Enviei uma mensagem, o Sr. Osasco respondeu e acabei descobrindo que eles queriam ter uma experiência, porém estavam tendo dificuldade de encontrar alguém com o perfil que eles estavam procurando, ou seja, alguém que lhes passassem confiança e que fosse experiente, sigiloso etc.
Na época, eles eram um casal na faixa dos 40, ela 42, ele 47, sem filhos, cúmplices, com ótimo relacionamento, companheiros e com uma fantasia. O Sr. Osasco queria chupar o grelinho dela enquanto ela fosse penetrada por outro macho. Já a fantasia dela era encher o maridão de tesão enquanto sentia a língua dele no seu grelo e a vara de outro macho toda enterrada na sua bucetinha.
Ele, como um exemplar companheiro, queria estar literalmente ao lado da esposa em todos os momentos, passando confiança, sendo solidário, enfim queria ter certeza de que em todos os momentos ela estaria sendo bem tratada, bem comida e curtindo a experiência.
Nós dois conversamos por algum tempo por MSN, depois eu fui apresentado à Sra. Osasco e conversamos oportunamente também por MSN. O Sr. Osasco, entre linhas, deixou subentendido que ele queria experimentar algo mais, ou seja, ter um contato com a vara do macho que fosse foder a esposa dele, em outras palavras, poder pegar, quem sabe até passar a língua e até dar uma deliciosa mamada.
Algum tempo depois, o Sr. Osasco planejou nosso encontro para um fim de semana, por conta das atividades deles, marcamos para nos encontrar em um barzinho perto da casa deles, por volta de 20:30 horas de um sábado, me atrasei um pouco, pois não conhecia bem a região.
No barzinho tivemos um papo agradável acompanhado de uma cerveja para relaxar, descontrair e quebrar o gelo. A Sra. Osasco usava um vestido preto com comprimento até próximo dos joelhos, tinha um decote generoso, era simpática, sorridente e ali mesmo eu já fique de pau duro, comecei a imaginar como seria possuir aquela delícia por completo.
Depois de um breve bate-papo eles decidiram que era hora de começar a festa e me convidaram para ir até a casa deles, ali bem próximo. Caminhamos alguns minutos, era uma casa bem simpática e aconchegante. Ficamos na sala, continuamos nosso papo, descontraindo, tomando mais alguma coisa. Deixei-os bem à vontade e se sentindo confiantes para a experiência que eles tanto aguardavam. Tudo foi muito natural, estávamos ouvindo música, o Sr. Osasco a convidou para dançar, passou a beijá-la, acariciá-la e em seguida ele me convidou para participar da festa.
Por traz, eu abracei a Sra. Osasco e já com meu pau bem duro comecei a roçá-lo em sua bunda. Ela gostou, não perdeu tempo e com uma das mãos acariciou-o como podia. O Sr. Osasco começou a se despir e a despi-la e eu fui no ritmo deles, tirei minha camisa e minha calça para dar mais liberdade ao me pau e para ela poder experimentar a nova vara que a desejava e a roçava. O Sr. Osasco a beijava e em seguida ela me beijava, segurava meu pau com força e tentava punhetá-lo.
Fomos tirando todas as peças até que todos estivéssemos sem nenhuma peça de roupa. Eu passava uma mão pela bucetinha dela, com a outra acariciava os seus seios, além disso roçava minha rola em sua bunda, ela, por sua vez, se jogava para trás para sentir meu pau em sua bunda e virava o pescoço para me beijar. O Sr. Osasco chupava os seios dela, a beijava, a acariciava com volúpia.
Em dado momento ficou só ela e eu se pegando, nos beijávamos, eu mamava aqueles seios deliciosos, enfiava meu dedo em sua bucetinha que, a cada momento, estava cada vez mais encharcada. Ela me devorava como podia, com seus beijos, mamando, passando sua língua pelo meu corpo, era uma delícia.
Em instantes ela se ajoelhou, nós dois ficamos de frente para ela e ela começou a mamar as duas varas. O Sr. Osasco, sem cerimônia, pegou na minha vara punhetou de leve e a direcionou para a boca dela. Meu pau estava muito duro de tesão, eu adoro uma mamada. Ela sem se fazer de rogada, se divertia como se tivera fantasiado aquele momento por muito tempo. Mamava minha vara, mamava a dele, alternava, até que ela se concentrou na minha vara e a enfiou bem fundo em sua boca, sugando como se não houvesse outra ali, era simplesmente uma mamada sensacional.
