Nem Toda Corrida Termina no Destino

Muitos anos se passaram desde o meu último relato publicado.

Quando olho para trás vejo tantas situações gostosas que renderiam ótimos contos para ajudar outros putos com suas punhetas e fantasias. Mas hoje vou contar sobre uma fantasia que parece até lenda urbana: putaria com motorista de aplicativo .

Confesso que quando via histórias sobre isso eu achava que era mentira, principalmente porque eu ando bastante de aplicativo e nunca havia acontecido nada comigo. Mas que bom que vivi o suficiente para viver algo assim.

Eu estava no bairro da Barra da Tijuca, no Rio, e iria para um aniversário na Tijuca. Para quem não é do Rio, sim, são bairros diferentes divididos por um grande floresta urbana. E a forma principal de ir de um bairro para o outro é indo pelo alto da boa vista. Essa informação vai ser importante mais para frente, prometo.

Estava pronto para ir e pedi meu carro. Assim que na minha porta e eu já maldei o carro, porque tinha um insulfilme muito escuro. Impossível ver qualquer coisa dentro.

Vou chamar o motorista de David. Era um rapaz clássico carioca. Lábia pura. Moreno. Charmoso. Falante. Aquele ar de puto que come tudo que der mole pra ele. Notei também a famosa bala halls preta no carro. Também pensava que era lenda urbana. Sentei no banco de trás, atrás do banco do passageiro.

Em menos de 5 minutos de corrida ele já começou a falar de putaria. Começou falando que tava cheio de tesão, como se tivesse conversando com um “brother” dele. Falando que mais tarde ia meter. Ligou para a mulher dele no viva-a voz e falando putaria como se eu não tivesse ouvindo tudo.

Ele desligou a ligação e tomou um comprimido de Tadalafila. Perguntou se eu conhecia o remédio e se sabia pra que servia. Eu disse que sim, mas que não usava. Ele disse que gostava de tomar porque “deixava o pau durão até o dia seguinte”.

Em determinado momento ele perguntou o que eu curtia e eu respondi “Tudo!”. Nisso eu percebi que minha resposta deixou ele curioso sobre o que seria esse tudo. E eu falei que comia, dava chupava. E ele foi ficando com mais fogo ainda.

Quando a gente estava quase chegando na entrada do Alto da Boa Vista ele começou a ser mais incisivo. Ofereceu o Halls (eu entendi o sinal, mas neguei). Depois ele perguntou se eu já tinha mamado algum motorista e eu disse que não. E ele respondeu que era porque eu era “meio lento” kkk e eu pensando “você que tá caindo na minha estratégia e eu que sou lento?”. Depois ele falou que as mulheres gamavam no pau dele pq “ele metia muito bem”.

Nisso ele diz que tá com o pau duro e eu digo “duvido”. Ele fala para eu passar a mão. Eu passo a mão e apalpo, mas não passou disso. Estava tentando instigar ele ao máximo e não ser fácil. E estava funcionando porque ele tava maluco de tesão e eu também. Ambos estavam com o pau muito duro já. Uma tensão sexual quase palpável.

Depois ele disse que o cinto da bermuda estava apertando muito ele. E eu passei a mão para sentir aquelas marcas que o cinto deixa na pele, sabe? Passei a mão pela cintura dele e deu para sentir os pelos raspados dele. E aí abri o cinto, já que tava “apertando ele” e logo o pau duro pulou.

Já estávamos no Alto da Boa Vista nessa hora, o carro em movimento, não sei como mas consegui ir para o banco da frente sem precisar parar o carro.

E foi ali mesmo que mamei ele. Ele ficou maluco com minha mamada. Engolia tudo, lambia o saco. O pau dele era na média, nada grandão nem grossão. O famoso pau de marido.

O que me chamou atenção foi que o pau tava muito cheiroso, bem limpo, uma delícia para mamar. Os pelos estavam raspados querendo crescer e o saco lisinho. Enquanto eu mamava, ele gemia e apertava minha bunda e dizia “você mama pra caralho!”

Ele dizia que era o primeiro homem que mamava ele e eu fingia que acreditava.

Tenho noção de que mamo bem e ele tava ficando maluco de tesão. Se contorcendo tanto que precisou parar o carro.

Achamos uma ponto deserto do alto e conseguimos aproveitar mais. Eu disse que queria dar para ele e ele falou que se ele me comesse não ia ter leite para a mulher dele mais tarde. E eu respondi que não precisava gozar comigo, só queria dar.

Empurramos os bancos da frente para trás e rolou ali mesmo. Foi tudo muito rápido, mas a adrenalina de estar fazendo algo em público foi tão intensa. Eu estava todo arrepiado.

Fiquei de quatro enquanto ele passava a lingua pelo meu cuzinho e eu piscava para mostrar que estava gostando. Dizia que minha bunda era imensa e que estava louco para me leitar.

Passou lubrificante que estava no porta-luvas e me dedava para abrir meu rabinho para ele conseguir meter. Não gosto de dedada, mas deixei aquele puto brincar com meu cuzinho.

Depois ele foi enfiando aquele pau em mim. Era uma delícia. Tamanho perfeito para dar sem machucar. Ele foi bombando aos poucos até aumentar a velocidade. Ele dizia que meu cu era macio, quentinho e apertado. E não demorou muito para que aquele gostoso fosse gozar. Ele urrou tanto com a gozada. Como se tivesse descarregando o leite acumulado. A camisinha ficou lotada.

Seguimos a corrida até o destino final comigo na frente ao lado dele e minha mão no pau dele até a porta da festa. Trocamos contato e sempre que preciso de algum motorista eu chamo meu motorista especial.


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Ficha do conto

Foto Perfil terezinho
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Nome do conto:
Nem Toda Corrida Termina no Destino

Codigo do conto:
265097

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/06/2026

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