meu peito e me afastou um pouco. Ei, garoto… tá querendo apagar incêndio com gasolina? Volta pro caminho certo, vai. Eu ainda tenho que chegar em casa hoje.Zoou, mas com aquele mesmo sorriso malicioso. Não tinha raiva na voz. Eu respirei fundo, liguei o carro de novo e voltei pro percurso. O trânsito estava infernal por causa da chuva. Demoramos tanto que decidimos parar num restaurante simples que ficava aberto até tarde.Sentamos, pedimos comida e eu joguei o papo aranha pesado. Elogiei cada detalhe: o corpo dela que parecia esculpido, a força, o jeito que ela dominava qualquer espaço, como era rara pra caralho. Dizia que mal conseguia dormir pensando nela, que queria sentir aqueles braços e aquelas coxas apertando mim. Colocava a mão por baixo da mesa na coxa dela, subia devagar, apertava a carne dura e quente. Aproximava o rosto, tentava beijar aqueles lábios carnudos várias vezes. Ela deixava a mão ali um tempo, conversava normalmente sobre tudo, ria das minhas histórias, mas quando eu avançava demais, redirecionava com calma falava do treino do dia seguinte, de uma chamada real que tinha atendido na semana, de qualquer coisa que tirasse o foco do desejo.A hora foi passando. Já era quase madrugada. Eu insistia, mão subindo mais pela coxa, corpo inclinado pra perto, voz baixa e rouca tentando seduzir aquela deusa malhada. Ela sustentava o olhar, respirava um pouco mais fundo, mas não entregava. osso duro de roer como sempre.Quando saímos do restaurante e voltamos pro carro, a chuva tinha diminuído. Eu ainda estava com o sangue quente, ela quieta no banco do passageiro, olhando a rua molhada.
O clima dentro do carro estava pesado. A chuva fina batia no para-brisa, o trânsito tinha melhorado um pouco, mas eu não aguentava mais. Estacionei novamente numa rua escura, longe dos postes, e o desejo falou mais alto.A Aline estava ali, sentada no banco do passageiro, aquelas coxas grossas e malhadas ainda marcadas pela legging preta molhada, louco decidi tentar uma medida desesperada, sabia que eu podia me ferrar. Mas estava louco por aquela mulher eu tinha que tentar.
o top dela marcando os peitos firmes. Eu abri o zíper, tirei o pau pra fora
já duro, latejando e segurei ele na mão, virando o corpo na direção dela.
— Você tem tanta experiência em pegar na mangueira pesada o dia todo… será que resiste em dar uma pegada nessa aqui também?
— falei com a voz rouca, maliciosa.
— Mama, Aline… mama pra mim.Eu me aproximei mais, passando por cima do câmbio, tentando pegar a mão dela e colocar direto no meu pau. Segurei o pulso dela com firmeza, guiando pra perto, roçando a cabeça grossa na palma da mão dela.
— Anda, gostosa… segura ele. Sente como tá latejando por você. Mama pra mim, só um pouco. Eu tô louco por essa boca carnuda desde o primeiro dia.Ela ficou quieta por um segundo, olhando direto pro meu pau com aqueles olhos verdes penetrantes. Senti a mão dela tocar de leve, quente e forte, mas logo ela fechou os dedos com firmeza
— não pra puxar, mas pra me segurar e afastar devagar. O corpo dela todo tensionou, aqueles músculos das coxas e dos braços ficando evidentes mesmo sentada.Aline soltou uma risada baixa, quase um ronronar debochado, e empurrou meu peito com a outra mão, me fazendo voltar pro meu banco.
— Lucas… você realmente não perde a oportunidade, hein?
— falou, voz rouca e calma, mas com autoridade.
— Tá achando que é só tirar a mangueira pra fora que eu vou engolir tudo? Calma aí, bombeiro de plantão.Ela não parecia chocada nem brava. Só… no controle. Tirou minha mão do pulso dela com facilidade, ajustou a própria roupa e olhou pra frente, como se nada demais tivesse acontecido. O autocontrole da desgraçada era grande.