Depois de assisti-la muito mamar a minha vara o Sr. Osasco não perdeu tempo, a deitou no sofá e começou a chupá-la com toda a vontade do mundo. Na realidade ele já estava cheio de tesão e queria preparar a bucetinha da sua amada para ser preenchida pela minha vara.
A bucetinha da Sra. Osasco já estava encharcada de tesão e o Sr. Osasco queria, o quanto antes, começar a festa de verdade, ou seja, ver a bucetinha da sua amada esposa preenchida pela minha vara.
Fiz questão de deixá-los bem à vontade, sem forçar nada. Ele a chupou depois me chamou para perto, quando eu fui me aproximando ofereci minha vara para ela chupar. Ela pegou meu pau enfiou na boca e foi engolindo com muito prazer, passava a língua, chupava, beijava, lambia enfim fazia de tudo o que podia e que queria com a vara que em breve estaria todinha enterrada na bucetinha da sua amada.
Fui para cima dela e começamos uma espanhola, seus seios eram generosos, ela não perdeu tempo em colocar o meu pau entre eles e se posicionar para engolir a cabeça da minha vara, eu quase gozei na boca dela de tanto tesão. Ele logo deixou de chupá-la e veio apreciar a espanhola que fazíamos com muito tesão.
Concluímos a espanhola antes de gozarmos, o tesão já era enorme, ele queria ver minha vara invadindo a bucetinha dela. Peguei uma camisinha e pedi que ela ajudasse a colocada. Ele não perdeu tempo e segurou meu pau para que ela pudesse o quanto ante colocar a camisinha, ao concluir pegou meu pau, foi direcionando para aquela gruta. Fez questão de olhar bem de pertinho enquanto eu a penetrava devagar, para que ela sentisse por completo cada centímetro da minha vara invadindo sua bucetinha.
Ela parecia maravilhada em sentir cada centímetro da minha vara buceta adentro. Depois de tantos anos de casada, sentir o tesão da vara de outro macho invadindo sua buceta parecia algo indescritível, em prazer, em cumplicidade, pela grossura, pelo tamanho, por sentir ela pulsando dentro de sua buceta, por sentir o peso do corpo de outro macho por cima dela.
Era uma fantasia dos dois, sendo realizada, o seu parceiro como cúmplice e ali ao seu lado também sentindo muito tesão. Os olhos dela eram de espanto, prazer e de tesão – depois ele me contou que era pelo tamanho e grossura da minha vara e pelo tesão de senti-la indo cada vez mais fundo em sua bucetinha -.
Fiz questão de fodê-la até que ela se sentisse saciada. Fodia e sussurrava no ouvido dela para que ela se soltasse e mexesse gostoso na minha vara, para que ela olhasse para o seu maridinho bem fundo dos olhos com olhar de prazer, que o provocasse com a boca, fazendo bicos, passasse a língua pelos lábios e pedia para ela gemer gostoso.
Queria que ela demonstrasse para ele o quanto ela queria se divertir na minha vara e ver o quanto ele ficaria feliz por isso. Eu mexia o meu quadril socando de forma alternada, ora bem devagar para que ela sentisse cada pedacinho do meu pau entrando e saindo da sua bucetinha, ora com mais força para ela sentir a força daquela vara entrando buceta adentro e a abrindo como nunca antes.
Depois de muito se punhetar e apreciar nossa foda o Sr. Osasco veio com seu pau para ela mamar. Ficamos fodendo assim por algum tempo até quase gozarmos ela e eu.
Descansamos um pouco e trocamos de posição. A esse momento o Sr. Osasco já pegava no meu pau sem pudor e em algum e até chupou com vontade antes de colocar uma nova camisinha e posiciona a minha vara na entrada da bucetinha da sua amada.
