Meu primeiro relato de DOMME



Meu nome é outro mas carinhosamente me apelidam Loira, sou fêmea dominante. Meu namoradinho pode até fingir que é macho em público, mas dentro de quatro paredes ele sabe quem manda. Esse é meu primeiro relato, então vou ser direta (vocês podem me aconselhar em como narrar os acontecimentos numa próxima). Eu tenho 57 e ele 47 anos, nos conhecemos quando ele tinha 18, tirei o cabaço do rapaz, e ele não desgrudou mais de mim, vivia no meu pé, não tive escolha, ele praticamente implorou para ser meu animalzinho de estimação. Eu usava ele de todas as formas que minha criatividade mandava.
No começo era tudo "normal", saíamos para algum lugar e ele me dava carinho e me fazia muitos elogios, um fofo... depois eu fazia ele me encher de porra e quase nunca me importava se ele havia gozado também. Apesar de que quase sempre ele também gozava. Mas eu já ia me impondo desde o início...
Nossa relação começou a ficar sem graça depois de um tempo, então decidi inovar.
Falei que se ele não se submetesse aos meus caprichos de mulher mais experiente, nunca mais lamberia minha buceta (importante lembrar que a única buceta que ele conhecia era a minha), rapidamente ele começou a me obedecer e ali eu sabia que ele seria meu submisso.
No ponto alto dos meus 50 anos eu gostava muito de sexo, muito. Mas nunca havia sido realmente dominadora (DOMME) até aquele momento, toda aquela ideia veio da monotonia de namorar alguém desde tão jovem e de algumas cervejas. Mas depois que despertei para o mundo do BDSM, não quis mais parar. Eu, seria dali pra frente, sua fêmea dominante e ele o meu animal passivo, um bichinho pronto para ser treinado e adestrado, e foi o que eu fiz desde então.
Num dia qualquer, saímos para passear e tomar umas num barzinho , fiz com que ele bebesse boas cervejas, estava com algo em mente, e meu namoradinho não falava muito, apenas me ouvia, falei bastante sobre minhas aventuras... quando cansei da situação falei que era hora de ir para casa e o chamei para dormir comigo, o que não era o plano original, ele ficou imensamente contente, vi nos olhos do garoto que aquilo compensaria qualquer coisa que eu fizesse com ele. No carro, fiz ele dirigir e comecei instigando-o fazendo-o um boquete enquanto ele dirigia. Em casa, assim que entramos eu fui sincera e falei: olha, meu bem, não estou contente com nossa relação, vamos mudar isso, à partir de hoje não sou só sua namorada, sou sua DONA, eu mando e você obedece. Ele pareceu um pouco confuso, quase achou graça no começo mas quando se movimentou, um pouco bêbado, sentiu que eu não estava brincando e notou a seriedade do momento. Gaguejou um pouco mas consentiu, disse que aceitava a condição. Imediatamente mandei que ele tirasse toda roupa e ficasse de joelhos, ele obedeceu contente, achou que havia chegado a hora de receber o prêmio que prometi ainda no bar. Eu continuava toda vestida, jeans preto e blusa regata curta, ele de joelhos na minha frente, eu disse: quem é meu cãozinho? Ele levou um susto, ainda não estava acostumado. Segurei seu cabelo, meio puxando, meio fazendo carinho, e repeti de forma mais agressiva: quem é meu cãozinho? Ele respondeu baixinho: eu sou...
Você é o quê? Falei sorrindo, encarando o meu novo brinquedinho. E ele completou: eu sou seu cãozinho obediente. Gostei, mandei meu cãozinho cheirar minha buceta (por cima da calça, óbvio) e ele fez ferozmente, estava sedento, bêbado e excitado, o pau duro pulsando, e pelo que notei ele iria gostar de ser servo de uma DOMME malvada. Tirei a calça e mandei ele cheirar minha buceta mais de perto, ele tentou encostar o nariz na minha calcinha de renda pretinha, bati na cara dele e gritei: cheira por cima, cadela vadia! Gostei de chamá-lo assim, e rapidamente ele passou de cãozinho a cadela. Deixei ele cheirando por bons minutos, minha buceta suada da noite no bar, e molhada de tesão, tirei a calcinha e dei para que ele lambesse por dentro, ficou maluco, lambia e cheirava... caminhei até o sofá e dei a ordem: vem. Ele começou a levantar, eu falei: de quatro!!! Ele veio como um cãozinho obediente.
Abri as pernas e dei minha xoxota, agora ensopada de tesão, para ele lamber. Ele lambeu e mamou-me com um desejo que eu nunca vi.
Ficou ali entre minhas pernas até eu não me segurar mais e gozar horrores na sua boca chamando-o de servo inútil, de animalzinho de estimação. Ele amava ser chamado assim.
Esse é o meu primeiro relato de DOMME de um servo que ainda está em adestramentos, mandarei outros relatos aqui por esse canal que ele fez e que agora eu controlo tanto ele quanto tudo que era dele. Kkkkkkkkkkk......
Foto 1 do Conto erotico: Meu primeiro relato de DOMME


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Ficha do conto

Foto Perfil noturno40
noturno40

Nome do conto:
Meu primeiro relato de DOMME

Codigo do conto:
265280

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
24/06/2026

Quant.de Votos:
2

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1