Amigas no Sao Joao de Campina Grande



A noite de 24 de junho em Campina Grande cheirava a milho assado, lenha queimando e perfume barato misturado com suor. O Parque do Povo estava explodindo de gente, luzes coloridas piscando no ritmo do forró, e o som de Wesley Safadão já começando a ensaiar lá no palco principal. Era aquela hora mágica em que a festa ainda não tinha virado bagunça total, mas todo mundo já estava com o copo na mão e o corpo solto.
Luana , Amanda e Bárbara tinham chegado de João Pessoa às cinco da tarde, direto do ônibus, malas na mão e animação no peito. A prima de Amanda , Lívia, que era campinense raiz, já estava esperando as três com um sorriso de quem conhece todos os atalhos da festa. As quatro estavam lindas: vestido rodado, bota de cano alto, batom forte e cabelo solto. Solteiras, leves e com vontade de aproveitar cada segundo.
Luana era a mais linda do grupo, 1,58 m de pura energia morena, pernas grossas e torneadas que o vestido xadrez curto valorizava demais. O bumbum empinado chamava atenção sem ela nem precisar rebolar; bastava andar. Amanda , a mais alta e mais velha, usava um vestido vermelho justo que marcava a cintura fina e os seios. Tinha um ficante na cidade, mas ele tinha avisado que não ia dar pra ir. “Paciência”, ela disse, dando de ombros e já pedindo outra cerveja. Bárbara, a caçula, 23 anos recém-completos, era um furacão na dança: dançava todas as coreografias, ensinava as amigas no meio da pista que riam alto o tempo todo.
Wesley Safadão subiu no palco às 22h30 em ponto. O chão tremeu. “Vaquejadaaa!” gritou a multidão, e as quatro se abraçaram pulando. Copos de plástico voando, corpos colando sem cerimônia.
Foi numa dessas viradas de corpo que Mariana trombou de frente com ele. Thiago era alto, pele morena brilhando de suor, cabelo bem aparado, camisa xadrez aberta até o terceiro botão deixando o peito à mostra. Olhos pretos que pareciam sorrir antes da boca. Ele segurou a cintura dela no reflexo, pra ela não cair, e não soltou mais.
— Desculpa, linda — a voz dele era grave, rouca de quem já tinha cantado junto metade do show.
— Não precisa pedir desculpa não… — Luana respondeu, já com a boca meio aberta, olhando pra cima.
Em menos de cinco minutos eles já estavam dançando colados. Mão dele na curva da cintura dela, coxa entre as pernas dela, forró pesado, aquele rebolado que não deixa mentir. Thiago cheirava a perfume amadeira Luana sentia o corpo dele duro encostando no dela toda vez que a música mandava “descer até o chão”.
Amanda percebeu de longe. Cutucou Bárbara:
— Olha a Lu ali se esfregando naquele moreno.
— Meu Deus, já tá quase trepando em pé — Bárbara riu, mas ficou de olho.
Duas músicas depois, Thiago chegou perto do ouvido de Luana :
— Tá muito cheio aqui… quer dar uma volta? Meu carro tá logo ali atrás do palco, tem ar-condicionado.
O olhar dele não deixava dúvida. Luana sentiu um calor subir do peito até a cara, mas respondeu na hora:
— Quero.
Ela virou rápido pras amigas:
— Gente, vou ali com ele RAPIDINHO, tá? Fico no Whats se precisar.
Amanda ergueu a sobrancelha.
— Rapidinho o caralho. Eu vou junto até o carro, só pra ter certeza que é de boa.
Bárbara quis ir também, mas Lívia segurou: “Deixa a Iane ir, ela é a mais velha, sabe lidar”.
Os três saíram da multidão: Thiago na frente, mão na mão de Luana, Amanda uns passos atrás, fingindo que só acompanhava por segurança.
A carro preto estava estacionada num canto escuro, atrás de uns caminhões de som. AThiago abriu a porta traseira, espaçosa, vidro fumê.
— Pode ficar tranquila, sua amiga pode ficar olhando se quiser — ele brincou, mas o tom era safado.
Amanda cruzou os braços, encostou num poste a uns dez metros, luz fraca caindo no rosto dela. Pretendia mesmo só vigiar. Mas não contava que os dois fossem tão sem vergonha.
Mal fecharam a porta, Thiago puxou Luana pro colo dele, de frente, pernas abertas. O vestido subiu até a cintura na hora, revelando as coxas morenas e firmes, a calcinha branca de renda já marcada por uma mancha úmida de excitação. Ele beijava o pescoço dela com fome, mordiscando a pele macia, lambendo o suor salgado misturado com o perfume doce dela, enquanto a mão grande descia pelas costas e apertava o bumbum por baixo da calcinha, os dedos afundando na carne macia, separando as nádegas como se quisesse possuir cada centímetro.
— Caralho, que bunda perfeita… tão redonda, tão durinha — ele gemeu, dando um tapa que ecoou alto dentro do carro, deixando uma marca vermelha que ardia gostoso na pele dela.
Luana gemia baixinho, os olhos semicerrados, já esfregando o quadril contra a ereção dele, sentindo o volume grosso pulsar através da calça jeans, quente e insistente contra o tecido fino da calcinha. Ela cravou as unhas nas costas dele por cima da camisa, arranhando levemente, enquanto rebolava devagar, provocando, sentindo o clitóris roçar no zíper dele a cada movimento. “Me fode logo”, ela pensou, mas deixou ele ditar o ritmo. Thiago desceu a mão mais, enfiou dois dedos por baixo da calcinha, encontrando a entrada molhada, escorregadia, e deslizou devagar pra dentro, sentindo as paredes internas contraírem ao redor dos dedos. Luana arqueou as costas, gemendo mais alto, o corpo inteiro tremendo enquanto ele mexia os dedos em círculos, o polegar pressionando o clitóris inchado.