Ela e eu fudemos de ladinho no sofá, eu enfiava o mais fundo que podia, socava para que ela pudesse sentir meu pau por completo a invadindo enquanto eu sentia sua bucetinha sedenta pela minha vara. Fomos mudando para a posição de franguinho assado e fodendo de forma cada vez mais intensa e já sintonizando com o ritmo um do outro.
Ele, sempre solicito, estava ali, ora com seu pau oferendo para ela chupar, ora chupando o grelinho dela e a deixando louca de tesão. Sempre que podia ele passava a língua na minha vara toda melada com o suco da sua amada.
Fizemos mais uma pausa e mais uma retomada, desta vez com ela de quatro ela se posicionou com as perninhas abertas. Eles começaram a brincar, ele chupava ela e ela cada vez mais ensopada de tanto tesão gemia e sussurrava pela minha vara. Logo em seguida ele me convidou para chupá-la.
Chupei aquela buceta deliciosa com ela de quatro, sentia a bucetinha toda inchada cheia de tesão e louca para receber a minha vara e senti-la entrando e saindo da sua buceta. Eu me posicionei para socar minha vara o mais fundo que podia. O Sr. Osasco sem cerimônia, pegou o meu pau, deu uma mamada intensa e depois de tê-lo sentido, quente, duro, grosso e grande em sua boca, colocou mais uma caminha na minha vara como se fosse um habitue e a posicionou na entrada da bucetinha da sua amada, onde eu, mais uma vez, fui penetrando lentamente para que ela sentisse por completo, até as bolas, minha vara invadindo sua bucetinha que já estava toda encharcada e sedenta.
Eu socava e ela gemia, eu socava e ela rebolava, eu socava e ela empurrava seu rabo para traz para sentir meu pau, grande, grosso, duro e pulsante todinho enterrado dentro daquela buceta deliciosa. Ela estava se divertindo, já havia se acostumado com o tamanho, com a grossura, com o quão fundo ia a minha vara então degustou a foda como havia imaginado.
Eu fudi ela gostoso, cada vez que eu socava, sentia meu pau latejando de tanto tesão, era um enorme tesão poder dar prazer à aquela mulher. Ela se entregava, olhava para o seu amado sem culpa, fodia para o seu próprio prazer, sem vergonha, sem culpa, sem medo.
Ele se aproximava dela, sempre solidário, companheiro, cúmplice e vezes por outra oferecia o seu pau para ela mamar, outras vezes a beijava. Cada vez que ele olhava eu socando minha vara na bucetinha dela cheio de tesão ele deixava transparecer uma cara de sonho realizado e imenso prazer em ver sua esposa se deliciando na vara de outro macho.
Eu estimulava ela a fazer cara se safada, foder com vontade, olhar nos olhos dele e deixá-lo cheio de tesão, ele tocava uma leve punheta e estava sempre conversando com ela querendo saber se ela estava gostando, se estava sentindo tesão, se estava gostando da minha vara preenchendo sua bucetinha, se queria que eu socasse mais, etc. O tesão era muito e eu já me segurava para não gozar. Ela se soltava cada vez mais, gemia e se entregava como podia até que veio um gozo intenso.
Descansamos, mais uma vez tomamos alguma coisa servida pelo Sr. Osasco, ficamos os três ali sentados no sofá, ela de um lado, ele no meio e eu na outra ponta. Era tanto tesão de estar ali com eles de forma descontraída que minha vara permanecia dura.
Em dado momento ele não resistiu, pegou meu pau e começou a tocar uma punheta bem de leve. Relaxei e deixei ele sentir minha vara como ele sempre quis, pensei que ele iria cair de boca e mamá-la até não aguentar mais, mas ele só queria senti-la em suas mãos, talvez não quis mamá-la ali na frente da esposa que apenas o olhava e se enchia de tesão com suas carícias.
Ele punhetava minha vara lentamente de cima em baixo, apertava para sentir o quanto ela estava dura e para sentir sua grossura, acariciava sua esposa em sua bucetinha e ora olhava para um, ora para outro, para ver como estávamos cheios de tesão. A punheta do Sr. Osasco me deixou cheio de tesão, ela também estava muito excitada em ver o seu marido batendo uma punheta para o macho que veio para fude-lá a noite toda, o tesão foi aumentando e nos preparamos para mais um foda, ela e eu.
