Só que essa aluna a qual eu me refiro, vamos chamá-la de Carol, por exemplo, ela é extremamente sedutora, mas muito sedutora. E ela me seduziu com o seu jeitinho meigo, com sua presença, com o seu jeitinho atrevido. Eu me senti muito seduzido por ela, e de uma forma muito sutil, com o seu jeito, fui sendo seduzido pelas suas mensagens, pelas mensagens subliminares que ela trazia nas entrelinhas, nas suas conversas pessoais ou nos comentários no Instagram e até mesmo nas conversas pelo WhatsApp.
Até que um dia, tomado por esse sentimento de desejo, ao final de uma aula prática, após todos os alunos haverem ido embora, ela, como de costume, ficou me ajudando e posteriormente iria de carona comigo, tomei coragem e lhe fiz uma pergunta. Carol, estou com vontade de fazer uma coisa. Ela me olhou com um olhar de naturalidade e me perguntou, o quê? Cheguei mais perto, olhei nos olhos dela, segurei seu queixo com a mão direita e a mão esquerda levei na sua nuca.
Ora, eu tenho 38 anos e ela, 24. Como vocês acham que eu me senti sendo seduzido e recebendo atenção de uma menina tão jovem? E que beijo gostoso. Eu estava há 15 anos beijando a mesma boca e, neste momento, eu tinha ali, colada ao meu corpo, uma jovem que me desejava, que demonstrava na sutilidade do olhar e das palavras, e que me seduziu de uma forma incondicional. Eu consigo me lembrar perfeitamente da emoção que eu senti, do frio na barriga, o medo por ser casado, por me envolver com uma aluna e ter a minha imagem manchada. Mas posso dizer de antemão que tudo valeu a pena.
Logo depois desse beijo, ficamos um pouco sem graça, olhamos um pro outro e tentamos seguir como se nada tivesse acontecido. Terminamos de organizar os materiais, saímos da universidade e seguimos pro meu carro. Ela entrou, mas a naturalidade fingida não conseguia passar despercebida. Logo perguntei, Carol, de zero a dez, o quanto que tu confia em mim? Ela sem titubear rapidamente, virou-se pra mim e respondeu, vinte, professor. E ali eu entendi que era um sinal verde. Pensei rapidamente, preciso de um motel distante daqui, para não correr o risco de sermos vistos. Rapidamente eu lembrei de um, que ficava a uns 10 quilômetros de distância da universidade. Fomos em silêncio ensurdecedor, algo nos acompanhava no caminho. Ao chegar no motel, olhei para ela, antes da entrada, e vi a sua reação. Era um sorriso tímido, mas uma cara de satisfação, de quem queria estar ali, mas não sabia como dizer.
Ao entrar no carro, eu não me contive. Ao entrar na garagem do motel, eu não me contive e a beijei novamente. E dessa vez foi quente, muito quente. Eu não tinha mais pudor de usar as minhas mãos e fui palpando seu corpo, as suas costas, a sua bunda, os seus peitos ainda por cima da roupa, beijando o seu pescoço e nenhuma palavra saía de nós. Apenas nos comunicávamos pelos olhares, pelos toques e pelo que estávamos sentindo.
Nesse momento, o meu pau era muito duro, duro, duro, latejando, e eu emocionadíssimo, não estava acreditando que eu ia transar com uma novinha, pequenininha, magrinha e baixinha daquele jeito, que tanto me desejava e que muito demonstrou isso ao longo dos tempos.
Saímos do carro e subindo as escadas ela foi na frente. Ela não tava com uma calça muito justa, era uma calça jeans que marcava um pouco o seu corpo, né? Uma bunda pequena assim, porém bem redondinha, e eu já ficava imaginando tudo que tava ali debaixo, que seria meu muito em breve, e o tesão subia de uma maneira que eu queria devorar aquela mulher com todas as forças da minha vida. Eu queria beijar, eu queria chupar, eu queria sentir, eu queria socar ela bem gostoso e dar muito tesão, muito prazer pra nós. Ao chegar no quarto, eu não resisti. Eu ataquei ela novamente, comecei a beijar, deitei ela na cama, fui por cima dela, um beijo muito envolvente e gostoso, muitas mãos passando. Fui tirando a minha calça aos poucos e percebi nela uma certa timidez.