Desceu do colo só pra abrir o zíper, as mãos trêmulas de tesão. Thiago já estava latejando na mão dela, veias pulsando, a cabeça brilhante de pré-gozo. Ela apertou a base, masturbou devagar por uns segundos, sentindo ele crescer ainda mais na palma da mão, enquanto olhava nos olhos dele com um sorriso safado. Depois puxou a calcinha pro lado e desceu devagar, centímetro por centímetro, os dois gemendo juntos quando ele entrou todo, preenchendo ela por completo, esticando as paredes até o limite. Luana mordeu o lábio, sentindo o prazer misturado com uma dorzinha boa, e começou a subir e descer, o carro balançando de verdade agora, o banco rangendo com o ritmo acelerado.
E Amanda… Amanda ficou parada ali, o coração batendo tão forte que parecia trio de forró dentro do peito.
O ar estava quente, mas não era o calor da fogueira que fazia o suor escorrer entre os seios dela. Era outra coisa. Um calor que nascia lá no fundo e subia, lento, insistente, cada vez que o carro balançava. Ela via tudo. O vidro fumê não escondia tanto quanto eles pensavam — a luz fraca do poste infiltrava o suficiente pra delinear as formas, os movimentos. Via a silhueta de Luana cavalgando com fúria, a cabeça jogada pra trás, os cabelos voando a cada descida brusca, os seios balançando sob o vestido que já tinha escorregado das alças. Via as mãos de Thiago apertando aquele bumbum que Amanda já tinha invejado mil vezes no apartamento em João Pessoa , os dedos afundando na carne, deixando marcas que ela imaginava vermelhas e quentes. Dava pra ouvir os gemidos abafados, o barulhinho molhado de pele contra pele, o tapa seco no bumbum que ecoava até lá fora, seguido de um gemido mais agudo de Luana, como se o prazer doesse.
Amanda apertou as coxas. Uma, duas vezes. Não adiantava. A calcinha já estava encharcada, o tecido colado, escorregadio, roçando no clitóris a cada mexida involuntária do quadril. Mordeu o lábio inferior com força. O peito arfava, os seios pesados sob o vestido vermelho, os bicos endurecidos roçando no tecido, enviando ondas de tesão. Ela imaginou, por um segundo só, que era ela ali dentro. Que eram as mãos de Thiago apertando a cintura dela, que era ela gemendo aquele “vai, vai” rouco que escapava de Luana. Imaginou o pau dele (porque agora ela já tinha visto o volume, o jeito que Luana subia e descia) entrando fundo, enchendo, batendo naquele lugar que fazia ela se contorcer sozinha na cama pensando no ficante que nunca aparecia. Fantasiou os dedos dele invadindo ela como via ele fazer com Luana , circulando o clitóris, fazendo ela implorar por mais.
Sem perceber, a mão direita desceu, roçando a coxa por cima do vestido vermelho. Só um toque. Só pra aliviar. Os dedos apertaram o tecido bem no meio, onde latejava mais forte, pressionando o clitóris inchado através da calcinha úmida. Um gemido baixo escapou da garganta dela (tão baixo que ninguém ouviu, mas ela ouviu, e o som a envergonhou e excitou ao mesmo tempo). E aquilo a deixou ainda mais molhada, o líquido escorrendo pelas coxas internas, deixando a pele pegajosa.
O carro parou de balançar por uns segundos. Silêncio. Depois a porta se abriu.
Luana saiu primeiro, pernas bambas, vestido torto, sorriso de quem acabou de ser devorada e adorou. O cheiro de sexo veio junto, forte, misturado com o perfume dele. Iane sentiu o cheiro e quase gemeu de novo.
Luana olhou direto pra ela. Não tinha vergonha. Tinha provocação.
— Tá… “rapidinho”, né? — Amanda conseguiu dizer, mas a voz saiu rouca, tremida.
Luana se aproximou devagar, ainda ofegante, e abraçou o pescoço dela. O corpo quente, suado, colou no dela. Amanda sentiu o coração da amiga batendo rápido contra o seu.
— Desculpa, amiga… — Luana sussurrou no ouvido, a boca quase encostando na orelha. — Mas você gostou de ver, né?
Amanda não respondeu. Só apertou mais forte a cintura da amiga, como se aquilo fosse a única coisa que a mantinha de pé.
Thiago, encostado na porta, olhando as duas com olhos de fogo.
— Ainda tem espaço aqui dentro, morena — disse, direto pra Iane.
Iane sentiu o corpo inteiro tremer.
Luana riu baixinho, ainda colada nela, e deslizou a mão devagar até o bumbum, por cima do vestido, só um toque leve, mas suficiente.
Amanda soltou o ar com força. As coxas se abriram sozinhas.
A noite de São João estava longe, muito longe de acabar.

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Ficha do conto

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karla-mi

Nome do conto:
Amigas no Sao Joao de Campina Grande

Codigo do conto:
265061

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
22/06/2026

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