O sol da tarde queimava forte na estrada do litoral, mas dentro do carro o ar-condicionado mantinha o clima perfeito para o que Amanda e Lucas planejavam há semanas. Tudo começou com um pacotinho embrulhado que chegou pelo correio: um biquíni vermelho minúsculo, tão pequeno que mal cabia na palma da mão. Quando Amanda experimentou em casa, olhou-se no espelho e decidiu na hora: aquele vermelho precisava estrear longe, onde ninguém os conhecesse, onde ela pudesse se exibir sem limites. — Quero que todo mundo veja esse vermelho gritando no meu corpo — ela disse, mordendo o lábio. — Quero que você filme cada olhar que eu arrancar. Por isso pegaram a estrada. Amanda vestia exatamente aquele biquíni vermelho escândalo por baixo de uma canga branca fina amarrada na cintura e a camisa branca de botões do Lucas, aberta até o meio do peito. O vermelho vivo aparecia em flashes a cada movimento, contrastando com a pele bronzeada. Lucas apertava a coxa dela enquanto dirigia, os dedos quase tremendo de antecipação. — Ali — disse ele, apontando um mercadinho pequeno, fachada descascada, placa de refrigerante torta. Rua vazia. Perfeito. Lucas estacionou a vinte metros. Amanda respirou fundo, sorriu e beijou rápido a boca dele. — Filma tudo, amor. Quero ver o quanto esse vermelho enlouquece as pessoas. Ele ergueu o celular, já gravando. Amanda saiu do carro rebolando devagar, a canga abrindo a cada passo, deixando o vermelho do biquíni reluzir como um farol. Entrou no mercadinho como se fosse dona do lugar. O sino tilintou. Dentro, o atendente de bigode ralo levantou os olhos e congelou. Dois garotos de uniforme escolar pararam de mexer nas figurinhas. O vermelho era impossível de ignorar. Amanda passou direto pelo balcão, fingindo procurar algo. A cada passo a canga subia mais, revelando o fio dental vermelho enfiado entre as nádegas. Abaixou-se lentamente para pegar um pacote na prateleira baixa, a camisa escorregando dos ombros, a canga abrindo inteira: o vermelho vivo destacando cada curva. Os garotos ficaram boquiabertos. Ela se levantou, virou de lado e abriu mais dois botões da camisa, deixando o tecido pendurado só pelos últimos, o biquíni vermelho inteiro à mostra, o decote fundo, o ventre liso, o vermelho gritando contra a luz fraca do mercadinho. — Tem refrigerante gelado aí atrás? — perguntou ao atendente, voz melíflua. O homem gaguejou e desapareceu no depósito. Amanda aproximou-se dos garotos. — Me ajudam a pegar um pacotinho lá do fundo? Aquele dourado — pediu, sorrindo. O mais alto se ofereceu na hora. Quando ele se abaixou, Amanda, de costas para o balcão, levou a mão à canga, puxou o fio vermelho para o lado e abriu tudo. Quatro segundos inteiros de buceta lisinha, depilada, brilhando de molhada, emoldurada pelo vermelho vivo. «Caralho… ela tá aqui mesmo. Tá acontecendo.» O garoto congelou de joelhos. O pau apertou tanto na calça que doeu. «É… é perfeito. Parece que tá me chamando.» Ela soltou o tecido, pegou o pacotinho e sussurrou: — Obrigada, lindo. Ia embora, mas ele não deixou. «Se eu não fizer agora, nunca mais vou ter outra chance na vida.» Segurou o pulso dela com firmeza, puxando-a um passo para trás até encostá-la de leve contra as caixas de cerveja. O cheiro dela invadiu tudo. Sem uma palavra, desceu o zíper devagar. O som do metal foi como um trovão dentro da cabeça dele. O pau saltou para fora, duro demais, grosso, a cabeça vermelha e brilhante, uma gota grossa escorrendo pela lateral. Empurrou o quadril só um pouco. A cabeça roçou na canga, bem em cima do vermelho, deixando uma marca molhada. «Quero que ela leve isso. Quero que ela lembre.» Com dois dedos, tocou a coxa dela, subiu devagar, parou a milímetros do fio vermelho. Sentiu a pele arrepiar. «Só mais um centímetro…» Amanda se mexeu. O calor da buceta dela deslizou por cima do tecido contra o pau dele. Quente. Molhado. Escorregadio. Um segundo. Dois. «Porra… porra… vou gozar… não goza…» Ela se afastou de repente. E sorriu. Aquele sorriso entrou dentro dele como faca. «Ela sabe. Ela sabe tudo.» Ele ficou ali, pau balançando no ar, pingando no chão, pernas moles, respiração cortada. Amanda caminhou até o balcão, colocou o pacotinho de figurinhas, uma garrafa de água gelada e um chiclete. Encostou os cotovelos, inclinou o corpo; o vermelho do biquíni gritou ainda mais. — Quanto fica tudo isso? O atendente mal conseguia falar. Ela pagou, deixou o troco, piscou e saiu rebolando, a canga agora manchada com a marca dele, pulsando contra a pele a cada passo. Entrou no carro como se o ar estivesse mais denso, o corpo ainda vibrando. Fechou a porta com um clique suave, encostou as costas no banco e soltou o ar lentamente pelos lábios entreabertos. Lucas desligou a gravação, virou-se para ela, olhos escuros de tesão. Amanda ergueu a mão devagar, levou os dedos à boca e chupou o indicador ainda úmido. Depois estendeu o dedo e desenhou um traço molhado no lábio dele. — Prova o quanto esse vermelho funcionou — sussurrou. Lucas sugou o dedo dela, puxou-a pela nuca e beijou-a fundo, lento, profundo. — Você foi perfeita — murmurou contra a boca dela. — Esse vermelho… nasceu pra ser exibido. E ali, na beira da estrada deserta, com o sol se pondo em tons de vermelho que combinavam perfeitamente com o biquíni dela, eles se amaram devagar, como quem celebra uma estreia absolutamente inesquecível.
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