Depois da primeira transa era o momento de fazermos uma pausa. No chuveiro eu o banhava enquanto nós conversamos ensaboando todo aquele corpo. Entre beijos e pegadas fortes, não iria demorar até acontecer a segunda rodada.
Ajoelhei diante dele, e chupei como muita vontade enquanto ele segurava no eu cabelo. A Água do chuveiro descia pelo seu corpo, seu pau parecia uma cachoeira mo9lhando meu rosto. Perguntei se poderia chupar todo e ele disse que eu poderia.
Fui além, e comecei a lamber sua virilha, enquanto punhetava ele. Fui descendo e fui com a língua até as bolas e comecei a lamber a parte de trás do saco dele enquanto ele gemia alto dentro do banheiro. Me levantou e me pegou no colo, encaixou a piroca e começar a foder no banheiro.
Gemidos e gritos, ele me segurava com força, ficar um belo tempo nesse brincadeira.
Decidimos continuar fora do banheiro, quando peguei a toalha esse disse que eu só sairia dali depois de seca-lo com a língua. Adorei a brincadeira, e ali mesmo comecei a secar ele com boca. Da cabeça aos pés, com câimbras na língua e no maxilar, cada cantinho, entre tapas, ele pediu para eu levantar e ir na frente até a cama novamente.
Fiquei de quatro na cama, no meio dela enquanto ele pediu, pelo espelho ele me olhava com um lobo querendo devorar a ovelha. Amolava o pau e subiu na cama como um garanhão subindo sobre uma égua, me encarcou com sua piroco enorme. Com o rosto colado na minha nuca, socava firme, eu nunca tinha ficado tão submissão ao macho assim antes, ele me dominava como ninguém, e isso me deixa com mais tesão ainda. Ele levantava e pisava na minha cabeça, dando vários tapas na minha bunda.
Mesmo sendo "maduro" ele tinha a energia e vitalidade de um garoto jovem, e isso era fascinante, e me deixava de pernas bambas exigindo o máximo de mim.
Cada tapa no rabo a mão pesada que doía até a alma, mas era bom, ele demostrar esse controle e domínio, me fazendo obedecer ele a foda inteira . Depois era a vez de ficar de ladinho, levantou minha perna e enquanto eu me masturbava enquanto ele metia. O Tesão aumentava, aquele arrepio e a sensação de "explosão" chegava enquanto ele me falava ao pé do ouvido: "GOZA NESSE PIROCA SUA PIRANHA". Não resistir e dei uma bela gozada na piroca do marmanjo ficando extremamente mole. Ele levantou, duro como um cavalo no cio, se posicionou ao meu lado, e disse: "LIMPA ESSA PIROCA VAGBUNDA" chupei o marmanjo enquanto sentia sua piroca pulsar na minha boca.
Eu sabia que ele ainda iria me devorar, respirei fundo e esperei o próximo comando dele. Suado, novamente me pediu para lambe-lo e cheirar aquele corpo gostoso de ,macho que só ele era capaz de ter. Uma barriga peludo, o púbis que era uma floresta, selvagem que exalava o cheiro de "macho alfa", um saco cheio e e enorme que ele esfregava o meu rosto, um homem pra nenhuma mulher colocar defeito.
Mas enfim, hora de continuar.
Sem deixar eu respirar, abriu minhas pernas e deu uma batidas com o pau por cima cima minha buceta, cada porrada ele olhava nos meus olhos como se fosse me devorar por inteira. Cuspiu na minha bucetinha, e entrou pra valer. Colocou um perna sobre seu ombro e a outra segurava no meu tornozelo, como se não me quisesse deixar fugir. Mais uma vez, cada enterrada sentia ele bater no meu útero, com força e muita firmeza, minha buceta já estava pedindo arrego.
Cada tirada, minha bucetinha pulsava de lambuzava o pau dele de mel, e ele amava ver isso e eu acompanhava tudo no espelho do teto ele se divertindo na minha preciosa. Depois de um bom tempo "sofrendo" ali no duro, eu nem conseguia me levantar e ele falou que era hora de leitar meu útero.
Levantou, permaneci deitada e levantou minhas duas pernas no máximo, quase chegando na minha cabeça. Entrou e disse que só sairia dali quanto colocasse tudo pra fora.
Entrou e segurando desse vez nos meus dois tornozelos ele botou pra foder de vez. Sem firme e com força, mostrava sua vitalidade e energia sem igual. minha buceta pedia arrego (confesso quase ter pedido para ele botar no cú, por que estava foda!), eu aguentei firme pois pra mim era um questão de honrar aguentar aquele marmanjo até o fim.
E suava muito, pingava de tanto socar, ele ficava mais intenso, mais agitado, sabia que era a hora de gozar e em questão de segundos senti os jatos no meu útero com tanta força, enquanto os espasmos e gritos dele (que o motel inteiro deve ter ouvido), como um lobo uivando, descarregou cada gota na minha buceta que eu tinha certeza que iria ficar prenha de tanta vontade que ele jorrou dentro de mim.
Que delicia derrubar aquele cavalo outra vez!!!!!!