Atrás do sofá, estrategicamente, havia um colchão o Sr. Osasco o pegou, colocou no meio da sala e desta vez a sugestão era uma DP. Ele ficou atiçando-a, se deitou no colchão, ela montou nele, e eu estava encarregado de preenchê-la no cuzinho. Eu tentei enfiar a cabeça do meu pau, mas sentia que não seria fácil, ela não estava relaxada o suficiente, resolvi não forçar, por que sabia que com a grossura e o tamanho da minha vara não seria confortável para ela e talvez a machucasse.
Tentamos várias vezes, porém eu desisti para que ela não tivesse uma experiência desagradável e traumática, infelizmente, - pois eu sou fascinado por um cuzinho, queria muito ter entrado com minha vara naquele cuzinho, naquele momento, - só a ideia de penetrar um cuzinho me deixa de pau duro, imagina ter uma ali na minha frente o cuzinho da esposa querendo a minha a não conseguir foder para não a machucar.
A essa altura a madrugada já havia avançado bastante e ela já estava cansada, queria dormir, me ofereceram para ficar, eu aceitei. O Sr. Osasco estava com muito tesão e cogitou a ideia de eu dormir na cama deles, certamente para que eu pudesse fudê-la durante o restante da noite na cama deles, mas a Sra. Osasco vetou, disse que como já haviam combinado. Não!
Na manhã seguinte, acordamos, cada um tomou o seu banho e um café da manhã, conversamos descontraidamente e voltamos à sala. O Sr. Osasco parecia não querer perder tempo naquela ocasião, já que havia alguém ali para realizar a fantasia deles, então que transássemos até não aguentarmos mais e assim o fizemos.
Ele mais uma vez tomou a iniciativa de pegá-la aos beijos e depois a ofereceu para mim. Eu e a Sra. Osasco nos pegamos deliciosamente e ele ali assistindo tudo de camarote. Eu estava louco para fazer um anal com ela, mas fui discreto, deixei que ela se sentisse à vontade para isso. Arrancamos as roupas, fomos para o colchão, pedi que ela me ajudasse a colocar a camisinha e ela veio por cima, ainda tentei sugerir penetrar aquele cuzinho e relaxá-lo para depois fazermos uma deliciosa DP, mas ela não perdeu tempo, montou na minha vara, a enterrou sua buceta de uma só vez, com vontade e força, deu um suspiro de tesão e começou a cavalgar com vontade, como se não fudesse há anos. Fudeu com força, vigor, vontade, tesão, socava o mais fundo que podia, parecia que era a sua última foda nesta vida. Ao olhar nos olhos dela e sentir a vontade e intensidade com que ela fodia, meu pau ficava cada vez mais duro e pulsante, por várias vezes tive que me segurar para não gozar.
Logo o Sr. Osasco veio, mais uma vez solidário oferecendo sua vara para ela mamar. Ela pegou e colocou tudo na boca, afinal o seu pau não era grande e continuou sentindo minha vara preenchendo a sua bucetinha por completo. Ela fodeu com vontade, até que a senti com muito tesão e gozando intensamente na minha vara, deixando meu pau completamente encharcado com seu gozo.
Descansamos após esse primeiro round matinal. Na noite passada foi uma transa e um bom papo, uma transa e um bom papo e nessa manhã não foi diferente.
O Sr. Osasco foi pegar alguma coisa para bebermos e quando voltou ela, sem perder tempo, já estava com minha vara toda em sua boca mamando intensamente. Ela abocanhou com vontade e sugava de todas as formas que podia, eu sentia sua língua, seus lábios dominando completamente meu pau.
O Sr. Osasco não resistiu de tesão, foi por trás dela e socou seu pau na bucetinha dela. Ficamos os três ali, ela mamava e me olhava com cara de plena satisfação, meu tesão era incontrolável. Ele socava na bucetinha dela, parecia não acreditar que poderia algum dia ver sua esposa mamando a vara de outro macho, ali, na sua frente.
Eu, para aumentar o tesão de todos fazia ela engolir minha vara por completo e falava para ele fodê-la cada vez mais fundo. O tesão foi aumentando e o Sr. Osasco não resistiu gozou na bucetinha da sua amada. Ela gozou junto com ele, mas sem desgrudar do meu pau.