— Liga o carro. Tá tarde e eu ainda quero chegar em casa inteira. Se você continuar acelerando assim, vai acabar se queimando sozinho.Eu ainda tentei insistir mais uma vez, segurando o pau na mão e pedindo baixinho pra ela pelo menos bater uma, pra sentir aqueles dedos grossos e fortes me apertando. Mas Aline só cruzou os braços por baixo dos peitos, fazendo eles ficarem ainda mais empinados, e me deu aquele mesmo sorriso malicioso de canto de boca.
- Dirige. Agora.Respirei fundo, guardei tudo de volta com dificuldade e liguei o carro. O pau ainda latejava, dolorido de tesão. Ela permaneceu ali, com aquele jeito marrento como sempre, conversando normalmente sobre o treino do dia seguinte enquanto eu dirigia, como se eu não tivesse acabado de implorar pra ela mamar no meu pau. Deixei ela em casa e já estava quase desistindo nos dias seguintes.
Eu sabia que tinha passado dos limites, mas em vez de recuar, aquilo só acendeu mais o fogo. Nos dias seguintes, virei um cafajeste completo. Parava de ser o cara “legal” que elogiava o shape e comecei a ser direto, safado, sem filtro. Mandava mensagem de manhã cedo: “Acordei pensando nessa boca carnuda engolindo minha mangueira”. No treinamento, quando ninguém via, passava por trás dela e roçava o pau semi-duro na bunda dura enquanto fingia ajudar com o equipamento. Ela sempre dava aquele sorriso malicioso, empurrava meu peito com a mão forte e dizia algo tipo “Comporta, Lucas… aqui tem câmera”.Num dia de trabalho normal, o quartel tinha chamado a gente pra uma simulação conjunta grande. Aline estava insana: short tactel preto colado marcando cada músculo das coxas, regata justa do bombeiro que mal continha os peitos e deixava a barriga tanquinho total à mostra, suada do esforço. Durante o exercício de arraste de vítima, eu fiz questão de ser o parceiro dela. Enquanto arrastávamos o boneco pesado, eu encostava o corpo inteiro, sussurrava no ouvido dela:
— Imagina se fosse eu no chão… você ia me carregar ou ia sentar nessa boceta gostosa em cima de mim primeiro?Ela riu baixo, me deu uma cotovelada leve nas costelas e respondeu sem perder o ritmo:
— Foca no exercício, safado. Senão vai ser você que vai precisar de resgate de verdade.No intervalo, no vestiário masculino que estava vazio, eu entrei atrás dela quando foi guardar material. Tranquei a porta, puxei ela pela cintura e enfiei a mão direto dentro do short, apertando aquela bunda dura e quente. Beijei o pescoço forte, mordi de leve e tirei o pau pra fora de novo, roçando na coxa dela.
