A lembrança que mais permanece viva na minha memória aconteceu durante o período em que trabalhei como coordenador em uma grande fazenda no interior do Mato Grosso. Formado em Técnico Agrícola, assumi a responsabilidade de coordenar as operações de uma propriedade onde viviam cerca de quarenta colaboradores, entre funcionários solteiros alojados na fazenda e famílias instaladas em casas fornecidas pela empresa. Entre minhas atribuições estavam as viagens frequentes até a cidade mais próxima, localizada a aproximadamente vinte quilômetros da fazenda. Nessas idas, além das atividades administrativas e compras de suprimentos, também aproveitava para conhecer pessoas e sair da rotina do trabalho. Foi em uma dessas visitas que conheci Amanda, uma mulher de 31 anos, de personalidade forte. Ela morava com os pais e tinha uma filha adolescente de 16 anos. Durante nossas conversas, Amanda frequentemente comentava que desejava mudar de vida. Sentia que precisava conquistar sua independência, sair da casa dos pais. Com o passar do tempo, nosso relacionamento se tornou mais próximo. Diante da necessidade de uma funcionária para o setor administrativo da fazenda, surgiu a ideia de morarmos juntos, permitindo que ela também trabalhasse na propriedade. A proposta parecia vantajosa para ambos: Amanda teria a oportunidade de recomeçar sua vida, conquistar autonomia financeira e economizar dinheiro, enquanto eu teria a companhia de alguém com quem já mantinha um relacionamento. Antes da mudança, sua mãe insistiu para que Amanda assumisse integralmente a responsabilidade pela criação da filha. Como a fazenda possuía escola para atender os moradores, a decisão tornou-se viável, e as duas se mudaram para a propriedade. Os primeiros dias foram de adaptação. Cada um buscava encontrar seu espaço e estabelecer uma nova rotina. Amanda e eu iniciavamos o expediente muito cedo, ela cuidando da conferência de notas fiscais, da liberação da balança e das demais atividades administrativas. Eu, por ocupar um cargo de coordenação, possuía maior flexibilidade de horário, embora permanecesse disponível durante todo o dia pelo rádio da fazenda para resolver qualquer demanda operacional. Enquanto sua filha passava o dia na escola, eu costumava voltar para casa entre uma atividade e outra, seja para almoçar, tomar banho ou descansar rapidamente antes de retornar ao trabalho. Certa noite, ao chegar em casa, encontrei Amanda e sua filha (que vamos chamar aqui de Virginia) terminando de preparar a mesa para o jantar. Amanda vestia uma saia simples e uma camisa minha, em um retrato da intimidade que já começava a fazer parte da nossa rotina. Cumprimentei as duas, dei um beijo em Amanda e segui para o quarto para trocar de roupa antes do banho. Pouco depois, ela entrou no quarto. Aproximou-se de mim, sorriu e me deu outro beijo. O gesto espontâneo despertou o clima entre nós. Abraçados por alguns instantes, trocamos olhares e pequenas provocações, interrompidas apenas quando ela, sorrindo, pediu que eu fosse tomar banho antes que o jantar esfriasse. Obedeci, imaginando que aquela noite ainda reservaria momentos especiais para nós. Jantamos e ficamos eu e Amanda arrumando a cozinha, enquanto Virginia foi tomar banho. Ali as coisas já começaram a esquentar, ela estava na pia lavando os pratos e eu passei por trás dela para guardar o que sobrou do jantar na geladeira, mas quando eu passei, obviamente eu passei roçando-a por trás só para dar aquela provocada, ela já deu aquela suspirada bem leve e vagabunda que eu era apaixonado. Depois pegue as panelas para guardar em baixo da pia e já sabendo que eu estava por trás, ela abriu as pernas deixando a mostra aquela calcinha vermelha de renda. Me sentei ao chão e com a mão esquerda segurei no seu tornozelo e com a mão direita fiquei alisando sua bucetinha com meu polegar. Quando ouço o chuveiro desligar, me levanto e dou uma batida com a mão na sua bucetinha que a essa hora já estava começando a ficar molhada. Paramos por ali, já era 20h e enquanto ela finalizava na cozinha eu fui fumar um palheiro no quintal, que é a parte de trás de casa. Onde coincide com a janela do quarto de Virginia. Eu havia ido sem nenhuma intenção, mas acabei vendo Virginia se trocando de relance pela fresta da janela entreaberta. Porra aquilo me deixou maluco, ela novinha, peitinho no início do desenvolvimento, branquinha do biquinho rosa. Acabei saindo dali antes que ela me visse. Como já estava tarde, Virginia sai do quarto para dar boa noite e já retornou para seu quarto, eu e Amanda entramos para o quarto em seguida, eu não consegui esperar. Estava louco de tesão, já fui arrancando minha roupa e sentando na beirada da cama e Amanda veio ajoelhando, eu falando baixo para Virginia não ouvir. - Você gosta de ser minha puta em quatro paredes? Ela já estava sem a blusa, só com a calcinha ajoelhada no chão. Com as duas mãos no meu pau e olhando pra mim, olho no olho. - Gosto. Enquanto ela me mamava eu cuspi na minha mão, e tentava puxar sua calcinha para o lado e bater uma para ela com meus dedos molhados. Que delicia ver aqueles pesinhos delicados juntos e aquela bunda perfeita. Não perdendo muito tempo, pedi para ela se ajoelhar na cama. E assim ela fez, eu so pincelando meu pai nela, e ela toda se tremendo, mas eu não ia comer ela enquanto ela não pedisse. Ela então não aguentando, começou a tentar encaixar e vir forçando para entrar. - Ta querendo ne putinha? E ela toda ofegante nem respondia. Então eu comecei a colocar mas sem bombar, apenas um vai e vem lento deixando ela louca. E fui aumentando o ritmo. Não podia fazer barulho, mas eu estava indo fundo só para arrancar suspiro dela. Isso me deixava mais afim. Tirei de uma vez e virei ela pra cima, deitando ela na cama. Segurei seu pescoço e voltei a socar, não demorou muito ambos gozamos. Só se ouvia o folego ofegante. Ela disfarçadamente foi ao banheiro e eu me limpei com a toalha ali mesmo no quarto. Dormimos feito dois anjos. Se Virginia ouviu ou não, não sabemos. Mas tentamos não causar alarde. Mesmo Amanda sendo uma vagabunda de marca maior, seu show na cama e melhor quando temos maior liberdade. Continua...
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