Levantei a blusa, puxei o sutiã para baixo e comecei a mamar naqueles seios pequenininhos, bem durinhos, firmes e empinados. Ela tinha uns bicos assim, de um tamanho médio, delicioso, e eu percebia que ela ficava ofegante quando eu tava mamando. Nesse momento eu já tava com o pau pra fora, e ela começou a acariciar ele com as mãos. Começou a passar a mão e punhetar o meu pau deliciosamente.
Quando ela terminou de tirar a sua roupa, eu já estava nu, prontinho. Olhei para aquele corpinho pequeno, firmezinho, com tudo no lugar, magrinho. Peguei ela no colo. Ela entrelaçou seus braços no meu pescoço e começamos a nos beijar. Direcionei meu pau na entrada da sua buceta e devagarinho, muito devagarinho, fui sentindo. Ela era lisinha, não tinha nenhum pelo. Era quente. Ela estava muito quente e extremamente lubrificada.
Com ela no colo e com meu pau na entrada da buceta dela. Levei ela até o chuveiro e comecei a fazer uma massagem com sabão, primeiro nas suas costas. Passei pelo pescoço, fui descendo, cheguei no seu bumbum pequenininho, apertei ele, que eu conseguia pegar quase que inteiro com a minha mão. Depois ela se virou para mim e começou a passar a mão com sabão no meu tórax, foi descendo e lavou o meu pau, com tanto zelo, tanto carinho, um olhar de desejo, tanto cuidado, que foi lindo de ver.
Peguei ela no colo novamente para sairmos do banho. Sequei aquele corpinho e levei até a cama. Era uma cama enorme, cheia de espelhos na volta. Olhei para ela e eu não resisti, porque se tem uma coisa que eu gosto, que eu não tenho o mínimo pudor, é de chupar uma buceta. Eu gosto demais. Eu olhei para aquela buceta novinha, pequenininha, toda depilada, e caí de boca. Ela abriu as pernas e começou a curtir. Comecei dando umas linguadas assim, bem nas laterais, próximo das coxas, passando minha barba, beijando. Fui entrando com a língua e sentindo aquele gostinho, aquela parte mais úmida, mais quente daquela buceta. E fui chupando, fui lambendo, fui sugando, entrando. Lentamente, enquanto eu chupava, comecei a introduzir dedos naquela buceta pequenininha, apertadinha, tão quente, tão úmida. E ela foi abrindo as pernas cada vez mais, como se soubesse exatamente onde que eu deveria chegar. Fui abrindo, passando a minha língua, deixei ela toda molhada de saliva. E lentamente, cheguei aonde eu queria. Dois dedos na sua buceta, apertadinha, e cheguei no seu clitóris. Eu conseguia não só olhar para ele, mas eu conseguia sentir ele mais durinho, mais firme na minha língua, e eu me concentrei ali por alguns minutos, entre subidas e descidas, de minha língua molhada, passando indo e voltando, e comecei a notar a sua respiração ofegante, e que ela mesma começava a acariciar os próprios seios. Minha boca e minha barba estavam totalmente encharcados por aquela buceta. Ela começou a gemer alto, agudo, como quem se descontrolava. Em determinado momento, ela chegou a pedir desculpas. E aquele orgasmo foi vindo. Eu percebia ela ofegante, eu percebia que ela começava a ter movimentos involuntários da sua própria musculatura. No vai e vem, no sobe e desce da minha língua, ela movia os quadris juntos, como quem quisera participar daquele momento. Quando ela começou a fechar os olhos e ficar mais ofegante, gemendo mais rápido e mais forte. Então eu percebi que ela estava iniciando um orgasmo. E eu fiquei ainda mais intenso nas lambidas, nas passadas de língua, e comecei a ajudá-la. Coloquei uma das minhas mãos para acariciar os seus seios. Uma mão bem úmida e lubrificada da minha saliva e da sua buceta. Comecei a fazer carinho nos seus mamilos em movimentos circulares, enquanto a minha outra mão ainda permanecia fazendo leves movimentos de vai e vem na sua buceta. Escandalosamente, ela gemeu, tremeu seu corpo, ficou extremamente ofegante e se contorcia com a minha língua no seu clitóris. Eu estava tão excitado, o meu pau tava tão duro, eu tava a ponto de explodir de tesão, assistindo aquela cena e sabendo que era eu quem tava provocando tudo aquilo nela.