— Para de enrolar, Aline. Eu sei que você quer. Tá molhada pra caralho por baixo dessa roupa, né? Deixa eu te foder aqui mesmo, rapidinho.Ela respirou fundo, os músculos do abdômen tensionando, segurou meu pau com aquela mão forte de bombeira e apertou só o suficiente pra me fazer gemer. Olhou nos meus olhos com aquele olhar verde penetrante:
— Você é insistente demais… Mas não aqui. Não agora.E saiu, me deixando lá com o pau latejando e a porta aberta. Dura na queda pra porra.Eu continuei assim por mais uma semana: cantadas pesadas, mão boba sempre que dava, mensagens explícitas à noite. Mandei foto do meu abdômen no espelho da academia e escrevi “Isso aqui é pra você sentar e quicar até cansar”. Ela visualizava, às vezes respondia com um emoji de fogo ou só “Você não para, hein?”. Eu percebi que quanto mais cafajeste eu ficava, mais ela sustentava o olhar e sorria daquele jeito malicioso. Estava testando até onde eu aguentava.O dia que mudou tudo foi numa sexta à noite. Tinha sido um dia pesado no quartel uma simulação realista com fogo controlado, muito calor, muito esforço. Todo mundo saiu exausto. Eu ofereci carona de novo e, pra minha surpresa, ela aceitou sem muita enrolação. Dessa vez não desviei o caminho. Levei ela pra casa, mas quando paramos em frente ao prédio dela, eu insisti pra subir “só pra tomar uma água”. Ela me olhou por uns segundos longos, mordeu o lábio inferior e disse:
— Só água, Lucas. E se você passar dos limites, eu te jogo escada abaixo.Subimos. O apartamento dela era simples, arrumado, com equipamentos de treino no canto. Assim que fechei a porta, eu não aguentei. Puxei ela com força, segurei aqueles braços musculosos e enfiei a língua na boca carnuda dela. Dessa vez ela correspondeu. Beijou de volta com fome, as mãos fortes apertando minha nuca. Tirei a regata dela rápido, liberando aqueles peitos firmes e redondos, mamilos duros. Chupei com vontade enquanto ela gemia rouco.Aline me empurrou contra o sofá, tirou minha camisa e arranhou meu abdômen com as unhas. Quando abri o zíper, ela mesma segurou meu pau, deu umas batidas firmes e falou baixinho:
— Então é isso que você tanto queria que eu pegasse, né? Mangueira doida…Ela se ajoelhou, aqueles músculos das coxas flexionando, e mamou. Forte, fundo, sem frescura. A boca quente e molhada engolindo quase tudo, os olhos verdes me encarando enquanto chupava. Eu quase gozei ali.Levantei ela, tirei o resto da roupa e vi o corpo inteiro nu pela primeira vez: uma deusa malhada, tanquinho marcado, coxas grossas, bunda empinada de tanto agachamento. Joguei ela no sofá, abri aquelas pernas e comi com força. Aline era apertada, quente, molhada pra caralho. Ela gemia alto, cravava as unhas nas minhas costas e apertava as coxas em volta da minha cintura como se quisesse me quebrar. Fodi ela de quatro, puxando aquele rabo de cavalo, batendo forte enquanto ela empinava e pedia mais. Depois ela subiu em mim, cavalgando com aquela força toda, os músculos do abdômen contraindo a cada descida. Era a melhor foda da minha vida.Gozamos juntos, suados, exaustos. Ela deitou no meu peito, respirando pesado, e falou com aquela voz rouca:
— Demorou, mas você insistiu pra valer… Agora aguenta as consequências, Lucas. Porque eu não sou fácil assim para dar conta de mim. Disse ela com uma voz manhosa e cara bem safada.
Aquelas palavras dela, ditas com aquela voz rouca e confiante enquanto ainda estávamos suados e conectados, me fizeram sorrir como um idiota. Aline ainda cavalgava devagar sobre mim, os músculos do abdômen contraindo ritmicamente, o suor escorrendo entre os seios firmes.
— Eu aguento o quanto você quiser, bombeira
— respondi, apertando a bunda dura dela com as duas mãos.Ela deu aquele sorriso malicioso que eu já conhecia tão bem, mordeu meu lábio inferior com força e sussurrou:
— Então aguenta mesmo.Ela desceu de cima de mim, meu pau saindo dela com um som molhado, ainda latejando. Aline se levantou, completamente nua, o corpo escultural brilhando sob a luz fraca do apartamento. Os ombros largos, os braços definidos, as coxas grossas que pareciam capazes de esmagar qualquer um. Ela me puxou pela mão e me levou até o quarto.Mal entramos e ela me empurrou na cama de casal. Subiu por cima de mim de novo, mas dessa vez de costas, na posição inversa. Segurou meu pau com aquela mão forte e sentou devagar, engolindo tudo de uma vez. A visão da bunda malhada subindo e descendo era hipnotizante. Ela cavalgava com força, rebolando, os músculos das costas e glúteos trabalhando a cada movimento. Eu dava tapas firmes naquelas nádegas duras, segurava a cintura estreita e empurrava pra cima, metendo fundo.