Fiquei por mais algum tempo fodendo aquela boca deliciosa até que o tesão foi aumentando e eu perguntei a ela se ela queria sentir o meu gozo e onde. Ela ofereceu os seus seios e quando minha porra veio foi todinha derramado neles. Passei minha vara naquela porra para espalhá-la pelos seios da Sra. Osaco. Se ela não gozou mais uma vez, chegou perto. O Sr. Osasco, ao ver minha porra nos seios dela, ficou em estado de graça, o tesão era tanto que gozei e continuei de pau duro, por mim eu ainda foderia a bucetinha dela e o cuzinho logo em seguida.
Já era início de tarde e eles iriam receber uma visita, tenho certeza que se não fosse por isso teríamos ficando ali fodendo, dando prazer uns aos outros até a noite, então eu fui embora.
No dia seguinte fiz contato com o Sr. Osasco para saber se eles tinham gostado da experiência, etc. Segundo ele, foi joia, eles se sentiram muito tranquilos, a vontade, seguros, confortáveis, confiantes, fizeram tudo o que queriam e para quem, há muito, só estava fantasiando, foi melhor do que eles esperavam.
Ele disse que ela adorou tudo, a grossura da minha vara, porém o tamanho a princípio a assustou e assustou ele também, afinal o seu pau é pequeno, mas depois que ela sentiu minha vara todinha em sua bucetinha, ficou encantada e só quis se saciar.
Quando perguntei se ela tinha se surpreendido com ele mamando, ele disse que ela ficou cheia de tesão e a cada vez que ele colocava minha vara em sua boca ela quase gozava, que tinha adorado ver ele tocando uma punheta para mim e acariciar a bucetinha dela ao mesmo tempo.
Corro o risco em afirmar que depois dessa nossa experiência eles se sentiram mais confiantes, cumplices, apaixonados, companheiros, tiveram transas maravilhosas relembrando cada um dos momentos que passamos juntos.
Tenho certeza de que que ela se sente uma mulher mais completa, realizada, sabendo que o prazer com outro macho é algo que pode sim ser vivido sem pudor, sem medo, sem vergonha etc.
Ele, por sua vez, deve estar certo de que a vida é para ser vivida em intensidade, que não se deve ter vergonha de compartilhar com sua companheira suas fantasias, suas curiosidades e que se deve, acima de tudo, deixar o preconceito de lado e fazer o que tem vontade quando se tem vontade, afinal a vida é uma só e cada um a vive da maneira como acha que tem que ser vivida.
Foi uma enorme satisfação e agradável experiência ter iniciado o Casal Osasco, o tesão foi imenso, eles foram cordiais, tranquilos, seguros de si, companheiros, se divertiram cada um como havia fantasiado, sem medos, sem barreiras, sentiram tesão me encheram de tesão, gozaram e me fizeram gozar.
Todas as vezes que lembro dessa transa fico de pau duro e babando, essa foi, sem dúvida alguma, uma das melhores experiências que eu tive desde que estou no mundo liberal, desde os meus vinte e poucos.
O tempo foi passando, mantivemos o contato, porém não tivemos uma nova experiência. Eles mudaram para o Sul de Minas para uma região que eu gosto e já tive o prazer de visitar. No final do ano passado o Sr. Osasco sugeriu que eu talvez gostaria de visitar novamente aquela região. Eu não tinha planos, mas gostei da sugestão. Nos últimos meses eu tenho pensado muito em visitar aquela região, mais especificamente o Casal Osasco, quem sabe eles se animem em termos uma nova experiência, mais um momento para transarmos de forma livre assim como fizemos da primeira vez.
Quem sabe dessa vez conduzimos a nossa transa em um ritmo onde a Sra. Osasco possa se sentir confortável para fazer um anal comigo e depois quem sabe uma DP para o delírio do Sr. Osasco. O Sr. Osasco, assim como o fez da primeira vez, sem pudor, irá querer me punhetar, sentir a minha vara pulsando na sua mão e na sua boca e certamente a posicionar na entrada da buceta, quem sabe do cuzinho da sua amada.
Se essa aventura acontecer eu venho aqui contar para vocês.
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