Ela começou a apertar a minha cabeça contra as suas coxas e acariciar o meu cabelo, me puxando pelo cabelo e me tirando da sua buceta. Veio para cima de mim e começou a chupar meu pau. Que boca bem gostosa. Aquela boca que eu tinha acabado de beijar muito, muito, muito. Uma boca novinha, uma boca quente. E ela chupava com tanto gosto, que parecia faminta por um pau. Ela colocou a boca no meu pau tudo de uma vez só, enfiou na boca tudo que coubera, um olhar de desejo, de tesão, de safadeza, mas ao mesmo tempo uma certa timidez que ela não me olhava, e isso me excitava ainda mais. Eu tinha uma novinha putinha tímida, todinha pra mim.
Atrevida do jeito que ela sempre foi, ela me deitou na cama e veio por cima de mim. Subiu, me beijou, olhou no fundo dos meus olhos com uma cara de safada, gostosa. Aquela carinha dela, proativa, atrevida, sedutora nas entrelinhas, que sabe bem como provocar um homem e deixar ele louquinho por ela sem ser vulgar. Ela estava toda molhadinha de tanto que eu chupei. A parte mais de fora assim, do início, tava até mais geladinha. Mas depois foi entrando na sua buceta, fui abrindo os caminhos, ela foi sentando, eu segurando na sua bunda, e ela foi devagarinho rebolando, encaixando. Que coisa mais linda do mundo. Eu olhava pra ela e ela parecia extremamente concentrada no que tava fazendo. Ela descia um pouco no meu pau, voltava, sentava mais um pouco, voltava, e cada vez que ela descia, o meu pau entrava um pouco mais na sua buceta. Até então, eu estava ali bem paradinho. Em determinado momento eu não resisti. Segurei bem firme nas duas nádegas dela e dei uma estocada lá no fundo, lenta. Porém, eu fui até o final. Eu percebi que ela gostou. Foi, teve uma surpresa, parece, mas ela gostou. E aí eu puxei meu pau de volta e dei uma estocada firme até o fundo de novo. E começamos aquele vai e vem gostoso. Ela com cara de feliz, uma cara de satisfação, de desejo e de safada. Ela cavalgava feliz no meu pau, como quem brinca num parque de diversões. Ela sorria, me olhava, subia e descia, e eu dando as minhas estocadas fundo naquela buceta quente e tão apertadinha, tão apertadinha, tão gostosa, tão suculenta. Entre beijos na boca, lambidas e mordidas no pescoço, eu abracei ela bem forte nas costas, trouxe ela pra bem pertinho do meu corpo, e comecei a tomar o controle da situação. Comecei a estocar bem fundo naquela buceta, fundo a ponto de eu começar a sentir uma dor aqui na minha região suprapúbica, de tão magrinha que ela era, do contato entre os nossos ossos. E eu soquei aquela buceta com força. Soquei fundo por um bom tempo. E ela gemia, delirava, sussurrava, e ela pedia mais. Ela pedia mais, ela pedia pra meter, ela pedia pra socar, ela pedia pra não parar. Ela era uma magrinha novinha insaciável.
Ela saiu de cima, foi pro lado e ficou de quatro. Olhou pra trás, deu um sorrisinho, já com as pernas bem abertas. Eu olhei para aquela bunda pequenininha, redondinha, bem lisinha, toda abertinha pra mim. Aquela buceta rosa, assim, já um pouco alargada pelas minhas estocadas anteriores. Pensei, não vou resistir por muito tempo e vou gozar. Peguei ela pela cintura, segurei bem firme, coloquei meu pau na entrada da sua buceta e fiquei olhando ele entrar. Era muito apertadinho. Era impressionante olhar o meu pau lá dentro, entrando de uma forma que parecia alargar aquela buceta em um tamanho que ela nunca havia tido antes. E comecei a meter. Como ela já estava mais acostumada, comecei a socar forte até o fundo, e ela gemia de uma forma tão gostosa. E começou a dizer pra mim: "Vai, professor, soca tua aluninha, vai. Soca tua aluninha, vai."
Eu comecei a socar com força, observando a reação dela. Estava gostando. Quanto mais forte eu metia, puxava seus cabelos, batia na sua bunda, mais ela gemia alto. Só que quando ela começou a gritar e dizer: - professor, maltrata a minha buceta que eu gosto, judia dela, soca bem forte...
Eu dei um tapa muito forte na bunda dela, segurei firme pela cintura e comecei a socar sem dó.... não aguentei e gozei metendo tudo o que podia do meu pau dentro dela... urrei e disse: toma meu leite puta!
Continua...
Eu quero esse professor... Onde tu dá aula? Kkkkkkk vou me matricular. Delicia de conto!
Delícia de relato novinhas de Fortaleza que quiserem uma experiência assim, vejam meu perfil.