— Porra, Aline… você é gostosa demais — gemi.Ela olhou por cima do ombro, cabelo bagunçado caindo no rosto, e acelerou o ritmo, quicando mais forte. Os gemidos dela ficaram mais altos, roucos, quase guturais. Senti ela apertar dentro, tremendo, gozando pela segunda vez enquanto cravava as unhas nas minhas coxas. Eu não aguentei e gozei junto, enchendo ela de novo.Mas Aline não parou. Levantou devagar, meu gozo escorrendo pela coxa dela, e virou pra mim com olhar de quem ainda queria mais.
— Round dois mal começou disse, lambendo os lábios.Ela se deitou de lado, ergueu uma perna e me puxou pra trás dela. Entrei de conchinha, abraçando aquele corpo quente e duro. Metia devagar no começo, sentindo cada centímetro, enquanto minha mão subia e apertava um peito, beliscava o mamilo. Depois fui aumentando o ritmo, segurando a coxa grossa dela pra abrir mais e meter fundo. Aline virava o rosto e me beijava de lado, língua quente, mordendo meu queixo. Ela era forte pra caralho apertava a boceta em volta do meu pau de propósito, como se quisesse me ordenhar.Depois de um tempo, ela se virou de bruços, empinou aquela bunda perfeita e olhou pra trás:
— Vem. Forte.Não precisei de convite duas vezes. Segurei os quadris dela e meti com tudo. O som dos nossos corpos batendo enchia o quarto. Aline enterrava o rosto no travesseiro, mas ainda conseguia gemer alto, mandando eu não parar. Puxei o rabo de cavalo dela como rédea, inclinei o corpo sobre o dela e fodi com pegada bruta. Ela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, os músculos das costas e ombros se contraindo lindamente. Eu gozei pela terceira vez, quase desmaiando de tanto prazer.Caímos lado a lado, respirando como se tivéssemos corrido uma maratona. O corpo dela brilhava de suor, o tanquinho subindo e descendo. Achei que finalmente íamos descansar, mas uns quinze minutos depois Aline passou a mão pelo meu peito, desceu devagar e começou a me masturbar com aquela pegada firme de quem manuseia mangueiras pesadas o dia todo.
— Já? perguntei, rindo fraco.
— Eu avisei… não sou fácil nem no dia seguinte respondeu com um sorriso safado.
— E você insistiu tanto… agora aguenta.Ela desceu a boca quente mais uma vez, chupando com vontade, lambendo tudo, olhando nos meus olhos. Quando eu fiquei duro de novo, ela subiu e sentou na minha cara. Aquelas coxas grossas prenderam minha cabeça como uma morsa deliciosa enquanto eu comia ela, língua fundo, chupando o clitóris inchado. Aline rebolava no meu rosto, gemendo alto, apertando os peitos com as próprias mãos.Depois me virou de costas, sentou por cima e cavalgou mais uma vez, devagar, rebolando gostoso, me fazendo sentir cada contração. Dessa vez foi mais demorado, mais sensual. Ela se inclinava pra frente, os peitos roçando no meu peito, me beijando fundo enquanto quicava. Gozamos juntos pela última vez, exaustos, quase sem forças.Já passava das quatro da manhã quando finalmente desabamos. Aline deitou a cabeça no meu peito, uma perna musculosa jogada por cima de mim, e murmurou quase dormindo:
— Você sobreviveu à primeira noite… parabéns, Lucas. Mas amanhã tem mais treino. E eu não vou pegar leve com você.Eu sorri no escuro, sentindo o corpo quente e delicioso dela colado no meu, E que valeu cada segundo de insistência até conseguir meter na Bombeira safada...
claudio23